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Scientia Agricola

Print version ISSN 0103-9016

Sci. agric. vol. 55 n. 2 Piracicaba May/Aug. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161998000200024 

DESEMPENHO VEGETATIVO E PRODUTIVO DE CULTIVARES DE MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) A PARTIR DE MANIVAS COM DIFERENTES DIÂMETROS1

 

G.M.S. CÂMARA2; O.P. GODOY2
2Depto. de Agricultura-ESALQ/USP, C.P. 9, CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.

 

 

RESUMO: Realizou-se esta pesquisa com a finalidade de se estudar a viabilidade da utilização de manivas com três diferentes diâmetros relacionados a três diferentes posições nas plantas de origem, avaliando-se seus efeitos na emergência, desenvolvimento e produção de três cultivares de mandioca (Manihot esculenta Crantz). A pesquisa no campo foi realizada em dois anos, durante o período compreendido entre 23/09/1980 e 23/07/1981 e entre 01/09/1981 e 20/07/1982, em Piracicaba, SP. Ramas maduras e sadias foram obtidas de plantas com cerca de 12 meses de idade, pertencentes aos cultivares Mantiqueira, Jaçanã e Pirassununga. Destas ramas, foram preparadas manivas com comprimento de 20 cm e diâmetros de 2,6 ± 0,2 cm, 2,0 ± 0,2 cm e 1,4 ± 0,2 cm, representando, respectivamente, manivas retiradas das hastes principais, ramificações primárias e ramificações secundárias das plantas de origem. O delineamento experimental foi um fatorial 3 x 3 em blocos casualizados com nove tratamentos e cinco repetições. Foram determinados a velocidade e porcentagem de emergência, número de raízes tuberosas por planta, massa da raiz e o rendimento de raízes. De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir: 1) O vigor da muda de mandioca, expresso através dos diversos diâmetros da maniva, manifesta-se significativamente no estádio de emergência da cultura; 2) Manivas com 2,0 ± 0,2 cm ou 2,6 ± 0,2 cm de diâmetros, retiradas respectivamente das ramificações primárias e hastes principais, devem ser preferidas para maior velocidade e porcentagem de emergência; 3) Menor número de raízes tuberosas produzidas por planta é compensado pela maior massa individual da raiz; 4) Para a produção de raízes por área, é indiferente a utilização de manivas com diâmetro de 2,6 ± 0,2 cm, 2,0 ± 0,2 cm e 1,4 ± 0,2 cm; 5) Os três cultivares utilizados no experimento são de alto rendimento em raízes, destacando-se o cultivar Mantiqueira.
Descritores:
propagação vegetativa de mandioca, qualidade de maniva

 

DEVELOPMENT AND YIELD OF CASSAVA CULTIVARS (Manihot esculenta CRANTZ) GROWN FROM STEM CUTTINGS OF DIFFERENT DIAMETERS

ABSTRACT: This research deals with the viability study of using stem cuttings with three different diameters, related to three different positions in the cassava plant (Manihot esculenta Crantz), and evaluating the effects of such stem cuttings on the emergence, velocity, number and weight of tuberous roots per plant and yield of three cassava cultivars. The field research was conducted in Piracicaba, SP, Brazil, during two years, from September 23, 1980 to July 23, 1981, and September 1, 1981 to July 20, 1982. The mature and healthy stem cuttings were obtained from 12 month old plants of the Mantiqueira, Jaçanã and Pirassununga cultivars. These cuttings (20 cm long) were divided into three diameter size classes: 2.6 ± .2 cm, 2.0 ± .2 cm and 1.4 ± .2 cm, representing stem cuttings taken from the main stem, the primary and the secondary ramification of the mother plants, respectively. The experimental design was a 3 x 3 factorial in randomized blocks with nine treatments in five blocks. The following conclusions are based on the results obtained: 1. The stem cutting vigor is more significantly shown in the stage of plant emergence. 2. Refering to the initial phases of the development, stem cuttings with 2.0 ± .2 cm or 2.6 ± .2 cm of diameters are prefered. 3. A smaller number of tuberous root yield per plant is compensated by a major tuberous root weight. 4. Neither stem cutting diameter nor stem cutting position influenced on root production per area. 5. The three cultivars used in the experiment showed a high root yield, and the cultivar Mantiqueira was the most productive.
Key Words:
cassava vegetative propagation, stem cutting quality

 

 

INTRODUÇÃO

Por meio da propagação vegetativa, utilizando-se pedaços da parte aérea da planta denominados estacas ou manivas, efetua-se o plantio da cultura da mandioca (Manihot esculenta Crantz). A utilização de manivas selecionadas é fator primordial para o aumento do rendimento agrícola. Porém, de uma maneira geral, o agricultor não dá a devida importância a este aspecto, utilizando para plantio mudas de baixa qualidade. Vários são os fatores que influem na qualidade da maniva como a idade e sanidade das hastes, posição destas nas plantas de origem, além do comprimento e diâmetro das manivas a serem utilizadas.

