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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.28 no.4 Santa Maria Oct./Dec. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84781998000400023 

FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM O DESEMPENHO DE LEITÕES LACTENTES EM GRANJAS DE SUÍNOS DA REGIÃO NORTE DO PARANÁ

 

THE RELATION OF THE RISK FACTORS ON THE SUCKLING PIGLETS PERFORMANCE IN FARMS OF NORTH PARANA STATE

 

Caio Abércio da Silva1 Benito Guimarães de Brito2 Nelson Mores3 Armando Lopes do Amaral4

 

 

RESUMO

Foram avaliadas 18 granjas de suínos, sob sistema confinado, na região norte do estado do Paraná, no ano de 1994. Em cada criação, foram acompanhadas no mínimo seis matrizes e suas respectivas leitegadas do nascimento até o desmame. Foram estudadas 4 variáveis objetivas (presença de diarréia nos leitões, taxa de mortalidade, coeficiente de variação do peso ao desmame e o ganho de peso médio diário até o desmame) e 16 variáveis explicativas: amplitude térmica diária na maternidade, vazio sanitário, condição nutricional das porcas, percentagem de abertura da maternidade, presença de forro na instalação, temperatura mínima interna, área da cela parideira, utilização de escamoteador, assistência ao parto, aleitamento coletivo, parasitismo intestinal, número de leitegadas por sala, número médio de leitões nascidos vivos, peso médio ao nascer, presença de onfalite e utilização de vacina contra colibacilose. As variáveis foram avaliadas através do programa ECOSUI desenvolvido pela EMBRAPA/CNPSA. Os principais fatores de risco encontrados, presentes em mais de 50% das granjas, foram: ausência de forro, elevada temperatura mínima interna com amplas variações térmicas diárias, reduzida área disponível por porca e sua leitegada, falta de vazio sanitário entre lotes, presença de parasitismo intestinal, salas de maternidade com número excessivo de celas pandeiros, alta freqüência de onfalite e não vacinação contra colibacilose nas porcas. Conseqüentemente, a freqüência de granjas que atingiram os objetivos de ganho de peso diário dos leitões (9/17), do coeficiente de variação de peso ao desmame (0/18), de ocorrência de diarréia (8/18) e de taxa de mortalidade de leitões (5/17) foi relativamente baixa. Estes dados indicam que no exercício da medicina veterinária preventiva esforços devem ser direcionados no sentido de corrigir os fatores de risco acima descritos, para possibilitar aos produtores maximizar a produtividade na fase de maternidade.

Palavras-chave: leitões, diarréia, fatores de risco, pré-desmame.

 

SUMMARY

Eighteen farms of swine from North of Parana State, Brazil, were evaluated during the year of 1994. In the herd, at least six sows and her litters were evaluated from the birth up to weaning by four objetive variables (diarrhoea in the suckling, mortality rate, weight variation coefficient at weaning and average daily weight gain in the period), and were observed sixteen explainatory variables: (daily thermal amplitude, % area of the windows in the pant, pen 's area, corporal status of the sow, creep presence, farrowing assistance, weight at birth, onfalite presence, internal minimal temperature in the plant, litter size at birth, colibacilosis vaccination, sows per plant, coletive suckling, roof presence in the plant, intestinal parasites presence and sanitary breack utilization. The variables were evaluated by the ECOSUI program developed by EMBRAPA/CNPSA. The main risk factors observed were: high internal minimal temperature, high thermal amplitude, sanitary break absence, roof absence, high sows per plant, insufficient pen's area, onfalite and intestinal parasites presence and colibacilosis vaccination absence (founded in 50% of farms). The rates of the objetive variables were insatisfatory. The relation of diarrhoea presence was 8/18; to mortality rate the relation was 5/17; to weight variation coefficient, 0/18; and to the average daily weight gain, 9/17. The results indicate that the preventive veterinary medicine is very importam to reduce these risk factors to improve the suckling pigs performance.

Key words: piglets, diarrohea, risk factors, preweaning.

