SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.37 issue1Suscetibility of three citrus species to Dothiorella gregaria Sacc. in function of the nutriconal state author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

  • Portuguese (pdf)
  • Article in xml format
  • How to cite this article
  • SciELO Analytics
  • Curriculum ScienTI
  • Automatic translation

Indicators

Related links

Share


Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.37 no.1 Santa Maria Jan./Feb. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782007000100001 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
DEFESA FITOSSANITÁRIA

 

Associação e densidade populacional de ácaros predadores em plantas de erva-mate Ilex paraguariensis St. Hil. (Aqüifoliaceae) na presença ou na ausência de ácaros fitófagos

 

Association and populational density of mites predators in the mate-tea tree Ilex paraguariensis St. Hil. (Aqüifoliaceae) with or without the presence of phytophagous mites

 

 

Alfredo de GouveaI, 1; Carla Felicita ZanellaI; Sergio Miguel MazaroI; Joel DonazzoloI; Luis Francisco Angeli AlvesII

IUniversidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Dois Vizinhos, Estrada para Boa Esperança, km 04, 85660-000, Dois Vizinhos, PR, Brasil. E-mail: alfredo@utfpr.edu.br
IILaboratório de Zoologia de Invertebrados, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Centro de Ciência Biológicas e da Saúde (UNIOESTE, CCBS), Cascavel, PR, Brasil

 

 


RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a associação e a concentração de ácaros predadores em plantas de erva-mate Ilex paraguariensis St. Hil. (Aqüifoliaceae) na presença ou não de ácaros fitófagos. O trabalho foi realizado em plantação comercial em Dois Vizinhos, PR, de agosto de 2001 a julho de 2002. Procederam-se coletas mensais de folhas de diferentes partes da planta. A contagem dos ácaros nas folhas foi realizada em laboratório com auxílio de microscópio estereoscópico. Foram constadas duas espécies de ácaros fitófagos, Dichopelmus notus Keifer e Oligonychus yothersi (McGregor), e três espécies de predadores, Euseius concordis (Chant), Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma e Agistemus sp., associadas às plantas de erva-mate. Foi observada associação de E. concordis e I. zuluagai a folhas com presença de D. notus e de Agistemus sp. a plantas com presença de D. notus e maior densidade populacional de E. concordis e de I. zuluagai em plantas com D. notus.

Palavras-chave: controle biológico, Tetranychidae, Eriophyidae, Phytoseiidae, Stigmaeidae.


ABSTRACT

This research was aimed at evaluating the association and concentration of predators mites in the mate-tea tree Ilex paraguariensis St. Hil. (Aqüifoliaceae) with or without phytophagous mites. This study was conduced at Dois Vizinhos, State of Paraná, from August 2001 to July 2002, in a mate-tea tree commercial plantation. Leaf samples from different parts of the plant were taken monthly, and the number of mites was counted in laboratory. Two species of phytophagous mites, Dichopelmus notus Keifer and Oligonychus yothersi (McGregor), and three species of predator mites Euseius concordis (Chant), Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma, and Agistemus sp. were related to the mate-tea plant. The association of E. concordis and I. zuluagai to the leaves with D. notus, the association of Agistemus sp. to the plants with D. notus and a higher population density of E. concordis and I. zuluagai in plant with D. notus were observed.

Key words: biological control, Tetranychidae, Eriophyidae, Phytoseiidae, Stigmaeidae.


 

 

INTRODUÇÃO

Como espécie nativa no Brasil, a erva-mate Ilex paraguariensis St. Hil. (Aqüifoliaceae) apresenta ampla gama de artrópodes fitófagos associados, resultantes do processo de co-evolução, encontrando-se, até o momento, mais de 80 espécies de artrópodes alimentando-se de diferentes partes da planta. Contudo, apenas cinco espécies de insetos, Hedypathes betulinus (Klug, 1825), Isomerida picticollis Bates (1881) (Coleoptera: Cerambycidae), Gyropsylla spegazziniana (Lizer, 1917) (Hemiptera: Psyllidae), Ceroplastes grandis Hempel, 1900 (Hemiptera: Coccidae) e Thelosia camina Schaus, 1920 (Lepidoptera: Euptherotidae), além de três espécies de ácaros, Dichopelmus notus Keifer, 1959 (Acari: Eriophyidae), Oligonychus yothersi (Mc Gregor, 1914) (Acari: Tetranychidae) e Polyphagotarsonemus latus (Banks, 1904) (Acari: Tarsonemidae), têm comprometido substancialmente a produção, merecendo a denominação de pragas (PENTEADO, 1995; SANTANA et al., 1999).

