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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.31 no.4 Santa Maria July/Aug. 2001

https://doi.org/10.1590/S0103-84782001000400016 

DIAGNÓSTICO ULTRA-SONOGRÁFICO DO MOMENTO OVULATÓRIO EM BÚFALAS (Bubalus bubalis) INSEMINADAS NO ESTRO ESPONTÂNEO E INDUZIDO1

 

ULTRASONOGRAPHICAL DIAGNOSIS OF OVULATION IN BUFFALOES (Bubalus bubalis) INSEMINATED IN SPONTANEOUS AND INDUCED OESTRUS

 

Jorge Damian Stumpfs Diaz2 Alexandre Tavares Duarte de Oliveira3 Paulo Ricardo Loss Aguiar4 José Luiz Rodrigues5

 

 

RESUMO

O objetivo deste experimento foi determinar o intervalo entre o início do estro induzido ou espontâneo e a ovulação em fêmeas bubalinas (Bubalus bubalis) com o auxílio da ultra-sonografia, o que permitirá a determinação de um horário mais apropriado para a I.A. pré-fixada. Nos meses de março a junho, outono no sul do Brasil (época reprodutiva dos bubalinos), 132 fêmeas adultas ciclando foram divididas em 3 grupos experimentais: Grupo A - 53 fêmeas foram tratadas com implante subcutâneo de Norgestomet ou espiral intravaginal contendo progesterona. Na retirada dos dispositivos, foi aplicado 250mg de cloprostenol pela via intra-submucosa vulvar (i.s.m.v.), Grupo B - 48 búfalas foram tratadas com dupla aplicação de 250mg de cloprostenol pela via i.s.m.v. com intervalo de 11 dias e Grupo C - 31 búfalas foram consideradas testemunhas, sem tratamento. Todas as búfalas foram inseminadas no momento da observação do maior diâmetro do folículo pré-ovulatório, detectado por ultra-sonografia, durante o estro. Após o diagnóstico de prenhez, constatou-se, nos três tratamentos, que houve diferença significativa entre as búfalas prenhes e vazias no período compreendido entre o início do estro até o momento da ovulação e no período entre a I.A.e a ovulação. Os índices de prenhez foram de 41,5%, 52,1% e 54,8% nos grupos A, B e C, respectivamente. A variação no intervalo estro-ovulação nas búfalas é uma barreira para a obtenção de taxas de prenhez por I.A. pré-fixada comparáveis à monta natural, tanto no estro induzido através de progesterona e prostaglandina F2 alfa como no estro espontâneo.

Palavras-chave: búfalas, progestágeno, prostaglandina F2 alfa, ovulação, ultra-sonografia, inseminação artificial.

 

SUMMARY

The aim of this experiment was to determine the interval between the beginning of the spontaneous or induced oestrus and the ovulation in females buffaloes using ultrasonography. This will be useful in the determination of the most proper moment for the pre-fixed artificial insemination. In the reproductive season, autumn in the South of Brazil (march-june), 132 clicling females were divided in 3 groups: Group A: 53 females were treated with auricular subcutaneous implant of norgestomet or intravaginal device of progesterone. In the moment that the devices were removed, 250mg of cloprostenol were applied for intravulvar submucosis (ivsm). Group B: 48 buffaloes females were treated twice with 250mg of cloprostenol for ivsm with interval of 11 days. Group C: 31 buffaloes females remained without any treatment (control group). All of them were inseminated in the moment that was observed the biggest diameter of pre-ovulatory follicle determinated by ultrasonography. In the 3 groups, there was significative difference between pregnant and non-pregnant females in the oestrus-ovulation interval and in the A.I.-ovulation interval. The pregnancy rates were 41.5%, 52.1% and 54.8% in the groups A, B amd C, respectively. The variation in the oestrus-ovulation in buffaloes is the major obstacle to achieve high pregnancy rates using pre-fixed artificial insemination in spontaneous and induced oestrus.

Key words: buffaloes, progestogen, prostaglandin F2 alpha, ovulation, ultrasonography, artificial insemination

 

 

INTRODUÇÃO

O rebanho bubalino no Brasil vem crescendo a uma taxa média anual de 12,5%, tendo alcançado 2,5 milhões de cabeças no país. Apesar do rápido crescimento quantitativo, a melhora qualitativa se dá num ritmo mais lento, devido ao pequeno número de reprodutores com qualidade genética, situação esta que se agrava pela proibição de importar animais de países da Ásia, que apresentam bubalinocultura mais avançada. A multiplicação das aptidões melhoradoras de reprodutores de elite no Brasil, assim como a utilização em larga escala de sêmen importado da Itália ou Bulgária vê-se impedida pela falta de programas práticos e viáveis de inseminação artificial.