 

 

INTRODUÇÃO

Nas criações intensivas de suínos, a eficiência produtiva na fase de aleitamento pode ser avaliada pelo número de leitões desmamados, pelo ganho de peso dos leitões, pela ocorrência de diarréia e pela taxa de mortalidade. As diarréias em suínos são especialmente importantes na maternidade e em leitões recentemente desmamados (BRITO et al., 1995). Quando ocorrem após a primeira semana de vida, aparecem sob a forma de fezes pastosas ou cremosas, ou ainda líquidas, e, geralmente, persistem por 4 a 8 dias mesmo com o uso de anti-diarréicos convencionais. Sua etiologia é complexa, estando comumente associada à ação de um ou mais agentes infecciosos (BRITO et al., 1995). Estes microorganismos exacerbam seu efeito patogênico, principalmente, quando os leitões são criados na presença de fatores de risco ligados ao manejo e ao meio ambiente (MADEC et al., 1986, MORES et al., 1991, CURTIS, 1995). Os fatores de risco em um sistema de produção aumentam a probabilidade do surgimento e/ou agravamento de diarréia, independente da causa infecciosa (AUMAITRE, 1985, MORES et al., 1991).

A diarréia pré-desmama é portanto uma doença multifatorial, justificando os vários estudos ecopatológieos realizados, a fim de identificar os principais fatores de risco envolvidos (VIEIRA et al., 1989, BRITO et al., 1991, BRITO & FILIPPSEN, 1993). MORES et al. (1995), em um estudo ecopatológico realizado na região sul do Brasil, encontraram um conjunto de 16 fatores de risco associados aos problemas dos leitões na maternidade.

A importância econômica dessas diarréias não se deve somente pela morte dos leitões, mas principalmente pela redução no seu desenvolvimento, o que aumenta o número de refugos e os gastos com medicamentos. A estimativa da taxa de mortalidade média de leitões em aleitamento nas criações confinadas da região sul do Brasil varia entre 15 a 20%, destacando-se o esmagamento, a inanição e as diarréias como principais causas dessas perdas (MORES et al., 1991). BRITO (1992), estudando as causas de mortalidade de leitões lactentes em granjas do Paraná, verificou uma taxa de mortalidade perinatal de 11,28%, sendo a diarréia responsável por 0,16 deste índice.

As medidas de controle das diarréias, baseadas no uso de medicamentos, determinam resultados irregulares e somente temporariamente satisfatórios. Isto justifica o estudo das condições de manejo e meio ambiente dos animais, visando à adoção de medidas preventivas que proporcionem redução na incidência da diarréia com conseqüente melhora no ganho de peso, diminuição da mortalidade e aumento no número de desmamados. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi identificar os fatores de risco associados à diarréia dos leitões lactentes, à taxa de mortalidade e à baixa performance dos leitões em granjas do norte do Paraná.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

O estudo foi realizado em 18 granjas de suínos, de médio nível tecnológico, conduzidas sob sistema confinado, localizada na região norte do estado do Paraná durante o período de janeiro a dezembro de 1994. As granjas menores apresentavam um plantel mínimo de 20 matrizes e as maiores de 400 matrizes.

Basicamente, utilizou-se a metodologia de estudo descrita por MORES et al. (1991), que consiste na aplicação de um protocolo detalhado sobre um grupo de 6 porcas e suas respectivas leitegadas do parto até o desmame. Quatro variáveis objetivas foram analisadas: ocorrência de diarréia no período, taxa de mortalidade, homogeneidade da leitegada e ganho de peso médio diário do nascimento ao desmame. As observações, quanto à ocorrência de diarréia e as causas de mortalidade, foram realizadas diariamente a partir do 1° dia de vida dos leitões. Considerou-se a leitegada com diarréia quando mais de 2 leitões foram afetados. Após, tomando-se como base a leitegada, classificou-se a diarréia em três categorias de ocorrência: l- insignificante: quando não houve diarréia em nenhum dia na leitegada, 2- pouca: quando a leitegada apresentou diarréia durante 1 a 5 dias; 3- muita: quando a leitegada apresentou diarréia por mais de 5 dias. Quanto às pesa- gens dos leitões, estas foram realizadas em grupo ao nascimento e, individualmente, no desmame, a fim de se avaliar o ganho de peso médio diário no período e a uniformidade das leitegadas no desmame.

