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Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478On-line version ISSN 1678-4596

Cienc. Rural vol.45 no.8 Santa Maria Aug. 2015  Epub May 12, 2015

https://doi.org/10.1590/0103-8478cr20130040 

Defesa Fitossanitária

Nematoides fitoparasitos em áreas de cultivo de antúrio dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina

Plant parasitic nematodes in anthurium growing areas from São Paulo, Paraná and Santa Catarina States, Brazil

Claudio Marcelo Gonçalves de Oliveira*  1  

Rosana Bessi 2  

Juliana Magrinelli Osório Rosa 1  

Roberto Kazuhiro Kubo 1  

Antonio Fernando Caetano Tombolato 3  

1Instituto Biológico, Laboratório de Nematologia, 13001-970, Campinas, SP, Brasil

2Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ), Piracicaba, SP, Brasil.

3Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico, Campinas, SP, Brasil.


RESUMO

O objetivo do presente trabalho foi identificar os nematoides associados a plantas de antúrio (Anthurium andraeanum) cultivadas como flor de corte (13 amostras) ou plantas em vaso (41 amostras) nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Nematoides foram extraídos de 10g de raízes e 250cm3 de solo ou substrato e identificados sob microscópio de luz. A espécie mais frequente foi Radopholus similis, detectada em 54% das amostras de antúrio cultivado como flor de corte. Constituíram novas ocorrências em antúrio no Brasil: Helicotylenchus erythrinae, H. californicus, H. multicinctus, Meloidogyne paranaensis e R. similis. Entretanto, nenhum nematoide parasito de plantas foi encontrado nos antúrios cultivados em vaso, com substrato de fibra de coco.

Palavras-Chave: Anthurium andraeanum; levantamento; primeira ocorrência.

ABSTRACT

The aim of this research was to identify plant parasitic nematodes associated with Anthurium andraeanum plants cultivated as cut flowers (13 samples) or pot flowers (41 samples) in the States of São Paulo, Paraná and Santa Catarina, Brazil. Nematodes were extracted from 10g of roots and 250cm3 of soil by centrifugation method and identified under microscope. The most frequently occurring species was Radopholus similis detected on 54% of anthuriums cultivated as cut flowers. Among the identified species, the following associations constitute new records to Brazil in anthuriums: Helicotylenchus erythrinae, H. californicus, H. multicinctus, Meloidogyne paranaensis and R. similis. However, no plant parasitic nematodes were detected on A. andraeanum cultivated as pot flowers in coconut fiber substrate.

Key words: Anthurium andraeanum; first record; survey.

O estado de São Paulo é considerado um dos maiores centros de produção e comercialização do antúrio (Anthurium andraeanum Linden), cuja produção se concentra nas regiões de Holambra, Atibaia e Vale do Ribeira (CALDARI JÚNIOR, 2004). No Brasil, mais de 20 gêneros de fitonematoides foram detectados em associação a plantas ornamentais (OLIVEIRA, 2008). Afora relatos isolados de novas ocorrências, a literatura brasileira registra apenas seis levantamentos de nematoides em plantas ornamentais, realizados em Lavras, Minas Gerais (COSTA et al., 2001), no norte e noroeste do Paraná (DIAS-ARIEIRA et al., 2007), na zona da mata de Pernambuco (LINS & COELHO, 2004), nos estados de São Paulo e Minas Gerais (OLIVEIRA et al., 2007), no estado do Ceará (FREIRE & MOSCA, 2009) e no litoral sul da Bahia (MATTOS SOBRINHO et al., 2012). Portanto, ainda não há referência de nematoides associados a um grande número de espécies de plantas ornamentais, incluindo-se nesse caso, o antúrio.

Atualmente, no Brasil, são conhecidas as associações das seguintes espécies de nematoides ao antúrio: Helicotylenchus dihystera (Cobb) Sher, Meloidogyne incognita (Kofoid & White) Chitwood, M. javanica (Treub) Chitwood, M. inornata Lordello, Scutellonema brachyurus (Steiner) Andrassy, Xiphinema sp. Cobb e Tylenchus sp. Bastian (COSTA MANSO et al., 1994; COSTA et al., 2001; DIAS-ARIEIRA et al., 2007; OLIVEIRA, 2008; FREIRE & MOSCA, 2009). Apesar de existirem os relatos citados, a avaliação apropriada dos danos causados por essas espécies de nematoides em antúrio ainda não foi realizada. Assim, o presente trabalho teve como objetivos estudar a ocorrência de nematoides fitoparasitos nas áreas de cultivo de antúrio do estado de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Treze amostras nematológicas compostas de solo e de raízes foram coletadas nas principais áreas produtoras de antúrio, cultivados como flor de corte nos municípios de Pariquera-Açu (SP), Caraguatatuba (SP), Garuva (PR) e Joinvile (SC). Cada subamostra foi formada por aproximadamente 10g de raízes jovens e 250cm3 de solo da rizosfera de antúrio, coletadas à profundidade de 0 a 20cm. Cada amostra foi constituída de quatro subamostras, coletadas aleatoriamente em diferentes pontos de cada canteiro, sendo devidamente acondicionados em sacos de polietileno, etiquetados e armazenados em caixas térmicas para transporte ao laboratório.