O controle de pragas na erva-mate, a exemplo de outras culturas no Brasil, vem sendo realizado sem conhecimentos mínimos, e, dessa forma, algumas incongruências podem ser detectadas entre os agricultores. Como exemplo, pode-se citar o desconhecimento das pragas, das épocas de sua ocorrência, da importância do equilíbrio biológico, dos critérios para a utilização do controle químico, entre outros aspectos. A conseqüência mais palpável de uma situação como esta, segundo GAZZONI et al. (1981), é o uso desregrado de produtos químicos que, além de onerarem desnecessariamente o agricultor, podem levar a desequilíbrios biológicos e, conseqüentemente, à reinvasão de pragas e ao surgimento de pragas secundárias, assim como à possibilidade do surgimento de uma população resistente a inseticidas e outros. Além disso, a agressão ao ambiente, representada pela intoxicação de homens e animais, e a poluição do solo e das águas agravavam-se ano após ano.

Os acaricidas químicos, embora eficientes para muitas espécies, também têm se mostrado problemáticos, principalmente quando utilizados de maneira incorreta. No caso específico da erva-mate, deve-se considerar a questão da qualidade do produto final, pois as folhas tratadas indevidamente (pelo excesso de aplicações, dosagens ou épocas de aplicação incorretas) podem apresentar resíduos em concentrações elevadas, que, além de colocarem a saúde dos consumidores em risco, impedem que venham a ser aceitas dentro de parâmetros estabelecidos em um programa de padrão de qualidade, visando ao exigente mercado exterior.

Os ácaros predadores são considerados os inimigos naturais mais efetivos no controle biológico de ácaros fitófagos. Representantes da família Phytoseiidae têm sido empregados no controle biológico de ácaros fitófagos em plantas ornamentais, hortaliças, frutíferas, cultivos em casa de vegetação e de campo (MORAES, 1992; WATANABE, 1994; MONTEIRO, 2002). Em se tratando de erva-mate, o controle biológico natural feito por estes predadores se torna ainda mais importante, uma vez que não há nenhum produto fitossanitário registrado para a cultura junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Assim, tendo em vista a busca de informações que possam contribuir para o estabelecimento de um plano de manejo integrado de ácaros da cultura, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a associação e a concentração de ácaros predadores em plantas na presença ou na ausência de ácaros fitófagos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi realizado no período de agosto de 2001 a julho de 2002, no município de Dois Vizinhos, região sudoeste do Estado do Paraná (25°42'52” S, 53°03'94” W e 519 m de altitude), em um erval comercial sem qualquer tratamento fitossanitário, com sistema de monocultivo a pleno sol, com plantas de erva-mate de aproximadamente 11 anos de idade, no espaçamento de 3m entre plantas e entre linhas. Mensalmente foram avaliadas 15 plantas escolhidas aleatoriamente, retirando-se 24 folhas/planta em diferentes pontos. Dividiu-se a planta verticalmente em três estratos (superior, médio e inferior) e cada estrato em quatro quadrantes (norte, sul, leste e oeste) e, em cada quadrante, foram coletadas folhas na parte interna e externa da planta. As folhas foram etiquetadas, acondicionadas em sacos plásticos, transportadas para o laboratório, onde foram observadas sob microscópio estereoscópico em suas duas faces. Amostras dos ácaros coletados foram acondicionadas em álcool e enviadas ao Prof. Dr. Noeli Juarez Ferla (UNIVATES, Lajeado, RS), para a identificação das espécies.

Para a avaliação da possível preferência dos ácaros predadores por folhas e/ou plantas com ácaros fitófagos, comparou-se as percentagens médias mensais de folhas e plantas com pelo menos um predador na presença e na ausência da possível presa, considerando-se o número total de folhas e plantas.

