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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.38 no.2 Santa Maria Mar./Apr. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782008000200027 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
PRODUÇÃO ANIMAL

 

Inclusão de diferentes níveis de casca de soja moída em dietas isoenergéticas para suínos em crescimento e terminação

 

Different inclusion levels of soybean hull on isoenergetic growing-finishing pig diets

 

 

Arlei Rodrigues Bonet de QuadrosI, 1; Ivan MoreiraII; Antônio Cláudio FurlanII; Cleber Rogério RibeiroIII; Leandro PerdigãoIII; Mariane KutschenkoIV

IDepartamento de Zootecnia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Av. Roraima, 1000, 97105-900, Santa Maria, RS, Brasil
IIPrograma de Pós-graduação em Zootecnia, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Maringá, PR, Brasil
IIIDepartamento de Zootecnia, UEM, Maringá, PR, Brasil
IVAutônoma, Maringá, RS, Brasil

 

 


RESUMO

O experimento foi conduzido com o objetivo de verificar o efeito da inclusão de diferentes níveis de casca (CS) de soja em dietas isoenergéticas para suínos em crescimento e terminação. Quarenta suínos híbridos, machos castrados e fêmeas, com peso inicial de 27,8 ± 2,1kg, foram bloqueados por peso e distribuídos ao acaso em cinco tratamentos, com quatro repetições de dois animais/baia (unidade experimental). Os tratamentos consistiram da inclusão de 0; 4; 8; 12 e 16% de CS moída (2,5mm) em dietas isoenergéticas (16,4 e 15,0% PB e 3.385 e 3.390kcal ED kg-1) para as fases de crescimento e terminação, respectivamente. Nenhuma variável de desempenho foi influenciada pela inclusão de CS nas dietas. Os níveis crescentes de CS promoveram redução linear da espessura de toucinho (ET), do rendimento de carcaça quente (RCQ) e do rendimento de carcaça fria (RCF) e aumento da quebra por resfriamento (QR). Para as variáveis peso de carcaça quente (PCQ) e peso de carcaça fria (PCF), foram observados efeitos quadráticos, sendo os menores valores observados com 8,0% de inclusão de CS. O aumento do nível de CS na dieta elevou a QR, que piorou o rendimento de carcaça e diminuiu a ET. Não houve diferença para comprimento de carcaça, peso de pernil, área de olho de lombo e relação carne: gordura. Os resultados sugerem que a inclusão de até 16% de CS nas dietas dos suínos em crescimento/terminação não altera seu desempenho e pode produzir carcaças mais magras.

Palavras-chave: alimento alternativo, carcaça, nutrição animal, subproduto vegetal, suínos.


ABSTRACT

The experiment was carried out to verify the effect of different soybean hull (SH) inclusion levels on isoenergetic growing-finishing pig diets. Forty crossbred pigs, barrows and gilts, with 27.8 ± 2.1kg of BW, were blocked according to the weight and distributed in a randomized way in five treatments, with four replicates of two pigs per pen (experimental unit). The treatments consisted of the inclusion of 0; 4; 8; 12 and 16% of ground SH (2.5mm) on isoenergetic diets (16.4 and 15.0% CP and 3,385 and 3,390 kcal DE kg-1 for growing and finishing phases, respectively. None of the performance parameters were influenced by SH inclusion on diets. The crescent SH levels promoted linear reduction on the back fat thickness (BT) and an increase of shrinkage chilling (SCh), hot carcass yield (HCY) and cold carcass yield (CCY). To the variables hot carcass weight (HCW) and cold carcass weight (CCW) were observed quadratic effects and smaller values were observed with 8.0% of SH inclusion. The SH increase level also increase the SCh, worst the carcass yield and decrease the BT. No difference was observed to the length carcass, ham weight, loin muscle area and meat: fat ratio. The results suggest that the inclusion up to 16% of SH on growing-finishing pigs diets does not change their performance and can produce leaner carcasses.

Key words: alternative feedstuffs, carcass, animal nutrition, vegetable by products, swine.


 

 

INTRODUÇÃO

Na suinocultura, a alimentação é o item responsável pela maior parcela do custo de produção. O uso de alimentos alternativos, em substituição parcial ou total do milho, cujo objetivo é reduzir esse custo sem alterar o desempenho animal, é de interesse da cadeia produtiva da carne suína.

