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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.33 no.6 Santa Maria Nov./Dec. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782003000600006 

FITOTECNIA / CROP PRODUCTION

 

Herdabilidades e correlações entre caracteres de linhagens de feijão obtidas em monocultivo e em consórcio com o milho

 

Heriditys and correlation between characters of lines of beans obtained in monocropping and intercropping with maize

 

 

Ângela Maria Quintão LanaI, 1; Antônio Américo CardosoII; Cosme Damião CruzIII

IEngenheiro Agrônomo, Doutor, Professor Adjunto, Departamento de Zootecnia, Universidade Federal de Minas Gerais, CP 567, Belo Horizonte, MG. E-mail:lana@vet.ufmg.br
IIEngenheiro Agrônomo, Doutor, Professor Aposentado, Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Viçosa
IIIEngenheiro Agrônomo, Doutor, Professor Titular, Departamento de Biologia Geral, UFV

 

 


RESUMO

Foram realizados os cruzamentos entre 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992', 'Ouro 1919' x Raça D e 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283, com o objetivo de estimar as herdabilidades, no sentido amplo e as correlações fenotípica e genotípica da produtividade de grãos e seus componentes de rendimento, nos sistemas de monocultivo e de consórcio com a cultura do milho nas épocas de semeadura das "águas" e da "seca'. Para obtenção dessas estimativas, utilizaram-se, no ensaio de campo, as populações, F1, F2 e F3 e seus genitores. As populações segregantes foram conduzidas pelo método de melhoramento "Single Seed Descent" (SSD). De modo geral, os coeficientes de herdabilidade foram maiores no sistema de consórcio do que no monocultivo. Entre os caracteres estudados, as maiores herdabilidades foram, de modo geral, obtidas para o número de vagens por planta. Os coeficientes de correlação entre os caracteres avaliados, em cada sistema de cultivo, mostraram que, no caso de seleção no monocultivo visando semeadura no consórcio, o número de vagens por planta é o caráter com maior potencial a ser utilizado no processo seletivo.

Palavras-chave: Phaseolus vulgaris L., Zea mays L., sistemas de cultivo, single seed descent, seleção.


ABSTRACT

Hybrids from 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992', 'Ouro 1919' x Raça D and 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283, beans were obtained to study heritability and genetic correlations between some yield responses, in two crop systems namely monocropping and intercropping with maize during both dry and rainy seasons. All estimates were obtained through field data of F1, F2 and F3 populations as well as those of their original parents. Main populations were defined by the Single Seed Descent (SSD) method. Heritabilities estimated under intercropping conditions were often higher than those under monocropping system. Among all studied responses the highest heritabilities corresponded to the number of legumes per plant. Genetic correlation coefficients within systems suggest that the selection procedure should mainly consider the number of legumes per plant when selecting under monocropping system aiming further intercropping use.

Key words: Phaseolus vulgaris L., Zea mays L., culture systems, single seed descent , selection.


 

 

INTRODUÇÃO

Dentre os sistemas consorciados, a associação cultural de milho (Zea mays L.) com o feijão (Phaseolus vulgaris L.) é o mais comum entre os agricultores. Na América Latina, quantidades superiores a 70% da produção de feijão são obtidas em sistema de consórcio (VIEIRA, 1989). Entretanto, todas as variedades de milho e de feijão disponíveis foram obtidas em programas de melhoramento realizados em monocultivo (RAMALHO, 1988). Por isso, iniciadas as pesquisas com o consórcio, uma das maiores preocupações foi estudar a existência de interação das variedades nos dois sistemas de cultivo.

Ensaios de adaptação de variedades de feijão têm mostrado que ocorre acentuada interação de variedades por ambientes (SANTOS et al., 1982; PACOVA et al., 1987). Essa interação também foi verificada em ensaios de progênies, evidenciando a necessidade de avaliação em vários ambientes (ABREU, 1989; TAKEDA, 1990).

As seleções têm sido realizadas somente em monocultivo, supondo que ocorrerá progresso correlacionado no consórcio. Para verificar a necessidade de um programa específico de melhoramento, para cultivo em consórcio, é importante saber como é a herdabilidade da produtividade de grãos e dos caracteres que afetam diretamente a produtividade, em cada um dos sistemas de cultivo. A herdabilidade pode ser afetada pela interação, já que é definida como o quociente entre a variância genética e a variância fenotípica. Assim, ocorrerá diferença entre o ganho esperado e o realizado com a seleção, pois o progresso esperado é diretamente proporcional à herdabilidade.