Os baixos índices de utilização da IA em bubalinos têm sido atribuídos à dificuldade de detecção do estro na espécie. No entanto, a observação criteriosa com auxílio de rufião (DIAZ, 1988; VALE et al., 1994) tem permitido diagnosticar sinais de estro em até 96,5% das búfalas observadas (BARUSELLI, 1994).

A sincronização do ciclo estral através da indução do estro com Prostaglandina F2 alfa (JAINUDEEN, 1976; KUMARATILLAKE et al., 1977) ou progestágeno (RAO, 1981; PARGAONKAR et al., 1988) tem sido utilizada, visando à concentração e a detecção dos estros. Na maioria dos experimentos de IA em bubalinos, taxas elevadas de detecção dos estros não correspondem a índices de prenhez considerados economicamente adequados, portanto há outros fatores impedindo a obtenção de taxas de fertilidade através de IA nos bubalinos, semelhantes aos alcançados em outras espécies, como, por exemplo, nos bovinos.

A determinação do momento ovulatório em relação ao início do estro é fundamental para o sucesso da inseminação artificial. As técnicas de diagnóstico da ovulação utilizadas em bubalinos tais como palpação retal e perfil hormonal têm fornecido dados muito variados e pouco precisos. Através da ultra-sonografia, será possível obter dados mais acurados quanto ao momento da ovulação, permitindo realizar inseminações em um momento mais adequado no intervalo comprendido entre o início do estro até a ovulação.

O conhecimento do momento ovulatório de búfalas prenhes e vazias após IA no estro espontâneo ou induzido, auxiliará na identificação de intervalos estro-IA e tratamento-IA apropriados para a execução de inseminações com horário pré-fixado.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em 4 propriedades localizadas no estado do Rio Grande do Sul nos meses de março a junho de 1993 e repetido em 1994, outono no Sul do Brasil, que coincide com a estação reprodutiva dos bubalinos nesta região. Foram utilizadas um total de 132 fêmeas bubalinas adultas (Bubalus bubalis var. bubalis) ou búfalas de rio, incluindo as raças Mediterrâneo, Murrah e Jaffarabadi. Os animais foram divididos ao acaso em 3 grupos experimentais:

Grupo A (tratado com progestágeno + PGF2a)

Um grupo de 53 fêmeas, ciclando com média de 2,45±1,25ng/m de progesterona plasmática, teve o estro induzido aleatoriamente através de implante subcutâneo com 3mg de Norgestometa e simultaneamente uma dose de 2m com 3mg de Norgestomet e 3,8mg de Valerato de estradiol, via intramuscular; ou através de dispositivo intravaginal com 1,55g de progesterona e 10mg de benzoato de estradiolb. No momento da retirada do implante (9º dia) e do dispositivo intravaginal (12º dia), foi aplicado 1m contendo 250mg de cloprostenolc via i.s.m.v..

Grupo B (tratado com PGF2a + PGF2a)

Um grupo de 48 búfalas, com uma média de 2,52 ± 1,21ng/m de progesterona no plasma, teve o estro induzido com dupla aplicação de 250mg de cloprostenol pela via ismv com intervalo de 11 dias entre uma aplicação e outra.

Grupo C (testemunha)

Um grupo de 31 búfalas, com uma média de 2,58 ± 0,66ng/m de progesterona plasmática, foi considerado testemunha, sem tratamento.