No mesmo período, um conjunto de 16 variáveis explicativas (variáveis que poderiam esclarecer as razões da ocorrência de diarréia, da mortalidade de leitões ou do baixo ganho de peso dos leitões), ligadas ao meio ambiente e ao manejo, também foram avaliadas: utilização de vazio sanitário (VAS), estado nutricional das matrizes (NUT), porcentagem de abertura das paredes laterais da maternidade (ABE), amplitude térmica diária na maternidade, em dias, maior que 6°C (AMP), área das celas parideiras (APA), presença de escamoteador (ESC), assistência ao parto (ASA), aleitamento coletivo (ALC), número de leitegadas por sala (NLE), número médio de leitões nascidos vivos por parto (NLN), peso médio ao nascer (PMN), presença de onfalite (ONF), utilização de vacina contra colibacilose (VAC), presença de forro na maternidade (FOR), temperatura mínima interna da maternidade (TMI) e parasitismo intestinal (PAR). A classificação das matrizes quanto ao estado nutricional ocorreu por ocasião do parto. Foi utilizado um score progressivo, baseado no estado corporal de acordo com uma escala de l a 5, sendo l para muito magra e 5 para muito gorda (MORES et al., 1991). A avaliação clínica dos leitões para a presença ou não de onfalite tomou como base 30 leitões, no mínimo. O exame foi efetuado entre 10 a 15 dias de idade. Os exames parasitológicos das porcas e leitões, no dia do desmame, foram conduzidos pelas metodologias de WILLIS-MOLLAY (FORTES & HOFFMAN, 1980).

As variáveis objetivas e explicativas obtidas nas granjas foram classificadas e analisadas utilizando o software ECOSUI, desenvolvido pelo CNPSA/EMBRAPA para identificação dos fatores negativos e para localização dos rebanhos no mapa de fatores de risco (MORES et al., 1991).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A Figura l apresenta a localização das granjas nas diferentes regiões de risco consideradas (A, B e C). Na região A, encontram-se as variáveis de alto risco (variáveis negativas); na região B, encontram-se situações intermediárias; e na região C, à direita do mapa, está a região alvo onde encontram-se as variáveis boas. As granjas localizaram-se na região intermediária no mapa dos fatores de risco, com tendência de duas granjas localizarem-se na região de alto risco (Figura l), indicando a existência de um número significativo de fatores de risco na fase de maternidade, na maioria das granjas estudadas. Resultados semelhantes foram obtidos por BRITO et al. (1993) em granjas da região sudoeste do Paraná e MORES et al. (1995) em granjas localizadas no sul do Brasil.

 

 

A Tabela 1 apresenta a freqüência de granjas em cada classe das variáveis estudadas. Os fatores de risco que aparecem em mais de 50% das granjas estudadas foram: reduzida percentagem de aberturas laterais, ausência de forro, amplas variações térmicas diárias, reduzida área disponível por porca e sua leitegada, falta de vazio sanitário entre lotes, presença de parasitismo intestinal, salas de maternidade com número excessivo de celas parideiras, alta freqüência de onfalite e não utilização de vacina contra colibacilose nas porcas. Conseqüentemente, a freqüência de granjas que atingiram os objetivos de ganho de peso diário dos leitões (9/17), do coeficiente de variação do peso ao desmame (0/18), de ocorrência de diarréia (8/18) e taxa de mortalidade de leitões (5/17) foi relativamente baixa (Tabela 2). Estes dados indicam que no exercício da medicina veterinária preventiva esforços devem ser direcionados no sentido de corrigir os fatores de risco acima descritos, para possibilitar aos produtores maximizar a produtividade na fase de maternidade. Resultados positivos, usando os mesmos princípios metodológicos através da identificação e correção dos fatores de risco, foram obtidos por MADEC et al. (1986) e VIEIRA et al. (1989), na França e Portugal, respectivamente.

 

 

 

 

Ao serem analisadas isoladamente as variáveis explicativas e seus limites, foram encontradas situações bastante distintas. Considerando o parâmetro porcentagem de aberturas laterais, foi observado que 66,66% das granjas apresentavam aberturas laterais sob valores menores que 20% e somente 33,34% das granjas tinham aberturas laterais consideradas adequadas. Quanto à existência de forro, nenhuma granja adotou tal recurso técnico de controle de temperatura. Possivelmente, como conseqüência, a amplitude térmica na maternidade, com valores superiores a 6°C, foram observados por pelo menos 10 dias em 94,45% das granjas. Quanto à área das instalações de parto ou das celas parideiras, somente 38,89% das granjas apresentavam celas com área superior a 3,6m2, considerada ideal. A presença de escamoteador ocorreu em 66,66% das instalações, porém, o vazio sanitário foi utilizado somente por 5,5% das granjas. Sem dúvida, esse é um dos fatores de risco mais importantes que deve ser corrigido para melhorar a condição de higiene da maternidade, e, provavelmente, é uma das explicações para alta freqüência de diarréia e índices de 94,45% de onfalite. Uma situação pouco favorável para a viabilidade dos leitões recém-nascidos decorreu do fato que somente 61,11% dos criadores assistiam ao parto regularmente. AUMAITRE (1985) trata que as causas de mortalidade de leitões lactentes estão intrinsicamente relacionadas com os cuidados dispensados ao leitão no momento do nascimento, sendo pouco influenciadas por causas patológicas diretas.

