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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.27 no.4 Santa Maria Oct./Dec. 1997

https://doi.org/10.1590/S0103-84781997000400021 

OCORRÊNCIA DE VETORES BIOLÓGICOS DA Dermatobia hominis (L.Jr., 1781) (Díptera: Cuterebridae), CAPTURADOS COM ARMADILHA MAGOOM NA REGIÃO METALÚRGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BRASIL

 

OCURRENCE OF BIOLOGICAL VECTORS OF Dermatobia hominis (L. Jr.,1781)(Diptera:Cuterebridae), CAPTURED BY MAGOOM TRAP IN THE MATALLURGIC REGION, MINAS GERAIS, BRAZIL.

 

Batista Zenón Rodríguez1 Romário Cerqueira Leite2

 

 

RESUMO

Através do uso da armadilha Magoam foram capturados 49.010 insetos no período de junho de 1995 a maio de 1996 no município de Pedro Leopoldo MG. Foram identificadas 10 ordens de insetos. Destes, 95,73% pertencem à ordem Díptera. Três famílias, Sepsidae, Syrphidae e Culicidae participaram com 24,65%, 18,53%, e 17,64% respectivamente dos 46.915 dípteros capturados. Dos três locais pesquisados, a mata (local 3) contribuiu com o maior número de insetos capturados correspondentes a 43,99% do total de espécimes colhidos. Os vetares biológicos de D. hominis (com postura aderida) importantes por ordem de frequência foram Fannia spp, Musca domestica, Stomoxys calcitrans, Synthesiomyia nudiseta, Ophira sp., sendo esta última notificada pela primeira vez. O gênero Fannia spp. apresentou-se como de maior importância epidemiológica por sua maior frequência e distribuição nos locais de captura.

Palavras-chave: Dermatobia hominis, vetores biológicos, dermatobiose, díptera.

 

SUMMARY

From June 1995 to May 1996, 49,010 insects were captured in the municipality of Pedro Leopoldo, MG, Brazil, using the Magoom's trap. Ten orders were identified and 95.73% of them belong to the order Diptera. Three families, Sepsidae, Syrphidae, and Culicidae, represented 24.65%, 18.53%, and 17.64% respectively, of 46,915 diptera trapped. The bush contributed with the highest number of trapped insects (43,99%) when comparsa with stable or pasture. The biological vectors of D. hominis (with adhered, eggs), in order of prevalence, were Fannia spp, Musca domestica, Stomoxys calcitrans, Synthesiomyia nudiseta, Ophira sp. This is the first identification of the genus Ophira sp. as biological vector of D. hominis. The genus Fannia was found to be the most important biological vector of D. hominis in Pedro Leopoldo, MG, Brazil, because of its high frequency and distribution in the three environment conditions searched.

Key words: Dermatobia hominis, biological vectors, dermatobiose, diptera.

 

 

INTRODUÇÃO

A Dermatobia hominis diferencia-se radicalmente na sua biologia de outros muscoides, pelo fato de depender de outros dípteros como vetores biológicos para dar continuidade a seu ciclo biológico. Este evento foi observado pela primeira vez por Morales, na Guatemala, em 1911 de acordo com NEIVA & GOMES (1917). No passado o carrapato Amblyomma cajennense também foi considerado como possível vetor biológico da D. hominis (DUNN, 1918), mas esta afirmação foi contestada por NEEL et al. (1955).

ARTIGAS & SERRA (1965) atualizaram uma lista de vetores biológicos de D. hominis, anteriormente descrita por NEEL et al. (1955), a qual citava muitas espécies de dípteros das famílias Simulidae, Muscidae, Calliphoridae, e Tabanidae, a seguir a de GUIMARÃES et al. (1983) que assinalaram inúmeras espécies de dípteros, como vetores biológicos da D. hominis, pertencentes às famílias Culicidae, Simulidae, Tabanidae, Fanniidae, Anthomyidae, Muscidae, Sarcophagidae e Calliphoridae.

