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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.21 no.2 Santa Maria May/Aug. 1991

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84781991000200009 

COMPONENTES E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO RESÍDUO DE LIMPEZA DO ARROZ E SUA UTILIZAÇÃO NA ALIMENTAÇÃO DE NOVILHAS LEITEIRAS1

 

COMPONENTS AND CHEMICAL COMPOSITION OF RICE GRAIN SCREENING AND ITS USE FOR FEEDING DAIRY HEIFERS

 

Clair Jorge Olivo2 Claiton Ruviaro3 Ana Elisa Silveira de Brum4 Augusto Henrique Carlos Du Bois4 Henrique Ritter5 Marcus Carlos Schmidt5

 

 

RESUMO

Este experimento, conduzido em Santa Maria - RS, foi realizado objetivando estudar a composição, qualidade do resíduo de limpeza do arroz e sua utilização na alimentação de novilhas leiteiras. Para avaliação dos componentes (grãos inteiros, grãos chochos, grãos quebrados, cascas, palhas, sementes de capim arroz, impurezas, pó e pequenas partículas) e sua composição química foram utilizadas amostras de resíduo de limpeza do arroz (pós-secagem) oriundos da região de abrangência de Santa Maria (RS), em dois anos consecutivos. Os resultados demonstraram diferenças significativas (P<0,05) em termos de proteína bruta e digestibilidade entre os componentes, mantendo-se no entanto, semelhança na composição química do resíduo entre as amostras de cada ano. Para avaliação com animais foram usadas 12 novilhas Holandês (6 por tratamento), complementadas a razão de 1% do peso vivo, com resíduo de limpeza do arroz (Tratamento 1) e farelo de arroz desengordurado (Tratamento 2), durante o inverno, em pastagem de setária (Setária spp.). Os resultados, quanto ao ganho de peso, foram de 0,282 e 0,376kg/novilha/dia, respectivamente, não demonstrando diferença significativa (P<0,05) entre os tratamentos.

Palavras-chave: resíduo de limpeza do arroz, avaliação de subprodutos, alimentação de novilhas leiteiras.

 

SUMMARY

An experiment was conducted in Santa Maria - RS, Brazil, to evaluate the components (whole grain, empty grain, broken grain, rice hulls, straws, barnyard grain seeds, dust and small particles) and chemical composition (crude protein and digestibility) of rice grain screenings and its use for feeding Holstein heifers, in comparison with deoiled rice bran (1% of live weight based in dry matter) and grazing setaria (Setaria spp.) grass pasture. The results of chemical composition analysis indicated that there was significant difference (P < 0.05) between the components in two years evaluation, but the quality of the rice grain screenings was similar during this period. The weight gains were 0.282kg/head/day for rice screenings and 0.376kg/head/day for deoiled rice bran which did not show significant difference (P < 0.05) between the two complements.

Key Words: rice grain screenings, evaluation of by-product, feeding dairy heifers.

 

 

INTRODUÇÃO

A alimentação dos animais, atualmente deficiente em quantidade e qualidade, está entre os principais fatores limitando a produção de leite.

A maioria das propriedades leiteiras são mistas, normalmente associadas à produção de grãos, principalmente soja, milho e arroz.

A lavoura de arroz proporciona uma grande quantidade de subprodutos a partir de sua colheita e beneficiamento (resíduo da pré-limpeza e limpeza do arroz). Informações da Cooperativa Tritícola Serrana de Dom Pedrito (RS), evidenciam que estes resíduos são da ordem de 5% da produção. Segundo PEDROSO (1985), somente os resíduos da pré-limpeza representam entre 3 e 5% do total. Levando-se em conta a produção de arroz do Estado do Rio Grande do Sul, esta f ração representa uma disponibilidade de 150 mil toneladas, aproximadamente. Estes resíduos que geralmente são mal utilizados pelo produtor e agroindústria, apresentam constituição e composição química bastante variada. Entre seus componentes destaca-se a semente de capim arroz (Echinochloa spp.).

Segundo análises efetuadas junto ao laboratório de Nutrição Animal da Universidade Federal de Santa Maria (STILES & COSTA, 1984) o capim arroz apresenta a seguinte composição química: Proteína Bruta 11,02%; Fibra Bruta 13,35%; Extrato Etéreo 4,43%; Cálcio 0,60% e Fósforo 0,25%.

