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Ciência Rural

versão impressa ISSN 0103-8478versão On-line ISSN 1678-4596

Cienc. Rural v.30 n.6 Santa Maria nov./dez. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782000000600022 

AÇÚCAR MASCAVO EM GELEIADAS DE MAÇ Ã

 

BROWN SUGAR IN APPLE JELLIES

 

Carla Rosane Mendonça1 Rosane da Silva Rodrigues2 Rui Carlos Zambiazi3

 

 

RESUMO

O trabalho objetivou elaborar geleiadas de maçã utilizando açúcar mascavo. As geleiadas foram elaboradas com polpa de maçã, água, suco de limão, pectina e 20, 35, 50 e 65% de açúcar mascavo em relação à quantidade de polpa. Verificou-se o rendimento, custo, e a preferência do consumidor pelas diferentes formulações. As geleiadas mais preferidas foram reelaboradas e determinaram-se as características físicas, químicas e microbiológicas, logo após o processamento, aos 30, 60 e 90 dias de estocagem. Os resultados permitiram concluir que as geleiadas elaboradas com 35, 50 e 65% de açúcar mascavo foram igualmente preferidas pelos consumidores, superando aquela com 20%; considerando o custo e o rendimento, verificou-se que a geleiada com 65% de açúcar mascavo apresentou vantagem sobre as demais; a estabilidade desses produtos foi superior a três meses; e existiram diferenças físicas e químicas significativas entre as formulações.

Palavras-chave: açúcar mascavo, geleiada, maçã, conservação de frutas.

 

SUMMARY

The work had the objective to elaborate apple jellies by using brown sugar. The jellies were elaborated with apple pulp, water, lemon juice, pectin and 20, 35, 50 and 65% of brown sugar. It was verified the yield, cost and the consumer's preference of the jelly formulations. The most favorite jellies, were reprocessed, and it was determined the physical, chemical and microbiological characteristics, soon after the processing, after 30, 60 and 90 days of storage. It was observed that the jellies elaborated with 35, 50 and 65% of brown sugar were equally acceptable by the consumers, overcoming that ones with 20%; the jelly with 65% of brown sugar presented advantages over the others, when considering the cost and yield; the products stability was superior to three months and there were a physical and chemical significative difference among the formulations.

Key words: brown sugar, jelly, apple, conservation of fruit.

 

 

INTRODUÇÃO

As frutas e hortaliças conservadas pela adição de açúcar estão entre os produtos mais produzidos no país, tanto industrial como artesanalmente, principalmente no sul do Rio Grande do Sul. Nesta região, é expressiva a produção e o consumo de frutas cristalizadas, geléias, doces em massa, entre outros (RODRIGUES et al., 1998).

O açúcar é componente essencial à fabricaç ão desses produtos, sendo normalmente utilizada a sacarose na forma de cristal branco refinado (JACKIX, 1988). Entretanto, na obtenção desse açúcar, especialmente durante as etapas de extração e refino, são acrescentados alguns aditivos tais como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes que permanecem, pelos menos em parte, nos produtos aos quais são adicionado, (BONTEMPO, 1985; VETTORAZZI & MACDONALD, 1989).

O açúcar mascavo, ao contrário do refinado, não passa por nenhum tipo de processo de refino ou beneficiamento e, portanto, pode ser um substituto do açúcar branco na elaboração desses produtos (BONTEMPO, 1985). Comparativamente, o açúcar mascavo difere do açúcar branco, principalmente, pela sua coloraç ;ão escura, e pelo menor percentual de sacarose (RODRIGUES et al., 1998). Além disso, o açúcar mascavo diminui a carga energética específica e sua composição não compromete a absorção de nutrientes pelo organismo; seu uso moderado evita obesidade, diabete, diminui sensivelmente as cáries dentárias e os danos à calcificação infantil, ajudando no bom desempenho do sistema digestivo e das funções hepática e renal (IBGE, 1976; SPEARS & KASSOUF, 1996). Assim, esse açúcar atende aos grupos de pessoas que possuem hábitos alimentares baseados na minimização ou eliminação de produtos químicos agregados.

