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Scientia Agricola

versão On-line ISSN 1678-992X

Sci. agric. v.56 n.2 Piracicaba  1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161999000200028 

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS DA MANGA: EFEITO DA APLICAÇÃO DE Ca EM PULVERIZAÇÃO FOLIAR

 

Vladimir Rodrigues Sampaio1,2; João Alexio Scarpare Filho1*; Ricardo Alfredo Kluge1,2
1Depto. de Produção Vegetal - ESALQ/USP, C.P. 09 - CEP:1348-900 - Piracicaba, SP.
2Bolsista do CNPq.
*e-mail: jascarpa@carpa.ciagri.usp.br

 

 

RESUMO: Na fase de frutificação da mangueira 'Tommy Atkins', foram realizadas sete pulverizações com cloreto de cálcio (0,6 e 1,2%) observando-se intervalo de 2 semanas. Os frutos foram colhidos em duas ocasiões: 16/12/96 (colheita em época normal) e 06/01/97 (colheita tardia). Não houve incremento no conteúdo de cálcio na polpa dos frutos das plantas tratadas em comparação às não tratadas. A incidência de distúrbios fisiológicos foi similar em todos os tratamentos, independente dos conteúdos de nitrogênio e cálcio no mesocarpo dos frutos. As desordens fisiológicas nos frutos aumentaram na colheita tardia.
Palavras-chave: manga, colapso de polpa, cloreto de cálcio

 

PHYSIOLOGICAL DISORDERS IN MANGO: EFFECT OF FOLIAR SPRAYS WITH CALCIUM

ABSTRACT: During fruiting of 'Tommy Atkins' mango trees, foliar sprays of calcium chloride (0.6 and 1.2%) were applied seven times at 2-week intervals. Fruits were harvested in two dates: 16/12/96 (normal harvest) and 06/01/97 (late harvest). There was no increase of calcium content in the mesocarp of the fruits of treated trees as compared to untreated controls. The physiological disorder (internal breakdown) incidence was similar between treatments independently of N or Ca contents in the mesocarp of the fruit. This disorder increased for late harvest in all treatments.
Key words: mangoes, internal breakdown, calcium chloride

 

 

INTRODUÇÃO

Em mangas, os distúrbios fisiológicos, também denominados colapsos da polpa ("internal breakdown"), são bastante preocupantes, pois os sintomas são quase que imperceptíveis externamente e prejudicam sensivelmente a comercialização da fruta. Wainright & Burbage (1989) relataram, em sua revisão, cerca de oito manifestações diferentes que atingem a polpa dos frutos. Estes autores citam Niston (1986), segundo o qual, as descrições destas desordens são similares e sugerem ser manifestações do mesmo problema.

As causas do colapso da polpa são bastante complexas e ainda não estão bem esclarecidas. Alguns autores citam como prováveis causas o desequilíbrio nutricional, em especial com relação ao cálcio e nitrogênio (Ferreira, 1989; Wainright & Burbage, 1989; Netto et al., 1994; Pinto et al., 1994). Esta hipótese porém ainda não foi comprovada.

Burdon et al. (1990) determinaram níveis de cálcio em mangas 'Kent', 'Beverly' e 'Sensation' e verificaram que: 1) existe variação no teor de cálcio conforme a posição na fruta. A polpa interna normalmente possue teores inferiores de cálcio em relação à externa. A região apical, localização essa sujeita ao "soft-nose", é a mais pobre em cálcio; 2) comparando-se duas regiões de produção da manga 'Kent', verificaram maiores incidências de distúrbios na região em que os frutos apresentaram menores teores de cálcio na polpa; 3) o cultivar 'Beverly', menos sujeito à ocorrências de distúrbios, apresentou teores de cálcio semelhantes ou mesmo inferiores aos encontrados na manga 'Kent', mais suscetível; 4) o teor de cálcio decresceu, no fruto, da base para o ápice; e 5) o teor de cálcio nos frutos variou de 0,135 a 0,041%.

Quaggio (1996), recalculando dados obtidos por Haag et al. (1990) e outros pesquisadores, relata que o teor de cálcio exportado na colheita é da ordem de 0,47 kg por tonelada de frutos, o que significa um teor médio de 0,047% de cálcio no fruto. Quanto ao nitrogênio, o valor médio exportado foi de 1,28 kg por tonelada, o que resulta no teor de 0,128% no fruto. Segundo o mesmo autor, os teores médios dos macronutrientes na manga seriam de: N - 0,128%; P - 0,021%; K - 0,162; Ca - 0,047%; Mg 0,037% e S - 0,015%. Para o cultivar 'Tommy Atkins', Haag et al. (1990) encontraram o valor de 0,025% de Ca e 0,109% de N.

