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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.25 no.2 Santa Maria  1995

https://doi.org/10.1590/S0103-84781995000200020 

PRODUÇÃO ANIMAL EM MISTURAS FORRAGEIRAS DE ESTAÇÃO FRIA SEMEADAS EM UMA PASTAGEM NATURAL1

 

ANIMAL PRODUCTION IN MIXTURES OF TEMPERATE SPECIES SEEDED IN A NATURAL PASTURE

 

Roblein Cristal Coelho Filho2 Fernando Luis Ferreira de Quadros3

 

 

RESUMO

Com o objetivo de estimar alguns parâmetros de produção e qualidade de forragem e a análise econômica da pastagem, realizou-se um trabalho na área experimental do Departamento de Zootecnia da UFSM, entre maio e novembro de 1993. Os tratamentos foram aveia (Avena strigosa Schreb) + azevém (Lolium multiflorum Lam.) com: l) trevo vesiculoso (Trifolium vesiculosum Savi) e 2) ervilhaca (Vicia sativa L.), sobressemeadas em campo nativo e sendo pastejadas por terneiras cruza Nelore x Charolês. O delineamento experimental foi o inteiramente casualisado, com duas repetições, que foram potreiros de 1,5ha aproximadamente. O sistema de pastejo foi o contínuo com lotação variável, mantendo-se a disponibilidade de forragem entre 1500 e 2000kg/ha de Matéria Seca (MS), com uma pressão de pastejo real em tomo de 10%. O período experimental foi de 84 dias, sendo os animais pesados a cada 28 dias, para o ajuste de lotação. Para os parâmetros ganho médio diário de peso, ganho de peso vivo por área, taxa de acúmulo e produção de MS da pastagem, não houve diferença entre os tratamentos. O tratamento com ervilhaca mostrou-se superior quanto ao teor de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica (P < 0,05). No que se refere à análise econômica, o tratamento com trevo vesiculoso apresentou uma relação benefício/custo de 2,23, sendo superior àquela do tratamento com ervilhaca que foi de 1,11.

Palavras-chave: aveia, azevém, ervilhaca, forrageira, produção animal, trevo vesiculoso.

 

SUMMARY

Aiming to evaluate parameters of forage production and quality and the economic analysis of pasture, a trial was conducted in the experimental área of the Animal Science Department of UFSM, Brazil, between May and November of 1993. The mixtures were constituited by oat (Avena strigosa Schreb) + Italian ryegrass (Lolium multiflorum Lam.) with: 1) arrowleaf clover (Trifolium vesiculosum Savi) and 2) Yetch (Vicia sativa L.), seeded in a natural pasture and grazed by Nelore x Charolês calves. The experiment was a completely randomized design, with two replications, characterized by paddocks of 1.5ha approximately. The grazing system was continuous with stocking rate variable, for mantaining the forage availability between 1500 and 2000kg Dry Matter (DM)/ha, with a actual grazing pressure of 10% approximately. The experimental period was of 84 days. Animais were weighted at a 28 days of interval, for adjusting the stocking rate. For the parameters daily liveweight gain, liveweight gain per area, growth rate and pasture DM production, there was no significant difference from the treatments. The treatment with vetch was higher in the crude protein content and the in vitro organic matter digestibility (P < 0.05). In economia analysis, the treatment with arrowleaf clover presented a benefit/cost relation of 2.23 and was higher than the treatment with vetch of 1.11.

Key words: animal production, arrowleaf clover, forages, italian ryegrass, oat, vetch.

 

 

INTRODUÇÃO

Considerando que a exploração pecuária é uma das principais atividades econômicas do Rio Grande do Sul e esta exploração é baseada principalmente em pastagens naturais, pois aproximadamente 12 milhões de hectares do Estado têm essa cobertura (IBGE, 1985), que são constituídas basicamente de espécies de crescimento estival (POTT, 1974).