PALOSCHI et al. (1984) mencionaram a Musca domestica e a Fannia sp como vetores biológicos de D. hominis no planalto catarinense. RIBEIRO et al. (1985) no Rio Grande do Sul (RS), registraram a Fannia sp., Stomoxys calcitrans, M. domestica, Phaenicia sp e Tabanus sp. como vetores biológicos da D. hominis, sendo que dos 98 vetores capturados, 93 pertenciam ao gênero Fannia, um ao gênero Phaenicia, duas M. domestica, um Tabanus sp. e uma S. calcitrans. OLIVEIRA (1986) em São Carlos, Estado de São Paulo, empregando uma armadilha que utilizava um bezerro como isca viva, capturou 59 vetores biológicos da D. hominis, dos quais 51 foram identificadas como M. domestica, seis do gênero Fannia e duas S. calcitrans, todos eles capturados na proximidade de um estábulo. MAIA & GOMES (1988) na região de Uberaba, Estado de Minas Gerais (MG), capturaram 14 vetores biológicos de D. hominis sendo sete M. domestica, quatro Sarcophagula sp., duas S. calcitrans e uma Fannia sp. dos quais cinco espécimes foram capturados na área do curral, sete em campo aberto e dois na mata. SILVA et al. (1989) no município de Itabuna, Estado da Bahia, numa pesquisa sobre transportadores de ovos da D. hominis, capturaram 75 fêmeas de Sarcopromusca pruna durante os dois anos do período experimental. KASAI et al. (1990) estudando a variação sazonal de dípteros em armadilha modificada de Magoom em Santana do Paraíba, Estado de São Paulo, capturaram um vetor biológico da D. hominis pertencente ao gênero Fannia sp. em uma das armadilha colocada perto da mata. LEITE et al. (1994), notificaram pela primeira vez no Brasil, o envolvimento da Haematobia irritans em amostras obtidas no município de Morada Nova, MG. Três espécimes de Fannia punctipennis (BRUM et al.,1995), foram capturadas em armadilhas de WOT no município de Pelotas, RS. O objetivo deste trabalho foi identificar os dípteros que a D. hominis utiliza como vetor biológico nas comunidades de insetos da entomofauna da microregião homogênea de Belo Horizonte.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada no período compreendido entre junho de 1995 e maio de 1996 na Fazenda Modelo da Escola de Veterinária da UFMG no município de Pedro Leopoldo, MG, localizado numa altitude de 882 metros com clima temperado chuvoso (mesotérmico) (ANTUNES, 1986). Para a coleta dos insetos utilizaram-se três armadilhas Magoom (ROBERTS, 1965; RODRÍGUEZ, 1987) as quais foram colocadas, uma próxima aos currais (n° 1), uma em campo aberto (n° 2) e outra no interior da mata (n° 3). Estas armadilhas tiveram como iscas vivas bezerros de aproximadamente 4 meses de idade, os quais eram expostos semanalmente por 48 horas. Realizou-se então, a retirada dos insetos da armadilha com a ajuda de um vidro aspirador e uma rede entomológica. Após a coleta, os mesmos eram transportados ao laboratório. A identificação até o nível de família foi realizada com base em BORROR & DELONG (1969), e a nível de gênero ou espécie segundo JAMES (1947), GREENBERG (1971), PAMPLONA & COURI (1989). Os muscídeos vetores biológicos foram identificados pela presença de ovos da D. hominis no abdome. Os resultados são mostrados em tabelas que indicam os locais de captura, espécimes coletados e o total de captura com suas respectivas freqüências absolutas e relativas. As famílias foram listadas iniciando por aquelas pertencentes à sub-ordem Nematocera, seguida da Brachycera e Cyclorrhapha

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observa-se na Tabela 1 as dez ordens de insetos capturadas durante o período experimental. O maior número de artrópodes estavam relacionados com a ordem Díptera com 95,73%, e o menor com a ordem Orthoptera com 0,02% do total de insetos capturados. Esta tendência da armadilha em capturar maior quantidade de membros da ordem Díptera provavelmente deveu-se a dois fatos. O primeiro foi que a ordem Díptera tem sido considerada como uma das mais numerosas da classe Insecta com 85.000 espécie (NEVES, 1989) e a outra, ao tipo de armadilha empregada. Os tipos de armadilhas para captura de insetos têm sido variados, e a sua escolha depende principalmente dos grupamentos de insetos a pesquisar. A armadilha Magoom, pelo tipo de isca utilizada, atrai principalmente insetos zoófilos, sendo que a maioria deles relaciona se à ordem Díptera. Se outro tipo de armadilha como a "pitfall" (RODRÍGUES & FLECHTMANN, 1995) fosse usada na mesma área de pesquisa, a ordem coleóptera seria provavelmente a que apresentaria maior número de exemplares capturados, devido à especificidade desta para com esta ordem. Existem ainda armadilhas específicas para capturar exemplares de insetos de determinada família como é o caso da armadilha Piramidal (LEPRINCE et al. 1994) para espécies da família Tabanidae ou a armadilha de Vavoua iscada com octenol (MIHOK, et al., 1995) para exemplares do gênero Stomoxys. Neste trabalho, a armadilha de Magoom foi a que ofereceu uma ampla diversidade ao capturar um maior número de famílias das diferentes sub-ordens da ordem díptera.