Experimentos conduzidos com este componente do resíduo de limpeza do arroz têm demonstrado resultados satisfatórios quando em comparação com produtos tradicionais. MARTINEZ et al (1983a), em trabalho conduzido com coelhos em crescimento, alimentados com 40% de concentrado e 60% de milho substituído em níveis de: zero; 25%; 50%; 75% e 100% pelo capim arroz, verificaram que não houve diferença significativa entre os parâmetros estudados. O ganho de peso tendeu a crescer com o aumento da substituição do milho até o nível de 50%, enquanto o consumo e a conversão alimentar não apresentaram relação entre os níveis. O menor custo por kg de coelho produzido foi obtido a nível de 75% de substituição. Segundo os mesmos autores o capim arroz apresenta-se como uma fonte satisfatória para inclusão em rações para coelhos na fase de crescimento.

Também ROCHA et al (1988) objetivando avaliar o uso de sementes de capim arroz (moída) em rações para coelhos de corte a partir de níveis de zero; 20%; 40% e 60% em substituição ao milho, sendo a ração testemunha composta por 43,17% de milho, verificaram que os níveis de 20% e 40% de substituição apresentaram os melhores resultados, com ganhos de peso superiores aos demais níveis.

MARTINEZ et al (1983b) estudando a substituição do milho por semente de capim arroz a níveis de zero; 25%; 50%; 75% e 100% em rações para frangos de corte verificaram resultados positivos sendo o nível de 25% de substituição considerado o melhor quanto ao ganho de peso das aves.

Do mesmo modo DU BOIS et al (1989) observaram resultados semelhantes ao estudar a substituição do milho por capim arroz nos níveis de zero; 25%; 50%; 75% e 100% em rações para frangos de corte. Os resultados demonstraram que a substituição do milho por capim arroz até o nível de 25% melhorou o ganho de peso sem prejuízo na conversão alimentar. O alto conteúdo de fibra bruta do capim arroz provavelmente tenha reduzido a energia metabolizável, porém a substituição até o nível de 25% pode ter melhorado a utilização de energia das rações. Neste nível as aves recuperaram o melhor ganho de peso da fase inicial do experimento.

RITTER (1989) utilizando rações isoenergéticas e isoprotéicas, com níveis de zero, 25% e 50% de capim arroz fornecidos a razão de 0,25kg por kg de leite produzido, não verificaram diferenças quanto à produção e teor de gordura do leite e variações no peso de vacas da raça Holandês.

Verificando-se a grande disponibilidade dos resíduos de limpeza do arroz e os resultados obtidos até o presente momento com um de seus componentes (Capim arroz), os quais fornecem indícios positivos de sua utilização e a ausência de informações das demais frações, o trabalho teve como objetivo avaliar a participação e composição química dos componentes dos resíduos de limpeza do arroz comparando seu desempenho com farelo de arroz desengordurado na alimentação de novilhas Holandês.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O presente trabalho foi conduzido no setor de Bovinocultura de Leite do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria.

Para avaliação dos componentes e sua composição química foram utilizadas amostras de resíduos de limpeza do arroz (pós-secagem), oriundos da região de abrangência do município de Santa Maria (RS), em dois anos consecutivos. Do material obtido e proveniente de colheitas efetuadas nos meses de março, abril e maio, foram retiradas por ano 20 amostras representativas de um kg e destas foram feitas 2 amostras compostas (de cada ano) para secagem em estufa de ar forçado a 65°C.

Foi feita a separação dos componentes de forma manual e com auxílio de peneiras, que ficaram assim constituídos: grãos inteiros (grãos cheios inteiros de arroz); grãos chochos (sementes chochas); grãos quebrados (sementes de arroz cultivado e arroz vermelho quebrados); cascas (glumas, glumelas); palhas (restos de ráquia e ráquilas, restos de colmos e bainha foliar); sementes de capim arroz (maioria das sementes: Echinochloa cruzgalli e Echinochloa colonum); pó e pequenas partículas (pelos de grãos, glumelas, pedaços de aristas, partículas pequenas de sementes, partículas de areia e terra, grãos de cyperus spp, grãos de Fimbristyles spp.); impurezas (torrões, barbantes e pedriscos).

Os componentes que constituíram os tratamentos, a exceção da f ração impurezas, foram submetidos à análise de proteína bruta (PB) de acordo com as recomendações da AOAC (1970) e digestibilidade in vitro das matérias seca (DIVMS) e orgânica (DIVMO) estimadas segundo TILLEY e TERRY (1963), com modificações feitas por PIRES et al (1975).

