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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.33 no.5 Santa Maria Sept./Oct. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782003000500001 

Caracterização de genótipos de trigo do bloco de cruzamento da Embrapa Trigo, RS, Brasil

 

Characterization of wheat genotypes from the crossing block of the national wheat research center, RS, Brazil

 

 

Gilberto Peripolli Bevilaqua1; Aroldo Gallon Linhares1; Cantídio Nicolau Alves de Sousa1

Engenheiro Agrônomo, Pesquisador da Embrapa clima temperado. CP 403, 99001-970, Pelotas-RS. E-mail: bevilaq@cpat.embrapa.br

 

 


RESUMO

No Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (CNPT - Embrapa Trigo), em 1999, genótipos de trigo integrantes do bloco de cruzamento foram avaliados quanto à altura de planta, à duração do ciclo até o espigamento, ao comprimento do pedúnculo e ao número de grãos por espiga. Relacionando essas características, foram estudados 122 genótipos em duas épocas de semeadura, que consistiram os blocos. Foram medidos dez pedúnculos do afilho principal, de cada genótipo, e contou-se o número total de grãos de cada espiga. Para a apresentação dos resultados, foram considerados os valores médios dessas avaliações. Para a análise estatística, considerou-se o experimento como blocos casualizados. Dos resultados obtidos, concluiu-se que os genótipos de trigo BR 18, BR 42 e Sonora 64 destacam-se por porte baixo e ciclo precoce, enquanto Florida 301 e "Trigo de chapéu" destacam-se por porte alto e ciclo longo até o espigamento. A altura de planta mostra elevada correlação com comprimento do pedúnculo e duração do ciclo até o espigamento, e esta, com o comprimento de pedúnculo. Os genótipos de trigo CNT 10 e PF 92130 são indicados com finalidades artesanais por suas características de pedúnculo longo e número de grãos por espiga acima da média. O estudo mostra grande variabilidade genotípica em trigo quanto às características avaliadas, fornecendo informações sobre os genótipos que poderão ser utilizados por melhoristas, técnicos e agricultores.

Palavras-chave: Triticum aestivum, ciclo, altura, fertilidade de espiga.


ABSTRACT

Wheat genotypes from the crossing block were caracterized at the National Wheat Research Center (Embrapa Trigo) in 1999. Plant traits evaluated were height, cycle up to heading, peduncle length, and number of grains per spike. One hundred and twenty-two genotypes were evaluated at two seeding dates that consisted blocks. For each tretament, ten peduncles from the main tiller were measured and the total number of grain in each spike was counted. The mean values obtained in such evaluations were take into consideration for presenting the results. For statistical analysis, the experiment was considered complete block design. Based upon results the genotypes BR 18, BR 42 and Sonora 64 were outstanding for their low stature and early cycle. Florida 301 and "Trigo de chapéu" were outstanding for their high stature and long cycle up to heading. The plant height showed a high correlation with peduncle lenght and cycle up to heading, and the latter correlated with peduncle lenght. The genotypes CNT 10 and PF 92130 can be indicated for handicraft finalities due to the long peduncle and spike grain number above average. The study showed a considerable genotipic variability among wheat genotypes as to the traits assessed and provided information on wheat genotypes that may be used for breeding and commercial production.

Key words: Triticum aestivum, cycle, height, spike fertility.


 

 

INTRODUÇÃO

Anualmente o Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (CNPT - Embrapa Trigo), em Passo Fundo, RS, é responsável pela instalação de parcelas, em campo, correspondentes a genótipos eleitos para comporem o bloco de cruzamentos (BC) de trigo. O conhecimento mais detalhado das características desses genótipos é importante no sentido de oferecer mais subsídios aos melhoristas para programarem os cruzamentos, visando à seleção genética de novas combinações (LINHARES et al., 1997). Para tanto, é necessário um banco de dados sobre as principais características dos genótipos de trigo constantes do BC (SILVA et al., 1998). Neste sentido, informações de altura dos genótipos são importantes para seleção de genitores mais baixos, com menor suscetibilidade ao acamamento, assim como, informações sobre o número de grãos por espiga, referido como importante componente no rendimento final de lavouras de cereais (SHAKIBA et al., 1996).