As geléias, em geral, devem apresentar conteúdo de sólidos solúveis (ºBrix) em torno de 65% (ALBUQUERQUE, 1997), pH entre 3 e 4 (REIS, 1982), acidez entre 0,3 e 0,8% (JACKIX, 1988), açúcares totais em torno de 60% (FONSECA, 1999); e de acordo com os padrões definidos pelas Normas Técnicas Especiais e Relativas a Alimentos e Bebidas anexas ao decreto nº 12.486 de 30 de outubro de 1978, no máximo, 102 NMP.g-1 de bactérias do grupo de coliformes, ausência de coliformes de origem fecal em 1 grama e no máximo 103 UFC.g-1 de mofos e leveduras (CNNPA, 1978).

Sabe-se que os produtos conservados à base de açúcar branco têm vida de prateleira de, no mínimo, um ano (SENAI-RS, 1990). No entanto, em funç ão das características diferenciadas do açúcar mascavo, especialmente por seu maior teor de nutrientes e de umidade, e menor teor de glicídios, não se pode afirmar que os produtos elaborados com esse açúcar apresentem o mesmo comportamento.

Essas particularidades entre o açúcar branco e o aç úcar mascavo podem modificar as características físicas e químicas e especialmente sensoriais, as quais são determinantes na aceitação de doces de frutas elaborados com açúcares.

Devido a esses fatores, este trabalho objetivou elaborar geleiadas de maçã utilizando açúcar mascavo em diferentes concentrações, verificar sua preferência em frente a uma equipe de julgadores, determinar o rendimento, custo, características físicas, químicas e microbiológicas dos produtos elaborados, logo após o processamento e ao longo de três meses de estocagem.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi desenvolvido nos laboratórios do Departamento de Ciência dos Alimentos da Faculdade de Ciências Domésticas e nos laboratórios do Departamento de Química Orgânica do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Pelotas.

Materiais - Foram utilizadas maçãs da cultivar Fuji, fornecidas pela Embrapa Clima Temperado; açúcar mascavo e limão, ambos obtidos no comércio local.

Métodos - O trabalho foi realizado em duas etapas. Na primeira, objetivou-se avaliar o custo, o rendimento e a preferência dos consumidores por geleiadas de maç ã com diferentes concentrações de açúcar mascavo. A partir dos resultados obtidos na fase inicial, partiu-se para a segunda etapa; reelaboraram-se as geleiadas mais preferidas pelos consumidores, determinando-se suas características físicas, químicas e microbioló gicas, logo após o processamento e ao longo de três meses de estocagem.

As maçãs foram lavadas, descascadas e submetidas à remoção do centro em processos manuais e, após, picadas com auxílio de cortador mecânico. As cascas das maçãs foram utilizadas para extração de pectina (NEVES, 1990).

Foram elaboradas quatro diferentes formulações de geleiadas, alterando-se a proporção entre polpa de maçã e açúcar. Para elaboração das mesmas, usaram-se 20% de água, 8% de suco de limão, 5% de pectina líquida e 20, 35, 50 ou 65% de açúcar mascavo, calculados sobre o peso da fruta.

A polpa de maçã obtida, conforme descrito anteriormente, foi aquecida em tacho de alumínio aberto, juntamente com a água e a pectina líquida, por aproximadamente 30 minutos. Após este período, foram adicionados o açúcar mascavo e o suco de limão, mantendo-se sob aquecimento até atingir aproximadamente 67ºBrix.

O produto foi acondicionado em frascos de vidro, previamente esterilizados, com capacidade aproximada de 400g, os quais foram hermeticamente fechados com tampas metálicas. A pasteurização foi efetuada, colocando-se os frascos em água a 100ºC por 20 minutos. Ao final dessa etapa, procedeu-se o resfriamento, vertendo-se água lentamente sobre os frascos, os quais foram acondicionados à temperatura ambiente.

Análises - A análise sensorial das geleiadas foi realizada através de teste de preferência-ordenação (STONE & SIDEL, 1993), considerando-se para soma de ordens valor 1 (um) para a geleiada mais preferida e valor 4 (quatro) para a geleiada menos preferida. Participaram do teste 101 julgadores não treinados, aos quais se solicitou que ordenassem as amostras da "mais preferida" até a "menos preferida". Solicitou-se que expressassem o quanto "gostaram" ou "desgostaram" dos produtos, através do uso de escala hedônica, sendo que os resultados foram expressos em %. Ainda, a razão de sua preferência, a partir da enumeração dos atributos que influenciaram a escolha (sabor característico, cor, gosto doce, odor e textura).