Resultados de trabalhos de ZIMMERMANN et al. (1984) e PETERNELLI et al. (1994) comparando estimativas de herdabilidades nos dois sistemas de cultivo, mostraram estimativas de herdabilidades no consórcio superiores às do monocultivo. Entretanto, resultados contraditórios foram obtidos por FURTADO et al. (1992). Informações sobre correlações entre produção de grãos e componentes de rendimento, bem como entre os componentes, são também importantes, pois pouco se conhece acerca do efeito do consórcio sobre essas correlações (ZIMMERMANN et al., 1984). Correlações fenotípicas e genotípicas entre a produtivadade de grãos e cada um dos seus componentes de rendimento, nos dois sistemas de cultivo, foram positivas, tendo sido as correlações entre a produtividade e o número de vagens por plantas as mais elevadas, variando de 88,2 a 96,12% (PETERNELLI et al., 1994).

Considerando esses aspectos, o presente trabalho foi realizado com os objetivos de estimar e comparar as herdabilidades, no sentido amplo e as correlações da produtividade de grãos de feijão e seus componentes de rendimento, em diferentes ambientes de cultivo.

 

MATERIAL E MÉTODOS

As populações segregantes, que deram origem às progênies, são resultantes dos cruzamentos 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992', 'Ouro 1919' x Raça D e 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283.

O cultivar de feijão Ouro 1919 apresenta hábito de crescimento indeterminado, com hastes curtas, grãos de cor creme e flores brancas, e o Ouro Negro 1992, hábito de crescimento indeterminado, semitrepador, grãos pretos e flores de cor violeta. Ambos os cultivares são originários da raça Mesoamérica. A Raça D (durango) apresenta hábito de crescimento indeterminado, semitrepador, com grãos de tamanho médio originários do norte do México (GEPTS et al., 1988). O Phaseolus aborigineus 283 é um genótipo silvestre, revela crescimento indeterminado, ramas muito longas e finas, flores pequenas e violetas, grãos pequenos e rajados, encontrado com freqüência na região mesoamericana. O 'Ouro 1919' foi usado como fêmea por apresentar flores de cor branca, caráter recessivo. Com base nesse marcador morfológico, foi feita a eliminação de plantas oriundas de autofecundação na geração F1.

Os grãos F2 obtidos em cada cruzamento foram divididas em quatro partes contendo 600 sementes cada uma para serem semeadas nos sistemas de monocultivo e de consórcio com a cultura do milho, nas épocas de plantio das "águas" e da "seca". As gerações F2 e F3 foram desenvolvidas nesses ambientes por meio do método de melhoramento genealógico modificado "Single Seed Descent" (SSD), descrito por BRIM (1966) havendo, durante o avanço das gerações, a atuação de diferentes condições de ambiente na recombinação de gametas para formação de genótipos.

No consórcio, foi utilizado o milho híbrido Ag 1051, semeado no espaçamento de 1m entre fileiras e densidade de 40.000 plantas por hectare. Na época das "águas", as populações segregantes de feijão foram semeadas nas fileiras de milho e, na "seca", foram semeadas duas fileiras de feijão entre cada fileira de milho. Nas duas épocas de plantio, foram utilizadas 10 sementes de feijão por metro de sulco. As populações avançadas no consórcio sofreram, alternadamente, a ação de dois tipos de seleção natural, já que o milho encontrava-se em estádios de desenvolvimento diferentes nas épocas das "águas" e da "seca", o que proporcionou ao feijão ambientes distintos nessas duas épocas de plantio. No monocultivo, tanto na época das "águas" quanto na da "seca", o feijão foi semeado no espaçamento de 0,5m entre fileiras, com 10 sementes por metro de sulco.

Coletaram-se os seguintes dados em plantas individuais: número de vagens por planta (NVP), o número de grãos por vagem (NGV) e peso médio de 100 grãos (P100G) e a produtividade de grãos por planta (PROD), expressa em gramas.

Para obtenção das estimativas das herdabilidades, no sentido amplo, utilizou-se a expressão:

Ha: herdabilidade, no sentido amplo, de plantas individuais nas populações F2 ou F3.