A partir dos tratamentos, as búfalas foram observadas continuamente, durante 24 horas, para detecção das manifestações do estro com auxílio de rufião com desvio lateral de pênis e deferentectomia, numa proporção de 1 macho por 15 búfalas. A partir da detecção do estro, as búfalas foram examinadas através de ultra-sonografia em intervalos médios de 4 horas até a ovulação (PIERSON & GINTHER, 1988). O exame ecográfico do folículo pré-ovulatório foi realizado com aparelho de ultrasom Pie Medical Scanner 480 VET, com transdutor linear de 5Mhz. O período de ovulação foi considerado como o intervalo médio (h) entre o último exame, quando o folículo ainda estava presente e o primeiro exame posterior, quando o folículo encontrava-se diminuido no seu tamanho e de contorno irregular ou colapsado (NALBANDOV & CASIDA, 1942; RODRIGUES DO VALLE et al., 1994). As imagens do folículo ovulatório antes e depois da ovulação podem ser observadas nas figuras 1, 2 e 3. As búfalas em estro foram insemina inseminadas no momento da observação do maior diâmetro folicular medido em milímetros, através de ultra-sonografia, a partir do início das manifestações do estro. O diagnóstico de prenhez por ultra-sonografia foi realizado 40 dias após a inseminação artificial. A análise dos resultados foi feita comparando as búfalas que conceberam com as vazias nos intervalos estro-IA, estro-ovulação e IA-ovulação, em horas. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA), através do procedimento GENERAL LINERAL MODELS (GLM) do STATISTICAL ANALYSIS SYSTEM (SAS, 1985), sendo as comparações de médias realizadas pelo teste F.

 

 

 

 

 

 

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nas taxas de estro e de prenhez (Tabela 1), não houve diferença significativa na incidência de estros entre os grupos tratados com progestágeno + PgF2a e dupla aplicação de PgF2a (p>0,05). O índice de estros, no grupo testemunha, foi menor estatisticamente (p<0,05) em relação aos tratados. Essa diferença pode ser atribuída graças à concentração de estros nos grupos tratados, o que facilita a observação e detecção dos mesmos, enquanto, no grupo testemunha, a distribuição dos estros por um período mais longo (21 dias) diminuiu a precisão da detecção, principalmente nos estros com manifestações fracas ou muito fracas.

 

 

As taxas de prenhez obtidas após a IA no momento de maior diâmetro folicular foram de 41,5% (22/53), 52,1% (25/48) e 54,8% (17/31) nos grupos A, B e C, respectivamente. Esses índices de fertilidade são similares aos obtidos por SINGH et al. (1987) e DEL REI et al.. (1995) com dupla I.A. com búfalas tratadas e BARNABÉ et al. (1995) com I.A. no final do estro em búfalas testemunhas, podendo ser considerados satisfatórios, tratando-se de taxas obtidas após a realização de uma I.A. no estro.

No intervalo estro-I.A. (Tabela 2) não houve diferença significativa entre as búfalas prenhes e vazias. Dentro do grupo de búfalas vazias, houve diferença significativa (P<0,01) entre o grupo tratado com progestágeno + PGF2a e o grupo testemunha (18,11 ± 6,37 x 12,89 ± 2,46 horas). Essa diferença poderia ser atribuída a uma falta de precisão na detecção do início do estro nas búfalas do grupo testemunha, o estro pode ter sido diagnosticado algumas horas após o começo das manifestações, enquanto no grupo tratado o sincronismo do início das manifestações estrais facilitou a sua detecção. Mesmo não tendo havido diferença estatisticamente significativa, os resultados sugerem que as inseminações devem ser realizadas em torno das 15 horas após o início do estro nos grupos com estro induzido, e 17 horas, no grupo testemunha, já que a maioria dos autores recomendam inseminações num intervalo amplo de 12 a 24 horas tanto para búfalas com estro induzido pela prostaglandina como para búfalas com a ocorrência de estro espontâneo (LIMA et al., 1981; SINGH et al.., 1987; SINGH & SINGH, 1988; CHOHAN et al., 1992).

 

 

Os resultados do experimento corroboram os relatados por AVENELL et al. (1985), que não observaram diferença entre búfalas prenhes e vazias, no intervalo de início do estro ou pico de LH à IA BARUSELLI et al. (1994) também não encontraram diferença estatística (P>0,05) no índice de concepção de búfalas inseminadas 12, 24 e 36 horas, após o início do estro espontâneo.