Quanto ao estado nutricional das matrizes, as observações foram bastante satisfatórias. Todos os animais foram classificados como bons para a condição corporal, não obstante a variável parasitismo das reprodutoras e dos leitões terem sido altos (55,5% dos animais apresentaram resultado positivo no exame coproparasitológico). Quanto ao número de leitegadas por sala, observou-se uma distribuição onde 27,7% das granjas dispunham de alojamento para até 10 leitegadas, 11,11% para 11 a 15 leitegadas, e 61,12% para mais de 15 leitegadas.

O número de leitões nascidos vivos por parto nas granjas apresentou o seguinte comportamento: 16,65% criaram menos de 8 leitões; 66,6% criaram entre 9 a 11; e 16,65% criaram mais de 11. Neste aspecto, cabe salientar, que embora leitegadas numerosas são consideradas fatores de risco para os problemas dos leitões (MORES et al., 1995), esta condição é desejada nas criações de suínos. O número médio de nascidos no cômputo do trabalho foi baixo, limitando o paradigma de que a taxa de mortalidade aumenta proporcionalmente com o número de nascidos (AUMAITRE, 1985). Conseqüentemente, e relacionado com o número de nascidos, observou-se que o peso médio ao nascer foi elevado, superando 1,5kg em 55,5% das granjas. A distribuição dos pesos dos leitões no levantamento, exceto para alguns indivíduos, não caracterizou os leitões como pouco viáveis. Leitões classificados como altamente susceptíveis à morte, normalmente, têm peso ao nascer inferior a 900g (AUMAITRE, 1985).

Por sua vez, 94,45% dos leitões apresentaram onfalite até o décimo dia de vida, e nenhuma granja utilizou a vacina contra a E. coli. Segundo SVENDSEN & BILLIE (1981), as taxas de mortalidade decorrentes de problemas do corte e desinfecção do umbigo podem atingir valores de até 2%.

A ocorrência de diarréia, considerada elevada no estudo, identificou-se com o ganho de peso e a uniformidade das leitegadas ao desmame, cujos valores se apresentaram próximos de seus limites mínimos. BRITO & FILIPPSEN (1993) demonstraram que a ocorrência de diarréia por um único dia, dependendo da faixa etária do lactente, é suficiente para provocar uma redução no crescimento dos leitões entre 9 a 21%. Outros autores (SVENSMARK et al., 1989) observaram que leitegadas com diarréia pré-desmame tinham menor uniformidade e pesavam, em média, 0,4kg a menos aos 30 dias de idade, comparativamente às leitegadas sem diarréia.

Apesar de a maioria das granjas apresentarem taxa de mortalidade superior aos valores desejados, observou-se que a média da taxa de mortalidade das granjas da região norte do estado do Paraná encontrou-se abaixo das taxas estimadas para o estado de Santa Catarina (MORES et al., 1991) e para a região sudoeste do estado do Paraná (BRITO, 1992).

 

CONCLUSÃO

Os estudos ecopatológicos permitem o reconhecimento de vários fatores de risco e a intensidade como se apresentam em uma unidade suinícola.

Como conseqüência, as granjas são classificadas como mais ou menos susceptíveis aos problemas, de acordo com a presença desses fatores. Neste sentido, os estudos ecopatológicos auxiliam a compreensão dos resultados técnicos e a elaboração de medidas corretivas.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos à Coordenadoria de Extensão, à Comunidade da Universidade de Londrina e à Associação de Suino-cultores do Norte do Paraná pelo apoio na execução deste trabalho.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1 Professor Adjunto, Médico Veterinário, MSc. Departamento de Zootecnia, Universidade Estadual de Londrina (UEL), CP 6001, 86051- 970 Londrina, PR. Autor para correspondência.

2 Pesquisador, Médico Veterinário, MSc., UEL.

3 Pesquisador, Médico Veterinário, MSc. EMBRAPA/CNPSA, Concórdia, SC.

4 Técnico Especializado, Biólogo, Bs., EMBRAPA/CNPSA, Concórdia, SC.

Recebido para publicação em 03.03.98. Aprovado em 20.05.98

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