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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.40 no.10 Santa Maria Oct. 2010  Epub Oct 01, 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782010005000155 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
PRODUÇÃO ANIMAL

 

Níveis de cálcio no desempenho de machos reprodutores de corte com e sem crista

 

Calcium levels in the performance of broiler breeder males with and without comb

 

 

Alexandre Pires RosaI; Márcio PileccoII, 1; Walter LuccaIII; Rodrigo UttpatelIII

IDepartamento de Zootecnia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil
IICurso de Zootecnia, UFSM, 97015-040, Santa Maria, RS, Brasil. E-mail: mpilecco@yahoo.com.br
IIIPrograma de Pós-graduação em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil

 

 


RESUMO

O objetivo deste experimento foi avaliar o efeito do nível de cálcio na dieta sobre o peso corporal e as variáveis reprodutivas (volume de sêmen, número de células espermáticas e fertilidade) em reprodutores de corte machos com ou sem crista. Foram utilizados 32 machos Cobb 500, 50% com crista inteira e 50% sem crista. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com esquema fatorial 2x2, duas condições de crista (com e sem) e dois níveis de cálcio (0,90 e 1,35%). O sêmen foi coletado pelo método americano, e o número de células espermáticas foi determinado em câmara de Neubauer. Na 42a, na 43a e na 44a semana de idade dos machos, 48 fêmeas para cada tratamento foram inseminadas artificialmente. As inseminações foram realizadas duas vezes por semana, com sêmen fresco, na dose de 0,05mL. Depois de 21 dias de incubação, os ovos não eclodidos foram quebrados e examinados macroscopicamente para análise da fertilidade. Os machos alimentados com 0,90 e 1,35% de cálcio nas dietas tiveram pesos similares. Além disso, na 31a semana de idade, machos com crista que receberam dietas com 0,90% de cálcio apresentaram maior número de células espermáticas (3,00x106 0,90% com crista contra 9,46x105 0,90% sem crista). O nível de cálcio de 0,90% foi suficiente para promover um bom desempenho reprodutivo em reprodutores de corte machos. Machos com crista inteira tiveram melhor fertilidade que os demais machos sem crista.

Palavras-chave: fertilidade, avicultura, células espermáticas, volume de sêmen.


ABSTRACT

The objective of this trial was to evaluate the effect of dietary calcium on the body weight and reproductive variables (semen volume, number of spermatic cells and fertility) in broiler breeder males with or without comb. A total of 32 males Cobb 500 were used, 50% combed and 50% not combed males. The experimental design was completely randomized in a factorial 2x2, with two comb conditions (with or without) and two levels of calcium (0.90 e 1.35%). Semen was collected using the American methods and number of spermatic cells was determined in a Neubauer chamber. At 42, 43 and 44 weeks of age, 48 females were artificially inseminated by treatment, twice a week, with dosage of 0.05mL fresh semen. After 21 day of incubation the unhatched eggs were broken and examined macroscopically to analyze the fertility. The roosters that were fed with 0.90 and 1.35% of calcium on the diets had similar weight. Besides, at 31st of age, males with comb that were fed with 0.90% of calcium on the diet presented higher number of spermatic cells (3.00x106 0.90% with comb intact against 9.46x105 0.90% without comb). The 0.90% calcium level was enough to promote a good reproductive performance in broiler breeder males. Males with comb intact had better fertility than the males without comb.

Key words: fertility, poultry, spermatic cells, semen volume.


 

 

INTRODUÇÃO

Em virtude da importância do rendimento de carcaça do frango de corte, tem sido realizada alta pressão de seleção genética na linha macho em matrizes, com o objetivo de melhorar seu desempenho e assim transmitir tais características aos seus descendentes. Nesse sentido, a nutrição tem considerável responsabilidade pelo sucesso da avicultura. O manejo nutricional da matriz tem recebido maior ênfase, enquanto a nutrição dos reprodutores machos tem sido relegada ao segundo plano. Apesar de a proporção de machos representar apenas 10% em relação à das fêmeas, os machos contribuem com 50% da carga genética do plantel e são fundamentais para a fertilidade deste. Entretanto, as informações atuais sobre os fatores nutricionais que influenciam o desempenho reprodutivo não estão de acordo com a importância dos machos no processo reprodutivo (DANIKOWSKI et al., 2002).