A casca de soja (CS), subproduto da industrialização do grão, tem grande destaque no cenário nacional em virtude da alta produção de soja, sendo que representa, em média, 8% do peso do grão (KLOPFENSTEIN & OWEN, 1987). Assim, considerando que a produção total de soja, no Brasil, na safra 2004/05, foi superior a 50 milhões de toneladas, produziram-se-se, cerca de 3,7 milhões de toneladas de CS.

A CS torna-se atrativa pelo aspecto quantitativo. Entretanto, por ser um ingrediente alternativo, ou seja, por ter pouca tradição nas dietas dos animais monogástricos, pode ser alvo de preconceitos quanto ao seu valor nutritivo e efeito no desempenho (SILVA, 2004). Assim, a CS deve ser estudada de forma a elucidar seus efeitos no desempenho de suínos e para determinar os níveis adequados na alimentação.

Resultados de pesquisas sugerem que a CS tem potencial como alimento alternativo para suínos (CHEE et al., 2005; GENTILINI et al., 2004; DECAMP et al., 2001; LIMA et al., 1997). Em dietas para crescimento, a inclusão de CS, em níveis de 6% (LIMA et al., 1997), de 10% (CHEE et al., 2005; SHRIVER et al., 2003) e de 15% (KORNEGAY, 1981), não prejudicou o desempenho dos suínos. Na fase de terminação, as inclusões de 6 a 12% de CS na dieta (LIMA et al., 1997) e de 12% (CHEE et al., 2005) também não alteraram o desempenho dos animais em relação aos que recebiam dieta-controle.

O objetivo deste trabalho foi o de avaliar o efeito da inclusão de diferentes níveis de casca de soja moída na dieta de suínos em crescimento e terminação sobre o desempenho, características de carcaça e viabilidade econômica.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental de Iguatemi da Universidade Estadual de Maringá – FEI/UEM, no período de agosto a novembro de 2004 (80 dias).

A casca de soja (CS) foi fornecida pela Cooperativa Agroindustrial de Maringá – COCAMAR, na forma de casca de soja integral (a granel). Esta CS é denominada de “CS suja”, pois contém, além de grãos de soja quebrados, pedaços de vagens, de caule e sementes de invasoras. Para obtenção da CS moída, utilizou-se um moinho de martelos (28 martelos), com peneira que contém furos de 2,5mm de diâmetro.

Os tratamentos consistiram da inclusão de 0; 4; 8; 12 e 16% de CS moída (2,5mm) em dietas isoenergéticas (16,4 e 15,0% PB; 3.385 e 3.390 kcal ED kg-1 para as fases de crescimento e terminação, respectivamente).

Foram utilizados 40 suínos híbridos, machos castrados (20) e fêmeas (20), com peso vivo inicial de 27,8 ± 2,1kg e final de 93,4 ± 6,2kg. Os animais foram alojados em galpão de alvenaria, coberto com telhas de cimento amianto, dividido por um corredor central (1,0m), com 10 baias (7,6m2 cada) de cada lado. Cada baia possuía dois bebedouros, tipo chupeta, ao fundo, e um comedouro semi-automático de dois lugares, localizado frontalmente. Estas baias apresentavam ainda, ao fundo, uma lâmina d’água de 10cm de profundidade por 80cm de largura, com renovação total da água duas vezes por semana. Os animais tinham livre acesso à alimentação e à água.

As rações foram elaboradas segundo as exigências nutricionais do NRC (1998) e a composição química dos ingredientes conforme ROSTAGNO et al. (2000). Foram fornecidas à vontade, sendo pesadas previamente e, no final do experimento, recolhidas e pesadas as sobras para efeito do cálculo de consumo e conversão alimentar. Foi elaborada uma ração para a fase de crescimento (27,8 a 55,0kg) e outra para a fase de terminação (55,0 a 93,3kg), conforme as tabelas 1 e 2. A granulometria das rações foi determinada segundo metodologia descrita por ZANOTTO & BELLAVER (1996).

Os animais foram pesados no início, aos 34 dias e no final do experimento. Por ocasião das pesagens, realizou-se também a coleta de sangue para a determinação do nitrogênio da uréia plasmática (NUP). As coletas de sangue (aproximadamente 10mL) foram realizadas pela manhã, sem jejum prévio, por meio de punção na veia cava anterior (cranial), com auxílio de seringas de 20mL e agulhas de 40/10. O anticoagulante usado foi a heparina sódica. Após a coleta, as amostras foram centrifugadas (3.000rpm, por 15 minutos) para obtenção do plasma. Na seqüência, foram transferidos 3mL de plasma (em duplicata) para “ependorfes”, que foram armazenados em freezer (-20°C), para posteriores análises das concentrações de NUP, de acordo com metodologia descrita por COMA et al. (1995).

