SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.55 issue3Langmuir and freundlich isotherms to describe boron adsorption in highly weathered soilsChange in activity and electrophoretic pattern of peroxidase in maize (Zea mays) and sorghum (Sorghum bicolor) leaves after treatment with yeast (Saccharomyces cerevisiae) author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol. 55 n. 3 Piracicaba  1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161998000300006 

EFEITOS DE ATRATIVOS E REPELENTES SOBRE O COMPORTAMENTO DA ABELHA (Apis mellifera, L.)

 

D.T. MALERBO-SOUZA1; R.H. NOGUEIRA-COUTO
1Depto. de Zootecnia-Faculdade de Agronomia "Dr. Francisco Maeda", CEP: 14500-000 - Ituverava, SP.
2Depto. de Zootecnia de Não-Ruminantes-FCAV/UNESP, CEP: 14870-000 - Jaboticabal, SP.

 

 

RESUMO: O objetivo do presente ensaio foi testar diversas substâncias e verificar sua atratividade e repelência para abelhas, Apis mellifera, L. Para isso, foram realizados testes em discos próximos às colméias e em cana picada oferecida como alimentação para gado bovino confinado. Nos discos próximos à colméia, o produto mais atrativo foi Bee-Here e o mais repelente foi o óleo de citronela. No cocho para bovinos, o repelente mais efetivo foi n-octyl-acetato.
Descritores:
atrativos, repelentes, Apis mellifera

 

EFFECT OF ATTRACTANTS AND REPELLENTS ON THE BEHAVIOR OF HONEY BEES (Apis mellipera, L.)

Abstract: The experiment aimed to study honey bee (Apis mellifera) attractants and repellents in vitro and on chopped sugar cane for bovine feeding. Tests were performed on plates located near to the hives and on bovine-hods. On plates, Bee-Here® was the most attractive and citronela oil the most repellent. On bovine-hods the most effective was n-octyl-acetate.
Key Words: attractants, repellents, Apis mellifera

 

 

INTRODUÇÃO

Para o desenvolvimento de grandes colônias sociais nos insetos, como é o caso das abelhas Apis mellifera, é necessário um sistema de comunicação eficiente que controle e coordene os vários comportamentos dos membros individuais da colônia.

A comunicação entre esses insetos pode ocorrer por meio de feromônios que são emitidos em tempos apropriados por certos indivíduos e causam respostas comportamentais específicas em outros (Wilson, 1971).

As abelhas A. mellifera possuem uma glândula, chamada Glândula de Nasanov, a qual emite um feromônio atrativo para as outras abelhas da mesma espécie.

Vários estudos têm sido feitos para aumentar a visitação das abelhas nas culturas que necessitam de polinização cruzada usando feromônios sintéticos semelhantes aos produzidos pela glândula de Nasanov (Waller, 1970; Woyke, 1981; Ohe & Praagh, 1983; Mayer et al., 1989; Ambrose et al., 1995).

Entretanto, existem situações em que seria interessante repelir as abelhas, por um determinado tempo. Como exemplos podem ser citados a cultura de maracujá, onde as abelhas A. mellifera são consideradas praga, em certas regiões (Salis, 1987), em cochos de bovinos alimentados com cana-de-açúcar picada, em docerias, sorveterias, fábricas de refrigerantes e mesmo associado com o uso de pesticidas, para evitar a sua mortalidade e a contaminação do mel.

Quando uma abelha ferroa um intruso ou é alertada para isso, são liberados feromônios de alarme que marcam o inimigo e estimulam o ataque de outras abelhas (Free, 1961). O feromônio 2-heptanona quando liberado nas proximidades do ninho provoca uma resposta de alerta das abelhas guardas (Simpson, 1966). Esse feromônio serve ainda para repelir as forrageiras em fontes de alimento já esgotadas (Ferguson & Free, 1979; Free et al., 1983).

A aplicação de feromônios de alarme ou substâncias com repelência similar, poderia ajudar a repelir abelhas quando necessário.

Diversos estudos tem sido realizados com substâncias repelentes para as abelhas A. mellifera (Grout, 1963; Atkins Júnior al., 1975 a, b; Attri & Singh, 1978; Rieth et al., 1986; Free, 1987; Free et al., 1989; Moreti, 1989).