Os dados do teor de proteína bruta foram submetidos a análise estatística com delineamento em Blocos ao Acaso com repetições no tempo. O experimento foi repetido durante 2 anos e em cada ano foram usados 2 blocos que corresponderam a 2 amostras do resíduo de limpeza do arroz, sendo efetuada no início da colheita (março-abril) e outra no final (abril-maio).

Os dados de digestibilidade também foram analisados com delineamento em Blocos ao Acaso, com duas repetições no decorrer do tempo. O experimento foi repetido durante dois anos e em cada ano foi usado um bloco que correspondeu a uma amostra composta oriunda de sub-amostras obtidas nos meses de março, abril e maio.

Para avaliação animal foi conduzido em área de 4ha, um experimento com doze novilhas de raça Holandês, previamente selecionada por idade entre 12 e 24 meses e peso corporal médio de 423kg.

Os tratamentos constituídos pêlos complementos - resíduos de limpeza do arroz e farelo de arroz desengordurado - foram fornecidos com base na matéria seca, à razão de 1% do peso vivo.

A pastagem, base da alimentação dos animais, constituiu-se de capim setária (feno em pé), diferida em meados de fevereiro e subdivididas em 2 áreas de 2ha.

O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, constituído de dois tratamentos e duas repetições (Área 1 e Área 2) sendo a novilha a unidade experimental.

O experimento teve início em 17 de maio e término em 20 de setembro sendo os primeiros 14 dias destinados a adaptação e os demais (114 dias) à fase experimental. Nesta fase os animais foram mantidos durante 51 dias na Área 1 e 63 dias na Área 2.

As novilhas mantidas de forma constante na pastagem, foram arraçoadas diariamente de forma individual na área de pastagem e tiveram a sua disposição uma mistura de sal e farinha de osso calcinada na relação 2:1.

Por ocasião da distribuição do resíduo nos cochos, fornecidos de forma integral às novilhas, era feita retirada manual de impurezas de maior tamanho, tais como, barbantes e torrões.

Os animais eram pesados a cada 20 dias, aproximadamente, sempre no horário compreendido entre 8 e 9 horas. Em meados de junho e agosto foram retiradas da pastagem 4 amostras de 0,25m2 por potreiro para análise de proteína bruta, além de 2 amostras compostas, por ano, de 500 gramas dos complementos utilizados para análise de proteína bruta e digestibilidade in vitro de matérias seca e orgânica. Os materiais foram secados em estufa a 65°C com ar forçado.

Os dados referentes a proteína bruta, digestibilidade e as variações no peso das novilhas foram submetidas à análise de variância, sendo que a comparação das médias foi efetivada através do Teste Tukey a 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados referentes à avaliação de PB, DIVMS, DIVMO e percentagem de participação dos componentes dos resíduos nos dois anos consecutivos encontram-se na tabela 1.

Observa-se que a participação dos componentes variou muito de um ano para outro, com modificações substanciais entre as frações dos resíduos.

Quanto aos teores de proteína bruta, os componentes capim arroz e grãos quebrados do ano l com 9,50 e 9,42%, respectivamente, foram superiores (P < 0,05) aos demais componentes. Entretanto no ano 2 o componente pó e pequenas partículas com 13,20% de PB foi o que apresentou valor superior. Observa-se que os teores de PB verificados no capim arroz são inferiores ao teor obtido por STILES e COSTA (1984) que foi de 11,02%, com material oriundo da mesma região.

A avaliação da DIVMS demonstrou que os componentes grãos quebrados, grãos inteiros e sementes de capim arroz do ano l foram superiores (P < 0,05) aos demais. Já a DIVMO indicou que, além das frações anteriormente citadas, os componentes pó e pequenas partículas também apresentaram valores superiores (P < 0,05) aos demais.

Considerando que os resíduos apresentaram valores de DIVMO superiores a 50% fica demonstrado o bom potencial que representam quando comparados com sub-produtos oriundos do beneficiamento de cereais.

As frações cascas, palhas e grãos chochos apresentaram baixos teores, tanto em proteína bruta como em digestibilidade nos 2 anos consecutivos de avaliação.

Por outra parte, analizando-se o teor médio de proteína bruta associado à digestibilidade média, verifica-se uma semelhança em termos de qualidade entre os resíduos oriundos de anos diferentes, contudo a DIVMS e DIVMO apresentaram valores superiores (P <0,05) no ano 1.

