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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.30 no.6 Santa Maria Nov./Dec. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782000000600009 

CICLAGEM DE NUTRIENTES EM Acacia mearnsii DE WILD. V. QUANTIFICAÇÃO DO CONTEÚDO DE NUTRIENTES NA BIOMASSA AÉREA DE Acacia mearnsii DE WILD. PROCEDÊNCIA AUSTRALIANA

 

NUTRIENT CYCLING IN Acacia mearnsii DE WILD. V. QUANTIFICATION OF NUTRIENT CONTENTS IN THE ABOVE-GROUND BIOMASS OF AUSTRALIAN PROVENANCE OF Acacia mearnsii DE WILD

 

Marcos Vinicius Winckler Caldeira1 Mauro Valdir Schumacher2 Neura Tedesco3 Elias Moreira dos Santos4

 

 

RESUMO

No presente trabalho foi quantificado o conteúdo de nutrientes na procedência Australiana Bodalla de Acácia-negra (Acacia mearnsii De Wild.), aos 2,4 anos de idade. A procedência encontra-se estabelecida em solo de baixa fertilidade, com acidez elevada e localizado na Fazenda Menezes, no Distrito de Capão Comprido, município de Butiá-RS, pertencente à Empresa Florestal Agroseta S.A.. Foi selecionado um total de nove árvores para comporem as amostras. A amostragem destrutiva constituiu na individualização dos compartimentos da biomassa aérea (folhas, galhos vivos, galhos mortos, casca e madeira) visando à determinação da matéria seca e do conteúdo de nutrientes. As quantidades de nutrientes contidos na biomassa aérea total da procedência Bodalla foram de 182,1kg ha-1 de N; 8,2kg ha-1 de P; 104,4kg ha-1 de K; 66,7kg ha-1 de Ca; 16,1kg ha-1 de Mg e 10,0kg ha-1 de S. Na procedência Bodalla, 57,4% da matéria seca foi alocada para folhas, galhos vivos e galhos mortos, contento 74% do N; 72,1% do P; 63% do K; 68,5% do Ca, 69,3% do Mg e 74,1% do S do total existente na parte aérea. O componente fuste ( casca e madeira) acumulou 26% do N; 27,9% do P; 37% do K; 31,5% do Ca; 30,7% do Mg e 25,8% do S.

Palavras-chave: nutrientes, Acacia mearnsii De Wild., sustentabilidade.

 

SUMMARY

Nutrient contents of 2.4 years old black wattle (.), from Bodalla Australian provenance, were quantified. This provenance was established on soils of low fertility and high acidity, at Menezes Farm of Agroseta S.A. Forest CompAcacia mearnsii De Wildany in the Capão Comprido District, municipality of Butiá-RS. A total of nine trees were selected to form the sample. The destructive sampling was constituted in the individualization of compartments of above-ground biomass (leaves, live branches, dead branches, bark and wood) to determine dry matter and nutrient contents. The quantity of total nutrients in the above-ground biomass from Bodalla provenance was 182.1kg ha-1 of N; 8.2kg ha-1 of P; 104.4kg ha-1 of K; 66.7kg ha-1 of Ca; 16.1kg ha-1 of Mg and 10.0Kg. ha-1 of S. For the Bodalla provenance, 57.4% of dry matter was allocated to the leaves, live branches, dead branches, bark and wood, containing 74% of N; 72.1% of P; 63% of K; 68.5% of Ca, 69.3% of Mg and 74.1% of S in the total found in the aerial part. The trunk component (bark and wood) accumulated 26% N; 27.9% P; 37% K; 31,5% Ca; 30.7% Mg and 25.8% S.

Key words: nutrients, Acacia mearnsii De Wild, sustainability.

 

 

INTRODUÇÃO

Considerando-se as florestas do mundo inteiro, verifica-se que o estoque de nutrientes na vegetação acima do solo aumenta das florestas boreais para as tropicais. Por outro lado, a massa de nutrientes acumulados na serapilheira e depositados sobre o solo aumenta de forma contrária, ou seja, das florestas tropicais para as boreais. Isso ocorre principalmente devido à baixa atividade dos organismos decompositores que são inibidos pelas baixas temperaturas (KIMMINS, 1987).

