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Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol. 53 n. 2-3 Piracicaba May/Dec. 1996

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161996000200018 

EFEITO DE ÉPOCAS DE SEMEADURA NA FISIOLOGIA E PRODUÇÃO DE FITOMASSA DE LEGUMINOSAS NOS CERRADOS DA REGIÃO DO MATOGROSSO DE GOIÁS

 

R.F. AMABILE2; A.M. de CARVALHO2; J.B. DUARTE3; A.L. FANCELLI4
2CPAC/EMBRAPA, C.P. 08223, CEP: 73301-970 - Planaltina, DF.
3Depto. de Agricultura-EA/UFG, C.P. 31, CEP: 74000-000 - Goiânia, GO.
4Depto. de Agricultura-ESALQ/USP, C.P. 9, CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.

 

 

RESUMO - A adubação verde é uma prática conservacionista pouco utilizada nos Cerrados do Brasil Central. Visando obter informações sobre as características fenológicas das espécies de leguminosas utilizadas como adubos verdes, em diferentes épocas de semeadura na Região dos Cerrados, instalaram-se três experimentos, durante o ano agrícola de 1991/92, na área experimental do Centro Nacional de Pesquisa de Solos/Coordenadoria Regional Centro-Oeste - EMBRAPA, localizada na Estação Experimental da Empresa Goiana de Pesquisa Agropecuária - EMGOPA, em Senador Canedo, GO. As espécies testadas foram a Crotalaria juncea L., mucuna preta (Mucuna aterrima (Piper & Tracy) Merr.), guandu (Cajanus cajan (L.) Millsp.) e feijão-bravo do Ceará (Canavalia brasiliensis), em três épocas de semeadura. O delineamento experimental utilizado, dentro de cada época, foi de blocos ao acaso, apresentando três repetições. A C. juncea e o C. cajan apresentaram as maiores produções de fitomassa seca. O atraso da semeadura, em relação ao início da estação chuvosa, acelerou o florescimento das leguminosas e reduziu os rendimentos de fitomassa seca produzidos pela C. juncea e pelo C. cajan.
Descritores:
Crotalaria juncea, Mucuna aterrima, Canavalia brasiliensis, Cajanus cajan, épocas de semeadura

 

EFFECT OF THE SOWING DATE ON THE PHYSIOLOGY OF LEGUME GREEN MANURE PRODUCTION IN THE MATOGROSSO "CERRADO" REGION OF THE STATE GOIÁS, BRAZIL

ABSTRACT - The use of green manure is not a common conservation practice in "cerrado" regions. In order to investigate the phenological characteristics and mineral composition of leguminous plants used as green manure at different sowing times, three experiments were conducted during the 1991/92 growing seasons at the Soils National Research Center/West Center Coordination - EMBRAPA, in EMGOPA's Experimental Station, Senador Canedo, GO. Four species, Crotalaria juncea L., Mucuna aterrima (Piper & Tracy) Merr., Cajanus cajan (L.) Millsp. and Canavalia brasiliensis, were tested for three sowing dates. A randomized block design was used, with three replications. The results obtained allow the following conclusions: 1) In all sowing dates Crotalaria juncea e o Cajanus cajan showed the highest dry matter yield; 2) The sowing delay in relation to the begining of the rainy season accelerates flowering of the leguminous plants and decreased the dry matter yield of C. juncea and C. cajan.
Key Words -
Crotalaria juncea, Mucuna aterrima, Canavalia brasiliensis, Cajanus cajan, sowing date

 

 

INTRODUÇÃO

Diversas técnicas, consideradas estratégicas, têm sido incorporadas ao processo produtivo, principalmente aquelas que proporcionam uma melhoria ou manutenção das condições do ambiente, destacando-se a adubação verde. Pereira & Peres (1986) definiram a adubação verde como uma prática pela qual plantas apropriadas são incorporadas ou conservadas em cobertura, antes que completem o seu ciclo vegetativo, para manter ou aumentar a capacidade produtiva do solo.

Lal (1986b) considerou a adição regular de resíduos de adubos verdes benéfica para os vários solos e ambientes dos trópicos. Essa adição contribui para a conservação do solo e da água, da condição estrutural e para o aumento da atividade biológica e seus efeitos, evitando a degradação acelerada do solo e proporcionando, conseqüentemente, um incremento da produção agrícola.

A resposta à adubação verde depende da interação de fatores como a natureza do material utilizado, das condições climáticas locais, das características do solo e da cultura tida como principal (Lal, 1986a e De-Polli & Chadas, 1989).