A partir dos dados de consumo e de ganho de peso verificados em cada período experimental, foi calculado o consumo diário de ração (CDR), o ganho diário de peso médio (GDP) e a conversão alimentar (CA).

Para estudar a viabilidade econômica da inclusão de níveis crescentes de CS nas dietas dos suínos, foi determinado o custo em ração por kg de peso vivo ganho, segundo BELLAVER et al. (1985). Foi calculado também o Índice de Eficiência Econômica (IEE) e o Índice de Custo (IC), segundo metodologia proposta por GOMES et al. (1991). Foram usados os preços dos insumos praticados na época para calcular os custos das rações experimentais. O milho (grão) custou R$ 0,32 kg-1, o farelo de soja R$ 0,53 kg-1, o óleo de soja R$ 1,70 kg-1 e a casca de soja R$ 0,19 kg-1 (36% do valor do farelo de soja).

Na fase de crescimento, a espessura de toucinho foi medida com o uso de ultra-som Lean Meater (Renco®), ajustado para duas camadas de toucinho, na posição P2 (última costela), a 6.5cm da linha média dorsal. Na fase de terminação, foi utilizado o aparelho Sono-Grader (Renco®), que mede também a profundidade de lombo na posição P2.

Com o objetivo de avaliar as características quantitativas de carcaça, foram abatidos 20 animais, sendo quatro por tratamento. Estes animais, que representavam o peso médio de cada tratamento, passaram por um jejum de sólidos de 20h antes do abate, segundo procedimentos de rotina, no abatedouro experimental. As carcaças foram resfriadas (1-2°C) por 24h e, posteriormente, avaliadas segundo o Método Brasileiro de Classificação de Carcaça (ABCS, 1973). As áreas de olho de lombo e de gordura foram medidas com auxílio do software SPRING (1996).

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e quatro blocos de dois animais por unidade experimental (baia). Os resultados obtidos foram submetidos à análise de regressão polinomial, utilizando-se o software SAEG (UFV, 2004), de acordo com o seguinte modelo estatístico: Yij = m + b1(Ni - N) + b2(Ni - N) + eij, em que: Yij= valor observado das variáveis estudadas, relativo a cada unidade experimental j, recebendo o nível i de CS; m= constante geral associada a todas as observações; b1= coeficiente de regressão linear do nível de CS sobre a variável Y; b2= coeficiente de regressão quadrático do nível de CS sobre a variável Y; Ni = níveis de CS nas rações, sendo i = 4; 8; 12 e 16%; N = nível médio de CS nas rações; eij = erro aleatório associado a cada observação.

Os valores de NUP medidos no início do experimento (baseline) foram usados como covariável para a análise de NUP no final das fases de crescimento e terminação. Para a análise estatística do NUP e das características de carcaça, cada animal foi considerado uma unidade experimental. Foi utilizado o teste de Dunnett a 5% (SAMPAIO, 1998) para a comparação dos resultados da ração testemunha (nível zero de CS moída) com cada um dos níveis de substituição de CS.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados relativos ao desempenho e ao NUP dos suínos alimentados com níveis crescentes de CS moída na dieta, nas fases de crescimento e terminação, são apresentados na tabela 3. Nas duas fases (crescimento e terminação), a comparação entre os níveis crescentes de inclusão de CS moída e a ração testemunha (nível “0”) não apresentou diferenças (P>0,05) para os resultados de desempenho (CDR, GDP e CA).

Utilizando 10% de CS em dietas para suínos em crescimento, CHEE et al. (2005) encontraram valores ligeiramente superiores para CDR, similares para GDP e pior conversão alimentar. Na fase de terminação, esses autores utilizaram 12% de CS e obtiveram um CDR de 1,86kg e GDP de 0,583kg, sendo, portanto, inferiores aos obtidos neste estudo. A CA, porém, foi semelhante.