Algumas tentativas para elevar a disponibilidade de cálcio para os frutos e reduzir os problemas de distúrbios fisiológicos têm sido realizadas. Bissoli Junior (1992) aplicou cloreto de cálcio (40.000mg.L-1) em mangas 'Tommy Atkins', no período de 60 dias após a antese e verificou que este tratamento aumentou o teor de cálcio na polpa e na casca do fruto, beneficiando o aumento na conservação pós-colheita. Não citou, porém, este efeito sobre o colapso de polpa. Rabelo et al. (1996), tentando reduzir os distúrbios, também em 'Tommy Atkins', aplicaram cloreto de cálcio (0,6%) em três ocasiões antes da colheita, não tendo verificado diminuição do problema após a colheita. Os autores atribuíram à ausência de resposta do tratamento ao nível adequado de cálcio no solo.

Na África do Sul, McKenzie (1994) fez pulverizações foliares após a colheita de mangas 'Sensation' com diferentes produtos. Utilizou Ca(NO3), KNO3, K2SO4 (todos a 1 e 2%) e suspensão de cálcio Wuxal (0,3 e 0,6%) em três ocasiões, em intervalo de duas semanas após a colheita, no estágio do fluxo de crescimento da planta. Verificou que todas as aplicações de KNO3 e K2SO4 resultaram em aumento do teor de K, com maior incremento acontecendo com KNO3 a 2%. Os teores de Ca das plantas tratadas não diferiram dos das plantas controle. Segundo McKenzie (1995), as pulverizações em folhas e frutos com K e Ca são usadas comercialmente na África do Sul, visando aumentar os níveis destes nutrientes e reduzir os problemas de pós-colheita. O autor fez três pulverizações em pós-colheita, seguido de outras três em pré-colheita usando dois níveis de nitrato de potássio, sulfato de potássio, nitrato de cálcio (1 e 2%) e suspensão de cálcio a 0,3 e 0,6%. Não verificou nenhum efeito benéfico da aplicação de cálcio nas concentrações foliares e qualidade dos frutos. As pulverizações com nitrato de cálcio, entretanto, elevaram os teores de N nas folhas e provocaram aumento no colapso de polpa nos frutos. O autor concluiu que os produtores que desejarem melhorar a qualidade dos frutos devem reduzir as altas concentrações de N ao invés de elevar os níveis de K e Ca, via pulverização foliar.

Buscando maiores esclarecimentos sobre o problema distúrbios fisiológicos em manga, fez-se a presente observação que constou de pulverizações quinzenais às plantas, com o objetivo de suprir as necessidades de cálcio dos frutos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no pomar do Departamento de Horticultura da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" em Piracicaba, SP. Foram utilizadas mangueiras 'Tommy Atkins' com 8 anos de idade, enxertadas sobre mangueiras 'Espada'. O solo da área do experimento foi caracterizado como Latossolo vermelho-escuro, série Luiz de Queiroz. As plantas receberam tratamentos fitossanitários adequados e uma aplicação de ácido bórico (0,3%) em 19/08/96.

A análise do solo, com a retirada de amostras a 20cm de profundidade, apresentou os valores contidos na TABELA 1.

 

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Foi realizada a avaliação do estado nutricional, através de análise foliar, segundo recomendações de Quaggio (1996), com a coleta das folhas sendo realizada em plena florada (30/07/96).

Os tratamentos consistiram na aplicação de cloreto de cálcio (CaCl2), fazendo-se variações nas dosagens, a saber: T1 - controle (pulverização com água); T2 - 0,6% de CaCl2 e T3 - 1,2% de CaCl2. As pulverizações foram quinzenais, com início a 13/09/96 e final em 10/12/96, num total de sete aplicações, cobrindo praticamente toda a fase de frutificação das mangueiras.