Na Região dos Cerrados, a utilização de adubos verdes é de grande importância, principalmente, para controlar as perdas de matéria orgânica promovida pelas altas temperaturas e pelo preparo intensivo dos solos. Essa manutenção ou incremento da fração orgânica favorece a estrutura do solo e a estabilidade dos agregados naturais, aumenta a capacidade de retenção e infiltração de água, e a capacidade de troca catiônica (Pereira et al., 1992). A cobertura adequada do solo, associada à melhor agregação das partículas, controla ou reduz o processo de erosão eólica e hídrica causada pelas chuvas de intensidade elevada comuns na região, sobretudo no início da estação chuvosa, quando o solo fica freqüentemente descoberto (Burle et al., 1988). O incremento da fertilidade, geralmente baixa nos solos sob Cerrados, é outro benefício dos adubos verdes nessa região, à medida que resulta na economia de fertilizantes, especialmente os nitrogenados e fosfatados (Sabadin, 1984 e Pereira et al., 1992).

Apesar da importância da adubação verde, ela é uma prática conservacionista pouco utilizada nos Cerrados, necessitando-se, desse modo, de informações básicas como espécies mais adequadas com suas respectivas características fenológicas e épocas de semeadura.

A época adequada de semeadura é um dos principais fatores limitantes à adubação verde na Região dos Cerrados, uma vez que o agricultor não deixa de cultivar sua área com outras culturas que não são consideradas "econômicas". Assim, a utilização de adubos verdes, na época adequada aos sistemas de cultivos, constitui-se em uma alternativa promissora sob os aspectos técnico e econômico. Uma estratégia, nesse sentido, é a semeadura dos adubos verdes no final do período chuvoso. Outra alternativa é realizar a semeadura durante a ocorrência do veranico, empregando espécies com menor exigência hídrica no início do seu desenvolvimento. Existe, ainda, a possibilidade de semear no início do período chuvoso, deslocando a época de semeadura da cultura principal, quando necessário, para um período posterior ou utilizando um sistema consorciado entre a espécie tida como "econômica" e o adubo verde.

Atualmente, dentre as diversas leguminosas usadas para adubação verde na Região dos Cerrados destacam-se, como as mais promissoras, as de origem tropical: mucuna preta (Mucuna aterrima); guandu (Cajanus cajan); crotalárias (Crotalaria juncea, Crotalaria ochroleuca, Crotalaria anagiroide, Crotalaria spectabilis); feijão-bravo do Ceará (Canavalia brasiliensis); feijão-de-porco (Canavalia ensiformis); estilosantes (Stylosanthes guianensis), conforme investigações de Pereira & Peres (1986), Pereira (1988), Burle et al. (1988) e Pereira et al. (1992).

O objetivo desta pesquisa foi avaliar o comportamento de espécies de leguminosas mais promissoras como adubos verdes, em diferentes épocas de semeadura, na Região dos Cerrados.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os ensaios foram conduzidos na área experimental do Centro Nacional de Pesquisa de Solos/Coordenadoria Regional Centro-Oeste, localizada na Estação Experimental da Empresa Goiana de Pesquisa Agropecuária - EMGOPA, em Senador Canedo, GO, no ano agrícola de 1991/92.

Classificou-se o solo como um Latossolo Vermelho-Escuro Distrófico A moderado textura argilosa fase cerrado tropical subcaducifólio relevo suave ondulado. Os dados das análises físicas e químicas dos horizontes do perfil do solo encontram-se na TABELA 1 (EMBRAPA, 1979). O clima, conforme a classificação de Köeppen, é do tipo Aw. Os dados meteorológicos coletados no decorrer da condução dos experimentos são apresentados na Figura 1.

 

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Figura 1 - Elementos do clima durante a primeira época de semeadura -12 de novembro de 1991- (A); segunda época de semeadura -8 de janeiro de 1992- (B); e terceira época de semeadura -1º de março de 1992- (C).

 

O preparo do solo foi realizado com uma aração, utilizando-se o arado de discos, e com uma gradagem com grade de discos de 20". Em seguida, realizou-se a sulcagem, com sulcador tipo bico-de-pato, no espaçamento de 0,50 m. Efetuaram-se as adubações de manutenção, nos sulcos de semeadura, empregando-se 60 kg.ha-1 de P2O5 (superfosfato simples) e 30 kg.ha-1 de K2O na forma de cloreto de potássio.