Em trigo, a relação entre peso de grãos e da massa seca da parte aérea, referida como índice de colheita, foi estudada por diversos autores que analisaram esse efeito sobre o rendimento final da cultura (NEDEL, 1994; SLAFER & ANDRADE, 1991). As cultivares de trigo mais antigas, inclusive aquelas utilizadas no Rio Grande do Sul, caracterizavam-se por apresentar porte alto, com maior suscetibilidade ao acamamento e, geralmente, apresentavam menor número de grãos por espiga. Por outro lado, cultivares modernas caracterizam-se pelo porte mais baixo e maior número de grãos por espiga (NEDEL, 1994; RODRIGUES, 2000). Da mesma maneira, FRANCO & CARVALHO (1987) e RODRIGUES (2000) observaram que o incremento do potencial de produtividade obtido pelo melhoramento genético esteve associado à expressiva participação do número de grãos por espiga.

COX et al. (1988) e AUSTIN et al. (1989) observaram que número de grãos por área, obtido pelo número de grãos por espiga e número de espigas por área, foi o componente mais importante na determinação da produtividade de lavouras de trigo, mostrando a maior correlação positiva com o rendimento de grãos. Em arroz, o componente de rendimento número de grãos por panícula foi o mais importante na definição da produtividade, sendo o componente a ser priorizado durante o processo de melhoramento e seleção de novas cultivares (ZAFFARONI et al., 1998). Em trigo, o potencial de rendimento da lavoura parece ser mais limitado pelos drenos (número de grãos/m2) do que pela fonte (capacidade da cultura para abastecer esses drenos) (RODRIGUES, 2000).

BORREL et al. (1993), citados por SHAKIBA et al. (1996), comparando, sob condições de campo, dois genótipos de trigo quase isogênicos, sendo um alto e um semi-anão, estimaram a possível contribuição das reservas do pedúnculo e do penúltimo entre-nó, para o rendimento final de grãos da planta, em 10,2 e 8,4 % respectivamente. Segundo CRUZ-AGUADO et al. (1989), especial atenção deveria ser dada para os colmos da planta devido à competição que existe entre o crescimento dos entre-nós superiores e dos órgãos reprodutivos, nas semanas anteriores à antese. De outra forma, para SIDIQUE et al. (1989), a seleção para elevada relação de peso e de tamanho de espiga em relação ao colmo poderia conduzir a um aumento na produtividade de grãos. O aumento de rendimento dos genótipos antigos em relação aos modernos, deveu-se ao aumento do índice de colheita e/ou do rendimento biológico (quantidade de massa seca da parte aérea de planta) das cultivares (RODRIGUES, 2000).

Paralelamente aos caracteres comentados acima, neste trabalho, visou-se identificar, através de maior comprimento do pedúnculo, genótipos mais adequados ao uso da palha em trabalhos artesanais. Os genótipos comumente usados com finalidade artesanal, na região de Passo Fundo, para confeção de chapéus, cestas, entre outros produtos, foram selecionados dentre aqueles que, numa certa época, foram trazidos a determinada comunidade agrícola e ali cultivados ao longo dos anos. Assim, é possível que tipos mais vantajosos, desenvolvidos pela pesquisa nos últimos anos, possam substituir aqueles, trazendo mais benefícios em termos de manejo da cultura, do uso da palha em si, e ainda, do aproveitamento do grão para fins alimentares.

Os objetivos deste trabalho foram avaliar os genótipos de trigo, componentes do bloco de cruzamentos do CNPT – Embrapa Trigo, em 1999, quanto à duração do ciclo até o espigamento, à altura de planta, ao comprimento do pedúnculo e ao número de grãos por espiga, visando quantificar essas características para fins de contribuição ao estudo do comportamento genotípico quanto à relação grão/palha, bem como identificar genótipos com maior comprimento de pedúnculo, característica buscada para uso da palha para fins artesanais.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram analisados estatisticamente os dados correspondentes a 122 genótipos (Tabela 1) integrantes do BC do CNPT – Embrapa Trigo, em 1999, relacionando altura de planta, duração de ciclo até o espigamento, comprimento de pedúnculo e número de grãos por espiga. Esta última característica foi avaliada em apenas 79 genótipos, devido a problemas climáticos.

O bloco de cruzamento foi conduzido em Latossolo Vermelho Escuro distrófico, no campo experimental do CNPT - Embrapa Trigo, em parcelas de três linhas com três metros de comprimento, espaçadas 0,20 m entre linhas e com população de 250 plantas por metro quadrado. A semeadura foi efetuada em duas épocas, 1º; e 28 de junho. A adubação e o controle de doenças foram realizados de acordo com as indicações técnicas preconizadas para a cultura (REUNIÃO..., 1999).