Entre os principais nutrientes para as aves, o cálcio é o mineral mais ativo metabolicamente, sendo essencial para uma série de funções metabólicas, principalmente no desenvolvimento da ave. O cálcio é um mineral que atua na formação esquelética, ativação enzimática e secreção de hormônios e de neurotransmissores (VANDER et al., 1990; MACARI et al., 2002). O cálcio é requerido pelas aves para formação e manutenção da estrutura óssea, adequado crescimento e utilização eficiente dos alimentos, formação da casca do ovo, transmissão de impulsos nervosos, coagulação sanguínea, contração muscular, ativador de sistemas enzimáticos e envolvimento com a secreção de diferentes hormônios (VARGAS JUNIOR et al., 2003; SÁ et al., 2004).

Dietas com altos níveis de cálcio são justificadas para galinhas em fase de produção de ovos. Porém, altos níveis de cálcio, fornecidos no período reprodutivo, desencadeiam problemas renais (VALLE, 1999), bem como impedem a absorção de alguns minerais, como manganês, zinco e magnésio, afetando dessa forma o desempenho dos galos (WALDROUP, 1996). Exames histopatológicos indicaram nefrose, gota visceral, deposição de urato de cálcio nos ureteres e mortalidade de até 20% (SCOTT et al., 1982).

Pesquisas que investigam o efeito do cálcio dietético para galos são limitadas. Estudando níveis crescentes de cálcio para galos em dois experimentos, WILSON et al. (1969) observaram uma redução no volume seminal com a utilização de 0,50, 1,00, 1,5 e 2,0% de cálcio na dieta, não registrando efeitos dos níveis de cálcio sobre a concentração espermática, percentagem de espermatozoides mortos, fertilidade, eclodibilidade ou percentagem de cinzas nos ossos. NORRIS et al. (1971) observaram que o fornecimento de dieta contendo 0,0035% de cálcio e 0,1% de fósforo total para galos Leghorn resultou em teor normal de cinzas ósseas. Trabalhando com galos Leghorn submetidos a muda forçada, LOPES et al. (1993) observaram um efeito adverso de altos níveis de cálcio dietético (3,5%) sobre o volume seminal, o número de espermatozoides por ejaculado, o vigor e a motilidade espermática, mas não na fertilidade e no peso corporal. Os autores também verificaram redução no teor de cinzas ósseas em galos que receberam 1% de cálcio, comparativamente a galos que receberam 3,5% de cálcio. Em reprodutores de linhagem de corte, KAPPLEMAN et al. (1982) constataram que os níveis de cálcio variando de 0,5 a 7g dia-1 não afetaram o desempenho reprodutivo dos galos.

Níveis de 0,92 a 0,96% de cálcio são satisfatórios para machos Cornish durante a fase de reprodução (ELGUEIRA, 1986). Já McDANIEL et al. (1985) recomenda níveis de 0,8 a 1,0% de cálcio, e WILSON et al. (1969) recomendam níveis de 0,96% de cálcio. ROSTAGNO et al. (2005) citam que níveis de cálcio de 0,65% para galos atende as necessidades reprodutivas em todos os aspectos. HONMA (1992) mencionou que o nível de cálcio adequado para reprodutores de corte machos deve ser abaixo de 2,0%.

O corte parcial e total da crista do macho é realizado como prática rotineira em empresas avícolas. A retirada da crista minimiza o problema de necrose desta, evitando também perdas de machos quando há tentativa de busca de alimentos nos comedouros das fêmeas (FERRUFINO, 1996). Por outro lado, machos com crista inteira dominam as fêmeas com maior facilidade no início do ciclo reprodutivo, permitindo maior fertilidade na primeira etapa reprodutiva. Além disso, a permanência da crista facilita a alimentação separada entre os sexos na reprodução e ajuda na dissipação de calor nas regiões de clima quente (FERRUFINO, 1996). Constatou-se que ovos oriundos de fêmeas acasaladas com machos com crista obtiveram maior fertilidade na 32a semana, e que esses machos apresentaram maior dominância sobre as fêmeas, influenciando positivamente a fertilidade no início do ciclo produtivo (FERRUFINO, 1996).

Devido às controvérsias relacionando manejo com nutrição, o objetivo deste estudo foi avaliar dois níveis de cálcio, comumente usados em rações fornecidas a matrizes fêmeas, para reprodutores de corte, com e sem crista, quanto às variáveis peso corporal, volume de sêmen, número de células espermáticas e fertilidade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Para a execução do experimento, foram adquiridos 32 reprodutores da linhagem Cobb 500, com um dia de idade, sendo 50% com crista e os demais sem crista. A ausência da crista foi devida à cauterização realizada no incubatório da Agrogen Desenvolvimento Genético Ltda (Montenegro, no Rio Grande do Sul (RS)).