As espécies estudadas foram a Crotalaria juncea, Mucuna aterrima, Canavalia brasiliensis e Cajanus cajan, semeadas em três épocas: início da estação chuvosa (12/11/1991); meados da estação chuvosa e época de maior probabilidade de ocorrência de veranicos (8/1/1992) e final da estação chuvosa (1º/3/1992), utilizando-se o espaçamento de 0,50 m entrelinhas. A mucuna preta e o feijão-bravo do Ceará, por apresentarem dormência, receberam um tratamento para superar a impermeabilidade do tegumento, conforme metodologia descrita por Maeda & Lago (1986) e Farias Neto et al. (1991). A semeadura foi realizada com um adicional de 20% das sementes objetivando conseguir o estande adequado para cada espécie.

A semeadura foi feita através de semeadora experimental de uma linha. Após dez dias da emergência, executou-se o desbaste, estabelecendo um estande de 25 plantas/metro para a C. juncea, 30 plantas/metro para o C. cajan e 10 plantas/metro à M. aterrima e à C. brasiliensis.

O delineamento experimental utilizado, dentro de cada época, foi o de blocos ao acaso com três repetições, perfazendo um grupo de três experimentos. Em cada parcela, após a emergência das plantas, foi definida uma área de 1 m2, para a contagem dos dias necessários ao florescimento de 50% das plantas. A referida avaliação foi realizada visualmente. Por ocasião do florescimento (50%), as plantas foram cortadas rentes ao solo, levadas a estufa de ventilação a 65o C, até peso constante, para determinação da fitomassa seca.

Os dados foram submetidos as análises de variância individuais e conjunta. As médias foram comparadas entre si, pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e os efeitos da época de semeadura, sobre as variáveis avaliadas, foram medidos por meio de um modelo linear ou quadrático de regressão polinomial.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Florescimento das espécies: A análise de variância para o florescimento (TABELA 2) mostrou efeitos significativos das espécies de leguminosas, das épocas de semeadura e da interação entre esses dois fatores. Ao analisar essa interação, observa-se que o florescimento das espécies foi afetado pelas condições de ambiente e, possivelmente, pelo fotoperíodo. Com o atraso da semeadura, da época considerada favorável (novembro) para épocas marginais (janeiro e março), os dias tornaram-se curtos, com menor número de horas por dia de luz, ocasionando a diminuição da fase vegetativa do guandu e da C. juncea. Tal comportamento pode ser confirmado ao avaliar os resultados relatados por Spence & Williams (1972), Aponte & Salas (1984) e Chauhan (1990).

 

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A relação entre o florescimento e as épocas de semeadura mostrou, para todas as espécies, uma tendência de antecipação linear no florescimento e, conseqüentemente, no ciclo, com o atraso na semeadura (Figura 2). Verifica-se, na primeira e segunda época de semeadura, a pouca influência das condições climáticas sobre o florescimento da mucuna preta e do feijão-bravo do Ceará, não mostrando relação de dependência entre o florescimento e essas épocas, uma vez que houve uma redução mínima do período de germinação até o florescimento. Já, na terceira época de semeadura, a redução do ciclo vegetativo foi de uma maior magnitude, devido que ocorreu acentuada diminuição da precipitação da ordem de 536,3 mm, da primeira à terceira época, respectivamente.

 

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Figura 2 - Relação entre as épocas de semeadura e o florescimento das diferentes espécies de adubos verdes

 

Ao examinar a relação entre as épocas de semeadura e o período de florescimento do guandu, confirma-se que essa espécie foi afetada pelas épocas de semeadura, concordando com Bishnoi et al. (1991), que encontraram variações nas fases fenológicas do guandu quando semeado em épocas diferentes. Esse resultado é também confirmado pelos trabalhos de Summerfield & Roberts (1985) e Balakrishnan & Natarajatnam (1989, 1990).

A equação de regressão obtida para a C. juncea exibiu a mesma tendência daquela verificada para o guandu. Com o atraso da semeadura, ocorreu uma redução no número de dias para atingir o florescimento concordando com a pesquisa de Purseglove (1968).