Para duração do ciclo até o espigamento, foi observado o período, em dias, da emergência de plântulas até a emissão da espiga em 50 % das plantas da parcela. Para altura de planta, foram medidas dez plantas no centro da parcela, na fase de maturação. O comprimento do pedúnculo foi avaliado em dez colmos, colhidos na linha externa da parcela na fase inicial de maturação (amarelecimento da planta), dando-se preferência a colmos do perfilho principal da planta. O número de grãos por espiga foi avaliado em dez espigas colhidas do perfilho principal, debulhadas manualmente, contando-se o número total de grãos obtidos por espiga. As medidas e contagens foram efetuadas em laboratório.

Para a análise estatística, foi usado o modelo de blocos casualizados e cada época foi considerada uma repetição. Para separação das médias, foi empregado o teste de desvio padrão, em que os genótipos foram classificados como superior (s) ou inferior (i), conforme o valor da média mais ou menos um desvio padrão, conforme o caso. Foi ainda utilizada a correlação simples entre as variáveis (SAS, 1985).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Analisando-se os dados de altura de planta, os genótipos BR 18, BR 42, Calidad, Karim, OR 1, PF 950295, PF 960170, PF 973571 e Sonora 64 apresentaram menor altura de planta. Por outro lado, os genótipos BR 8, CEP 24, CNT 10, Florida 301, Frontana, Jacuí, PF 869114, PF 950338, PF 979020, RS 1 e "Trigo de chapéu" mostraram-se com altura de planta mais elevada (Tabela 1). COX et al. (1988) e AUSTIN et al. (1989), estudando a cultura de trigo, respectivamente, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, atestam que o aumento em rendimento de grãos de trigo, ao longo do último século, deveu-se a um aumento no índice de colheita e no rendimento biológico dos genótipos modernos. Neste sentido, genótipos com maior rendimento biológico mas resistentes ao acamamento seriam desejáveis em relação àquelas com porte baixo, embora esta seja uma característica apreciada pelos agricultores.

Para a duração do ciclo até o espigamento, os genótipos BR 18, BR 42, Calidad, Frocor-P, PF 8597, PF 92350, PF 940301, PF 940305, Pitana, Sonora 64 e Spica-LP 942 apresentaram ciclo precoce, enquanto os genótipos Florida 301, IPF 71392, PF 93113, PF 93167, PF 940042, PF 940262, PF 940353, PF 960016, PF 960018, PF 960020, PF 960177, PF 960366 e "Trigo de chapéu" apresentaram ciclo longo até o espigamento. O ciclo precoce é característica desejável em trigo, entretanto, NEDEL (1994) afirma que genótipos modernos, lançadas para cultivo no Brasil após 1980, apresentaram período da emergência ao espigamento 3 a 4 dias mais longo que cultivares antigas (lançadas até 1970). Entretanto, diferenças de ciclo até o espigamento, entre genótipos, é estratégia que agricultores podem utilizar para reduzir perdas por geada. Assim, genótipos que apresentam ciclo longo são adequados para plantio antecipado ou para duplo propósito.

Os genótipos BR 18, BR 42 e Sonora 64 destacaram-se por apresentar porte baixo e ciclo precoce. Segundo SOUSA (1997), a cultivar BR 42, produto de retrocruzamento realizado no Brasil, usando a cultivar mexicana Jupateco 73 como genitor recorrente, e a cultivar Sonora 64, introduzida diretamente do Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMYT), destacaram-se como ciclo precoce e porte baixo. Por outro lado, os genótipos Florida 301 e "Trigo de chapéu" destacaram-se como porte alto e ciclo longo até o espigamento.

Para comprimento de pedúnculo, os genótipos CEP 24, CNT 10, Fuging 5114, IPF 71392, Jacuí, LE 236, PF 92130, PF 940042, PF 960016, RS-1 e "Trigo de chapéu" apresentaram pedúnculo longo, e podem ser indicados com finalidades artesanais. Pode-se destacar os genótipos CNT 10 e PF 92130 como preferenciais ao uso artesanal, pois apresentaram número de grãos por espiga acima da média geral do experimento. Os genótipos BR 35, BRS 179, Cunningham, Granito, IPF 71345, Klein H3450-C3131, OR 1, PF 950295, PF 970241, PF 973571 e Sonora 64 apresentaram pedúnculo curto. Segundo SHAKIBA et al.(1996), maior comprimento de pedúnculo, pode interferir em mais de 10% no rendimento de grãos da lavoura e poderia ser uma característica desejável no desenvolvimento de novas cultivares.