Especificamente quanto ao componente capim arroz no resíduo observa-se também bons resultados quanto à sua qualidade. Experimentos, visando a sua utilização em rações como substituto do milho (MARTINEZ et al, 1983a,b; ROCHA et al, 1988; DU BOIS et al, 1989; RITTER et al, 1989), refletem sua qualidade na produção animal. Vários autores não verificaram diferença significativa na substituição do milho por capim arroz em rações para coelhos (ROCHA et al, 1988) e bovinos de leite (RITTER et al, 1989). Em alguns trabalhos (MARTINES et al, 1983a; ROCHA et al, 1988; DU BOIS et al, 1989) verificou-se que baixos níveis de substituição do milho (entre 20 e 50%) demonstraram melhores resultados do que as rações testemunha (sem inclusão do capim arroz).

Quanto à avaliação animal, os resultados relativos às variações de peso vivo das novilhas (Tabela 2), observa-se que não ocorreram diferenças significativas (P <0,05) entre os tratamentos.

Durante a avaliação experimental notou-se que as novilhas complementadas com resíduo demonstraram dificuldades de adaptação ao material, no entanto, no decorrer da avaliação, verificou-se uma aceitação crescente do resíduo, mas sempre inferior à aceitação das novilhas complementadas com farelo de arroz desengordurado.

Outro aspecto que se pode verificar é a tendência de menor ganho de peso na fase final do experimento, o que pode ser atribuído à queda na disponibilidade e qualidade da pastagem. Os valores observados, como média das áreas, foram de 5,5 toneladas/ha de matéria seca e 3,60% de proteína bruta para o mês de junho e 3,5 toneladas/ha de matéria seca e 2,43% de proteína bruta para o mês de agosto, com base na matéria seca.

Os ganhos médios de 0,282kg e 0,376kg, respectivamente para resíduo de limpeza do arroz desengordurado, demonstram-se inferiores quando comparados com os resultados obtidos em períodos de escassez de forragem por FAGGI e DURAN (1975), que verificaram ganhos médios diários de 0,456kg e 0,645kg para melaço e trigo, respectivamente . Também experimento conduzido por MOREIRA (1985), durante a "época seca" tendo a cana-de-açúcar como base da alimentação das novilhas e complementadas com farelo de arroz, os níveis de 1,0 e 1,5kg/dia apresentaram resultados semelhantes com ganhos diários próximos a 0,5kg.

Nesse sentido devido à semelhança (P <0,05) no ganho de peso com farelo de arroz desengordurado além do produto ter sido utilizado de forma integral o resíduo de limpeza do arroz apresenta-se como material energético alternativo para alimentação de novilhas leiteiras, tendo como aspecto positivo que o trabalho foi conduzido durante o inverno em condições de pastagem natural ressaltando-se que as novilhas não tinham disponibilidade de abrigo.

 

CONCLUSÕES

Pode-se concluir que:

- a porcentagem de participação dos componentes do resíduo de limpeza do arroz é variável para cada ano de amostragem;

- foram verificadas diferenças significativas entre vários componentes do resíduo quanto à digestibilidade e proteína bruta para cada ano de amostragem;

- os componentes que apresentaram os melhores teores de proteína bruta e digestibilidade foram: grãos inteiros, grãos quebrados, sementes de capim arroz, pó e pequenas partículas;

- na comparação entre a composição média dos resíduos entre os anos verificou-se semelhança quanto à proteína bruta e diferenças significativas quanto à digestibilidade in vitro da matéria seca e matéria orgânica; e

- não foram demonstradas diferenças significativas entre o resíduo de limpeza do arroz e farelo de arroz desengordurado, no ganho de peso das novilhas da raça Holandês.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1Trabalho realizado com apoio financeiro da FAPERGS.

2Zootecnista, Professor Assistente, Área de Bovinocultura de Leite e Bioclimatologia, Departamento de Zootecnia, Universidade Federal de Santa Maria. 97.119 - Santa Maria, RS.

3Engenheiro Agrônomo: Estagiário do Departamento de Zootecnia, UFSM. 97.119 - Santa Maria, RS.

4Acadêmico(a) do Curso de Zootecnia da UFSM. 97.119 - Santa Maria, RS.

5Acadêmico(a) do Curso de Agronomia da UFSM. 97.119 - Santa Maria, RS.

Aprovado para publicação em 10.07.91.

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