O presente ensaio teve como objetivos testar diversas substâncias para abelhas Apis mellifera verificando sua atratividade e repelência e o tempo de duração dos efeitos dos produtos, em testes feitos próximos às colméias e em cochos de bovinos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O presente experimento foi conduzido na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, "Campus" de Jaboticabal/UNESP.

Foram realizados testes, fornecendo às abelhas solução açucarada a 50%, em placas de petri, com 10 cm de diâmetro.

Foram usados os seguintes tratamentos (10 repetições), para se observar a atratividade: T1-Xarope; T2-Xarope acrescido do atrativo Bee-HereR (Hoescht Shering Agrevo do Brasil Ltda) (0,5ml/l); T3-Xarope acrescido de extrato de capim-limão (Cymbopogon citratus)(0,5ml/l); T4-Xarope acrescido de essência de mel (0,5 ml/l); T5-Xarope acrescido de essência de flor de eucalipto (0,5 ml/l); T6-Xarope acrescido de essência de flor de laranjeira (0,5 ml/l).

Baseado nos trabalhos de Blum et al. (1978), Rieth et al. (1986), Free (1987) e Free et al. (1989) foram testados os produtos 2-heptanona, óleo de amêndoas (benzil-acetato), n.octyl.acetato, citronellal e óleo de citronela como repelentes.

Para verificar a repelência foram utilizados, os seguintes tratamentos: T1-Xarope; T2-Xarope acrescido de 2-heptanona (15ml/l); T3-Xarope acrescido de amoníaco (15ml/l); T4-Xarope acrescido de óleo de amêndoas (15ml/l); T5-Xarope acrescido de pó de urucum (15g/l); T6-Xarope acrescido de óleo de citronela (15ml/l).

A avaliação da atratividade ou repelência de cada produto foi feita por meio de observação dos seguintes parâmetros:

(1) número de abelhas a cada 5 minutos, após o fornecimento do xarope acrescido dos produtos, com relação à testemunha;

(2) tempo de coleta do xarope pelas abelhas;

(3) tempo necessário para esgotar os 20 ml de xarope a cada repetição;

(4) comportamento das abelhas na fonte de alimento.

Com os resultados obtidos e a identificação das substâncias repelentes (2-heptanona, amoníaco, óleo de amêndoas, pó de urucum e óleo de citronela) foram, então, realizadas contagens do número de abelhas, durante 5 minutos, num intervalo de um minuto.

Foram realizadas 10 repetições, em dias e horários distintos. As placas de petri foram colocadas a uma distância de cerca de 20 metros das colméias. Os tratamentos ficaram, no mínimo, 2 metros distantes um do outro, com mudança na posição das placas, para evitar a interferência de um sobre o outro.

Também foi realizado um experimento com repelentes no Setor de Confinamento de Bovinos, na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal.

Os repelentes testados foram n.octyl.acetato (SIGMA), citronellal (SIGMA) e óleo de citronela.

Foram utilizados 4 tratamentos : T1-área não pulverizada; T2-área de 0,5m2 do cocho pulverizada com n.octyl.acetato; T3-área de 0,5m2 do cocho pulverizada com citronellal; T4-área de 0,5m2 do cocho pulverizada com óleo de citronela.

Os repelentes foram diluídos em água, em 3 concentrações (5, 10 e 15%), com 3 repetições para cada concentração, e foram pulverizados diretamente sobre a cana picada no cocho, com borrifadores manuais de jardinagem. Os produtos foram diluídos na hora da aplicação. A contagem do número de abelhas foi feita a cada 5 minutos após a aplicação do repelente.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado (D.I.C.). Todas as análises de variância foram feitas no programa estatístico ESTAT para comparação das médias de todas as variáveis. Além disso, foram feitas análises de regressão por polinômios ortogonais nos programas estatísticos ESTAT e REGPOL para testar cada variável (produtos atrativos ou repelentes nos discos e no cocho) no tempo. Os dados foram considerados ao nível de 5% de significância e utilizou-se o teste de Tukey para comparação das médias.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As abelhas Apis mellifera demoravam, em média, 24,8 ± 9,4 segundos em cada coleta nas placas e 30,2 ± 17,2 minutos para coletar 20 ml do xarope.