Com a aplicação do teste de comparação múltipla às médias das leguminosas ao longo das épocas de semeadura (TABELA 3), verificou-se, mais pronunciadamente, que o feijão-bravo do Ceará e a mucuna preta apresentaram desempenho constante no número de dias necessários para florescer, na primeira e segunda época. A mucuna preta e o feijão-bravo do Ceará, semeados em novembro, requereram 126 e 125 dias da emergência ao florescimento, respectivamente, enquanto a semeadura realizada em janeiro necessitou de 121 para a mucuna preta e 120 dias para o feijão-bravo do Ceará florescer, diferença essa não significativa, mas causada, provavelmente, pela redução da precipitação.

 

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Quando realizou-se o desdobramento da análise conjunta, foi constatado a variabilidade das espécies em relação ao florescimento dentro de cada época (TABELA 3). As análises dos dados revelaram, nas duas primeiras épocas de semeadura, que o florescimento da C. juncea diferiu estatisticamente das demais leguminosas. Na terceira época de semeadura, o guandu e a C. juncea apresentaram, respectivamente, o maior e menor número de dias para florescer em relação às demais espécies. O florescimento dessas espécies foi influenciado, além das condições de temperatu-ra, precipitação e fotoperíodo, pelo material genético empregado. Esse fato determina a necessidade de se ter conhecimento da extensão do período vegetativo anterior à floração para melhor apropriar esses adubos verdes aos sistemas agrícolas recomendados por Burle et al. (1988, 1990).

Produção de fitomassa seca da parte aérea das espécies: A análise de variância total evidenciou, como ocorrido para o florescimento, efeitos significativos das épocas de semeadura, das espécies de adubos verdes e da interação entre eles (TABELA 2).

O efeito significativo das épocas de semeadura foi atribuído à ação do ambiente sobre a variável matéria seca. A constatação desse efeito sugere a possibilidade de melhorar o rendimento de fitomassa seca, mediante estratégias agronômicas que busquem o aperfeiçoamento das práticas agrícolas como a determinação correta das épocas mais recomendadas à semeadura das espécies empregadas como adubos verdes. Recentes estudos de Wildner & Dadalto (1991), Nam et al. (1993) e Calegari (1995) apresentaram o mesmo efeito, tanto para a C. juncea, como para o guandu.

As produções de matéria seca pelas espécies C. cajan e C. juncea reduziram com o atraso na semeadura (Figura 3). Esse comportamento está de acordo com os dados obtidos por Pereira et al. (1992), podendo ser explicado pela sensibilidade dessas leguminosas à ação fotoperiódica e pela redução na precipitação. Observa-se que até o mês de março ocorreu um acúmulo satisfatório na quantidade de chuvas, o qual reduziu drasticamente a partir desse mês (Figura 1), comprometendo o desenvolvimento da parte aérea dessas plantas e, conseqüentemente, a produção de matéria seca. A variação temporal observada na C. juncea também foi detectada por Fornasieri Filho et al. (1989) e por Calegari (1995).

 

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Figura 3 - Relação entre as épocas de semeadura e a produção de fitomassa seca das diferentes espécies de adubos verdes.

 

As espécies M. aterrima e a C. brasiliensis, por sua vez, com baixa sensibilidade ao fotoperiodismo e à queda de precipitação, não mostraram relações de dependência entre produção de matéria seca e épocas de semeadura (Figura 3). O comportamento bastante homogêneo da mucuna preta caracterizou a sua adaptabilidade às épocas de semeadura sob condições climáticas variáveis, associando-se às observações de Pereira (1982) e Fornasieri Filho et al. (1989).

As espécies C. juncea e C. cajan apresentaram, na primeira e segunda épocas de semeadura, produções de matéria seca significativamente superiores as demais espécies (TABELA 4). Porém, na terceira época de semeadura, as quatro espécies tenderam a nivelar suas produções de matéria seca, mostrando que C. juncea e C. cajan obtiveram rendimentos superiores em matéria seca apenas quando semeadas na época de maior precipitação e de condições fotoperiódias favoráveis. Esses resultados estão de acordo com Pereira (1988) que recomenda M. aterrima e C. brasiliensis para as semeaduras de janeiro e fevereiro e C. cajan e C. juncea para o início das chuvas, em dezembro.

 

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CONCLUSÕES

Sob as condições em que o presente experimento foi conduzido, conclui-se que:

- A Crotalaria juncea e o Cajanus cajan apresenta-ram as maiores produções de fitomassa seca.

- O atraso da semeadura, em relação ao início da estação chuvosa, acelerou o florescimento das leguminosas e reduziu os rendimentos de fitomassa seca para C. juncea e guandu.

 

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Recebido para publicação em 06.03.96
Aceito para publicação em 12.10.96

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