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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.22 no.2 Santa Maria May/Aug. 1992

https://doi.org/10.1590/S0103-84781992000200014 

LEVANTAMENTO PARASITOLÓGICO EM Hoplias Malabaricus, Bloch, (1794) (TRAIRA) DE ÁGUAS DA REGIÃO DE SANTA MARIA - RS1

 

SURVEY OF PARASITES OF Hoplias Malabaricus (Bloch, 1974) IN SANTA MARIA COUNTY

 

Ana Maria Weiblen2 Deodoro Atlante Brandão3

 

 

RESUMO

No presente trabalho estudou-se os parasitos encontrados em 139 traíras coletadas nas diferentes estações do ano em lagoas e açudes do município de Santa Maria, RS. Os objetivos deste levantamento foram: determinar a localização preferencial dos parasites no hospedeiro, relacionar a prevalência dos parasites com as estações do ano e identificar os mesmos a nível de gênero e se possível espécie. Dos 139 peixes necropsiados, 2812 parasites foram coletados ficando assim distribuídos: 469 na primavera, 921 no verão, 482 no outono e 940 no inverno. Destes 2812 parasitos, 1637 foram nematódeos pertencentes as seguintes espécies: Contracaecum sp, Parasseuratum soaresi, Paracappilaria piscicola, Guyanema baudi, Spirocamallanus hilarii, Procamallanus peraccuratus e nematódeos não identificados; 931 trematódeos pertencentes a Ithyoclinostomulum dimorphum, Tylodelphylus sp. 1, Dendrorchis sp, Clinostomum sp e Halipegus overstreeti; 106 acantocéfalos pertencentes a Quadrigyrus machadoi; 138 microcrustáceos do gênero Ergasilus e 20 argulídeos do gênero Dolops.

Palavras-chave: Hoplias Malabaricus, ecto e endoparasitos.

 

SUMMARY

In the present study 139 Hoplias Malabaricus were collected in different seasons from dams and ponds located at Santa Maria county and surroudings and the parasites were studied. The objectives of the survey were to determine the preferably location of the parasite in the host, relate the season with the higher prevalence and identify them at the level of genus and when possible indicate the species. From the 139 fishes examined, 2812 parasites were collected with the following distribuition: 469 in spring, 921 in summer, 482 in autumn and 940 in winter. From these 2812 parasites, 1637 were nematodes beloging to the following species: contracaecum sp.. Parasseuratum soaresi, Paracappilaria piscicola, Guyanema baudi, Spirocamallanus hilaril, Procamallunas peraccuratus and nematodes not identified; 931 trematodes beloging to Ithyoclinostomulum dimorphum, tylodelphylus sp. 1, Dendrorchis sp., CIinostomum sp. andhalipegus overstreeti; 106 acanthocefphalans belonging to Quadrigyrus machadoi; 138 microcrustaceans to the genus Ergasilus, 20 argulides of the genus Dolops.

Key words: Hoplias Malabaricus, ecto and endoparasites.

 

 

INTRODUÇÃO

Infecções parasitárias em Hoplias Malabaricus (Traíras) têm sido freqüentemente observadas por pescadores e adeptos da pesca.

O interesse por alevinos desta espécie e a sua criação intensiva em espaços restritos como lagos e açudes pode proporcionar o aparecimento de parasites em maior número. Na natureza, a oportunidade de um organismo patogênico infectar um hospedeiro é pequena, pois este não se encontra confinado a um espaço limitado onde ocorre mais facilmente a infecção é conseqüentemente a doença (ROBERTS, 1978).

A traíra é um peixe neotrópico existente na América do sul com exclusão da área transandina e rios da Patagônia. (Fowler apud PAIVA, 1974). Quando habitam ambientes ameaçados de secar, as traíras usualmente aprofundam-se no lodo, resistindo até quando este começa a ressecar (PAIVA, 1974). A capacidade de jejum da traíra é excepcional e a resistência a baixas concentrações de oxigênio também é muito alta. Em sua fase larval é Planctófaga, na fase de alevino é insentívora e na fase adulta é ictiófaga Estudos sobre a biologia da traíra foram realizados por Paiva (1974) e por Moreira, Azevedo, Godoy apud CARAMASCHI et al (1982), PAIVA (1974) e CARAMASCHI et al (1982) estudaram também os aspectos reprodutivos da traíra.

No entanto, no que se refere a estudos de parasites ou levantamento parasitológicos em traíras, pouco tem sido feito no Brasil. Nesse sentido destacam-se os trabalhos de FÁBIO (1982) que descreveu alguns nematódeos e acantocéfalos da traíra e de KOHN et al (1988) que realizaram uma investigação dos parasites dos peixes das usinas hidroelétricas da Eletrosul na bacia do rio Iguaçu.