No período pré-experimental, ou seja, na fase de cria e recria (1a a 22a semana), todas as aves receberam os mesmos níveis nutricionais e as mesmas condições de manejo, conforme manual da linhagem. No incubatório, as aves receberam a vacina contra a doença de Marek e cauterização da espora. A debicagem ocorreu no 6° dia de idade e a alimentação, durante as três primeiras semanas, foi ad libitum e depois restrita para controlar o peso e a uniformidade das aves (obtida por pesagens semanais). O incremento alimentar (quantidade diária de ração fornecida) foi realizado buscando manter o peso padrão da linhagem. A seleção dos machos foi realizada na 8a, na 14a e na 22a semana de idade, quando foram realizadas pesagens totais, e as aves agrupadas conforme faixa de peso corporal (leves, médias e pesadas), sendo 33% de aves para cada categoria de peso. Na 22a semana, os machos foram distribuídos em gaiolas metálicas individuais de 0,30x0,40x0,40m (frente, altura, profundidade), dotadas de bebedouro e comedouro, de maneira que cada tratamento conteve o mesmo número de machos nas faixas de peso leve, médio e pesado.

Na fase experimental, foram utilizadas duas dietas, as quais diferiam somente no nível de cálcio (0,90 e 1,35%). Comumente, alguns avicultores fornecem rações de fêmeas para os machos. O propósito da escolha desses níveis no presente trabalho foi auxiliar o avicultor na escolha da ração de fêmea mais adequada para machos, sem necessidade de fabricar uma ração específica. Como o nível de 0,90% é a quantidade de cálcio utilizada em dietas na fase de crescimento para matrizes da linhagem COBB 500 e o nível de 1,35% é o utilizado na fase de pré-postura dessa mesma linhagem, optou-se testar quais desses níveis se adequariam melhor para machos. Essas dietas eram isoproteicas, isoenergéticas, isofosfóricas e isoaminocídicas, conforme tabela 1. Durante o período experimental (22a a 44a semana de idade), a alimentação foi de 125g ave-1 dia-1, fornecida diariamente pela manhã, sempre no mesmo horário.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x2, duas condições de crista (com ou sem) e dois níveis de cálcio (0,90 e 1,35%). Cada tratamento foi constituído de oito repetições, com um macho por unidade experimental. Na 24a semana, iniciou-se a coleta dos dados, e a pesagem das aves foi realizada a cada 14 dias. A coleta de sêmen foi realizada nas semanas em que não houve pesagem, ou seja, entre a 25a e 43a semanas, pelo método americano, em que o reprodutor é estimulado por meio de massagem abdominal (BRILLARD, 1992).

O sêmen foi coletado em tubos de ensaio de vidro, com diâmetro de 1,5cm, graduados em mililitros, padronizados pelo "INMETRO". A diluição para a contagem das células espermáticas foi de 1 para 200, seguindo a mesma técnica usada para bovinos (BRILLARD, 1992). A diluição do sêmen foi feita com solução salina tamponada de formol para manter a integridade das células, cuja diluição era composta de citrato de sódio 29% e formol 37%, (96mL de citrato e 4mL de formol para 100mL, respectivamente). A contagem das células foi feita em câmara de Neubauer, em cinco campos de cada lado desta;, após obtenção da média, o valor foi multiplicado pela constante de diluição (10000), e o valor foi expresso em número de células espermáticas por mm3.

A fertilidade foi avaliada por meio da inseminação artificial realizada em 192 fêmeas Barred Plymouth Rock entre a 42a e a 44a semana, para isso foram realizadas duas inseminações por semana após às 14h, com sêmen fresco, na dose de 0,05mL por ave, conforme ROSA et al. (1995). Os ovos foram coletados quatro vezes ao dia, identificados e fumigados com permanganato de potássio e formol a 37% e armazenados em sala climatizada (18°C e 65% Umidade Relativa) por um período de no máximo quatro dias até o início da incubação. A fertilidade foi avaliada no 21° dia de incubação, pela contagem dos pintos nascidos, e avaliação dos ovos não eclodidos. Para a verificação dos ovos fertilizados, fez-se a quebra de todos os ovos não eclodidos calculando-se assim a fertilidade e a eclodibilidade (MARQUES, 1986).