À estacas de diferentes idades correspondem distintas posições na planta e, portanto, diferentes conteúdos de reservas energéticas para nutrição inicial das plantas. Em relação à parte da planta da qual devem ser retiradas as manivas para o plantio, há divergências entre os pesquisadores.

Estudando plantas de mandioca do cv. Vassourinha com um ciclo vegetativo de idade, Mendes (1940) classificou as suas ramificações em três classes bem distintas: rama da base, única, até a sua primeira ramificação, caracterizando-se por ser a mais velha, grossa e lenhosa da planta; ramas do meio, como as ramas que a partir da ramificação da base se constituem numa segunda geração de ramos e, ramas da ponta, uma terceira geração, mais nova, verde e herbácea.

Com base nesta classificação, o mesmo autor utilizou como estacas somente o terço médio de cada tipo de ramificação, visando conhecer a influência destas manivas sobre o comportamento vegetativo e produtivo da mandioca. Constatou que maiores porcentagens de brotações e maiores produções de raízes foram obtidas pelas plantas nascidas de estacas provenientes das ramas da base, sendo seguidas por aquelas provenientes das ramas do meio, cabendo às plantas nascidas das estacas da ponta o maior número de plantas mortas no campo e as menores produções.

Ao contrário daquele autor, Cannono (1970) concluiu que todas as procedências das estacas oferecem iguais possibilidades de êxito quanto à brotação, ao número de hastes formadas e ao rendimento em raízes tuberosas.

Segundo Correa & Rocha (1979), Keating & Evenson (1981) e Toro & Atlee (1981), a utilização no plantio de manivas provenientes do terço superior das plantas de origem não é aconselhável, porque são mais finas e herbáceas, possuem menores quantidades de reserva, tornam-se mais suscetíveis às pragas e doenças, além de apresentarem menor velocidade de brotação, maior número de falhas no campo e menor produtividade de raízes.

Com relação ao diâmetro da maniva, deve-se relacioná-lo com a idade da planta e com o posicionamento das ramas na mesma. À medida que a planta cresce, o caule acumula mais reservas originando novas ramificações, obtendo-se maior variação do diâmetro das estacas procedentes das várias ramificações da planta (Câmara et al., s.d.). Porém, poucos são os trabalhos que se referem à importância do diâmetro da maniva.

Para a instalação da cultura, Mattos (1979) e Dantas et al. (1981) consideram que as manivas devem apresentar 2,5 cm de diâmetro, enquanto Conceição (1981) recomenda o diâmetro de 2,0 cm.

Para o estabelecimento da cultura, Câmara & Godoy (1990) consideram que manivas com 2,0 a 2,6 cm de diâmetro, proporcionam melhor desempenho por apresentarem maior conteúdo em reservas nutritivas.

O presente trabalho visa analisar a influência de manivas do mesmo comprimento e diferentes diâmetros de acordo com suas posições na planta de origem, na brotação, desenvolvimento e produção de três cultivares de mandioca para mesa.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido durante dois anos agrícolas, em área do Departamento de Agricultura da ESALQ/USP, Piracicaba, SP. Para o primeiro ano, o experimento durou de 23/09/80 (plantio) a 23/07/81 (colheita) e para o segundo ano, de 01/09/81 a 20/07/82.

Utilizaram-se os seguintes cultivares de mandioca: Mantiqueira, Jaçanã e Pirassununga, todos pertencentes ao grupo das mandiocas mansas ou doces, cujas raízes se destinam ao consumo de mesa.

As manivas selecionadas foram retiradas de ramas maduras e sadias, obtidas de plantas com cerca de 12 meses de idade, provenientes da coleção de mandioca para mesa do Departamento de Agricultura da ESALQ. Para cada cultivar efetuou-se o corte e separação das hastes principais, ramificações primárias e ramificações secundárias das plantas, correspondentes às partes basais, medianas e apicais das mesmas.