O tempo necessário para atrair a primeira abelha foi muito variável, sendo muitas vezes necessário treinar as abelhas para visitação das placas. O treinamento consistia em colocar xarope (50% água e 50% açúcar), em todas as placas, pelo menos durante 2 dias, para que as abelhas localizassem essa fonte de alimento.

Dos produtos testados (TABELA 1), o que apresentou maior atratividade foi o produto Bee-HereR, seguido do tratamento no qual foi oferecido apenas xarope e daquele que continha extrato de capim-limão. Os tratamentos que continham essências de mel, de flor de eucalipto e de flor de laranjeira não apresentaram atratividade para as abelhas, pois poucas abelhas foram observadas nesses tratamentos. Observou-se que as abelhas preferiram visitar as placas com Bee-HereR, xarope e extrato de capim-limão, não visitando as placas que continham as essências. Quando misturavam-se essas essências com o xarope, formavam-se manchas evidenciando que elas não se diluiam perfeitamente no xarope.

 

55n3a6t1.gif (5070 bytes)

 

Com relação à repelência (TABELA 2), observou-se que o produto que repeliu mais abelhas foi o óleo de citronela, seguido do 2-heptanona. O efeito do amoníaco foi observado apenas a princípio. As abelhas após esgotarem o xarope contido nos discos que não apresentavam repelência ou na testemunha (apenas xarope), se dirigiam aos tratamentos que apresentavam repelência e que continham ainda xarope. É possível que os produtos perdessem seu poder ativo muito rápido, devido a sua volatilidade. Esses dados concordam com Harpaz & Lensky (1959) que relataram que quando as abelhas não tinham opção mostraram adaptabilidade à solução de sacarose misturada com repelentes.

 

55n3a6t2.gif (5416 bytes)

 

O tratamento em que foi oferecido às abelhas xarope misturado com pó de urucum, não apresentou nenhuma repelência, ficando o pó acumulado no fundo da placa, por não dissolverem, após as abelhas coletarem todo o xarope.

O tratamento que continha o produto 2-heptanona apresentou repelência para as abelhas. Logo que colocava-se o 2-heptanona, as abelhas paravam de coletar por alguns minutos, isto é, ficavam rodeando o disco mas não pousavam.

Entretanto, dos produtos testados em placas, o óleo de citronela foi o mais efetivo. Demorou, em média, 5 minutos para perder seu efeito repelente. As abelhas não coletavam, apenas ficavam voando próximo às placas.

Quando os repelentes foram diluídos em água e aplicados sobre a cana-de-açúcar picada, oferecida como alimentação para gado confinado, formou-se uma película molhada em cima. Conforme as abelhas eram repelidas, os animais comiam a cana-de-açúcar picada e junto com ela, o produto repelente. As abelhas demoravam mais tempo para pousar nos locais do cocho onde os animais não comiam a cana-de-açúcar picada, onde portanto ainda continham o produto.

Os produtos pareceram não afetar o comportamento dos bovinos com relação à ingestão da cana-de-açúcar picada. Foi observado que em dia nublado, com chuva e, consequentemente, com muita umidade, o repelente teve um efeito mais duradouro, provavelmente, devido a menor volatilização do produto.

Antes da aplicação dos produtos, foram observados muitos mosquitos em cima da cana- de-açúcar picada, juntamente com as abelhas. Os repelentes repeliram os mosquitos também.

Por meio de Teste de Tukey, observou-se que não houve diferença significativa entre os repelentes testados.

Entretanto, quando foi pulverizado o repelente n.octyl.acetato, nas concentrações 5 e 10%, o tempo de atuação do produto foi, em média, 25 minutos de repelência, para ambas as concentrações. Na concentração 15%, o tempo de atuação do produto foi significativamente maior sendo, em média, 40 minutos (Figura 1). Por meio de Regressão Polinomial no tempo, observou-se que após a aplicação do produto, a freqüência das abelhas diminuiu por 10 minutos, aumentando em seguida, obedecendo a equação de 2º grau: Y = 7,45 - 2,40X + 0,40X2 (R2 = 0,7707), onde Y é o número de abelhas e X é a contagem a cada 5 minutos. Estes dados concordam com Free et al. (1989) que, estudando a resposta das abelhas A. mellifera a diversos componentes, encontrou que o n.octyl.acetato foi o mais repelente.

