SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
 issue6CEFAM - Uma proposta de formação e aperfeiçoamento de professores para o 1ºgrauEducation in high school: in search of an agreed organization with the new determinations of the work market author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Article

Indicators

Related links

  • Have no similar articlesSimilars in SciELO

Share


Paidéia (Ribeirão Preto)

Print version ISSN 0103-863X

Paidéia (Ribeirão Preto)  no.6 Ribeirão Preto Feb. 1994

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-863X1994000100003 

A proposta curricular para o ensino de ciências e programas de saúde: uma síntese e detalhamento para o ciclo básico

 

 

Fátima Neves do Amaral CostaI; Lisete Diniz Ribas CasagrandeII

IProfessora do Departamento de Didática da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP - Araraquara
IIProfessora Doutora do Departamento de Psicologia e Educação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto-USP

 

 


RESUMO

O trabalho sintetiza a Proposta Curricular para o Ensino de Ciências e Programas de Saúde, elaborada pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP) da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Evidencia-se sua sustentação teórica marcadamente sócio-histórica. São levantadas as dificuldades em se trabalhar esse enfoque pelo professor com formação tradicional. Discute-se a contribuição do profissional enfermeiro-educador, nesse quadro, relacionando-a à adequação dos elementos do plano de ensino da Proposta de Ciências da CENP (1992), particularmente dos temas relativos a saúde, para o Ciclo Básico.

Palavras-chave: Proposta Curricular - Ensino-Aprendizagem - Ensino de Ciências - Plano de Ensino.


ABSTRACT

The paper begins with a shintesis of the Science and Health Programs Curriculum Proposal, worked up by the Pedagogic Studies ans Norms Coordination (CENP), from the bureau of Education in São Paulo State, Brazil. The Proposal's theoretical foudation on social-historic premises is also showed, toghether with the difficulties for the traditionally prepared teacher to work with it. Finally, the paper discusses the possible contribution of the educator-nurse professional, on the improvement of helth themes of the Proposal (1992), especially for the school. (Basic Cicle)

Key Words: Curriculum Proposal; Teaching-Learning; Science Teachin; Teaching Plan.


 

 

INTRODUÇÃO

A Lei Federal nº 5692/1971, em seu artigo 7º, torna obrigatória a inclusão de Programas de Saúde nos currículos plenos das escolas de 1º e 2º graus.

Em 1986, respondendo ao Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal, sobre reivindicação de que o exercício do magistério de Programas de Saúde, ao nível de 1º e 2º graus, fosse feito por enfermeiros com exclusividade, o Conselho Federal de Educação apresentou o Parecer 47/86, que considerou que "para ensinar, precisa ser professor" (FOCESI, 1990).

O enfermeiro deve cursar a Licenciatura, portanto, para estar habilitado legalmente a ministrar temas relativos à Saúde, no 1º e 2º graus.

"AO ENFERMEIRO QUE RECEBER, EM ESTUDOS REGULARES, A FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PRESCRITA PARa OS CURSOS DE LICENCIATURA, SERÁ CONCEDIDO O DIPLOMA DE LICENCIADO EM ENFERMAGEM, COM DIREITO A REGISTRO DEFINITIVO COMO PROFESSOR, AO NÍVEL DE Iº e IIº GRAUS, DAS DISCIPLINAS E ATIVIDADES RELACIONADAS À ENFERMAGEM, HIGIENE E PROGRAMAS DE SAÚDE." (Resolução CFE 4/72).

O ensino sistematizado dos temas específicos relacionados à saúde, no 1º e 2º graus, no Estado de São Paulo, vem sendo desenvolvido sob inúmeras formas: ora utilizando-se as sugestões de Programas de Saúde definidos pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP) da Secretaria da Educação, ora através de livros didáticos eleitos pelos professores de Ciências. A proposta curricular para o ensino de Ciências e Programas de Saúde da CENP (São Paulo, 1992) é a mais recente sugestão oficial aos professores, e inclusive, aos enfermeiros-educadores. O presente estudo, após sintetizar essa proposta, apresenta sugestões ao seu desdobramento para o Ciclo Básico, até como possível estratégia para uma ação integrada entre os setores de Saúde e Educação. Ao elaborarmos um trabalho que reúne sugestões específicas no campo da saúde, ao ensino de Ciências e Programas de Saúde no 1º grau, objetivamos subsidiar o cotidiano das salas de aula nessa área e, consequentemente, auxiliar o professor que ensina e o aluno que aprende Ciências.