De cada tipo de ramificação das plantas, obtiveram-se manivas de comprimento uniforme de 20 cm. Em seguida, utilizando-se de um paquímetro, determinaram-se os diâmetros tomados na parte mediana das manivas. Em função de uma análise preliminar feita no material de plantio selecionado, adotaram-se os seguintes diâmetros médios para tratamentos:

· 2,6 ± 0,2 cm, representando manivas retiradas da haste principal da planta;

· 2,0 ± 0,2 cm, representando manivas retiradas das ramificações primárias da planta;

· 1,4 ± 0,2 cm, representando manivas retiradas das ramificações secundárias da planta;

Nos três diâmetros utilizados foi permitida uma variação de 0,2 cm entre as manivas do mesmo fator.

O solo da área experimental é classificado ao nível de grande grupo como Terra Roxa Estruturada eutrófica, conforme se observa na TABELA 1. O preparo do solo constou de uma aração a 25 cm de profundidade, seguido do destorroamento do mesmo com enxada rotativa.

 

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Uma vez preparado, procedeu-se ao coveamento através de enxadas, adotando-se o espaçamento de 1,0 m x 1,0 m. Após a abertura das covas, estas foram adubadas colocando-se os fertilizantes no fundo das mesmas, os quais foram misturados com o solo visando-se evitar o contato destes com as manivas. Como adubação mineral de plantio, cada cova recebeu 10,0 g de sulfato de amônio, 40,0 g de superfosfato simples e 3,0 g de cloreto de potássio, correspondentes a 20,0; 80,0 e 30,0 kg de N, P2O5 e K2O por hectare, respectivamente. Após a realização da adubação de plantio, as manivas foram distribuídas colocando-se uma por cova na posição horizontal, executando-se em seguida a cobertura com cerca de 0,10 m de terra através de enxadas.

Devido à baixa e irregular precipitação, recorreu-se à irrigação da área experimental para suprir a necessidade de água exigida para a brotação das manivas e o desenvolvimento inicial das plantas. Aplicaram-se 7,0 a 8,0 mm de lâmina d'água a cada irrigação, feita aos 3, 10, 17, 24 e 38 dias, após o plantio, no primeiro ano e aos 3, 7, 10, 14, 17, 21 e 28 dias, após o plantio, no segundo ano.

Em cada ano, processou-se a colheita manual das parcelas, cuja operação constou inicialmente do corte com facões da parte aérea das plantas. Em seguida, utilizando-se a porção basal da haste principal como apoio, promoveu-se o arrancamento das cepas com raízes, através de movimentos manuais de tração e vibração.

O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 3 x 3 (cultivares x diâmetros de manivas) com nove tratamentos e cinco repetições, totalizando 45 parcelas. O tamanho das parcelas foi de 5,0 m x 6,0 m contendo 30 covas, sendo que foram utilizadas para análise estatística as 12 covas centrais de cada parcela, servindo as demais como bordadura.

As principais características estudadas foram: velocidade e porcentagem de emergência das brotações, número de raízes tuberosas formadas por planta, massa da raiz tuberosa e rendimento de raízes.

A emergência dos brotos por parcela foi anotada a cada dois dias e calculada a velocidade de emergência através da fórmula proposta por Maguire (1962):

V.E. = N1/D1 + N2/D2 + ... + Nn/Dn

onde,
N1, N2, ... , Nn = número de brotos emergidos nas contagens 1, 2, ... , n.
D1, D2, ... , Dn = número de dias desde o plantio até a contagem 1, 2, ... , n.

Após a contagem do número total de brotos emergidos determinou-se a porcentagem de emergência por parcela.

O número de raízes tuberosas formadas por planta foi determinado por ocasião da colheita, imediatamente após o arranquio das cepas.

A massa média da raiz tuberosa foi calculada com base na massa de raízes totais por parcela dividida pelo respectivo número total de raízes tuberosas produzidas.

Para determinação do rendimento, as raízes das 12 plantas centrais de cada parcela foram pesadas e os valores transformados em toneladas de raízes por hectare.

Efetuou-se a análise estatística conjunta dos dois anos experimentais, submetendo-se os resultados obtidos ao teste de F. A comparação das médias foi realizada através do método de Tukey. Também para análise, os dados de porcentagem de emergência obtidos foram transformados em arcsen (x/100)0,5.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com relação à velocidade de emergência dos brotos, a análise estatística conjunta dos dois anos de experimentação revelou valores significativos, ao nível de 5% de probabilidade para os tratamentos estudados, observando-se maior velocidade de emergência dos brotos do cv. Mantiqueira provenientes de manivas com 2,0 cm de diâmetro, quando comparada a dos brotos dos cultivares Jaçanã e Pirassununga, provenientes respectivamente, de manivas com 1,4 e 2,6 cm de diâmetro (TABELA 2).