V(G): estimador da variância genotípica de populações F2 ou F3.

V(F): estimador da variância fenotípica nas populações F2 ou F3.

A estimativa da variância genotípica foi obtida pela diferença entre as variâncias nas gerações F2 ou F3 e as variâncias dos genitores e F1. As variâncias fenotípicas foram calculadas com base nas variâncias encontradas nas gerações F2 ou F3; as de ambientes foram calculadas com base nas variâncias encontradas nas gerações dos genitores e F1. Foi considerada a proporção de ½ e ¼ para a geração F1 e de ¼ e para cada um dos genitores nas gerações F2 e F3, respectivamente.

Os coeficientes de correlação foram estimados pela seguinte fórmula (FALCONER, 1987).

em que:

r = coeficiente de correlação fenotípica ou genotípica.

cov(x,y) = covariância fenotípica ou genotípica, dos caracteres x e y.

v(x) e v(y) = variância fenotípica ou genotípica, dos caracteres x e y, respectivamente.

As covariâncias fenotípicas foram calculadas com base nas variâncias encontradas nas gerações F2 ou F3 e, as de ambiente foram estimadas com base nas variâncias encontradas nas gerações dos genitores e F1, considerando as mesmas proporções das variâncias encontradas nas gerações F2 ou F3 e genitores na estimação das herdabilidades. As covariâncias genotípicas foram calculadas pela diferença entre as covariâncias fenotípica e de ambiente para cada par de caracteres.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nas épocas das "Águas" e da "Seca", as herdabilidades das gerações F2 e F3 foram maiores no consórcio do que no monocultivo para os caracteres avaliados, com exceção de peso de 100 grãos e número de vagens por planta das gerações F2 e F3, respectivamente, na época das "águas" (Tabela 1). Estes resultados parecem contrariar o que seria esperado, já que o monocultivo, normalmente, proporciona um ambiente mais uniforme e permite maior expressão da herdabilidade. Entretanto, herdabilidades superiores no consórcio têm sido verificadas, como as obtidas por ZIMMERMANN et al. (1984), que encontraram estimativas de herdabilidades de rendimento de grãos, calculadas com base em progênies F4 e F5 de três cruzamentos distintos, variando entre 35 e 89% no consórcio e de 28 a 80% no monocultivo. Resultados semelhantes foram obtidos por PETERNELLI et al. (1994), trabalhando com linhagens obtidas do cruzamento 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992', onde verificaram estimativas de herdabilidades para produtividade de grãos e seus componentes, no sentido restrito, maiores no cultivo em consórcio (de 43,98% a 67,47%) do que no monocultivo (de 30,80% a 56,14%). Estes dados evidenciam a possibilidade de obtenção de maiores ganhos com a seleção no consórcio, ou seja, a capacidade do genótipo em transmitir os caracteres genéticos mais intensamente, em condições de estresse de ambiente.

 

 

Observa-se, de modo geral, que as herdabilidades do número de vagens por planta foram superiores às da produtividade de grãos (Tabela 1). Isso mostra que a produtividade de grãos é um caracter controlado por um número de genes maior do que o número de vagens por planta, indicando que a produtividade de grãos é muito influenciada pelas condições de ambiente e, portanto, de manuseio mais difícil. Portanto, no processo seletivo maiores cuidados devem ser tomados, principalmente no que se refere à geração em que se dará esse processo.

As herdabilidades do peso de 100 grãos mostraram-se muito variáveis, ora superior à herdabilidade da produtividade de grãos, ora inferior. Todas as herdabilidades obtidas para o número de grãos por vagem, com exceção do cruzamento 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992', na geração F2 do consórcio na época da "Seca", foram inferiores às herdabilidades da produção de grãos (Tabela 1). Resultados semelhantes foram obtidos por PETERNELLI et al. (1994), enquanto dados opostos foram encontrados por PEREIRA (1984) e SANTOS et al. (1985). Os resultados encontrados por esses últimos autores reforçam a idéia de que a produtividade de grãos é o caráter mais influenciado pelas variações de ambiente.