 

SÍNTESE DA PROPOSTA DA CENP

Inicialmente, o documento faz uma revisão histórica, indicando as sucessivas reformulações no direcionamento do ensino de Ciências. Até a década de 60, as inovações visavam diminuir a defasagem entre os conteúdos curriculares e o nível do conhecimento alcançado pelas Ciências, além de tornar o ensino mais prático. Durante os anos 60, a ênfase nas feiras de ciências e atividades de laboratório são conseqüências da proposta de vivência do método científico e da ênfase na necessidade de desenvolvimento do pensamento lógico e do espírito crítico. Nos anos 70, com a manutenção das propostas de análise e vivência do método científico, especialistas concluem que o desenvolvimento do espírito crítico requeria muito mais do que praticar ciência de forma simulada.

Atualmente o ensino de Ciências foi inserido no âmbito dos objetivos da escola de 1º grau. Visa a formação intelectual básica do aluno, de modo a contribuir para que compreenda seu meio físico e social e dele participe.

A Proposta de Ciências da CENP, ao analisar o Guia Curricular feito em 1973 (apelido "Verdão"), aponta que o esforço para operacionalizá-lo com as diretrizes gerais nem sempre foi bem sucedido, talvez pelo fato dos processos de elaboração e implementação desse material terem contado com pouca participação dos professores da rede.

Nesse sentido, a proposta atual busca corrigir desvios e equívocos na aplicação de planos anteriores, como por exemplo: o não cumprimento rigoroso do tratamento curricular em espiral; o fato de alguns conteúdos enfatizarem aspectos complexos no início da escolarização, que não são retomados nas fases posteriores, o uso exclusivo da metodologia científica no tratamento dos conteúdos, que acaba por exagerar a importância da investigação formal para os níveis iniciais de escolaridade, além de ter sido reduzida a um rígido roteiro de trabalho; a ênfase excessiva na capacidade do homem em dominar e controlar a natureza para seu benefício, tida como negativa, por contribuir para a visão distorcida de que a humanidade tem o poder de colocar a natureza a seu serviço. (Proposta Curricular, 1992, p. 14).

A partir daí, as diretrizes da proposta atual são definidas: estudo do ambiente com abordagem interdisciplinar e o respeito pelo modo que o aluno da escola de 1º grau revela para aprender.

As vantagens para os alunos, sugeridas a partir de tais diretrizes, seriam: o desenvolvimento de percepção crítica, a elucidação de causas e conseqüências da degradação ambiental, a avaliação de questões referentes à saúde do homem, o favorecimento de condições para julgar e interferir nas decisões de ordem política, social e econômica.

Prossegue o documento, apontando questões referentes ao ensino de Ciências. "Para que estudar Ciências hoje?" é a primeira delas. Ou seja, dentre os objetivos do ensino de Ciências, destacam-se: que os alunos construam e reconstruam seus próprios conceitos, a partir de uma exploração constante de seu meio; que compreendam o meio físico e social, relacionado ao desenvolvimento da capacidade de observar; que problematizem a realidade; que formulem hipóteses acerca dos problemas; que planejem e executem investigações; que analisem dados; que estabeleçam e critiquem conclusões; que interfiram na realidade.

A resposta da pergunta seguinte: "Oque ensinar em Ciências, hoje?" segue os critérios de seleção de conteúdo: apresentar vínculo com o cotidiano, relevância social e científica, e adequação ao desenvolvimento intelectual do estudante. Tais critérios devem estar articulados com as diretrizes gerais já explicitadas.