Apesar de os pesquisadores brasileiros terem dado significativa contribuição para a agropecuária, formando sistemas de produção baseados em pastagens, ainda estamos carentes na obtenção de sistemas de baixo custo (BLASTER, 1988). A baixa disponibilidade de forragem de qualidade no período outono inverno, levou vários pesquisadores a estudar as alternativas para o problema, entre os quais NABINGER & PAIM (1985), BARRETO et al. (1986) e RESTLE et al. (1993). Portanto, deve-se buscar sistemas baseados nas pastagens naturais, visando reduzir a escassez de forragem no outono-invemo e os custos dessa produção.

A produção de forragem de boa qualidade, nesta época do ano, e aumento do período de utilização destas pastagens é uma alternativa bastante viável para contornar este problema, e isto pode ser conseguido com o uso de misturas de gramíneas e leguminosas anuais e/ou perenes de estação fria. Assim, será possível manter um ritmo de engorda mais constante, diminuindo a idade de abate, conseqüentemente aumentando o desfrute e os demais índices de produtividade do rebanho (NABINGER & PAIM, 1985).

As pastagens anuais cultivadas e o melhoramento do campo nativo pela introdução de espécies hibernais são medidas que, tomadas isoladamente ou em conjunto, poderão compensar as deficiências da pastagem natural, elevando assim os rendimentos da pecuária bovina no RS. O melhoramento da pastagem natural com semeadura de espécies, como alternativa para aumentar seu rendimento, reveste-se de importância, principalmente por envolver baixos custos, manter a estrutura física do solo e não eliminar as espécies nativas, que em determinadas condições podem contribuir para melhorar a composição da forragem (BARRETO et al., 1986).

Este trabalho visa fazer algumas avaliações em misturas de gramíneas e leguminaosas forrageiras de estação fria, quando semeadas sobre uma pastagem natural, procurando avaliar a produção e a qualidade de forragem, bem como composição florística da pastagem. Também visa avaliar parâmetros de produção animal fazendo uma análise econômica deste sistema.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho de campo realizou-se entre 01.05.93, quando foi feita a semeadura das espécies de clima temperado na pastagem natural e, 29.10.93 (última pesagem), na área experimental do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), região fisiográfica da Depressão Central do RS. O solo é a unidade de mapeamento Santa Maria, classificado como Brunizem Hidromórfico e clima tipo Cfa (BRASIL, 1973). As misturas utilizadas foram: 1) Aveia preta (Avena strigosa Screb) + Azevém (Lolium multiflorum Lam.) + Trevo Vesiculoso (Trifolium vesiculosum Savi) e, 2) Aveia preta + Azevém + Ervilhaca (Vicia saliva L.), semeadas com as semeadeiras IMASA MS-2000 e FUNDIFERRO RP-101, respectivamente. A adubação constou de 300kg de NPK/ha da fórmula 5-30-15 e foi realizada simultaneamente à semeadura. As misturas foram avaliadas sob pastejo direto, com terneiras cruza Nelore x Charolês, com idade de 8 a 10 meses, por ocasião da entrada das mesmas no experimento. Os animais tiveram acesso permanente a sal mineral e água.

A área experimental possuía um total de 6ha, subdividida em quatro potreiros de 1,5ha aproximadamente, com quatro animais "tester" em cada um destes. O sistema de pastejo utilizado foi o contínuo com lotação variável, com o auxílio da técnica "put-and-take" (MOTT &. LUCAS, 1952), ajustando a carga a cada 28 dias, de forma a manter constante a disponibilidade de forragem, entre 1500 (WILLOUGHBY, 1959; FLOSS, 1989) e 2000kg MS/ha (RESTLE et al., 1993), com uma pressão de pastejo real em torno de 10%. Antes das pesagens, os animais eram submetidos a um jejum prévio de aproximadamente 12 horas, para enxugo do trato digestivo. Foram avaliados três períodos de 28 dias, totalizando o período experimental em 84 dias.