Devido a essa falta de conhecimento sobre a fauna parasitária da maioria das nossas espécies nativas, fica difícil precisar danos e a importância econômica para as culturas intensivas. Na Inglaterra, devido a cultura intensiva de salmonídeos muitas doenças e parasitoses são causas de perdas econômicas significativas. A doença proliferativa do rim, causada por um protozoário é motivo de grande prejuízo em truta arcoíris. Já foram descritas perdas em torno de 30% do total de trutas produzidas na Inglaterra (CLIFTON - HADLEY et al, 1986).

A utilidade de um levantamento parasitológico só pode ser avaliado economicamente após a realização do mesmo (TRAVASSOS et al 1928). Uma grande infecção por Tylodelphys destructor em "peixe-rei", foi encontrada por SZIDAT & NANI (1951). Estes peixes achavam-se acentuadamente desnutridos, o que levou os autores a sugerirem que a causa da morte fosse devida aos danos causados ao cérebro dos peixes. SZIDAT (1969) descreve duas metacercárias, Tylodelphylus sp 1 e Ithyoclinostomulum dimorphum parasitando respectivamente o cérebro e encistadas nos arcos branquiais de Hoplias Malabaricus, sugerindo que as metacercárias de Tylodelphylus sp 1, estejam implicadas com a mortandade de peixes.

Uma grande variedade de tipos de parasites é encontrada no intestino, estômago, musculatura e na epiderme, causando inflamações localizadas ou hemorrágicas. Na natureza, esses processos patológicos são menos evidenciados do que em animais criados em condições intensivas. Contribuem para isso a adubação orgânica que concorre para o aumento da população de copépodes (hospedeiros intermediários de parasites), a qualidade da água, a densidade populacional além do estresse a que estes animais estão submetidos quando criados em regimes intensivos. Os peixes muitas vezes são hospedeiros intermediários de parasites encontrados na forma adulta em aves e répteis ictiófagos. REGO & VICENTE (1988) descreveram Eustrongylides ignotus como parasites de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes, sendo que estes três últimos são hospedeiros de transporte das larvas.

Os parasitos, em geral, apresentam preferências por determinadas espécies, além de serem também indicativos de qualidade da água Carpas com alta infecção de Argulus foram encontradas por DOGIEL (1958) em locais onde havia baixas concentrações de oxigênio dissolvido na água.

Nos países asiáticos é grande o consumo de peixe cru, fazendo com que aumente o risco de humanos adquirirem formas definitivas ou intermediárias de determinados parasites. Um caso de laringo-faringite foi descrito por MOTOHITO (1980) causada por uma metacercária de Clinostomum sp devido à ingestão de peixe cru.

Nematódeos dos gêneros Anisakis, Phocanema e Contracaecum podem ser transmitidos ao homem pela ingestão de peixe ou crustáceos crus ou mal cozidos causando infecções localizadas ou dores abdominais (RUITEMBERG, 1979).

Os trabalhos de TRAVASSOS et al (1969) que reuniram em uma única publicação os trematódeos do Brasil, parasites de vertebrados com descrição e figura muito contribuíram para identificação sistemática dos parasites deste trabalho. Recentemente VICENTE et al (1985) elaboraram um catálogo dos nematódeos de peixes do Brasil contendo descrição, posição sistemática e figuras contribuindo mais uma vez para o conhecimento de nossa helmintofauna.

O objetivo do presente trabalho foi realizar um levantamento parasitológico em traíras de açudes e lagos da região de Santa Maria/RS, considerando a localização preferencial do parasita no hospedeiro, as estações do ano, a prevalência dos parasites e a identificação dos mesmos. Para isso, foram necropsiados 139 exemplares de Hoplias Malabaricus oriundos de açudes e lagoas marginais do Rio Vacacaí Grande, dos quais foram coletados os parasites que posteriormente foram estudados, comparados com a literatura, e classificados.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Cento e trinta e nove peixes pertencentes à família Erythrinidae, espécie Hoplias Malabaricus foram capturados em açudes e lagos da região de Santa Maria independente do tamanho e peso. Os peixes foram capturados com redes de arrasto ou redes de espera Os peixes coletados eram acondicionados e transportados em vasilhames com água até o setor de piscicultura onde eram mantidos em tanques internos até serem examinados. As coletas foram realizadas de junho de 1986 a março de 1988 estando as quatro estações do ano aí incluídas.