Para avaliar a densidade populacional de predadores na presença ou na ausência de fitófagos, foi calculado o número médio mensal de ácaros predadores por folha, agrupando-se as folhas oriundas de plantas com e sem a presença de ácaros fitófagos.

Os dados originais em percentagem foram transformados em arc sen e os números médios mensais de ácaro foram transformados em e submetidos à análise de variância (teste F), e as médias comparadas pelo teste de Duncan, em nível de 5% de erro, utilizando-se o programa estatístico SASM. Também foi realizada a análise da regressão entre as médias mensais do número de espécies de predador por folha com o número de fitófagos.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se a presença dos ácaros predadores Euseius concordis (Chant) e Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma (Phytoseiidae) e Agistemus sp. (Stigmaeidae) e dos fitófagos Dichopelmus notus Keifer (Eriophyidae) e Oligonychus yothersi (McGregor) (Tetranychidae). Essas famílias já foram relatadas em plantações de erva-mate na região de Missiones, Argentina (COLL & CÁCERES, 1995) e também em ervais no Rio Grande do Sul (FERLA et al., 2005).

Apesar de somente as duas espécies de predadores E. concordis e I. zuluagai terem sido observadas neste estudo, outras espécies de fitoseídeos já foram registradas em erva-mate (Amblyseius herbicolus Chant, 1959, Euseius ho (De Leon, 1965), A. operculatus De Leon, 1967, etc.). No levantamento realizado por FERLA et al. (2005), não foi encontrado E. concordis e a espécie de Stigmaeidae coletada foi Agistemus brasiliensis Matioli, Ueckermann & Oliveira, 2002.

Na avaliação das associações entre ácaros predadores a fitófagos, constatou-se que os ácaros predadores da família Phytoseiidae ocorreram em 4,9% da folhas e em 38,9% das plantas estudadas, sendo que a percentagem de ocorrência de fitoseídeos associados às folhas com D. notus foi maior que a percentagem de ocorrência média do predador (Tabela 1). Por outro lado, a percentagem de ocorrência de fitoseídeos associados às folhas com O. yothersi foi menor que a ocorrência média do predador. Contudo, esta tendência não se repete quando se compara a percentagem de ocorrência em plantas, indicando que o predador, mesmo presente na planta, não permanece em folhas com O. yothersi, possivelmente porque este tetraniquídeo não está em quantidade que favoreça o aumento populacional dos fitoseídeos.

 

 

Os fitoseídeos foram observados em 59% das plantas com presença do eriofiídeo, enquanto esteve associado a 29 e 51% das plantas com presença de O. yothersi e Agistemus sp., respectivamente (Tabelas 1 e 2).

Com relação a Agistemus sp., sua ocorrência foi de 1,2% das folhas estudadas, não tendo sido evidenciada tendência do predador em ocorrer em folhas nas quais os ácaros fitófagos estavam presentes, uma vez que a percentagem de ocorrência de associações em folhas com os demais ácaros não diferiu da percentagem de ocorrência média (Tabela 1). No que se refere às plantas, no entanto, Agistemus sp. ocorreu em 15,6% delas e foi observado em 22,0% das plantas com D. notus, sendo a percentagem de ocorrência significativamente maior em plantas com o eriofiídeo, indicando que, provavelmente, plantas com presença do eriofiídeo podem favorecer o desenvolvimento deste predador. A presença de O. yothersi não interfere na ocorrência de Agistemus sp. nas mesmas folhas e plantas.

Na avaliação da densidade populacional de predadores na presença ou na ausência de fitófagos, constatou-se que o número médio de fitoseídeos/folha associados às plantas com D. notus foi maior que em plantas sem o eriofiídeo (Tabela 3), sendo a densidade populacional do predador 6,8 vezes maior em plantas onde o fitófago estava presente, indicando que a presença do eriofiídeo leva a um aumento na densidade populacional destes predadores.

Quanto ao número de predadores em relação a O. yothersi, os dados indicam que a presença ou a ausência do tetraniquídeos na planta não interferiu na densidade populacional dos fitoseídeos.