Os intervalos estro-ovulação e IA-ovulação (Tabelas 3 e 4) foram significativamente menores (P<0,01) nas búfalas prenhes em relação às vazias. Isso mostra que, apesar de haver sincronização dos estros dentro de cada grupo tratado, não existe igual grau de sincronização na ovulação. Essa grande variação do período de estro-ovulação foi citada por ZICARELLI et al. (1988), RAUT & KADU, (1990) e se reflete no intervalo I.A.-ovulação nos grupos de búfalas prenhes e vazias. Como conseqüência, as búfalas com uma ovulação mais tardia em relação ao início do estro de 35,01 ± 6,38, 36,89 ± 6,22 e 35,07 ± 6,05 horas para os tratamentos com Progestágeno + PGF2a , PGF2a + PGF2a e testemunhas, respectivamente (Tabela 3, búfalas vazias) estariam sendo inseminadas em momento inapropriado de 16,90 ± 4,56, 20,19 ± 6,63 e 22,18 ± 4,48 horas respectivamente (Tabela 4, búfalas vazias), ou seja, com um intervalo de tempo muito longo entre a deposição do sêmen no trato genital e a ocorrência da ovulação comprometendo, dessa maneira, a viabilidade dos espermatozóides para fecundar o óvulo.

 

 

 

 

Como o folículo pré-ovulatório é o maior folículo no pró-estro e estro (DUFUOR et al., 1971; MATTON et al., 1981; EL-WISHY & GHONEIM, 1995) e tem um crescimento constante, (NALBANDOV & CASIDA, 1942; MARION et al., 1968), a inseminação artificial neste experimento foi realizada pela observação, com o auxílio ultra-sonográfico, do diâmetro do folículo pré-ovulatório (SINGH et al., 1987). Levando em consideração este fato, o intervalo mais longo I.A.-ovulação observado nas búfalas vazias, foi ocasionado pela permanência do folículo ovulatório no seu maior diâmetro, sem a ocorrência de ovulação. O intervalo mais curto nas búfalas prenhes sugere que a I.A. mais próxima da ovulação, em torno de 12 horas, seria mais eficaz na obtenção de prenhez.

O acompanhamento do folículo pré-ovulatório por ultra-sonografia durante o estro das búfalas, permitiu diagnosticar com precisão o intervalo do início do estro até a ocorrência da ovulação, detectando que há uma variação significativa deste período, quando se compara o grupo das búfalas prenhes com o grupo das fêmeas que ficaram vazias após a IA (Tabela 3). Essa observação permitiu comprovar a ocorrência de uma variação individual no momento ovulatório em relação ao início do estro entre as búfalas, independente dos tratamentos utilizados. Essa variabilidade individual dificulta a determinação de um intervalo de tempo apropriado estro-IA ou tratamento-IA nas búfalas com estro espontâneo ou submetidas à indução do estro, respectivamente. A ocorrência da ovulação com características individuais nas búfalas deve refletir-se nos ciclos estrais subsequentes, sendo cabível considerar que haveria búfalas mais aptas para serem submetidas a programas com uma I.A. pré-fixada.

Os resultados obtidos sugerem a realização de um experimento utilizando-se duas I.A., devendo a segunda ser executada em torno de 8 horas após a primeira, o que corresponderia à diferença média do intervalo estro-ovulação entre prenhes e vazias, para obterem-se melhores índices de fertilidade através de IA.

 

CONCLUSÕES

A variabilidade do intervalo início do estro-ovulação nas búfalas não permite a obtenção de taxas mais elevadas de prenhez com uma IA pré-fixada. A IA executada próximo à ovulação, em torno de 12 horas, é eficaz na obtenção de prenhez.

 

FONTES DE AQUISIÇÃO

aCRESTAR - Intervet-S.A. - France

bPRID 2 mm - Sanofi - France

cCIOSIN - Pitman-moore do Brasil S.A.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1Parte da Tese de Doutorado apresentada pelo primeiro autor ao Curso de Pós-graduação em Zootecnia, na área de Produção Animal. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Trabalho financiado pela FAPERGS.

2Médico Veterinário, MSc, Doutor na área de Produção animal pelo Curso de Pós-graduação em Zootecnia, UFRGS.

3Médico Veterinário, MSc, Aluno de Doutorado, Programa de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular, UFRGS.

4Médico Veterinário, MSc, Professor da Faculdade de Veterinária, ULBRA, Canoas, RS.

5Médico Veterinário, Doutor, Professor Titular, Departamento de Patologia Clínica Veterinária, Faculdade de Veterinária, UFRGS. Bolsista do CNPq, CP15004, 91501-970, Porto Alegre, RS. E-mail: jlr@orion.ufrgs.br. Autor para correspondência.

Recebido para publicação em 17.04.00.  Aprovado em 22.11.00

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