Além disso, também estão registradas, no presente trabalho, 41 amostras de substrato (fibra de coco) e raízes de antúrio cultivados em vaso, provenientes dos municípios paulistas de Artur Nogueira, Campinas, Jaguariúna, Holambra e Santo Antônio de Posse, as quais foram encaminhadas para análise nematológica à clínica mantida pelo laboratório de Nematologia do Centro Experimental Central do Instituto Biológico (CEIB/Instituto Biológico), em Campinas (SP), no período de 2010 a 2012.

Os nematoides presentes em 250cm3 de solo ou substrato e 10g de raízes foram extraídos pelos métodos de JENKINS (1964) e COOLEN & D'HERDE (1972), respectivamente, sendo os espécimes mortos em água aquecida (banho-maria) a 60 C por 5 minutos, fixados e conservados em formalina 2%. A estimativa populacional de cada gênero foi obtida através da contagem em lâminas de Peters, utilizando-se microscópio de luz. Para a identificação das espécies, recorreu-se a lâminas temporárias (formalina) e/ou permanentes (glicerina), examinadas em microscópio provido de câmara clara. A identificação foi feita principalmente a partir do exame dessas lâminas, baseada em características morfológicas e morfométricas. A identificação de Meloidogyne Goeldi foi realizada através da análise da configuração perineal de fêmeas adultas e confirmada através de técnicas eletroforéticas do perfil de esterases (OLIVEIRA et al., 2012).

Nenhuma das 41 amostras de substrato e raízes de antúrio cultivados em vaso apresentou nematoides parasitos de plantas, provavelmente reflexo do uso de substrato (fibra de coco) livre de nematoides. Por outro lado, a partir de amostras de solo e de raízes obtidas de antúrios cultivados como flor de corte, diretamente no solo, em canteiros, detectou-se a presença de nematoides pertencentes aos gêneros Helicotylenchus Steiner, Meloidogyne, Paratylenchus Micoletzky e Radopholus Thorne. As espécies H. erythrinae (Zimmermann) Golden, H. californicus Sher, H. multicinctus (Cobb) Golden, e R. similis (Cobb) Thorne, as quais foram identificadas com base em caracteres morfológicos e morfométricos inerentes a cada espécie, enquanto que M. paranaensis foi identificada pelo padrão perineal e perfil de esterase. As espécies identificadas constituem novas ocorrências em antúrio no Brasil.

Os dados quantitativos dos nematoides encontrados em 10 gramas de raiz e 250cm3de solo estão na tabela 1. Das 13 amostras oriundas dos municípios de Pariquera-Açu, Caraguatatuba, Garuva e Joinvile, a espécie mais frequente em raízes de antúrio foi R. similis (presente em 54% das amostras), seguido de Paratylenchus sp. (31%) e M. paranaensis (15%). Nas análises de solo, detectou-se H. erythrinae em 23% das amostras, H. multicinctus em 15%, Paratylenchus sp. em 15% e H. californicus em 8%, sendo que 39% das amostras de solo não apresentavam fitonematoides.

Tabela 1: Número de nematoides fitoparasitos associados ao antúrio, extraídos de 10 gramas de raiz e 250 cm3 de solo. 

Nas amostras de solo coletadas na rizosfera de antúrio 'IAC Isla', 'IAC Netuno' e 'IAC Juréia', em Caraguatatuba (SP), foi possível detectar três espécies de Helicotylenchus (H. erythrinae, H. californicus e H. multicinctus), ocorrendo concomitantemente a R. similis. Helicotylenchus multicinctus é importante parasito de bananeira (GOWEN et al., 2005), tendo sido relatado também em Heliconia sp. L. e Musa ornata Roxb nos municípios de Conceição do Almeida e Cruz das Almas (BA) (ZEM & LORDELLO, 1983).