Segundo PRITCHETT (1990), a absorção dos nutrientes pelas árvores é influenciada pela espécie, pela cobertura do dossel e pelas condiç ões edafoclimáticas. Em princípio, a absorção anual de nutrientes é da mesma ordem da apresentada pelas culturas agrícolas, mas como a maior parte dos nutrientes absorvidos é devolvida para o piso florestal, quantidades relativamente pequenas são retidas no acréscimo anual da biomassa arbórea. A quantidade de nutrientes num ecossistema florestal é representada pelo somatório dos nutrientes contidos nos diferentes componentes da biomassa arbórea, vegetação do sub-bosque, serapilheira e solo (POGGIANI, 1992). Potencialmente, outras perdas podem ocorrer em virtude da erosão ou da lixiviação após a retirada das árvores, quando o solo permanece descoberto.

O acúmulo de nutrientes da biomassa arbórea, segundo SCHUMACHER (1992), varia de elemento para elemento, em função dos diferentes níveis de fertilidade do solo, das características nutricionais de cada espécie e da idade da floresta. De acordo com VAN DEN DRIESSCHE (1984), as coníferas tendem a ter maior proporção de biomassa foliar do que as folhosas decíduas. A maior proporção do conteúdo total de nutrientes na árvore é encontrada na folhagem de coníferas (20 a 25%) do que em folhosas decíduas (8 a 10%), ainda que a concentração de nutrientes nas folhas de coní feras seja mais baixa do que nas folhosas (RODIN & BAZILEVICH, 1967). Principalmente nas regiões tropicais e subtropicais, é fundamental que se tenha conhecimentos acerca da dinâmica dos nutrientes nos diversos compartimentos de um ecossistema florestal, para que se possa adotar um manejo que venha assegurar a sustentabilidade (SCHUMACHER, 1996).

O presente estudo teve por objetivo quantificar o conteúdo de nutrientes na biomassa aérea em um povoamento de Acácia-negra (Acacia mearnsii) procedência Australiana (Bodalla), aos 2,4 anos de idade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O presente estudo foi desenvolvido na Empresa Florestal AGROSETA S.A, localizada na cidade de Butiá-RS. Essa cidade, encontra-se localizada na região fisionômica natural do Estado do Rio Grande do Sul denominada Serra do Sudeste, tendo as seguintes coordenadas geográficas: Latitude 30º 07’ S Longitude 51º 57’ O e altitude de 35 m s.n.m. Segundo a classificação de Koeppen, o clima da região é do tipo Cfa, subtropical (MORENO, 1961). Segundo BRASIL (1973), o solo pertence à unidade de mapeamento São Jerônimo (Podzólico Vermelho Escuro).

A procedência Australiana utilizada no presente estudo foi a Bodalla (NSW-New South Walles–Austrália) com as seguintes características: latitude 36° 11’ S; longitude 149º 58’O e altitude de 15 m s.n.m.

A partir de uma distribuição diamétrica e utilizando-se duas equações de regressão (ln Y= a + b*ln X) para quantificar folhas, galhos vivos, casca e madeira e (ln Y= a + b*ln DAP + c +ln H) para quantificar os galhos mortos, determinou-se a biomassa em cada componente (CALDEIRA, 1998).

Foi selecionado um total de nove árvores para comporem as amostras. Na parte intermediária da copa das árvores, nos quadrantes, foram coletadas folhas para análise nutricional. Os galhos foram separados do tronco e classificados como vivos (verdes) e mortos (secos). Dos galhos vivos, foram coletados todas as folhas. A massa fresca total das folhas, galhos vivos e mortos, casca e madeira do tronco das árvores amostradas foram determinadas a campo. De cada componente (folhas, galhos vivos e mortos, lenho e casca) foram retiradas amostras, as quais tiveram sua massa fresca aferida no campo. Após, cada componente foi acondicionado em sacos plásticos, devidamente identificados e posteriormente levados ao Laboratório de Ecologia Florestal do Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal de Santa Maria. As amostras foram acondicionadas em sacos de papel pardo e levadas a uma estufa de circulação forç ada para posterior secagem a uma temperatura de 75°C, até atingirem massa constante.

O tronco foi amostrado, utilizando um disco de 5,0cm de espessura retirado na metade da altura total da árvore, conforme a metodologia proposta por YOUNG & CARPENTER (1976). Desse disco, foram separadas casca e madeira, e cada componente teve sua massa fresca devidamente aferida. As amostras de madeira e casca, após retiradas da estufa foram picadas para facilitar a moagem, enquanto que as demais amostras foram moídas em moinho do tipo Wiley e foram passadas na peneira com malha 1,0mm. Após a moagem, retirou-se uma alíquota de cada amostra.