Dos 49.010 insetos capturados, a Tabela 2 mostra que 46.915 espécimes pertenciam à ordem Díptera, estando distribuídos em 28 famílias, das quais, as famílias Sepsidae, Syrphidae e Culicidae foram as mais numerosas, somando acima de 60% do total dos dípteros capturados. Apesar destas famílias serem encontradas em maior número não se observou vetores de D. hominis. Contrariamente, as famílias Muscidae e Fannidae, com pequenas quantidades de espécimes coletados (6,02% e 4,68% respectivamente do total), tiveram uma significativa quantidade de espécimes capturadas, ou seja 66,67% para a família Fannidae e 33,33% para a família Muscidae do total de amostras positivas para ovos de D. hominis.

Dos três locais utilizados para coleta o interior da mata (local n°3) foi o que teve o maior percentual de insetos capturados 43,23 % do total de dípteros colhidos no período experimental. Estes resultados foram semelhantes aos de DIAS (1983) que obteve uma captura de 52,69% para a região de Belo Horizonte e com os de PALOSCH1, (1984) que capturou 43,44% de insetos no planalto catarinense.

Os vetores biológicos da D. hominis encontrados neste experimento foram Fannia spp, M. domestica, S. calcitrans, S. nudiseta, Ophira sp. (Tabela 3). No mesmo Estado, na região de Uberlândia (MAIA & GOMES, 1988) descreveram a M. domestica, S. calcitrans, Fannia sp. e Sarcophagula sp. como vetores biológicos. Na região do planalto do Estado de Santa Catarina (PALOSCHI, et al. 1984) reportaram M. domestica e exemplares do gênero Fannia. No estado de Rio Grande do Sul (RIBEIRO et al. 1985) apresentaram como vetores biológicos, a M. domestica, Fannia sp., Phaenicia sp., S. calcitrans e Tabanus sp. No estado de São Paulo, município de São Carlos, OLIVEIRA (1986) descreveu como os vetores biológicos á M. domestica, Fannia spp. e S. calcitrans, e no mesmo estado, no município de Santana do Paranaiba, KASAI et al. (l990) encontraram a Fannia sp também como vetor. No estado da Bahia, SILVA et al. (1989) descreveram a Sarcopromusca pruna. Em Minas Gerais LEITE et al. (1994) notificaram Haematobia irritans como vetor biológico. As pesquisas sobre a vetoração biológica de muscídeos para a D. hominis nos últimos15 anos no Brasil, indicam o gênero Fannia como principal gênero de importância epidemiológica para a dermatobiose no país, uma vez que 56,61% dos vetores coletados pertencem a este agrupamento, seguida pela M. domestica que representa 19,35% do total das vetorações registradas (PALOSCHI et al., 1984; RIBEIRO et al., 1985; OLOVEIRA, 1986; MAIA & GOMES 1988; SILVA et al., 1989). GUIMARÃES et al. (1983) apresenta a última lista atualizada dos vetores de ovos de D. hominis, nesta lista não consta o registro o gênero Ophyra como carregadora de ovos de D. hominis, dentro dos espécimes pertencentes à família Muscidae. Neste trabalho incorpora-se o gênero Ophira sp como novo vetor biológico de D. hominis.

 

 

 

CONCLUSÕES

1. A armadilha Magoom é um instrumento confiável para o estudo epidemiológico de vetores biológicos da D. hominis.

2. A entomofauna do Estado de Minas Gerais, com maior biodiversidade, encontra-se na área da mata.

3. Fannia spp. é o muscideo com maior importância epidemiológica para a manutenção da dermatobiose na região estudada.

4. Ophira sp revelou-se um novo vetor biológico de ovos da D. hominis notificado na região da mata mineira.

 

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1 Médico Veterinário e Zootecnista, aluno do Curso de Pós-graduação em Parasitologia, Departamento de Parasitologia, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

2 Médico Veterinário, Professor Adjunto, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Escola de Veterinária, UFMG, Campus da Pampulha, 31270-010, Belo Horizonte, MG, Brasil. Autor para correspondência.

 

Recebido para publicação em 03.01.97. Aprovado em 11.06.97

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