A metodologia é expressa a partir da questão: "Como ensinar Ciências hoje?" As sugestões quanto ao tratamento metodológico modificam-se de acordo com as séries; assim sendo, no ciclo básico, temos a ênfase nos métodos que favoreçam a compreensão do ambiente imediato, centrados no aluno: colocá-lo em contato direto com objetos, uso de trabalhos em campo, relatos orais, dramatização, desenho, pequenos textos.

Para a 3ª, 4ª e 5ª séries, onde a compreensão do ambiente é ampliada, sugere o texto: "excursões, pequenos experimentos, demonstrações, debates, jogos, exploração de documentos, filmes, coleta de dados, mensurações, proposição de novos problemas".

Nas 6ª, 7ª e 8ª séries, a metodologia científica é apontada como modo de favorecer a apreensão do ambiente distante, abstrato. São alternativas metodológicas sugeridas pelo documento: levantar interesses a partir dos conteúdos, definir problemas a serem investigados, planejar e executar a investigação, realizar pesquisas bibliográficas e entrevistas, comunicar e discutir resultados, participar de painéis, seminários e debates.

No ítem relativo à avaliação da aprendizagem em Ciências, destacam-se os seguintes aspectos: "a utilização dos resultados da avaliação como um dos elementos norteadores do trabalho docente; o uso de mais de uma forma de avaliação; o desempenho do aluno refletido no conceito que lhe foi atribuído".

 

SUGESTÕES PARA O PLANEJAMENTO DO ENSINO DE TEMAS RELATIVOS À SAÚDE: CONTRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO LICENCIADO

Tendo, pois, realizado uma síntese da Proposta em termos gerais, adentra-se às questões específicas da saúde. A Proposta espera que "questões de saúde apareçam integradas às explicações científicas" (p. 11); para tanto, aponta a necessidade de "associar saúde em ciências e não tratá-la como um programa isolado"; como consequência, espera-se que os "alunos venham a interferir na realidade, visando a melhoria de suas condições de vida e da população" (p. 18).

Cabe aqui apresentar alguns questionamentos.

Ao associar Saúde em Ciências, e não tratá-la mais como um programa isolado - fragmentação esta a que também somos contrários - a Proposta espera que as questões de saúde apareçam integradas às explicações científicas dos eventos e ainda que os alunos venham a interferir na realidade, visando a melhoria de suas condições de vida e da população. Ora, se por um lado a fragmentação de conteúdo prejudica a aprendizagem, pois impede a construção e reelaboração de conceitos, por outro lado, os objetivos propostos, em função da sua grande abrangência, arriscam-se à não-operacionalização. Convém ressaltar que esse aspecto torna-se ainda mais grave quando se vê que o ensino de Ciências no 1º grau é realizado, na prática, por professores cuja formação básica pouco ou quase nada contempla das questões relativas à saúde: pedagogos, biólogos, químicos, físicos, professores estruturados num modelo de ensino tradicional, onde o homem era considerado inserido num mundo que só iria conhecer através de informações fornecidas na escola. Nesse modelo de formação, o mundo se mostrava como algo externo a esse homem, o conhecimento era de caráter cumulativo e perene e sua conservação se faria através da educação escolar (cuja função básica era a transmissão do conhecimento). Ou seja, como consequência, criava-se um isolamento da escola e um artificialismo dos programas.

Encontramos em DIAS DA SILVA - (1992), dados importantes que confirmam nossa preocupação. A autora mostra que o trabalho realizado em sala de aula, pela grande maioria dos professores, segue a abordagem de ensino essencialmente verbalista, mecânica, mnemônica e de reprodução de conteúdo; além disso, é nítido o descompasso entre o que os professores declaram preferir em termos teóricos e o que realizam de fato na prática.

Confirmando esse descompasso, acrescenta a autora que foram investigados professores de 1° e 2º graus oriundos de faculdades públicas e particulares, e que eles apontam críticas à sua formação na licenciatura, sobretudo nas chamadas disciplinas pedagógicas; fica claro então que os professores explicitam sua renitência ao modelo tradicional e vertical de ensino a que foram submetidos, porém concretizam, em sala de aula, essa mesma tendência pedagógica, da qual não escapam mesmo os bons professores.

