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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.31 no.3 Santa Maria May/June 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782001000300023 

INOCULAÇÃO DE SUSPENSÃO BACTERIANA DE Plesiomonas shigelloides EM JUNDIÁ, Rhamdia quelen (TELEOSTEI: PIMELODIDAE)1

 

INOCULATION OF BACTERIAL SUSPENSION OF Plesiomonas shigelloides IN JUNDIÁ, Rhamdia quelen (TELEOSTEI: PIMELODIDAE)

 

Cheila de Lima Boijink2 Deodoro Atlante Brandão3 Agueda Castagna de Vargas4 Mateus Matiuzzi da Costa5 Andreia Vilella Renosto5

 

 

RESUMO

Com o crescimento da aqüicultura mundial e intensificação da criação de peixes, os animais ficam sujeitos às enfermidades bacterianas e outras. Com o objetivo de avaliar a patogenicidade da Plesiomonas shigelloides para jundiás (Rhamdia quelen), diferentes concentrações bacterianas (3 x 108 e 9 x 108 UFC – Unidade Formadora de Colônia/ml) foram inoculadas por via intraperitoneal. Foram utilizados 84 jundiás juvenis com peso e comprimento médios de 24,37 ± 4,28g e 14,42 ± 1,62cm, respectivamente. Os animais inoculados foram mantidos durante 21 dias, em caixas d'agua de amianto, em condições semelhantes de temperatura, pH, alcalinidade e dureza. Os jundiás foram sacrificados a cada dois dias para contagem de UFC/ml de tecido renal. Por observações diárias, constatou-se que a inoculação intraperitoneal de Plesiomonas shigelloides não ocasionou nenhuma alteração nos jundiás, independente da concentração inoculada. As contagens das bactérias nos rins dos jundiás mantiveram-se entre 105 e 106UFC/ml até o 21º dia, quando o experimento foi finalizado.

Palavras-chave: Rhamdia quelen, Plesiomonas shigelloides, peixe, inoculação.

 

SUMMARY

As worldwide aquaculture has grown, and intensification in fish raising, the animals are subject to bacterial diseases and others. With the aim of evaluating pathogenicity of Plesiomonas shigelloides for "jundiá" (Rhamdia quelen), different bacterial concentrations (3 x 108 e 9 x 108 CFU – Colony Former Unit/ml) were inoculated via peritoneum. Eigthy four juvenile "jundiá" averaging 24.37 ± 4,28g of weight and 14.42 ± 1,62cm of length were utilized. The inoculated animals were maintained for 21 days, in asbestos water tanks, at similar temperature, pH, alkalinity and hardness conditions. The "jundiás" were slaughtered every other day for counting UFC/ml renal tissue. For daily inspections, it was observed that intraperitoneal inoculation of Plesiomonas shigelloides did not cause any change in the catfishes, regardless inoculated concentration. Bacteria counting in "jundiás" kidneys was maintained between 105 and 106 UFC/ml until the 21st day, when the experiment was ended.

Key words: Rhamdia quelen, Plesiomonas shigelloides, fish, inoculation.

 

 

INTRODUÇÃO

A produção mundial de peixes cultivados tem apresentado crescimento rápido nas últimas décadas (KINKELIN et al., 1985). Segundo RADÜNZ NETO (1981), o jundiá (Rhamdia sp.), peixe nativo de boa aceitação pelo mercado consumidor e boa produtividade em açudes, tornou-se ótima opção para o fomento em piscicultura. Paralelamente ao desenvolvimento da piscicultura e da criação intensiva, diversos problemas são observados, entre eles, a crescente incidência de enfermidades infecciosas nos peixes (KINKELIN et al., 1985). As bactérias são os microrganismos de maior potencial patogênico no cultivo intensivo de peixes (POST, 1987; THUNE et al., 1993). Conforme POST (1987), as doenças infecto-contagiosas podem determinar índices elevados de mortalidade, podendo em certos casos alcançar 100%. Segundo LINHARES & GEWANDSZNAJDER (1983), as bactérias são encontradas nos mais variados ambientes e algumas podem ocasionar enfermidades no homem e animais. No ambiente aquático, diversas bactérias fazem parte da flora normal da água, sendo consideradas como patógenos oportunistas, visto que provocam infecções nos peixes, somente quando estes se encontram em condições desfavoráveis (BARJA & ESTEVES, 1988). Na criação intensiva, as enfermidades bacterianas ocorrem devido a fatores como superpopulação, variação brusca da temperatura, baixo nível de oxigênio dissolvido na água, elevação do dióxido de carbono, decomposição da matéria orgânica, manejo e transporte inadequados. (WALTERS & PLUMB, 1980).

SHAMA et al. (2000), ao avaliar a ocorrência de bactérias com potencial patogênico em jundiás criados em tanques, encontraram com maior freqüência a bactéria Plesiomonas shigelloides. Esse microrganismo é normalmente encontrado na água, no organismo de peixes e aves, principalmente nas regiões de clima tropical e subtropical (HERNANDES & GARCIA, 1997), sendo causa de intoxicações alimentares em humanos (CARTER & CHENGAPPA, 1991). Em peixes, causa fraqueza, lesões avermelhadas na superfície corporal, exsudação amarelada no ânus, petéquias na cavidade peritoneal e necroses hepáticas (MACHADO CRUZ et al., 1986).