Os dados foram submetidos à análise de variância, ao nível de 5% de significância, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey, sendo utilizado o pacote estatístico SAS (1997).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Em todas as semanas do estudo, os machos alimentados com 0,90 e 1,35% de cálcio nas dietas tiveram pesos corporais similares entre as classes de peso (leve, médio e pesado) (P0,05). Esses resultados estão de acordo com os encontrados por HONMA (1992) e RUTZ et al. (1999), os quais também não encontraram influência no peso corporal de reprodutores machos em dietas que tiveram os níveis de cálcio variando entre 0,35 e 3,5%. Por outro lado, na 34a e 36a semanas de idade, os machos submetidos a dietas com 1,35% de cálcio tiveram uma tendência de apresentarem maiores pesos corporais. Pode ser sugerido que essa tendência seja devido a uma diferença mínima em proteína bruta nas dietas dos tratamentos, em que a dieta contendo 1,35% de cálcio possuía 0,09% de proteína bruta a mais que a dieta contendo 0,90% de cálcio (Tabela 1).

O volume de sêmen produzido com intervalo de 14 dias não mostrou efeito significativo (P>0,05) quanto aos níveis de cálcio estudados e ao efeito crista (corte ou não). Na figura 1, está representado o comportamento do volume de sêmen com máximo volume na 37a semana. Nos estudos de ELGUEIRA (1986), níveis de 0,92 a 0,96% de cálcio foram suficientes para atender as exigências de mantença dos galos. Segundo LEESON & SUMMERS (2000), 0,75% de cálcio em dietas separadas por sexo é suficiente para manter bom desempenho reprodutivo dos galos, e o excesso pode desencadear problemas ligados ao funcionamento dos rins. Já McDANIEL et al. (1985) recomendam níveis de 0,80 a 1,0% de cálcio. HONMA (1992) constatou que o volume de sêmen diminuiu quando o nível de cálcio foi de 2,0%.

Quanto à interação níveis de cálcio e presença ou não da crista, houve efeito significativo somente para as variáveis concentração de células espermáticas e fertilidade (P<0,05). Esses resultados discordam de outros trabalhos (TOWER et al., 1963; LOGAN, 1965), os quais relatam que nenhuma característica produtiva foi afetada pelo corte ou não da crista.

Na variável concentração das células espermáticas, observaram-se diferenças significativas com relação à interação níveis de cálcio versus crista (presença ou não) (P=0,0472) na 31a semana, em que os machos com crista que receberam dieta com 0,90% de cálcio apresentaram maior concentração de células espermáticas em comparação com os galos com dieta de 0,90% de cálcio e sem crista. Os machos com dieta de 1,35% de cálcio com crista inteira e com corte da crista não se diferençaram dos tratados com 0,90% de cálcio e com crista inteira e com corte da crista (Tabela 2). Pode-se sugerir que os machos do tratamento com 0,90% de cálcio com corte de crista atingiram o pico de produção de células espermáticas antes dos machos do tratamento com 0,90% de cálcio sem corte de crista. Após esse pico de produção, houve um decréscimo acentuado. Esse decréscimo coincidiu com o pico de produção dos machos que receberam dieta com 0,90% de cálcio e com crista intacta, causando a diferença significativa. Níveis de 0,75 a 1,0% de cálcio em dietas separadas entre sexos não alteram a produção de células espermáticas (ELGUEIRA, 1986; MCDANIEL et al., 1985; LEESON & SUMMERS, 2000).

No estudo de interação, a fertilidade apresentou diferença (P0,05), em que os machos com dieta de 0,90% de cálcio e com corte da crista apresentaram desempenho inferior em comparação com os demais tratamentos na 44a semana de idade dos machos (Tabela 3).

As aves sem crista demonstram ter uma área epitelial seminífera menor que as aves com crista inteira, produzindo um número menor de células espermáticas (WILSON et al., 1988). Além disso, aves sem crista dissipam o calor de forma ineficiente (KHAN & JOHNSON, 1970), aumentando a temperatura corporal e reduzindo assim a fertilidade. A espermatogênese é maior durante as primeiras horas do dia quando a temperatura corporal e dos testículos (39°C) é menor que a média corporal (WILLIANS, 1958; TIENHOVEN, 1971).

 

CONCLUSÃO

Portanto, administrar a menor dose de cálcio na dieta (0,90%) e preservar a crista intacta do reprodutor de corte se configuram na melhor relação entre nutrição e manejo, sendo suficiente para manter as variáveis peso corporal, volume de sêmen, número de células espermáticas e fertilidade em níveis adequados de produção.

 

REFERÊNCIAS

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Recebido para publicação 20.09.08
Aprovado em 14.08.10
Devolvido pelo autor 05.09.10
CR-1151

 

 

1 Autor para correspondência.

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