 

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A análise também revelou diferenças significativas para anos de experimentação, onde o primeiro ano agrícola com melhor nível de umidade no solo, apresentou velocidade de emergência igual a 0,59, estatisticamente superior ao valor de 0,44 observado para o segundo ano de ensaio.

De maneira geral, em ambos os anos verificou-se maior velocidade de emergência dos brotos provenientes de manivas retiradas das ramificações primárias das plantas de origem, isto é, com 2,0 cm de diâmetro e maior vigor dos brotos do cv. Mantiqueira.

Quanto à porcentagem de emergência, embora a análise estatística conjunta não tenha revelado diferenças significativas entre tratamentos, observa-se que somente o cv. Mantiqueira com manivas preparadas a partir das ramificações primárias (diâmetro = 2,0 cm) atingiu 100% de emergência em campo, enquanto manivas provenientes das ramificações secundárias (diâmetro = 1,4 cm) do cv. Pirassununga, apresentaram praticamente, 16% de falhas de emergência em campo (TABELA 2). Tais resultados se assemelham àqueles obtidos por Mendes (1940), Correa & Rocha (1979), Keating & Evenson (1981) e Toro & Atlee (1981).

Quanto ao número de raízes tuberosas formadas por planta, a análise estatística conjunta não revelou diferenças significativas entre tratamentos (TABELA 3). Entretanto, chama a atenção, o fato do número de raízes tuberosas formadas por planta diminuir com a redução dos valores dos diâmetros das manivas, sugerindo existir alguma interação entre o vigor da muda plantada associado à sua origem e a capacidade de formação de raízes tuberosas pela planta, interação esta, não identificada pelos testes estatísticos aplicados aos resultados obtidos.

 

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Da mesma forma que para a característica anterior, a análise estatística conjunta aplicada aos valores obtidos para a massa média de uma raiz tuberosa, não revelou diferenças significativas entre os tratamentos. Mas, também desperta a atenção, a relação inversa entre o número de raízes tuberosas formadas por planta e a respectiva massa média de uma raiz tuberosa (TABELA 3). Tais resultados indicam que a planta de mandioca compensa o menor número de raízes tuberosas formadas por planta com maior massa das mesmas, o que de certa forma, explica a ausência de diferenças significativas para o rendimento de raízes dos diversos tratamentos (TABELA 3).

Para os dois anos de experimentação, a análise estatística conjunta através do teste F, revelou valores significativos a 5% de probabilidade para os tratamentos, quanto ao rendimento de raízes. Porém, o teste de Tukey não determinou diferenças estatísticas entre os tratamentos (TABELA 3). Embora não seja significativa, a diferença entre o tratamento com diâmetro de 2,0 cm da maniva do cv. Mantiqueira e o tratamento com diâmetro de 2,6 cm da estaca do cv. Pirassununga é de, aproximadamente, 9,0 toneladas de raízes por hectare a favor do primeiro. Considerando-se o preço médio (R$ 0,20/kg de raiz) pago aos produtores de mandioca de mesa na zona rural do município de Santa Maria da Serra - SP, no início de julho de 1997, tem-se a diferença de R$ 1.800,00/ha entre os dois diâmetros citados, altamente significativo do ponto de vista econômico.

 

CONCLUSÕES

- O vigor da muda de mandioca, expresso através dos diversos diâmetros da maniva, manifesta-se significativamente no estádio de emergência da cultura.

- Manivas com 20 cm de comprimento e 2,0 ± 0,2 cm ou 2,6 ± 0,2 cm de diâmetros, retiradas respectivamente das ramificações primárias e hastes principais, devem ser preferidas para maior velocidade e porcentagem de emergência.

- Menor número de raízes tuberosas produzidas por planta é compensado pela maior massa individual da raiz.

- Para a produção de raízes por área, é indiferente a utilização de manivas com diâmetros de 2,6 ± 0,2 cm, 2,0 ± 0,2 cm e 1,4 ± 0,2 cm, correspondentes respectivamente às hastes principais, ramificações primárias e secundárias de plantas com um ciclo vegetativo.

- Os três cultivares utilizados no experimento são de alto rendimento em raízes, destacando-se o cultivar Mantiqueira.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 08.09.97
Aceito para publicação em 03.04.98

 

 

1Trabalho apresentado no VI Congresso Brasileiro de Mandioca.