Como esperar, portanto, que esse professor consiga integrar os conteúdos referentes à saúde do homem numa conceção interdisciplinar a partir do ambiente, e ainda contribuir para que o aluno compreenda os problemas de saúde a partir de seu meio físico-social, e dele participe?

Como integrar tais conteúdos numa conceção que não a de saúde como um conjunto de hábitos e regras de vida?

A contribuição do profissional enfermeiro, nesse momento, fica vinculada à adequação de elementos do plano de ensino da Proposta de Ciências da CENP, particularmente, aqui, em relação àqueles temas relativos a saúde, para o Ciclo Básico.

COSTA (1993), diante da responsabilidade de preparar enfermeiros para a docência, ao nível médio de ensino, buscou propiciar oportunidades relevantes a esses futuros educadores, para o desenvolvimento de uma instrumentação teórico-prática, que compreende o domínio dos conteúdos, métodos e técnicas especializados; e articulou também um trabalho da disciplina Prática de Ensino de Enfermagem, junto ao Núcleo de Ensino da UNESP em Araraquara1.

A partir daí criou-se, entre a Prática de Esnino de Enfermagem e o Núcleo, um importante vínculo com a finalidade comum de intensificar o interesse pela pesquisa nas áreas da Educação, agora com a contribuição da Enfermagem no trabalho de análise da Proposta Curricular para o ensino de Ciências. A responsabilidade, no momento, extrapolava, pois, a revisão curricular e determinava um envolvimento não só com a elaboração dos temas de Saúde tratados no currículo de Ciências, mas com a tradução das propostas para a situação concreta de sala de aula.

Deparamo-nos com a seguinte questão: "Como trabalhar os temas relativos à saúde, não os desvinculando das diretrizes gerais da Proposta Curricular de Ciências e dos objetivos gerais da mesma?"

BORDENAVE (1989, p. 24) aponta as atividades de ensino como os "veículos utilizados pelo professor para criar situações e abordar conteúdos que permitam ao aluno, viveras experiências negarias para sua própria transformação". Deduz-se daí que o cuidado na elaboração das atividades de classe, para que as mesmas se constituam realmente em experiências de aprendizagem, é fundamental.

Existe um esquema pedagógico proposto por Chales Maguerez e divulgado por BORDENAVE (1989), denominado "método do arco", que se fundamenta na pedagogia problematizadora sendo portanto, totalmente compatível com as diretrizes gerais da Proposta Curricular de Ciências atual, e que se tornou a principal diretriz para se organizar as atividades de ensino proposta neste artigo.

Parte aquele autor, da premissa de que os alunos devem começar observando a realidade. A capacidade de observar inclui operações como: perceber a realidade, descrever situações, adquirir conhecimentos e informações, e expressar suas percepções pessoais, realizando uma primeira análise.

Numa segunda fase do esquema do arco, os alunos discriminam, identificando o que é verdadeiramente importante e o que é superficial, destacando pontos-chave do assunto e realizando relações.

Em um terceiro momento do esquema, a partir das situações observadas, problematizadas e analisadas, os alunos passam a buscar, no conhecimento científico, as suas respostas, teorizando então o problema.

Na quarta etapa do esquema do arco, há um confronto da realidade com a teoria e o aluno avança na formulação de hipótese de solução para o problema em estudo. É então atingida a capacidade de sintetizar, em que as operações de julgar, avaliar, discutir valores, apreciar, criticar, debater, tomar decisões, resolver problemas, são fundamentais.

Na última fase, o aluno pratica as soluções que encontrou como sendo as melhores. Aprende, além de aplicar, a transferir o aprendido para outras situações.

É possível entender que as sugestões aqui expressas não exigem necessariamente sua sistematização nessa ordem, mas podem ser distribuídas pelos diversos momentos e atividades escolares ao longo do Ciclo Básico, transcendendo horários rígidos e a própria grade curricular.