Quando os dados foram analisados por regressão, sem considerar o nível zero, houve resposta quadrática, na fase de crescimento, para o GDP (Y = 0,8840 – 0,0264X + 0,0015X2; R2 = 0,83) e para a CA (Y = 2,2854 + 0,0456X – 0,0023X2; R2 = 0,71). O menor GDP e a pior CA foram observados, respectivamente, para os níveis de inclusão de 8,8 e 9,9% de CS moída. Na fase de terminação, foi observada resposta linear para o CDR (Y = 2,3398 + 0,0222X; R2 = 0,79) e para o GDP (Y = 0,745 + 0,0087X; R2 = 0,64).

Em um estudo conduzido por DECAMP et al. (2001), não foram observadas alterações no desempenho de suínos em terminação ao se utilizar CS suplementada com energia. Esses autores sugerem o uso de até 10% de CS nas rações para suínos em terminação.

O NUP não foi influenciado (P>0,05) pela inclusão de CS, tanto no crescimento como na terminação. A comparação do nível zero (ração testemunha) com os demais níveis de inclusão também não indicou diferença (P>0,05). Esses resultados sugerem que os níveis de inclusão de CS moída não interferiram na qualidade protéica da dieta.

Os resultados referentes à análise econômica da inclusão da CS moída nas dietas dos suínos em crescimento e terminação são apresentados na tabela 4. Os diferentes níveis de inclusão de CS moída nas dietas não promoveram diferenças no custo de ração por quilograma de peso vivo ganho, e, por conseqüência, sobre o Índice de Eficiência Econômica. Entretanto, deve-se considerar que, à medida que se eleva a % de CS moída na dieta, há a necessidade de aumentar também a quantidade de óleo (ou outra fonte de energia), o que pode inviabilizar economicamente o seu uso, dependendo da relação de preços entre os ingredientes da dieta. O uso da CS moída está vinculado ao preço do milho, bem como ao do ingrediente usado para suprir a energia da dieta (por ex., óleo de soja). Quando o preço do milho aumenta e o do óleo diminui, o uso da CS torna-se atraente.

Os valores médios referentes à avaliação das carcaças dos suínos encontram-se na tabela 5. A quebra por resfriamento (QR; P=0,052) evidenciou resposta linear crescente, já os rendimentos de carcaça quente (RCQ; P=0,024) e fria (RCF; P=0,008) apresentaram respostas lineares decrescentes em função da inclusão de CS. Como estas são características inter-relacionadas, o efeito em uma é refletido na outra.

A espessura de toucinho (ET), uma variável de grande importância econômica, reduziu-se de forma linear (P=0,067) com a inclusão da CS moída. SHRIVER et al. (2003), num estudo em que houve a inclusão de 10% de CS em dietas de baixo teor protéico com adição de aminoácidos sintéticos, também observaram redução (P<0,020) na ET. Por outro lado, BOWERS et al. (2000) verificaram que a ET diminuiu em suínos alimentados com dietas que continham 3% de CS e, então, aumentou (P<0,080) com a elevação dos níveis de CS (6 e 9%). Isto pode tornar-se importante na cadeia produtiva da carne suína, uma vez que o mercado consumidor moderno requer carcaças suínas magras.

No presente trabalho, ocorreu comportamento semelhante ao que foi constatado por GOMES et al. (2004), com as variáveis RCQ, RCF e ET, quando forneceram para suínos, em crescimento e terminação, uma ração experimental acrescida de 8% de FDN. Nota-se que, apesar do efeito benéfico na redução da deposição de gordura nas carcaças, deve-se atentar para a QR, pois os dados indicam uma maior QR naquelas carcaças de animais que receberam CS em suas dietas. Este comportamento pode estar associado à composição física do tecido muscular e do tecido adiposo, considerando-se que a carne contém mais água do que a gordura. As variáveis comprimento de carcaça, peso de pernil, quebra pelo jejum, área de olho de lombo e relação carne: gordura não foram influenciadas (P>0,05) pela inclusão de CS na ração.

 

CONCLUSÃO

Os resultados sugerem que a inclusão de até 16% de casca de soja moída nas dietas dos suínos em crescimento/terminação não traz prejuízos ao seu desempenho e pode produzir carcaças mais magras e que a viabilidade econômica do seu uso é dependente do seu custo relativo, isto é, de sua comparação aos demais ingredientes usados nas rações, em especial, ao milho e à fonte energética suplementar.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido para publicação 29.12.06
Aprovado em 16.05.07

 

 

1 Autor para correspondência.

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