Obteve-se um alto valor de coeficiente de determinação na análise de regressão (r2 = 0,92) entre o número médio mensal por folha de fitoseídeos e D. notus, e também entre fitoseídeo e O. yothersi (r2 = 0,85). Como pode ser observado pela figura 1, o número de fitoseídeos tendeu a ser maior quando o eriofiídeo apresentou população mais alta, e esta tendência se manteve até quando a população do predador atingiu mais de um ácaro/folha, quando sua densidade populacional tendeu a se estabilizar e até mesmo a reduzir.

Quanto ao predador Agistemus sp., não foi evidenciada diferença na densidade populacional do predador em plantas com ou sem ácaros fitófagos (Tabela 3). O baixo valor de coeficiente de determinação na análise de regressão (r2 = 0,14) entre o número médio mensal por folha de Agistemus sp. e D. notus, e também entre o predador e O. yothersi (r2 = 0,01) (Figura 1), reafirma a baixa relação da população deste predador com a população dos ácaros fitófagos.

A maior ocorrência de associações e a maior densidade populacional dos fitoseídeos em folhas com o eriofiídeo pode estar ligada à maior densidade populacional de D. notus, em média de 11,8 ácaros/folha, que representou uma fonte mais disponível e acessível de alimento, enquanto que O. yothersi, além de ter ocorrido em baixa densidade (0,7 ácaros/folha), não foi observado no erval em seis dos doze meses de avaliação. O não-favorecimento ao desenvolvimento de fitoseídeos por uma dieta com eriofiídeo em relação a outra com tetraniquídeos foi constatado por FERLA & MORAES (2003), que verificaram que fêmeas de E. concordis tiveram oviposição semelhante tanto quando alimentadas com Calacarus heveae Feres, 1992 (Eriophyidae), como quando alimentadas com O. gossypii (ZACHER, 1921) (Tetranychidae). De acordo com estes autores, E. concordis apresentou uma maior postura quando alimentados com pólen de taboa (Typha angustifolia L.: Typhaceae) em relação a dietas com ácaros. No presente trabalho, o pico populacional dos fitoseídeos ocorreu em setembro, após os picos populacionais de D. notus e de O. yothersi e de um período, de modo geral, com abundância de pólen. Isto poderia indicar que o desenvolvimento deste fitoseídeo é favorecido por uma dieta diversificada.

O maior número de associações de Agistemus sp. às plantas com presença de D. notus corrobora resultados obtidos por FERLA & MORAES (2003), em que fêmeas de Agistemus floridanus Gonzalez, 1965 (Stigmaeidae) alimentadas com C. heveae tiveram maior postura em relação às alimentadas com O. gossypii.

Os resultados indicam uma estreita relação entre a população de D. notus e a dos fitoseídeos, confirmando resultados obtidos em análises prévias, nas quais se constataram evidências de interações entre as populações destes ácaros como o pico populacional do eriofiídeo, seguido de pico populacional do predador, e a concentração de ácaros fitoseídeos em regiões na copa da planta com maior concentração do eriofiídeo (GOUVEA et al., 2006).

Além disso, estes resultados indicam que os fitoseídeos, provavelmente, alimentam-se de D. notus e, conseqüentemente, desempenham um importante papel no controle biológico natural na cultura da erva-mate, já que os fitoseídeos são considerados importantes predadores no controle biológico natural de ácaros-praga em outras culturas (LORENZATO et al., 1986; NORONHA & MORAES, 1989; WATANABE, 1994; MONTEIRO, 2002).

Avaliando-se as interações entre ácaros predadores, constatou-se que apesar de os dois grupos de predadores, Agistemus sp. e os fitoseídeos, terem ocorrido em plantas com presença de D. notus, não houve diferença entre a percentagem de ocorrência de associações dos predadores, o que leva a crer que os predadores, mesmo ocorrendo mais em plantas que possuam alimento de interesse comum, não tendem a estar juntos na mesma folha e na mesma planta (Tabela 3). Quando existe associação dos dois grupos de predadores na mesma planta, estes provavelmente ocupam nichos diferentes, pois, conforme resultados obtidos por GOUVEA et al. (2006), ocorre maior concentração de fitoseídeos na região interna da copa das plantas, enquanto Agistemus sp. tende a se concentrar na região externa.