Tendo em vista a expansão da piscicultura, a boa aceitação comercial do jundiá e o alto risco de infecções por bactérias patogênicas nesses animais, este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da inoculação intraperitoneal de suspensões de P. shigelloides em jundiá (R. quelen).

 

MATERIAL E MÉTODOS

O presente trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Bacteriologia do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e no Laboratório de Ictiopatologia do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para cumprir os objetivos propostos, foram utilizados 84 jundiás, Rhamdia quelen, com peso médio de 24,37 ± 4,28g e comprimento médio de 14,42 ± 1,62cm, sendo provenientes de criatório da região de Não-me-Toque, RS. Os animais foram divididos em seis grupos de 14 peixes e cada grupo foi mantido isoladamente durante 21 dias em caixas de cimento amianto com capacidade de 250 litros, abastecidas com água de poço artesiano. Os parâmetros aquáticos foram: temperatura (23 ± 1oC), oxigênio (7,0 ± 2,8mg/l), amônia total (0,8 ± 0,2mg/l), pH (7,5 ± 0,6), alcalinidade (28 ± 2mg/l) e dureza (36 ± 2mg/l). Para alimentação dos jundiás, foi utilizada ração comercial, contendo 42% de proteína bruta, na proporção de 3% do peso vivo, três vezes ao dia.

O inóculo foi preparado pela cultura, em ágar sangue, de isolado de Plesiomonas shigelloides obtido de jundiá. As colônias foram suspensas em solução salina estéril, sendo a turvação ajustada segundo a escala 1 (3x108UFC/ml) e 2 (9x108 UFC/ml) de MacFarland (VANDEPITTE et al., 1993). Os jundiás foram inoculados com as duas concentrações (tratamentos) de P. shigelloides (T1: 9x108 UFC/ml e T2: 3x108UFC/ml), sendo T3 o grupo controle, no qual os animais receberam apenas solução salina estéril (T3: solução salina). No T1 e T2, foram utilizados 28 peixes para cada tratamento, dos quais 24 inoculados com suspensão bacteriana e quatro inoculados com solução salina. Esses últimos serviram como sentinelas (marcados) para verificar a contaminação por P. shigelloides provenientes dos peixes inoculados com essa bactéria. No T3, foram utilizados 28 peixes inoculados com solução salina. Cada jundiá, foi inoculado com 1ml da respectiva suspensão, por via intraperitoneal, entre a nadadeira ventral e anal.

A água do fundo das caixas foi sifonada diariamente. Nessa oportunidade, foram verificadas possíveis alterações comportamentais e morfológicas, bem como a morbidade e mortalidade ocasionada pela P. shigelloides. Semanalmente, foram realizadas a cultura e a identificação de bactérias presentes na água das caixas segundo método de BARJA & ESTEVES (1988). Após 24 horas de inoculação um jundiá de uma das repetições do T1, T2 e T3 foi sacrificado a cada dois dias, durante sete dias para determinação do "clearance" bacteriano pelos peixes. Os sentinelas inoculados com salina do T1, T2 e T3 foram sacrificados a cada três dias, a partir do 11º dia para observar a contaminação desses animais por P. shigelloides. Ao final de 21 dias, os peixes foram novamente pesados e medidos.

As contagens bacterianas foram feitas com 100ml da amostra do rim ou da água das caixas, coletada com alça calibrada, colocada em 900ml de solução salina e realizadas diluições decimais até 108, com o auxílio de micropipeta e semeadas em meio Ágar Padrão de Contagem (PCA), incubada a 27° C, por 48 horas para posterior contagem de cada UFC/ml (BERGEY & HOLT, 1994). Essas amostras, também, foram semeadas em ágar sangue (AS) para confirmação da presença de P. shigelloides. Os dados obtidos foram analisados pelo pacote estatístico SAS (SAS, 1995). Para o experimento, foram realizados a análise de variância e o teste T com nível de significância de 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os jundiás inoculados com P. shigelloides não apresentaram alterações comportamentais ou morfológicas. As contagens bacterianas, realizadas nos jundiás durante a primeira semana após inoculação (Tabela 1), demonstraram aumento do número de bactérias presentes no tecido renal (T1 e T2), embora não ultrapassando 106 UFC/ml. No T3, a quantidade de bactérias permaneceu inalterada em relação a contagens realizadas nos peixes antes da inoculação (aproximadamente 103 UFC/mL). O aumento da quantidade de bactérias nos rins dos jundiás, sem o desenvolvimento de manifestações clínicas e patológicas nestes, reflete a ausência de patogenicidade da bactéria, quando inoculada isoladamente e por via intraperitoneal. Outros pesquisadores, como MARTINS & MACHADO (1994), aplicaram por via intramuscular uma suspensão de 3,0 x 108 células/ml de Flavobacterium columnare e obtiveram como resultado mortalidade em 24 horas. SANTOS et al. (1991), através da inoculação intraperitoneal de 102 a 108 células de Aeromonas hydrophila, comprovaram a virulência deste microrganismo para diferentes espécies de peixe. PRIETRO et al. (1993) demonstraram a virulência de A. hydrophila para alevinos de Oreochromis aureus.