 

55n3a6f1.gif (4561 bytes)

Figura 1 - Número médio de abelhas Apis mellifera, a cada 5 minutos, presentes em cana-de-açúcar picada, pulverizada com o produto n.octyl.acetato, nas concentrações 5, 10 e 15%.

 

Nas concentrações 5 e 10%, o citronellal apresentou um tempo de atuação de, no máximo, 10 minutos. Na concentração 15%, o tempo de atuação do produto foi 35 minutos (Figura 2). Não houve diferença significativa entre as concentrações utilizadas. As abelhas diminuíram sua freqüência apenas no momento da aplicação, aumentando em seguida, obedecendo a seguinte equação de 2º grau: Y = 2,08 + 0,88X - 0,03X2 (R2=0,5960).

 

55n3a6f2.gif (4772 bytes)

Figura 2 - Número médio de abelhas Apis mellifera, a cada 5 minutos, presentes em cana-de-açúcar picada, pulverizada com o produto citronellal, nas concentrações 5, 10 e 15%.

 

Quando foi aplicado o óleo de citronela, na concentração 5%, não houve repelência, e nas concentrações 10 e 15%, o tempo de atuação do produto foi, no máximo, 10 minutos (Figura 3). Não houve diferença significativa entre as concentrações utilizadas. A freqüência das abelhas diminuiu apenas no momento da aplicação, aumentando em seguida (Y = 3,85 - 0,05X + 0,04X2, R2=0,8976). Free (1987) pulverizando iso-pentil-acetato e 2.heptanona em cabeças de girassol, observou grande diminuição de forrageiras mas o efeito durou apenas 12 minutos.

 

55n3a6f3.gif (4115 bytes)

Figura 3 - Número médio de abelhas Apis mellifera, a cada 5 minutos, presentes em cana-de-açúcar picada, pulverizada com óleo de citronela, nas concentrações 5, 10 e 15%.

 

Segundo Sakamoto (1988), devido ao elevado número de fatores físico-químicos e bioecológicos associados à produção, emissão e recepção dos feromônios, seus estudos são bastante complexos. A concentração do feromônio produzido, a duração de sua produção e sua eficácia podem variar e o mesmo feromônio pode ter efeitos diferentes em contextos diferentes. Além disso, todo ou parte do complexo feromonal é muitas vezes altamente volátil e não se adapta às técnicas de análises convencionais. Os resultados de estudos com feromônios são difíceis de interpretar e dados conflitantes são obtidos, além das diferenças nas condições do experimento, nas linhagens das abelhas e nas respostas dadas por abelhas fisiologicamente diferentes.

 

CONCLUSÕES

Nos testes realizados em placas, o produto mais atrativo foi o Bee-HereR e o mais repelente o óleo de citronela. Nos cochos de bovinos alimentados com cana-de-açúcar picada, o repelente mais efetivo foi o n.octyl.acetato comparado ao citronellal e ao óleo de citronela.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos à CAPES, ao CNPq e à FAPESP, pelo apoio financeiro e ao Prof. Alexandre Amstalden M. Sampaio do Depto de Zootecnia de Ruminantes da FCAVJ/UNESP, pela concessão da área de confinamento de bovinos para coleta de dados.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMBROSE, J.T.; SCHULTHEIS, J.R.; BAMBARA, S.B.; MANGUM, W. An evaluation of selected commercial bee attractants in the pollination of cucumbers and watermelons. American Bee Journal, v.4, p.267-271, 1995.         [ Links ]

ATKINS JUNIOR, E.L.; McDONALD, R.L.; GREYWOOD-HALE, E.A. Repellent additives to reduce pesticide hazards to honey bees: field tests. Journal Environmental Entomology, v.4, n.2, p.207-210, 1975a.         [ Links ]