Para número de grãos por espiga os genótipos BRS 49, IPF 58950, PF 88490, PF 940324 e PF 950351 apresentaram elevado número de grãos por espiga. Por outro lado, os genótipos Frontana, Karim, Klein H29604-12100, PF 89419, PF 940353, PF 960020 e Rubi apresentaram baixo número de grãos por espiga. Constatou-se que maior número de grãos por espiga não esteve restrito a genótipos de trigo lançados nos anos mais recentes, sendo uma característica relativamente variável.

O genótipo "Trigo de chapéu" destacou-se, em valores absolutos, como maior comprimento de pedúnculo, demonstrando que seu difundido uso para fins artesanais é justificado. Outrossim, considerando-se a necessidade de outras características de interesse dos agricultores, como aproveitamento de grãos para fins industriais, outras opções de genótipos com características mais adequadas poderiam ser utilizadas. O genótipo Klein H29604-12100 destacou-se pelo baixo número de grãos por espiga. Este genótipo é procedente da Argentina, sendo utilizado no BC como destaque em qualidade de grão (SILVA et al., 1998).

A altura de planta correlacionou-se positivamente com duração de ciclo até o espigamento e comprimento de pedúnculo, como era de se esperar (Tabela 2). Da mesma forma que as variáveis duração do ciclo até o espigamento e comprimento do pedúnculo mostraram correlação positiva, ou seja, à medida que aumenta a duração do ciclo até o espigamento, aumenta o comprimento do pedúnculo. Observou-se que nenhuma das características estiveram relacionadas com a produtividade. Altura de planta e comprimento do pedúnculo mostraram relação independente com o número de grãos por espiga. Era esperado que genótipos modernos, mais baixos, apresentassem maior número de grãos por espiga, visto ter sido o principal responsável pelo aumento do rendimento de grãos nas cultivares modernas (NEDEL, 1994; FRANCO & CARVALHO, 1987; RODRIGUES, 2000).

 

 

Dentre os genótipos que se destacaram por apresentar maior número de grãos por espiga, nenhum destacou-se como menor para altura de planta, não diferindo da média mais ou menos um desvio-padrão. Comportamento semelhante foi observado para o menor número de grãos por espiga. Observando-se a correlação entre comprimento de pedúnculo e número de grãos por espiga, verificou-se que apenas o genótipo "Trigo de Chapéu" apresentou pedúnculo longo e baixo número de grãos por espiga. A grande maioria dos genótipos mostrou comportamento distinto.

Os dados de correlação entre comprimento de pedúnculo e fertilidade de espiga mostraram que, dos 79 genótipos analisados, apenas 11 mostraram correlação significativa entre variáveis (Tabela 3). Dentre aqueles, oito genótipos apresentaram correlação positiva e significativa entre comprimento de pedúnculo e número de grãos por espiga, enquanto três genótipos mostraram uma correlação negativa entre as variáveis. A cultivar Jacuí, embora portadora de pedúnculo longo e altura de planta elevada, apresentou correlação positiva entre comprimento do pedúnculo e fertilidade de espiga, enquanto Granito, classificada entre as de menor pedúnculo, apresentou correlação negativa.

 

 

Os resultados indicam a existência de grande variabilidade genotípica quanto às características avaliadas. Entretanto, as informações são relativas a um ano de avaliação e as mesmas são afetadas pelas condições ambientais, podendo apresentar variação maior ou menor em outros anos (SILVA et al., 1998). Dessa forma, os resultados obtidos representam importante subsídio que poderão ser utilizados por melhoristas, na seleção de genitores, por técnicos da extensão rural, e por agricultores na escolha de genótipos de trigo para fins artesanais.

 

CONCLUSÕES

Os genótipos de trigo BR 18, BR 42 e Sonora 64 destacam-se por porte baixo e ciclo precoce; enquanto Florida 301 e "Trigo de chapéu" destacam-se por porte alto e ciclo longo até o espigamento.

A altura de planta mostra alta correlação com comprimento do pedúnculo e duração do ciclo até o espigamento e esta com o comprimento pedúnculo.

Os genótipos de trigo CNT 10 e PF 92130 são indicados com finalidades artesanais por suas características de pedúnculo longo e número de grãos por espiga acima da média.

Existe grande variabilidade genética entre os genótipos de trigo quanto às características avaliadas, fornecendo subsídios que poderão ser utilizados por melhoristas, técnicos e agricultores.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação 22.05.02
Aprovado em 18.08.02

 

 

1 Autor para correspondência