Para apontar sugestões específicas ao ensino de saúde, há que considerar a necessidade de integração desse conteúdo com os demais.

O que segue traz um planejamento sistematizado, que tem por finalidade exemplificar ao professor de Ciências de 1º grau, um preparo dos temas sugeridos; são explicitados os objetivos, conteúdos, atividades e formas de avaliação, relativos à prevenção, promoção, recuperação e proteção da saúde, além da própria interação do tema tratado com o tema básico "ambiente", de forma a não retornar a uma programação estanque no ensino de Ciências. Possibilitaríamos sim, melhores condições de domínio, intencionalidade e competência, ao trabalho do professor, características por nós consideradas de excelência e garantias de êxito do processo ensino-aprendizagem.

Destacamos do ciclo básico, os "objetivos" relativos à saúde e sugerimos caminhos intermediários para alcançá-los. Ou seja, apontamos objetivos específicos e propomos também a própria reformulação dos objetivos gerais. Tal tranformação nos pareceu imprescindível por transformar um objetivo extremamente abrangente e pouco concreto, numa proposta viável do real.

Detalhando: foram privilegiados os objetivos que possibilitariam ao aluno o exercício e desenvolvimento da análise crítica, buscando o enfoque do processo saúde-doença num produto de causas imbricadas: biológicas, físicas e sociais.

Na elaboração de critérios de conteúdo, foram eleitas sugestões que, além de pertinência ao desenvolvimento intelectual, refletissem a incidência da morbi-mortalidade nas diferentes faixas etárias.

Para trabalhar com os alunos, foram destacados os métodos que considerem as faixas etárias e a participação dos alunos, buscando despertá-los para seu valor pessoal e para a força das atividades em grupo.

No elemento que busca identificar o cumprimento dos objetivos e, consequentemente, a coerência da prática do professor- a avaliação - a operação recaiu sempre que possível, em atividades no decorrer do processo, que permitam ao professor observar o envolvimento do aluno, sua aquisição de conhecimentos e mudanças significativas em suas atitudes, analisando melhores condições de saúde, desde aquelas individuais até as coletivas.

Apresentamos, a seguir o objetivo geral do ensino de Ciências, relativo ao tema saúde, bem como a nossa proposta de reformulação desse objetivo, e os planos de ensino para a concretização da finalidade sugerida.

 

OBJETIVO SUGERIDO

"Que o aluno amplie seus conhecimentos relativos à saúde e adote práticas para a sua promoção".

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BORDENAVE, J.D. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 11ª ed. Rio de Janeiro, Vozes, 1989.         [ Links ]

COSTA, F.N.A. Pesquisando para ensinar: a "praxis" de ensino de Enfermagem. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Dissertação de Mestrado, 1993.         [ Links ]

DIAS DA SILVA, M.H.G. O professor como sujeito do fazer docente: a prática pedagógica nas 5ª séries. Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Tese de Doutorado. São Paulo, 1992.         [ Links ]

FOCESI, E. Educação em Saúde na Escola. O papel do professor. Rev. Bras. Saúde Escolar. Abril, 1(2), 1990.         [ Links ]

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Proposta Curricular para o ensino de Ciências e Programas de Saúde, 1º grau. SE/CENP, São Paulo, 1992.         [ Links ]

 

 

1 - O Núcleo envolve pesquisadores, professores e alunos da Universidade, oriundos de diferentes áreas do conhecimento: Letras, Química, Pedagogia, Matemática, além de professores da rede pública. Converge para o trabalho de pesquisa e extensão de serviços à comunidade. Busca assim a aproximação entre os universos do ensino público de 1º e 2º graus, com o superior. Os profissionais envolvidos são mobilizados para a elaboração, execução e avaliação de projetos educativos comuns, discussões, constatando dificuldades e identificando em conjunto as alterações desejáveis. Um pesquisador, professor de cada área, coordena os trabalhos desenvolvidos, orientando e acompanhando cada etapa do trabalho.