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Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol. 55 n. 3 Piracicaba  1998

https://doi.org/10.1590/S0103-90161998000300023 

INSETOS ASSOCIADOS ÀS PANÍCULAS DE MACADÂMIA (Macadamia integrifolia, MAIDEN & BETCHE)

 

F.D.G. PAULINO1; L.C. MARCHINI2
1Depto. de Zootecnia-CCA/UFC, C.P. 12168, CEP: 60021-970 - Fortaleza, CE.
2Depto. de Entomologia-ESALQ/USP, C.P. 9, CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.

 

 

RESUMO: Um experimento foi desenvolvido em um pomar de macadâmia para se determinar os insetos associados às panículas, horário e número de visitas. Os estudos foram conduzidos na Extação Experimental de Tietê (São Paulo), localizada entre as coordenadas geográficas 47º 44' W G- 47º 42 WG e 22º 59'01 S. Os insetos foram capturados com rede entomológica, mortos e identificados segundo espécie. O horário e número de visitas para A mellifera e abelhas Trigona, foi determinado através da contagem dos insetos presentes em cinco panículas, das 7:40h às 17:40h, durante 15 minutos por hora. Insetos pertencentes a 20 espécies foram capturados em oito coletas. A espécie A. mellifera foi a mais abundante e responsável por 96% das visitas, sendo o restante distribuído entre as demais espécies. Constatou-se diferença significativa para o número de visitas de Apis às 7:40h; 9:40h;10:40h; 13:40h;14:40h e 15:40h; para abelhas Trigona não foram constatadas diferenças significativas nos horários estudados. O número de visitas de abelhas Apis mellifera foi crescente a partir das 7:40h, com a ocorrência de um pico às 10:40h e outro entre 13:40h e 14:40h, entretanto, entre 11:40h e 12:40h, constatou-se redução no número de visitas.
Descritores: Macadamia integrifolia, panícula, insetos, Apis, Trigona, visitas, abelhas

 

INSECTS ASSOCIATED TO THE PANICLES OF MACADAMIA (Macadamia integrifolia, MAIDEN & BETCH)

ABSTRACT: An experiment was developed in a macadamia orchard to determine the insects associated to the panicles, and the number and duration of the visits. The studies were conducted in Tiete, SP, Brazil. The insects were collected with entomological nets, killed and identified according to the species. The time and number of visits for the A. mellifera and Trigona bees were determined by counting the insects present in five panicles (from 7:40 a.m. to 5:40 p.m. at each 15 minute period). 20 insects species were captured in eight collectings; A. mellifera being the most abundant and frequent in 96% of the visits; significant difference was observed for the number of visits of Apis from 7:40 a.m. to 5:40 p.m., in relation to Trigona species, for which no significant difference was observed. The number of visits of A. mellifera increased since 7:40 a.m., with peaks at 10:40 a.m. and between 1:40 p.m. and 2:40 p.m. The number of visits was quite reduced from 11:40 a. m to 12:40 p.m.
Key Words: Macadamia integrifolia, panicles, insects, Apis, Trigona, bees

 

 

INTRODUÇÃO

A macadâmia é uma frutífera pertencente à família Proteaceae, originária da floresta subtropical da parte oriental da Austrália, onde encontra-se em estado nativo, numa área delimitada pelas latitudes 23º a 29º S. As variedades comerciais foram selecionadas a partir de duas principais espécies: M. integrifolia Maiden & Betche e M. tetraphilla L.A.S. (Johnson, 1954; Smith,1956). Sua importância está relacionada com o valor econômico e nutritivo de seus frutos, conhecidos vulgarmente por nozes.

Atualmente a produção e exportação de seus frutos continua crescente devido à grande demanda. Os maiores produtores mundiais dos frutos desta nogueira são: Austrália, Brasil, Costa Rica, Guatemala, Quênia, África do Sul e EUA, cuja produção foi estimada em 64.1 toneladas para as safras de 1996/97. Isto representa um aumento de produção, em termos percentuais, de 18; 5; 9; 5; 105; 22 e 8%, respectivamente, para estes países (Kirby-Strzelecki, 1997).

