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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.27 no.3 Santa Maria July/Aug. 1997

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84781997000300028 

RESUMOS DE DISSERTAÇÕES SUMMARIES OF DISSERTATIONS

 

TAMANHO E FORMA ÓTIMOS DE PARCELAS EXPERIMENTAIS PARA Eucalyptus saligna Smith1

 

OPTIMAL SIZE AND SHAPE OF EXPERIMENTAL PLOTS OF Eucalyptus saligna Smith

 

Autora: Magda Lea Bolzan Zanon2

Comissão Examinadora: Lindolfo Storck3 Afonso Figueiredo Filho4 César Augusto Guimarães Finger5

 

 

RESUMO

Realizaram-se três ensaios em branco com a finalidade de determinar o tamanho e forma ótimos de parcelas experimentais com Eucalyptus saligna Smith, plantados no espaçamento 3x2m. Os ensaios foram instalados no Horto Florestal Barba Negra, no município de Barra do Ribeiro - RS. O primeiro foi avaliado aos 5 anos e meio de idade; o segundo aos 15 meses de idade e o terceiro foi avaliado em viveiro. Foram utilizados sete diferentes métodos de determinação do tamanho e forma de parcelas experimentais para os dois primeiros ensaios. No ensaio em viveiro foi determinada a intensidade de amostragem para as diferenças mínimas significativas iguais a 5, 10 e 20%. Constatou-se que os resultados obtidos pelos diferentes métodos foram divergentes. O tamanho variou de duas unidades básicas até 26 unidades básicas para o ensaio de 5 anos e meio de idade, e de uma unidade básica até 16 unidades básicas para o ensaio de 15 meses de idade. A partir de uma análise global dos métodos, concluiu-se que o tamanho ótimo de parcelas foi de 16 plantas úteis para plantas de 5 anos e meio de idade e de 8 plantas úteis quando avaliado aos 15 meses de idade. No planejamento de experimentos com Eucaliptos deve-se preferir parcelas menores e maior número de repetições, dentro de uma mesma área fixada, para obter maior precisão. No ensaio em viveiro foi determinado que a execução de experimentos implica no uso do delineamento blocos ao acaso, sendo os blocos iguais as bandejas de 96 mudas. O tamanho da amostra ideal é de 26 mudas por tratamento para uma diferença mínima significativa de 10% e de 8 mudas por tratamento quando a diferença passa para 20%.

Palavras-chave: heterogeneidade, precisão, delineamento.

 

Three experiments were conducted to determine the optimum experimental plot size and shape of Eucalyptus saligna Smith. The experiments were established in Barda Negra Garden Market, in Barra do Ribeiro - RS. Plants were distributed in a 3x2m arrangement. Plants were evaluated with three different ages: 5.5 years, 15 months and during the nursing stage. Seven different analysis methods were used to evaluate the optimum experimental plot size and shape based only on data collected from experiments with 5.5 years old and 15 months old. The nursery experiments were used to determine the sample frequency for minimum statistical difference of 5, 10 and 20%. It was observed statistical difference among the sevem methods used for comparisons. The optimum plot size ranged from 2 to 26 basic units for plants with 5.5 years old and, from one to 16 basic units for plants with 15 months old. Results also indicated that the optimum plot size could be 16 and 8 basic units for plants with 5.5 years old and 15 months old, respectively. Reducing the plot size and increasing the repetition number were more adequate to analyze this type of experiments. Nursery experiments should be conducted in a completely randomized block design using at least 26 seedling for each treatment.

Key words: heterogeneity, precision, design.

 

 

1 Dissertação de Mestrado apresentada pela primeira autora, em 25.11.96, ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal, Centro de Ciências Rurais (CCR), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para a obtenção do grau de Mestre em Engenharia Florestal.

2 Engenheiro Florestal, Mestre em Engenharia Florestal, Manejo Florestal, UFSM.

3 Engenheiro Agrônomo, Dr., Professor Titular, Departamento de Fitotecnia, CCR, UFSM, 97105-900 Santa Maria, RS. Bolsista do CNPq. Autor para correspondência.

4 Engenheiro Florestal, Dr., Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR.

5 Engenheiro Florestal, PhD, Professor Adjunto, Departamento de Ciências Florestais, CCR, UFSM. Bolsista do CNPq.

 

Recebido para publicação em 18.03.97. Aprovado em 02.04.97

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