Para avaliar a disponibilidade de matéria seca, usou-se a estimativa visual, com dupla amostragem, usando-se 25 amostras em cada repetição, das quais cinco eram cortadas (GARDNER, 1986). A cobertura do solo e composição botânica foram estimadas com o auxílio do pacote computacional Botanal-2 (COSTA & GARDNER, 1984), antes da entrada dos animais no experimento, durante o período experimental e logo após a última pesagem. Para a estimativa da taxa de acúmulo diária e produção total de MS, usou-se a técnica do tripo emparelhamento, com gaiolas de exclusão (MORAES et al., 1990). Para estimar a capacidade de suporte da pastagem e a colheita de nutrientes digestíveis totais, usou-se o método das unidades alimentares efetivas (PETERSEN & LUCAS, 1968). A diferença entre a pesagem final e a inicial do período experimental, dividida pelo número de dias, permitiram estimar o ganho médio diário de peso (GMD). Para estimar o teor de proteína bruta (PB), determinou-se o teor de N pela técnica do micro-Kjeldahl, e multiplicou-se pelo fator 6,25 (BREMNER, 1965) e para estimar a digestibilidade in vitro de matéria orgânica (DIVMO), usou-se a técnica de TILLEY & TERRY (1963), modificada por PIRES et al. (1979). Para estas análises laboratoriais, usou-se o material verde das amostras cortadas nas avaliações de disponibilidade, que após separado do material morto, era moído em moinho tipo Willey com peneira 1mm.

Na análise econômica, fez-se o cálculo da relação entre o benefício trazido pela pastagem, em ganho de peso por área e o custo para implantação da mesma, onde considerou-se a semente, fertilizante, inoculante, calcário, custo de maquinário e de mão de obra.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualisado com duas repetições.

Para a análise estatística usou-se o pacote computacional SAS, onde testou-se o efeito dos tratamentos sobre as variáveis consideradas pelo teste de F, ao nível de 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tabela 1, são apresentados os dados médios do período experimental referentes à disponibilidade de MS (DMS), taxa de acúmulo (TC), produção de MS (PMS), capacidade de suporte (CS), nutrientes digestíveis totais (NDT) colhidos e carga animal (CA) mantida na área. Estes parâmetros estão relacionados à produção de forragem. Observa-se que não houve diferença significativa entre os tratamentos, nos parâmetros que se referem à produção de forragem, estando os mesmos bastante próximos. Chama-se a atenção para o parâmetro DMS que ficou na faixa pretendida, que era entre 1500 (WILLOUGHBY, 1959; FLOSS, 1988) e 2000kg MS/ha (RESTLE et al., 1993), em ambos os tratamentos, o que leva a crer que a pastagem teve um manejo adequado. Quanto ao parâmetro CA observa-se que ficou em aproximadamente 2UA/ha na média do período experimental (1UA = 450kg de peso vivo), o que praticamente quadruplica a capacidade de carga da pastagem natural. No que se refere a TC e PMS, os valores baixos obtidos encontram explicação nas condições climáticas desfavoráveis na maior parte do ciclo das pastagens, particularmente a baixa precipitação no mês de agosto.

 

 

Quanto à composição botânica (Tabela 2) o resultado médio dos três levantamentos mostra que as espécies que mais contribuiram foram azevém (32%), aveia (22%), Andropogon lateralis (13%) (principal componente do campo nativo) no tratamento com trevo vesiculoso e azevém (33%), ervilhaca (28%), aveia (18%) no tratamento com ervilhaca. O trevo vesiculoso sofreu um severo ataque do fungo Leptosphaerulina trifolii (ROST.) PETR., que comprometeu seu desenvolvimento, ficando a contribuição do mesmo em 5%, na média do período experimental, porém com frequência satisfatória (86%). O componente material morto apresentou médias de 10% no tratamento com ervilhaca e 3 % com trevo vesiculoso. A alta percentagem de material morto no tratamento com ervilhaca, é devido ao excesso de plantas de ervilhaca na área, que foram pouco consumidas pelos animais, vindo a entrar em senecência. O solo descoberto no tratamento com trevo vesiculoso (10,7%) foi estatisticamente semelhante ao do tratamento com ervilhaca (3,8%, P < 0,2025), o que é explicado pelo elevado coeficiente de variação (94,1%), concordando com o trabalho de MORAES (1991) que também obteve um alto coeficiente de variação para esse parâmetro.