A exportação pelos maiores produtores mundiais, Austrália, Quênia e EUA, para o biênio 1996/97 foi estimada em 34.4 toneladas o que representa um aumento de 16% (Janis et al., 1997). Em relação ao seu valor nutritivo, os frutos de macadâmia têm alto teor de óleo, proteína, cálcio, fósforo, ferro e vitaminas (Mortensen & Bullard, 1971). Possuem diversas formas de uso, podendo ser consumidos "in natura", torrados, na fabricação de sorvetes, confeitarias e como aperitivo.

Embora o Brasil apresente condições edafoclimáticas favoráveis à cultura, seu cultivo ainda é pouco expressivo nos Estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Minas Gerais, área de maior ocorrência de plantio desta nogueira, que tem um total de 4123 ha e 725 encontram-se em produção (Bahia, 1991). No entanto, os Estados de São Paulo, Bahia e Espírito Santo, suportam mais de 90% do cultivo, estando o restante distribuído entre os demais Estados produtores (Bahia, 1991). Apresenta como aspectos positivos, alta rentabilidade, baixo custo de produção em relação aqueles apresentados pelos grandes produtores mundiais (Martin, 1992), as condições climáticas apresentadas por algumas regiões do Brasil, a localização geográfica de nosso país, grandes perspectivas de exportação, visto que a oferta mundial atende apenas 15% da demanda. (Bahia, 1991).

A macadâmia é uma frutífera que apresenta flores hermafroditas na mesma panícula, sendo muito atraentes para os insetos polinizadores. São produzidas em longas panículas, contendo de 100 a 500 flores, brancas na espécie M. integrifolia e róseas na espécie M. tetraphilla (Free, 1993; Heard,1993 e Heard & Exley,1994). O florescimento é profuso e um grande número de insetos são atraídos para suas flores, pelo pólen e principalmente pelo néctar, sendo considerada em nível de pomar, como uma generalista na atratividade dos seus polinizadores (Free,1993; Heard,1993 e Heard & Exley,1994).

Na Austrália, Havaí, Costa Rica e África do Sul, foram desenvolvidos trabalhos relacionados com a entomofauna associada às suas panículas, horários e número de visitas, assim como o efeito da polinização no aumento de produção e qualidades de seus frutos (Ito & Hamilton, 1980; Heard & Exley,1994; Stace, 1986 e Vithanage & Ironside, 1986).

Masís & Lezama (1991) determinaram que, na Costa Rica, 91,37% das visitas às panículas de macadâmia foram realizadas por Apis mellifera L. e Trigona spp., sendo 8,63% efetuadas por outros insetos. Estes autores também observaram que as abelhas Apis estiveram presentes nas panículas das 7 às 17 h. Heard & Exley (1994) identificaram 55 espécies de insetos, pertencentes a cinco ordens, visitando as panículas de macadâmia, sendo A. mellifera e T. carbonaria responsáveis por mais de 96 % das visitas, enquanto as demais espécies contribuíram com menos de 1%. No entanto, Vithanage & Ironside (1986) declararam que além de A. mellifera e Trigona, o coleóptero Metriorrhyncus ripidius, a vespa Compsomeris tasmaniensis e a abelha Homalictus sp. exercem um importante papel na polinização de suas flores na Austrália. No entanto, Heard (1993) observou que o número de visitas de A. mellifera e T. carbonaria foi semelhante em pomares de macadâmia localizados no Sul de Queensland, na Austrália. Ele observou também que estes insetos forragearam ativamente nas panículas e são predominantemente os polinizadores das flores desta planta.

São variáveis os horários e o número de visitas às flores das diversas espécies vegetais, em virtude da grande diversidade de horários de apresentação de seus recursos florais, além da influência das variáveis climáticas sobre o florescimento. Em macadâmia, vários estudos foram conduzidos neste âmbito, e os resultados mostraram que a freqüência das visitas é variável de local para local e entre as diversas espécies de insetos visitantes das flores dessa nogueira. Assim sendo, Vithanage & Ironside (1986) declararam que o maior pico de atividade dos insetos mais abundantes associados às flores de macadâmia, na Austrália, ocorre entre 10:00h e 11:00h e entre 13:00h e 14:00h, e um com menor atividade ao meio dia. Por outro lado, Heard & Exley (1994) relataram que nas condições da Austrália, as abelhas Apis e Trigona apresentaram seus picos de atividade às 12:30h e entre 10:00h e 12:00h, respectivamente. Estes autores comentaram também que a menor atividade de coleta destes insetos no pomar ocorre durante a tarde; o mesmo foi observado por Stace (1986). Ele observou também que as abelhas são atraídas para as flores desta frutífera, pelo néctar e pólen, e que a apresentação destes recursos florais, varia durante o dia.