ATKINS JUNIOR, E.L.; McDONALD, R.L. McGOUERN, T.D.; BEROZA, M.; GREYWOOD-HALE, E.A. Repellent additives to reduce pesticide hazards to honey bees: laboratory testing. Journal of Apicultural Research, v.14. p.85-97, 1975b.         [ Links ]

ATTRI, B.S.; SINGH, R.P. A note on the biological activity of the oil of Lantana camara L. Indian Journal of Entomology, v.39, n.4, p.384-385, 1978.         [ Links ]

BLUM, M.S.; FALES, H.M.; TUCKER, K.W.; COLLINS, A.M. Chemistry of the sting apparatus of the worker honeybee. Journal of Apicultural Research, v.17, p.218-221, 1978.         [ Links ]

FERGUSON, A.W.; FREE, J.B. Production of a forage marking pheromone by the honeybee. Journal of Apicultural Research, v.18, n.2, p.128-135, 1979.         [ Links ]

FREE, J.B. The stimuli releasing the stinging response of honeybees. Animal Behaviour, v.9, p.193-196, 1961.         [ Links ]

FREE, J.B. Pheromones of social bees. Ihaca:Comstoch, 1987. 218p.         [ Links ]

FREE, J.B.; FERGUSON, A.W.; SIMPKINS, J.R.; AL-SA'AD, B.N. Effect of honeybee Nasonov and alarm pheromone components on behaviour at the nest entrance. Journal of Apicultural Research, v.22, p.214-223, 1983.         [ Links ]

FREE, J.B.; FERGUSON, A.W.; SIMPKINS, J.R. Honeybee responses to chemical components from the worker sting apparatus mandibular glands in field tests. Journal of Apicultural Research, v.28, p.7-21, 1989.         [ Links ]

GROUT, R.A. The hive and the honey bees. Hamilton: Dadant & Sons, 1963. 556p.

HARPAZ, I.; LENSKY, Y. Experiments on bee repellents. Bee World, v.40, n.6, p.146-53, 1959.         [ Links ]

MAYER, D.F.; BRITT, R.L.; LUNDEN, J.D. Evaluation of BeeScentR as a honey bee attractant. American Bee Journal, v.129, p.41-42, 1989.         [ Links ]

MORETI, A.C.C.C. Estudo sobre a polinização entomófila do girassol (Helianthus annuus L.) utilizando diferentes métodos de isolamento de flora. Piracicaba, 1989. 126p. Tese (Doutorado) - Escola Superior de Agronomia "Luiz de Queiroz", Universidade de São Paulo.         [ Links ]

OHE, W. von der; PRAAGH, J.P. Versuche zur Duftlenkung in Obstanlagen. Nordwetsdeutsche Imkerzeitung, v.35, p.100, 1983.         [ Links ]

RIETH, J.P.; WILSON, W.T.; LEVIN, M.D. Repelling honeybees from insecticide treated flowers with 2-heptanone. Journal of Apicultural Research, v.25, p.78-84, 1986.         [ Links ]

SAKAMOTO, C.H. Estudo do feromônio de alarme, 2-heptanona, em Apis mellifera e as suas possíveis inter-relações. Ribeirão Preto, 1988. 119p. Tese (Doutorado) - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo.         [ Links ]

SALIS, M.C. A cultura do maracujá na região de Araguari, MG: o problema da polinização. Jaboticabal, 1987. 36p. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"         [ Links ]

SIMPSON, J. Repellency of the mandibular gland scent of worker honey bees. Nature, v.209, p.531-532, 1966.         [ Links ]

WALLER, C.D. Attracting honey bees to alfafa with citral, geraniol and anise. Journal of Apicultural Research, v.9, p.9-12, 1970.         [ Links ]

WILSON, E.O. Communication: alarm and assembly. Cambridge:Belknap Press; 1971. p.233-246: The insects societies.         [ Links ]

WOYKE, H.W. Some aspects of the role of the honeybee in onion seed production in Poland. Acta Horticulturae, v.111, p.91-98, 1981.         [ Links ]

 

 

Recebido para publicação em 22.09.97
Aceito para publicação em 02.04.98

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License