O rendimento das geleiadas de maçã (%) foi calculado pela relação de peso entre a fruta e o produto final. O custo foi determinado considerando o preço da matéria-prima no período, na moeda corrente.

As análises físicas e químicas realizadas nas maç ãs e nas geleiadas foram efetuadas imediatamente após o processamento e aos 30, 60 e 90 dias de estocagem, seguindo os procedimentos indicados pelas Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz (INSTITUTO ADOLFO LUTZ, 1985). Foram realizadas as seguintes análises: umidade, pH, acidez, só lidos solúveis e açúcares totais, redutores e não-redutores.

As análises microbiológicas das geleiadas foram realizadas imediatamente após o processamento e aos 30, 60 e 90 dias de estocagem. Investigou-se a possí vel presença de coliformes totais (NMP.g-1) e mofos e leveduras (UFC.g-1), utilizando as técnicas do Bacteriological Analytical Manual for Foods (FDA, 1992).

Delineamento estatístico - O experimento foi realizado em duplicata e as análises físicas, químicas e microbiológicas em triplicata. Os resultados foram avaliados pela análise de variância (ANOVA) e os valores que mostraram diferença significativa de médias foram complementados com o teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade, utilizando o programa Statistica 5.1.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O resultado do teste de preferência-ordenação pode ser visualizado na figura 1, sendo que o maior valor de soma de ordens demostra menor preferência dos consumidores pelo produto.

 

 

A geleiada de maçã elaborada com 20% de açúcar mascavo foi a menos preferida pelos julgadores, sendo que os demais tratamentos não mostraram diferença significativa entre si (p<0,05). Os atributos que influenciaram na apreciaç ão desses produtos pelos julgadores foram o sabor característico, o gosto doce, a cor, a textura e o odor, correspondente a 56,84%, 29,47%, 6,32%, 5,26%, e 2,11% das respostas, respectivamente.

Verificou-se que a intensidade de preferência pelas geleiadas, na faixa entre "gostei muito" e "gostei ligeiramente" (Tabela 1), representou 79% das respostas dos julgadores para a geleiada com 65% de açúcar mascavo, 83% das respostas dos julgadores para geleiada com 50% de açúcar mascavo, para geleiada com 35% de açúcar mascavo 71% das respostas, enquanto que para geleiada com 20% de açúcar mascavo representou apenas 46,5% das respostas, enfatizando os resultados do teste de preferência (Figura 1), no qual a geleiada com 20% de açúcar mascavo mostrou-se menos preferida.

 

 

O aumento do percentual de açúcar mascavo empregado na geleiada gerou uma elevação no rendimento da mesma (Figura 2).

 

 

Entre as geleiadas com 20 e 35% e as com 35 e 50% de açúcar mascavo, o acréscimo de açúcar da ordem de 15% proporcionou um incremento de peso significativo de 8,76% e 7,2%, respectivamente, enquanto que o aumento de 15% de açúcar, de 50 para 65%, gerou um aumento significativo de peso da ordem de 34,4%.

Entretanto, o acréscimo de 15% na quantidade de açúcar mascavo gera um aumento de 4,4% no custo do produto. Assim, considerando o custo, o rendimento e a preferência dos consumidores, verificou-se que a geleiada com 65% de açúcar mascavo apresentou vantagem sobre as demais.

Os resultados obtidos nas análises físicas e químicas das maçãs "in natura" (Tabela 2) são bastante similares aos descritos na literatura (IBGE, 1976; CHARLEY, 1982; GOULARTE, 1996), evidenciando ser uma fruta ácida e doce, constituindo-se em boa matéria-prima para o preparo de geléias ou geleiadas.

 

 

Entretanto, comparando-se os resultados das análises das maç ãs "in natura" (Tabela 2) com os resultados obtidos nas geleiadas (Tabela 3), verificou-se que com o processamento o pH reduziu em função da adição de ácido cítrico, o qual proporcionou, também, o aumento da acidez. O teor de sólidos solúveis e o percentual de açúcares totais elevaram-se consideravelmente devido à adição de açúcar, enquanto que a umidade reduziu bastante, em função da evaporação da água durante o tratamento térmico.