A identificação, o número e o horário de visitas dos insetos às flores das Angiospermas são variáveis importantes na avaliação da eficiência da polinização das plantas cultivadas e na preservação dos seus polinizadores, mediante a aplicação de algumas práticas culturais, assim como na manutenção da entomofauna polinizadora dos ecossistemas naturais.

Esse trabalho teve como objetivo determinar as espécies de insetos da entomofauna associada às panículas de macadâmia, o número e o horário de visitas às suas flores.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Esse trabalho foi conduzido entre os meses de agosto e setembro de 1996, em um pomar de macadâmia com 0,7 ha, contendo catorze cultivares de macadâmia com 15 anos de idade. O referido pomar pertence à Seção de Fruticultura de Clima Subtropical do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), localizado na Estação experimental de Tietê, no município de mesmo nome, entre as coordenadas geográficas 47º 44'W G-47º 42'WG e 22º 59'01. O clima segundo a classificação de Köpper, é do tipo Cwa/Cfa (Transição) clima tropical de altitude, com verão úmido e quente e inverno seco e frio. A distribuição das chuvas ao longo do ano, segue o regime típico das zonas temperadas de baixa altitude, com inverno chuvoso e verão seco; a precipitação média anual é de 1176 mm. O solo é representado por um complexo de Podizólico Vermelho-Amarelo, distrófico e eutrófico, pouco profundo, e o relevo apresenta-se ondulado, com colinas de topo aplainado, vertentes retilíneas e localizado entre as cotas 470 e 530 m (Oliveira et al.,1989).

A determinação dos insetos associados às panículas de macadâmia, foi conduzida através de oito coletas, com rede entomológica, das 9:00h às 17:00h, durante o florescimento das plantas. Em seguida, os insetos foram coletados, mortos com éter etílico e separados em nível de família, montados, etiquetados e identificados conforme o "taxon" a que pertenciam. Posteriormente, exemplares foram enviados a especialistas para a devida identificação em nível de espécie.

O número e horários de visitas às panículas foi determinado em árvores selecionadas ao acaso, sendo realizadas oito observações, no período de 7:40h às 17:40h, de hora em hora, durante 15 minutos, em uma área de 1 m2 delimitada no terço médio das plantas, através de uma moldura confeccionada em madeira. No mínimo, cinco panículas foram marcadas com fitas, procedendo-se em seguida a contagem dos insetos que nelas pousavam.

Os resultados obtidos foram analisados no Centro de Processamento de Dados do Departamento de Entomologia, ESALQ/USP, através de análise de variância, pelo programa SANEST, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. Os dados referentes ao número e horário das visitas foram transformados em Öx+3.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A TABELA 1 apresenta os dados dos insetos capturados nas panículas de macadâmia. Vinte espécies de insetos foram identificadas como visitantes das flores desta nogueira; no entanto, a ordem Hymenoptera apresentou o maior número de espécies entre as seis ordens presentes no pomar. A. mellifera foi a espécie mais abundante no pomar e com maior freqüência em relação as demais espécies associadas às panículas desta frutífera. Estes insetos foram observados forrageando no pomar a partir das 7:30h e assim permaneceram até o anoitecer, coletando pólen e principalmente néctar. As demais espécies observadas não apresentaram número, freqüência e comportamento de coleta condizente com a polinização das flores desta proteácea. Estas espécies, são visitantes oportunistas que são atraídos pele excessivo florescimento desta frutífera, que pelo menos em condição de pomar é considerada como uma generalista na atratividade de seus visitadores (Heard & Exley,1994).