Foram registrados tamanho, peso, sexo dos peixes e examinados a epiderme, nadadeiras, cavidade geral, musculatura, olhos e os seguintes órgãos: brânquias, estômago, cecos pilóricos, intestino, fígado, bexiga natatória, gônadas. A água em que estavam mergulhadas as vísceras também eram examinadas para a captura de parasitos.

Os helmintos coletados em soro fisiológico eram distendidos, fixados e conservados para estudo e montagem de lâminas de acordo com a orientação de TRAVASSOS (1950), MEYER e OLSEN (1980) e AMATO (1985) levando em consideração o grupo a que pertenciam, ou seja, Trematódeos, Nematódeos, Acantocéfalos e Microcrustáceos.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dos 139 peixes examinados, 45 peixes foram coletados na primavera. 59 no verão, 9 no outono e 26 no inverno.

Foram capturados 2812 parasites, destes, 1637 nematódeos, 931 trematódeos, 106 acatocéfalos e 138 microcrustáceos.

O total de parasites coletados por estação ficou assim distribuído - 469 parasites na primavera, 921 no verão, 482 no outono e 940 no inverno.

Os resultados deste levantamento apresentam-se a seguir na forma de tabelas que incluem a prevalência dos parasites, gêneros e espécies identificados (Tabela 1), distribuição do número médio de parasites em relação as estações do ano (Tabela 2); número de parasites em relação a peixes parasitados considerando os gêneros registrados na tabela 3.

 

 

Com relação a maior ou menor infecção dos peixes coletados levando em consideração o tamanho, registrou-se um maior número nos intervalos de 24 a 35.9cm como pode-se observar na tabela 4.

A infecção por parasites em traíras é alta como pode-se observar no trabalho de FÁBIO (1983) que registrou larvas de Contracaecum sp como a espécie mais freqüente.

No presente trabalho a metacercária Tylodelphylus sp. 1 é o parasita mais freqüente seguindo-se a espécie Contracaecum sp. A maioria dos peixes coletados (66,9%) apresentavam larvas deste gênero, encistados no peritônio visceral.

Tylodelphylus sp. 1 foi encontrado no cérebro da traíra por SZIDAT (1969) contrariando o presente trabalho que apresenta esta metacercária na porção posterior da bexiga natatória encontrando-se de 2 a 185 larvas por peixe.

A grande quantidade de metacercárias deste gênero deve-se a existência de moluscos nas águas coletadas. Estas larvas devem completar seu desenvolvimento em aves ictiófagas conforme cita SZIDAT & NANI (1951).

A ocorrência do trematódeo Dendrorchis sp (TRAVASSOS, 1926) é registrado pela primeira vez para Hoplias Malabaricus tratando-se de um único exemplar.

Metacercárias de Ithyoclinostomulum dimorphum representaram 17,98% dos peixes parasitados. Estas larvas foram encontradas por TRAVASSOS (1964) na cavidade geral da traíra e a forma adulta foi registrada por TRAVASSOS (1928) em Ardea cocoi (socó).

As metacercárias acima referidas mediam em torno de 35mm podendo a forma adulta atingir entre 60 a 100mm de comprimento conforme BRAUM (1901).

Dos nematódeos encontrados destacam-se a espécie Guyanema baudi registrada pela primeira vez no Brasil (WEIBLEN, 1989) e anteriormente descrita por PETTER & DLOUHY (1985) no Paraguai.

A espécie Spirocamallaus hilaril foi descrita para Salminushilarii por VAZ e PEREIRA (1934) posteriormente foi encontrado em Astyanax bimacultus por KLOSS (1966) e no presente trabalho é registrado pela primeira vez em Hoplias Malabaricus.

Os demais nematódeos: Paracappilaria piscicola, Parasseuratum soaresi, Procamallanus peraccuratus, foram anteriormente descritas para Hoplias respectivamente por: BUHRNHEIM (1976), FÁBIO (1982) e OLIVEIRA (1986).

 

CONCLUSÕES

Este é um trabalho pioneiro no RS de levantamento dos parasitas da traíra, confirmando-se a presença de alguns já existentes no país, e outros novos como é o caso das espécies Guyanema baudi e Tylodelphylus sp 1. Assinala ainda a traíra como novo hospedeiro das espécies Dendrorchis sp e Spirocamallanus hilarii.

 

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1Parte da Dissertação de Mestrado apresentada peto primeiro autor ao curso de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria e parcialmente financiado pelo CNPq.

2Biólogo, Professor do Ensino Médio II Grau do Instituto Metodista Centenário, Dr. Turi 2003, 97050-180 - Santa Maria, RS.

3Biólogo, Professor Titular do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria. 97119-900 - Santa Maria - RS

Recebido para publicação em 27.03.92. Aprovado para publicação em 20.05.92.

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