Na tabela 1, verifica-se, no monocultivo, que as herdabilidades na geração F3 aumentaram somente nos caracteres número de vagens por planta e produtividade de grãos do cruzamento 'Ouro 1919' x 'Ouro Negro 1992' e no número de vagens por planta do cruzamento 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283. Já no consórcio, as herdabilidades na geração F3 foram superiores à F2 apenas nos caracteres produtividade de grãos e peso de 100 grãos dos cruzamentos entre 'Ouro 1919' x Raça D e 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283. Na época da "Seca" as herdabilidades na geração F3 foram inferiores à geração F2 em todos os caracteres avaliados, nos dois sistemas de cultivo. Segundo FALCONER (1987), a estimativa da herdabilidade aumenta à medida que se sucedem as gerações de autofecundações. No presente trabalho não se observou aumento dos coeficientes de herdabilidade da geração F2 para F3, possivelmente em virtude da magnitude das variações de ambiente ocorridas nas diferentes épocas de semeadura.

De modo geral, nas gerações F2 e F3 desenvolvidas no monocultivo e no consórcio, na época das "águas", as correlações, genéticas e fenotípicas entre os caracteres apresentaram baixos valores, com exceção das correlações entre a produtividade de grãos e o número de vagens por planta (r = 0,84 a 1,00). Na época da "Seca", comportamento semelhante foi observado tanto no monocultivo quanto no consórcio, para os três cruzamentos (Tabelas 2, 3 e 4). Vários autores, entre eles, RAMALHO et al. (1979); SANTOS (1981); PEREIRA (1984); NIENHUIS & SINGH (1986); CASTOLDI (1990) & PETERNELLI et al. (1994), relatam que o número de vagens por planta é o componente com maior participação na produtividade de grãos do feijoeiro, visto que as correlações genéticas e fenotípicas entre a produção de grãos e o número de vagens por planta foram positivas a quase sempre elevadas.

 

 

 

 

 

 

No caso das correlações fenotípicas e genotípicas da produtividade de grãos com o número de grãos por vagem e da produtividade de grãos com o peso de 100 grãos, verificou-se que, em geral, os valores foram baixos e positivos, variando de 0,03 a 0,40 (Tabelas 2, 3 e 4). Os coeficientes de correlação entre a produtividade de grãos e esses componentes primários de produtividade, relacionados na literatura, são amplamente variáveis. Foram observados, com freqüência, coeficientes de correlação negativos entre esses componentes. Esses resultados podem ser ocasionados pela alta competição entre plantas, por causa de fatores de ambientes, o que torna também intensa a competição entre as diferentes partes da planta por nutrientes e metabólitos, sendo esta particularmente expressiva durante a fase de formação das estruturas reprodutivas, o que conduz a uma variação compensatória entre os componentes primários de produtividade de grãos.

As correlações genéticas e fenotípicas entre a produtividade de grãos e o número de vagens por planta foram maiores no monocultivo (de 0,87 a 1,00) do que no consórcio (de 0,65 a 0,98), em todos os cruzamentos (Tabelas 2, 3 e 4). Esta variação pode ter ocorrido por causa da ação de agentes seletivos naturais favorecendo genótipos mais ajustados, para esses caracteres, no monocultivo. Observa-se, ainda, que houve uma tendência de as correlações genéticas e fenotípicas entre os caracteres apresentarem valores superiores na geração F3 em relação à F2, exceto para o cruzamento 'Ouro 1919' x Phaseolus aborigineus 283, nos dois sistemas de semeadura, nas épocas das "águas" e da "seca". Estes resultados podem ter ocorrido em razão do aumento da variância genética total da geração F2 para a geração F3 (FALCONER, 1987).

As correlações genotípicas foram maiores que as fenotípicas em 83,33% dos casos observados, para os caracteres número de vagens por planta e produtividade de grãos, concordando com os resultados obtidos por SANTOS (1981) e PETERNELLI et al. (1994). Esse resultado indica que o número de vagens por planta é um caráter importante no melhoramento, com vistas ao aumento da produtividade de grãos por meio da seleção indireta.

 

CONCLUSÕES

Os coeficientes de herdabilidade foram maiores no consórcio do que no monocultivo. Entre os caracteres estudados, as maiores herdabilidades foram obtidas para o número de vagens por planta.

Os coeficientes de correlação entre os caracteres avaliados em cada sistema de cultivo mostraram que, no caso de seleção no monocultivo visando semeadura, no consórcio, o número de vagens por planta é o caráter com maior potencial a ser utilizado no processo seletivo.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação 25.02.02
Aprovado em 09.10.02

 

 

1 Autor para correspondência.

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