 

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Estudos realizados na Austrália e na Costa Rica demonstraram que as espécies A. mellifera e T. carbonaria são os principais insetos visitadores das flores de macadâmia. Heard & Exley (1994) e Vithanage & Ironside (1986) determinaram 27 e 53 espécies de insetos, respectivamente, associadas às panículas de macadâmia. No entanto, eles foram unânimes em afirmar que as espécies A. mellifera e T. carbonaria são os melhores polinizadores desta frutífera, embora Vithanage & Ironside (1986) tenham afirmado que além destas duas espécies, o coleóptero M. ripidius, a vespa C. tesmaninsis e abelha Homalictus sp., exerceram um importante papel na polinização desta nogueira no oeste de Nova Gales na Austrália.

Comparando os resultados da presente pesquisa, com os obtidos na Austrália e Costa Rica (Heard & Exley,1994; Masís & Lezama,1991 e Vithanage & Ironside,1986), verifica-se que existem algumas espécies identificadas por estes autores que são comuns as registradas no presente trabalho. Evidentemente, espera-se que um maior número de espécies seja coletado nas condições da Austrália, devido ao fato de a macadâmia ser originária deste país e, consequentemente, os insetos visitadores de suas flores evoluíram com ela ao longo dos anos, podendo deste modo, compartilhar melhor de seus recursos florais.

Os números e horários das visitas de A. mellifera e abelhas Trigona são apresentados na TABELA 2 e Figura 1.

 

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Figura 1 - Número médio de visitas de abelhas às panículas de macadâmia em diferentes horários. Tietê (SP), 1996.

 

Verifica-se que o número de visitas de A. mellifera foi superior ao número de visitas de abelhas Trigona. As abelhas Apis estiveram presentes no pomar durante todos horários estudados, o mesmo não ocorrendo com as abelhas Trigona. Constata-se também diferença significativa no número de visitas para Apis entre os horários de 7:40h, 9:40h, 10:40h,14:40h e 15:40h; entretanto, para Trigona o número de visitas não diferiu estatisticamente nos horários estudados (TABELA 2 e Figura 1).

Mesmo que os valores do número de visitas nos horários de 9:40h, 10:40h, 13:40h e 14:40h, não difiram estatisticamente, observa-se que as visitas de Apis foi crescente a partir das 7:40h e que ocorreu um pico às 10:40h e às 11:40h e 12:40h houve um decréscimo do número das visitas. Ocorreu um segundo pico entre 13:40h e 14:40h, a partir de então, o número de abelhas no pomar foi diminuindo até o anoitecer (TABELA 2 e Figura 1).

Os resultados obtidos concordam parcialmente com os de Heard & Exley (1994) e Vithanage & Ironside (1986).

As abelhas A. mellifera estiveram presentes no pomar por mais de dez horas, enquanto as do gênero Trigona permaneceram por mais de sete horas, sendo que 96% das visitas foram realizadas por A. mellifera, e o restante distribuído entre as demais espécies visitantes.

A superioridade do número de visitas de Apis às flores de macadâmia está associada à maior capacidade de orientação, determinação da distância e sentido de orientação entre a colméia e a fonte de alimento assim como a existência de colônias populosas. Por outro lado, o pequeno número de visitas de Trigona está associado principalmente com a pequena reserva de vegetação nativa existente na circunvizinhança do pomar.

O refúgio da vegetação natural é benéfico para as abelhas indígenas (Banaszak,1992) assim como a disponibilidade de local apropriado para construção de ninhos é uma variável limitante para esses apídeos.

 

CONCLUSÕES

- Dentre as espécies de insetos coletadas nas flores de macadâmia, a A. mellifera foi a mais abundante e apresentou comportamento eficiente como polinizador;

- A espécie A. mellifera foi responsável por 96% das visitas às panículas e apresentou um pico de visitas às 10:40h e outro entre 13:40h e 14:40h. Ao meio-dia, foi observada uma menor atividade no pomar. As demais espécies se comportaram como visitantes ocasionais.

- Para abelhas Trigona, o número de visitas foi inferior ao de A. mellifera para todos horários estudados.

 

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Recebido para publicação em 21.11.97
Aceito para publicação em 13.05.98

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