As concentrações de N, P, K, Ca, Mg e S foram realizadas de acordo com a metodologia proposta por TEDESCO et al. (1995). As análises foram feitas no Laboratório de Análise de Solos do Departamento de Solos da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O estoque dos nutrientes em kg ha-1 nos componentes da biomassa aérea foi obtido a partir da biomassa estimada (kg ha-1) em trabalho realizado por CALDEIRA (1998) e da concentração dos macronutrientes determinada para cada componente (folhas, galhos vivos e mortos, madeira e casca). A soma dos valores dos nutrientes para cada componente da biomassa aérea forneceu o conteúdo total em kg ha-1 dos mesmos.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As concentrações de N, P, K, Ca, Mg e S nos diferentes componentes da biomassa aérea da procedência Bodalla são apresentados na tabela 1. Observa-se que as folhas apresentaram as maiores concentrações de todos os nutrientes analisados.

 

 

Comportamento semelhante foi observado por SCHUMACHER (1992), trabalhando com Eucalyptus camaldulensis, Eucalyptus grandis e Eucalyptus torelliana; por BAGGIO (1994), com Mimosa scabrella; por VEZZANI (1997), com povoamentos puros e mistos de Eucalyptus saligna e Acacia mearnsii, CARBONERA PEREIRA et al. (2000), com Acacia mearnsii. Porém, nas folhas, as concentrações, principalmente de N são superiores àquelas encontradas por CAMPOS (1991) com Ilex paraguariensis e VETTORAZZO et al. (1993) com Eucalyptus grandis, E. camaldulensis, E. camaldulensise E. torelliana. Portanto, isso comprova que as maiores concentrações de N nas folhas de Acacia mearnsii demonstram um maior potencial de ciclagem de nutrientes dessa espécie, via serapilheira, do que outras espécies como por exemplo, eucalipto.

O alto teor de N nas folhas de acácia-negra pode ser justificado pela capacidade que a mesma possui, como espécie leguminosa, de fixar N2 e pelo efeito sinérgico da ação das bactérias diazotróficas e micorrizas (FRANCO et al., 1992). Segundo AUER & SILVA (1992), a acácia-negra, em solos tropicais, pode fixar até 200kg de N ha ano-1.

As concentrações de N e Mg nas folhas de Acacia mearnsii são similares àquelas encontradas por FROUFE et al. (1998) para Albizia guachapele, pois os maiores teores de nutrientes, especialmente de N encontrados nas folhas albizia, segundo o autor, demostram que esta espécie possui um maior potencial de ciclagem nutrientes, via serapilheira.

A elevada concentração de nutrientes nas folhas, de acordo com KRAMER & KOZLOWSKI (1979), torna esse componente um maior potencial de ciclagem de nutrientes, embora represente um pequeno percentual em relação à biomassa total das árvores. Nas folhas, encontram-se a maioria das células vivas, que tendem a acumular maiores quantidades de nutrientes, em função dos processos de transpiração e fotossíntese, pois a concentração de nutrientes nas folhas das árvores é influenciada por diversos fatores como as condições de sítio, a idade das folhas, a posição das f olhas na copa, época do ano (VAN DEN DRIESSCHE, 1984, BELLOTE, 1990) e também entre procedências (CALDEIRA, 1998).

A procedência Bodalla apresentou as maiores concentrações de Ca nas folhas e não na casca (Tabela 1). Entretanto, vários autores verificaram, entre eles LELES et al. (1995), trabalhando com Eucalyptus camaldulensis e Eucalyptus pellita, aos 4,3 anos de idade; CARBONERA PEREIRA et al.(1998), com Acacia mearnsii, aos 9 anos de idade; e VEZZANI (1997), com Acacia mearnsii, aos 3,7 anos de idade, que as maiores concentrações de cálcio está no componente casca.

O fato da procedência Bodalla possuir as maiores concentraç ões de Ca nas folhas e não na casca pode ser uma característica da procedência Bodalla, pois a concentração de nutrientes nos componentes da biomassa aérea pode estar relacionada com a produção de biomassa aérea e subterrânea, com a espé cie, solo, espaçamento.

A baixa mobilidade do Ca nos tecidos da planta é explicada pelo fato do mesmo ser um elemento menos redistribuído, pois conforme ATTIWILL et al. (1978), está associado à lignificação das paredes celulares, no qual esse elemento não é redistribuído para os tecidos em crescimento da planta.