Helicotylenchus erythrinae, juntamente com H. crenacauda e H. dihystera, foram relatadas pela primeira vez em Heliconia spp. no litoral sul da Bahia (MATTOS SOBRINHO et al., 2012). Helicotylenchus erythrinae está associada a várias plantas cultivadas no Brasil (COSTA MANSO et al., 1994), ocorrendo naturalmente em florestas de Mata Atlântica e em áreas de preservação permanente (SILVA et al., 2008). No entanto, apesar da ampla gama de plantas hospedeiras, até o presente não há relatos de danos de H. erythrinae em antúrio ou outras plantas cultivadas. Com relação a H. californicus, encontrado na rizosfera de antúrio 'IAC Netuno' cultivado em Caraguatatuba (SP), há relatos anteriores dessa espécie em diversas frutíferas (banana, laranja, mamão), além de coco e cana de açúcar, cultivados principalmente nos estados da Bahia e Sergipe (COSTA MANSO et al., 1994).

O gênero Paratylenchus foi detectado em amostras de solo e associados a raízes de antúrio provenientes de Garuva (PR) e Joinvile (SC). Os nematoides deste gênero são ectoparasitos, de ocorrência relativamente comum em solos brasileiros, com ampla gama de plantas hospedeiras, como, por exemplo, abacaxi, banana e coco (COSTA MANSO et al., 1994).

No presente trabalho, através da análise dos fenótipos de esterase (fenótipo P1) e padrão da região perineal de fêmeas, diagnosticou-se M. paranaensis em antúrio 'IAC Eidibel' e 'IAC Astral' cultivados no município de Pariquera-Açu (SP). No geral, as plantas mostravam pequenas galhas e massas de ovos no sistema radicular. Anteriormente, exemplares de M. incognita haviam sido relatados nessa ornamental nos estados do Paraná (SANTOS & SILVA, 1984) e Ceará (FREIRE & MOSCA, 2009) e exemplares de M. inornata em São Paulo (LORDELLO, 1957). Nesse caso, as galhas encontradas eram semelhantes às relatadas no presente estudo. Além da ocorrência de M. incognita em áreas de cultivo de antúrio no Ceará, FREIRE & MOSCA (2009) evidenciam o uso de solos contaminados na preparação dos substratos pelos produtores da região, que, em sua maioria, apresentam baixo nível tecnológico, resultando na disseminação desse e de outros patógenos associados às plantas ornamentais.

Radopholus similis, espécie migradora e endoparasita de muitas plantas tropicais, ocorre com frequência em raízes e rizomas de A. andraeanum,causando a severa doença denominada de declínio do antúrio, responsável por perdas de 50% de produtividade (ARAGAKI et al., 1984). A. andraeanum é muito suscetível ao ataque de R. similis, sendo que o nematoide cavernícola é considerado importante parasito dessa ornamental nos EUA (Flórida e Havaí), Trindade e Tobago e Portugal (Ilha da Madeira) (VOVLAS et al., 2003; BALA & HOSEIN, 1996; SIPES & LICHTY, 2002). Apesar da presença frequente em áreas brasileiras cultivadas com bananeira, às vezes próximas ao cultivo de antúrio, até o momento não existem registros de ocorrência do nematoide cavernícola em antúrios no Brasil. No presente estudo, R. similis foi encontrado parasitando o sistema radicular das cultivares 'IAC Juréia', 'IAC Iguape', 'IAC Isla', 'Anthura Champion' e 'IAC Netuno', provenientes de Pariquera-Açu (SP) e Caraguatatuba (SP). As raízes apresentavam lesões necróticas características do ataque dessa espécie, mas não foram observados sintomas reflexos na parte aérea.

Através do presente trabalho, concluiu-se que antúrios cultivados em vasos, em substrato de fibra de coco, não apresentaram nematoides parasitos de plantas. No entanto, identificou-se, pela primeira vez no Brasil, associadas às plantas de antúrio destinadas a flor de corte, as espécies H. erythrinae, H. californicus, H. multicinctus, M. paranaensis e R. similis. Com exceção de R. similis, não se conhece a extensão dos danos causados por esses nematoides, sendo necessários futuros estudos de patogenicidade.

REFERÊNCIAS

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Recebido: 11 de Janeiro de 2013; Aceito: 18 de Setembro de 2014

Autor para correspondência: Claudio Marcelo Gonçalves de Oliveira, email: marcelo@biologico.sp.gov.br

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