 

 

Existem poucos relatos na literatura consultada a respeito da inoculação de P. shigelloides em peixes. BOIJINK et al. (1999), ao inocular P. shigelloides por via intramuscular em jundiás mantidos em caixas contendo Aeromonas sp., verificaram que a associação das duas bactérias provocam lesões nesses animais. MACHADO CRUZ et al. (1986) descreveram surto de P. shigelloides em truta arco-íris, sendo os níveis de mortalidade estimados em 40% e as manifestações apresentadas pelos animais foram fraqueza, lesões avermelhadas na superfície do corpo, exsudação amarelada no ânus, petéquias na cavidade peritoneal e focos necróticos no fígado. Segundo os autores, esse surto ocorreu em decorrência de alterações na qualidade da água, como elevação da temperatura e aumento dos níveis de matéria orgânica, o que poderia explicar alguns dos sinais apresentados pelos animais. Nenhuma das alterações descritas anteriormente foram encontradas no presente trabalho, talvez devido a não interferência de fatores do meio como estresse provocado por condições ambientais desfavoráveis.

Conforme SHAMA et al. (2000), o jundiá pode ser portador de bactérias descritas como patogênicas, tais como P. shigelloides, Aeromonas sp., Flavobacterium sp., Pseudomonas sp., Staphylococcus sp., Edwardsiella tarda, Yersinia ruckeri, Vibrio sp., Micrococcus sp. e Acinetobacter sp. Pasteurella sp. Esses dados são semelhantes aos encontrados nos jundiás utilizados neste experimento dos quais foram isoladas P. shigelloides, A. hydrophila, Acinetobacter sp. e Pseudomonas sp.. Esses microrganismos apareceram na água somente após o povoamento com peixes, uma vez que elaa não apresentou nenhum crescimento bacteriano prévio; isso sugere que a contaminação da água teve origem dos animais inoculados (Tabelas 1 e 3). Na água dos peixes controles, a P. shigelloides não foi isolada, talvez, pelo fato de estarem em menor quantidade em relação aos peixes inoculados e pelo fato da qualidade da água ser mantida em boas condições. A diferença significativa pelo teste de Tukey (P<0,05) na quantidade de UFC/ml de tecido renal, no decorrer da primeira semana experimental, entre tratamentos se deve às diferentes quantidades de bactérias inoculadas (Tabela 1). No Japão, ARAI et al. (1980) isolaram e identificaram P. shigelloides em amostras ambientais e em peixes de água doce.

 

 

 

 

O isolamento e a diferença significativa (P<0,05) entre a contagem bacteriana nos animais sentinelas inoculados com solução salina, a partir do 11º dia no T1, T2 e T3 (Tabela 2), comprovam a contaminação dos mesmos por bactérias presentes nos peixes inoculados com P. shigelloides. Isso, demonstra que as secreções dos peixes influenciam a microbiota aquática. SUGITA et al. (1993) observaram que, em amostras de água de tanques, a P. shigelloides foi isolada com alta freqüência (80 a 100%) nos intestinos dos peixes. Os mesmos autores realizaram um levantamento da ocorrência de P. shigelloides em diversos tipos de peixes e água dos respectivos tanques. Como resultado encontraram 2 x 102 UFC/ml detectados a partir de 29 espécies de peixes e 2 x 101 UFC/ml de P. shigelloides nas amostras de água.

Verificou-se, ainda, perda de peso nos animais inoculados com P. shigelloides. Contudo, não foi significativa a 5%, o que pode ter ocorrido devido ao período reduzido do experimento, que não permitiu análise conclusiva a respeito desses parâmetros. PLUMB (1994) relata que peixes contaminados por bactérias apresentam perda de peso. Essa redução pode ocorrer devido ao estresse dos animais infectados, que interfere no seu crescimento (WALTERS & PLUMB, 1980). O ganho não significativo dos peixes controles sugere que a redução no peso dos jundiás inoculados poderia ter sido ocasionada pela infecção por P. shigelloides.

 

 

CONCLUSÕES

Os resultados permitem inferir que, nas condições em que foi realizado este experimento, a Plesiomonas shigelloides não é patogênica para juvenis de jundiás Rhamdia quelen.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1Projeto financiado pela CAPES.

2Biólogo, Aluno do curso de Mestrado em Zootecnia, Centro de Ciências Rurais (CCR), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

3Biólogo, PhD, Professor Titular do Departamento de Zootecnia, CCR, UFSM, 97105-900, Santa Maria, RS. E-mail: dabrandão@pro.viars.com.br. Autor para correspondência.

4Médico Veterinário, MSc, Professor Assistente do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, UFSM.

5Acadêmico do curso de Medicina Veterinária, UFSM, bolsista CNPq/PIBIC.

Recebido para publicação em 28.03.00. Aprovado em 06.09.00

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