Na tabela 3, pode-se observar que durante o armazenamento por 90 dias, embora tenham ocorrido alterações significativas nas geleiadas de maçã elaboradas com 35, 50 e 65% de açúcar mascavo, os resultados das determinações físicas e químicas mantiveram-se dentro de valores aceitáveis para tais produtos (REIS, 1982; JACKIX, 1988; ALBUQUERQUE, 1997; FONSECA, 1999). Verificou-se que a formulação elaborada com 35% de açúcar mascavo não diferiu significativamente quanto a acidez ao longo dos 90 dias de estocagem e, em relação ao açúcar não redutor, não houve diferença até 60 dias de estocagem, para mesma formulação. Na formulação com 50% de açúcar mascavo, não houve alteração significativa de pH, durante o período analisado. Constatou-se, também, a inexistência de diferença significativa para pH e aç úcar redutor na formulação elaborada com 65% de açúcar mascavo, ao longo dos 90 dias de estocagem, as demais variáveis, apesar de numericamente muito próximas, mostraram diferenças significativas ao longo do armazenamento por 90 dias.

Comparando-se estatisticamente os resultados das análises físicas e químicas das diferentes formulações para o mesmo período, constatou-se que, logo após o processamento, somente o teor de umidade não apresentou diferença significativa entre as formulações com 35 e 50% de açúcar mascavo. Após 30 dias de estocagem, o pH, sólidos solúveis, acidez, umidade e açúcar não redutor não apresentaram diferença significativa entre as formulações com 35 e 50% de açúcar mascavo, no mesmo período, não diferiu significativamente o teor de açúcares totais e de acidez entre as formulações com 50 e 65% de açúcar mascavo. Após 60 dias de estocagem, o pH, sólidos solúveis e acidez não apresentaram diferença significativa entre as formulação com 35 e 50% de açúcar mascavo. Após 90 dias de estocagem, o pH, umidade e açúcar não redutor não apresentaram diferença significativa entre as formulação com 35 e 50% de açúcar mascavo, no mesmo período o teor de açúcares totais não diferiu significativamente entre as formulações com 50 e 65% de açúcar mascavo. No entanto, a maior parte das comparações evidenciou a existência de diferenças significativas entre as formulações.

A partir dos resultados das análises microbiológicas nas geleiadas de maçã (Tabela 4), pode-se constatar que a incidência e o crescimento de microrganismos do grupo coliforme e de mofos e leveduras foi sempre inferior a 3NM.g-1 e 30 UFCg-1, respectivamente.

 

 

Os produtos apresentaram-se de acordo com os padrões definidos pelas Normas Técnicas Especiais e Relativas a Alimentos e Bebidas anexas ao decreto no 12.486 de 30 de outubro de 1978. Esse fato deve-se à qualidade da matéria-prima utilizada, às altas temperaturas empregadas no tratamento térmico, e também à elevada concentraç ;ão de sólidos solúveis existentes nas geleiadas, o que auxilia na preservaç ão desses produtos.

 

CONCLUSÕES

- As geleiadas elaboradas com 35, 50 e 65% de açúcar mascavo foram, estatisticamente, igualmente preferidas pelos julgadores, superando aquela com 20%;

- considerando o custo e o rendimento, verificou-se que a geleiada com 65% de açúcar mascavo apresentou vantagem sobre as demais;

- as geleiadas de maçã elaboradas com açúcar mascavo permaneceram dentro dos padrões em relação às suas características físicas, químicas e microbiológicas pelo período de noventa dias de armazenamento à temperatura ambiente;

- as formulações de geleiadas elaboradas com 35, 50 e 65% de açúcar mascavo apresentaram ao longo do armazenamento diferenças significativas entre si, em relação a suas caraterísticas físicas e químicas.

 

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1Economista Doméstica, Mestre em Ciência e Tecnologia Agroindustrial, Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Endereço Particular:  Rua Estevão Cândido Jorge dos Reis, 514, Centro, 96025-160, Pelotas, RS. E-mail: sidcar@ufpel.tche.br
2Engenheiro Agrônomo, Mestre em Ciência e Tecnologia Agroindustrial, Doutoranda de Ciência dos Alimentos, UNICAMP, Professor do Departamento de Ciência dos Alimentos, UFPEL.
3Químico Industrial, Doutor em Food and Nutritional Science, Professor do Departamento de Ciência dos Alimentos, UFPEL.

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