 

CONCLUSÃO

Os ácaros predadores fitoseídeos e Agistemus sp. preferem plantas de erva-mate com presença de Dichopelmus notus para sua permanência, e os fitoseídeos, além de preferirem folhas com presença do eriofiídeo, também são encontrados em maior número nessas folhas.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Prof. Dr. Noeli Juarez Ferla (Centro Universitário UNIVATES, Lajeado, RS), pela identificação das espécies e pela disposição em colaborar com o trabalho, e ao CNPq, pela concessão da bolsa de Produtividade em Pesquisa.

 

REFERÊNCIAS

COLL, O.R.; CACERES, M.S. Determinación de la flutuación poblacional del “ácaro del bronceado” de la yerba mate y sus enemigos naturales. In: WINGE, H. et al. Erva-mate: biologia e cultura no Cone Sul. Porto Alegre: UFRGS, 1995. p. 121-128.        [ Links ]

FERLA, N.J. et al. Acarofauna (Acari) de erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.: Aqüifoliaceae) no estado do Rio Grande do Sul. Biociências, Porto Alegre, v.13, n.2, p.133-142, 2005.        [ Links ]

FERLA, N.J.; MORAES, G.J. de. Oviposição dos ácaros predadores Agistemus floridanus Gonzalez, Eusieus concordis (Chant) e Neoseiulus anonymus (Chant & Baker) (Acari) em resposta a diferentes tipos de alimento. Revista Brasileira de Zoologia, Curitiba, v.20, n.1, p.153-155, 2003.        [ Links ]

GAZZONI, D.L. et al. Manejo de pragas da soja. Londrina: Embrapa CNPSo, 1981. 44p. (Circular Técnica, 5).        [ Links ]

GOUVÊA, A. et al. Dinâmica populacional de ácaros (Acari) em plantas de erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.: Aqüifoliaceae). Neotropical Entomology, Londrina, v.35, n.1, p.101-111, 2006.        [ Links ]

LORENZATO, D. et al. Flutuação populacional de ácaros fitófagos e seus predadores associados à cultura da macieira (Malus domestica Bork) e efeitos dos controles químicos e biológicos. Agronomia Sulriograndense, Porto Alegre, n.23, p.215-242, 1986.         [ Links ]

NORONHA, A.C.S.; MORAES, G.J. Flutuação populacional de ácaro verde da mandioca e seus predadores fitoséideos (Acari: Tetranychidae, Phytoseiidae) em Cruz das Almas – Bahia. Revista Brasileira de Mandioca, Cruz das Almas, v.8, n.2, p.31-39, 1989.        [ Links ]

MONTEIRO, LINO B. Manejo integrado de pragas em macieira no Rio Grande do Sul II: uso de Neoseiulus californicus para o controle de Panonychus ulmi. Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v.24, n.2, p.395-405, 2002.        [ Links ]

MORAES, G.J. de. Perspectiva para o uso de predadores no controle de ácaros fitófagos no Brasil. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.27, p.263-270, 1992.        [ Links ]

PENTEADO, S.R.C. Principais pragas da erva-mate e medidas alternativas para o seu controle. In: WINGE, H. et al. Erva-mate: biologia e cultura no Cone Sul. Porto Alegre: UFRGS, 1995. p.109-120.        [ Links ]

SANTANA, D.L.Q. et al. Principais características de três espécies de ácaros em erva-mate, no Sul do Brasil. Colombo: Embrapa Floresta, 1999. 2p. (Comunicado Técnico, 17).        [ Links ]

WATANABE, M.A. et al. Controle biológico do ácaro rajado com ácaros predadores fitoseídeos (Acari: Tetranychidae, Phytoseiidae) em culturas de pepino e morango. Scientia Agricola, Piracicaba, v.51, n.1, p.75-81, 1994.        [ Links ]

 

 

Recebido para publicação 09.02.06
Aprovado em 19.07.06

 

 

1 Autor para correspondência.

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License