 

 

Na Tabela 3 tem-se os dados dos parâmetros de qualidade da pastagem. Por esta tabela verifica-se que apesar do teor de PB e DIVMO do tratamento com ervilhaca serem superiores estatisticamente (P < 0,05) ao tratamento com trevo vesiculoso, não se refletiram no GMD, que é um parâmetro que também estima qualidade de pastagem e no ganho de peso por área. Isto também, provavelmente tenha explicação no fato de que a ervilhaca foi muito pouco consumida na mistura, em virtude da mesma estar em estado avançado de maturação, por ocasião do início do pastejo, por não haver acúmulo suficiente de MS na área, anteriormente. A DMS não limitante do consumo e a alta frequência (86%) de plantas de trevo vesiculoso devem ter proporcionado seleção de forragem com qualidade superior à oferecida e proporcionado bom desempenho animal. STUEDMANN & MATCHES (1989) afirmam que o consumo de determinada forragem é mais útil para explicar o desempenho animal sobre a mesma que a própria qualidade desta. Ao comparar-se o ganho de peso esperado com o observado, verifica-se que no tratamento com trevo vesiculoso estes valores estiveram mais próximos, sugerindo que este tratamento teve um manejo mais adequado que aquele aplicado no tratamento com ervilhaca.

 

 

Na Tabela 4 temos a análise econômica das pastagens avaliadas. Destaca-se a relação benefício/custo (B/C) do tratamento com trevo vesiculoso que foi 100% superior ao tratamento com ervilhaca, em função do menor ganho de peso vivo por área neste tratamento, e ao maior custo na implantação da mistura com ervilhaca, devido ao alto custo da semente da leguminosa e à alta densidade de semeadura da mesma em função do insucesso de sua implantação em anos anteriores na mesma área. Os números entre parênteses na coluna do tratamento AV+AZ+ER, representam o custo da implantação se tivesse sido utilizada a metade da densidade de sementes de ervilhaca, o que considera-se, que fosse o suficiente. Neste caso a relação B/C aumentaria para 1,26, ou seja, para cada dólar americano investido na implantação da pastagem, colheria-se US$1,26.

 

 

 

CONCLUSÃO

- A mistura aveia + azevém + ervilhaca apresenta um maior teor de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica, sem que esta qualidade média tenha reflexos sobre a produção animal, que é semelhante à mistura aveia + azevém + trevo vesiculoso;

- A mistura aveia + azevém + trevo vesiculoso é superior quanto à relação benefício/custo; - O método de semeadura de espécies de inverno em pastagem natural, é uma prática de baixo custo e com bom retomo econômico, para as misturas de aveia + azevém + ervilhaca ou trevo vesiculoso, tomando-se bastante viável e vantajosa para os diversos sistemas de produção de nosso meio, ficando apenas na dependência da disponibilidade da semeadeira.

 

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1Trabalho extraído da dissertação de mestrado do primeiro autor, apresentada ao Curso de Pos-graduação em Produção Animal, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

2Engenheiro Agrônomo, aluno do Curso de Pós-graduação em Zootecnia, Centro de Ciências Rurais (CCR), UFSM, Bolsista do CNPq.

3Engenheiro Agrônomo, Mestre, Professor Assistente, Departamento de Zootecnia, CCR, UFSM, 97119-900 Santa Maria, RS. Autor para correspondência.

 

Recebido parta publicação em 11.11.94. Aprovado em 24.05.95.

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