No que se refere ao Mg, as maiores concentrações desse elemento foram observadas nas folhas (Tabela 1), pois é comum que o Mg tenha concentração mais elevada nas folhas, devido o mesmo fazer parte do componente fotossintético, ou seja, faz parte da estrutura da clorofila a e b (MAGALHÃES, 1979; KRAMER & KOZLOWSKI, 1979; AWADA & CASTRO, 1983; SALISBURY & ROSS, 1992; KOZLOWSKI, et al., 1991). Autores como GOMES et al. (1997),CARBONERA PEREIRA et al. (2000), CALDEIRA (1998), CALDEIRA et al. (1999a), CALDEIRA et al. (1999b), trabalhando com diferentes espécies, verificaram que as maiores concentrações de Mg na biomassa aérea está nas folhas.

Na tabela 1, são mostradas que as maiores quantidades totais de todos os nutrientes analisados na biomassa aérea seguem a seguinte ordem: N > K > Ca > Mg > S > P. A ordem das quantidades totais dos nutrientes encontrados foi similar aos resultados encontrados por BAGGIO & CARPANEZZI (1997b), trabalhando com Mimosa scabrella e por CARBONERA PEREIRA et al. (1998), com Acacia mearnsii.

No que se refere à proporção de nutrientes, verifica-se, através da tabela 2, que a quantidade de nutrientes nas folhas foi superior aos demais componentes da biomassa aérea, pois a mesma acumula mais de 55% do total de N. As folhas acumulam mais de 50% do total de P e S. Comparando a distribuição porcentual de nutrientes nos diversos componentes da árvore (Tabela 2), verifica-se que a quantidade de nutrientes nas folhas foi superior àquela existente na madeira, ainda que essa tenha participação porcentual superior a das folhas no total da biomassa aérea (CALDEIRA, 1998).

 

 

A copa (folhas, galhos vivos e mortos) acumula 70,2% do total de nutrientes, no entanto os 29,8% restantes foram acumulados no fuste (madeira e casca). Vários autores (REZENDE et al., 1983; SHARMA & PANDE, 1989; REIS & BARROS, 1990; CARBONERA PEREIRA et al., 2000; CALDEIRA, 1998) verificaram que, em povoamentos florestais, a copa contém em torno de 50% da quantidade total dos nutrientes. Isso é em função de que durante a fase juvenil de um povoamento florestal, uma grande parte da alocação de carbohidratos, são resultantes da fotossíntese, são canalizados para a produção de biomassa da copa. No entanto, com o passar do tempo, quando as copas começam a competir entre si, a produção relativa do tronco aumenta e a das folhas e ramos diminui gradativamente (CROMER, et al., 1975; ANDRAE, 1982; LARCHER, 1984; FABIÃO, 1986; REIS & BARROS, 1990; OTTO, 1994).

Levando-se em consideração a subdivisão usual biomassa da copa/biomassa do tronco, 57,4% da matéria seca foi alocada para folhas, galhos vivos e galhos mortos, contento 74,0% do N, 72,1 do P, 63,0% do K, 68,5% do Ca, 69,3% do Mg e 74,2% do S do total existente na parte aérea. O componente fuste (casca e madeira) acumulou 26% do N, 27,9% do P, 37,0% do K, 31,5% do Ca, 30,7% do Mg e 25,8% do S (Tabela 2).

Valores da distribuição percentual dos nutrientes nas folhas da procedência do presente estudo foram similares àqueles encontrados por VEZZANI (1997), com Acacia mearnsii, aos 3,7 anos de idade. Entretanto, a distribuição percentual dos nutrientes no componente galhos do trabalho de VEZZANI (1997) foram bem superiores àqueles encontrados no componente galhos da procedência deste estudo.

 

CONCLUSÕES

Os componentes folhas, galhos vivos e galhos mortos acumulam, em média 70,0%, do total de nutrientes, enquanto que a casca e a madeira do tronco armazenaram os 30,0% restantes.

As maiores concentrações de Ca foram nas folhas. Isso tem grande importância, pois o Ca retorna para o solo via produção de serapilheira.

 

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1 Engenheiro Florestal, Doutorando em Engenharia Florestal, Curso de Pós-graduação em Engenharia Florestal, Centro de Ciências Florestais e da Madeira, Universidade Federal do Paraná, Rua Lothário Meissner, 340, Jardim Botânico, 80210-170, Curitiba, PR. E-mail: caldeira@floresta.ufpr.br. Autor para correspondência.
2Engenheiro Florestal, Doutor, Professor Adjunto do Departamento de Ciências Florestais, Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria.
3Engenheira Florestal, Mestre em Engenharia Florestal.
4Engenheiro Florestal, Supervisor de Pesquisa e Desenvolvimento da AGROSETA S.A.

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