Os frutos foram colhidos em duas datas: 16/12/96 e 06/01/97. Cuidadosamente manuseados, permaneceram em laboratório até atingirem ponto adequado para consumo, quando então sofreram avaliação para a ocorrência dos distúrbios fisiológicos. Na primeira colheita, as parcelas experimentais constaram de dez frutos, oriundos de uma planta, fazendo-se oito repetições para cada tratamento. Na segunda colheita, as parcelas foram constituídas por cinco frutos, sendo praticadas dez repetições com os frutos colhidos das oito plantas usadas em cada tratamento. Os resultados obtidos foram submetidos a análise da variância no delineamento experimental inteiramente ao acaso. Em caso de significância as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados de % de frutos afetados por distúrbios fisiológicos foram transformados segundo n2a30x.gif (103 bytes)

A constatação dos distúrbios fisiológicos foi realizada através de cortes na polpa dos frutos. Nesta oportunidade fez-se a leitura refratométrica do teor de sólidos solúveis totais (oBrix).

Procedeu-se na primeira colheita, a retirada de porção da polpa, da região ventral dos frutos, através do corte iniciado no terço superior e envolvendo até a região apical. Este material foi submetido à análise de teor de nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre na polpa dos frutos.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Estado nutricional das plantas

Na TABELA 2 estão apresentado os resultados na análise foliar realizada na plena florada, em 30/07/96.

 

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Fazendo-se confronto com os números apresentados por Quaggio (1996), chega-se às seguintes conclusões: para macronutrientes, os teores de K e Ca estão dentro dos limites considerados adequados. O N, P e Mg estão pouco abaixo do nível adequado, mas não atingindo o nível deficiente, enquanto que o teor de S excede o nível adequado mas não atinge o considerado excessivo. Para os micronutrientes, observou-se teores adequados de Cu, Fe e Zn, baixo, porém não deficiente para B, e alto para Mn.

Teor de nutrientes na polpa dos frutos

O resultado da análise de macronutrientes da polpa dos frutos colhidos em 16/12/96 estão registrados na TABELA 3.

 

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Na análise de macronutrientes na polpa dos frutos verificou-se diferença entre os tratamentos para os níveis dos elementos N e Ca. O tratamento controle se apresentou com menor nível de N, quando comparado ao tratamento com CaCl2 a 1,2%. Quanto aos teores de Ca, os frutos do tratamento controle mostraram valores superiores aos obtidos de plantas do tratamento com CaCl2 0,6%.

Dessa forma as relações N/Ca foram respectivamente de 10,92; 15,02 e 14,83, para os tratamentos controle, CaCl2 0,6% e CaCl2 1,2%, respectivamente.

Os teores de Ca encontrados na polpa foram semelhantes aos níveis mínimos encontrados por Burdon et al. (1990). Não houve possibilidade de confrontar com os resultados obtidos Haag e al. (1990), pois estes se referem a teores obtidos em frutos completos. As plantas do presente experimento mostraram nível adequado a alto de Ca, conforme comprovaram as análises químicas das folhas.

Assim sendo, verificou-se que as pulverizações foliares com CaCl2, nas concentrações testadas, não resultam em incremento desse nutriente nos frutos, resultados estes concordantes com aqueles obtidos por McKenzie (1994; 1995) e Rabelo et al. (1996). Estes resultados discordam dos obtidos por Bissoli Junior (1992), que utilizando concentrações bem superiores de Ca aumentou o teor do nutriente na polpa dos frutos. Esse autor não revela, em seu trabalho, os teores foliares de macronutrientes. No presente experimento, o não incremento do teor de cálcio na polpa provavelmente seja decorrente do suprimento satisfatório do nutriente às plantas, conforme revelado nas análises.

Desordens fisiológicas

As ocorrências de desordens fisiológicas foram determinadas para duas datas de colheita. Sabendo-se que as épocas de colheita tem influência marcante no aparecimento das desordens (Sampaio & Scarpare Filho, 1998), procurou-se precisar o estado de maturação dos frutos através do teor de sólidos solúveis totais (Brix) e número de dias da colheita ao ponto de consumo. Os resultados obtidos estão na TABELA 4.

 

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Observa-se na TABELA 3 que não houve variação na ocorrência dos distúrbios fisiológicos entre os tratamentos nas duas datas de colheita. O incremento na ocorrência de distúrbios fisiológicos nas colheitas tardias já era esperado, conforme verificado por Vaz (1990) e Sampaio & Scarpare Filho (1998).

Embora o tratamento controle tenha apresentado maior teor de cálcio em relação ao tratamento com 0,6% de CaCl2 e menor teor de nitrogênio no confronto com o tratamento com 1,2% de CaCl2, resultando assim em menor relação N/Ca, esse fator não influenciou o percentual de distúrbios fisiológicos.

Os teores de sólidos solúveis totais e o número de dias entre a colheita e o ponto de consumo, poderiam definir os frutos assim colhidos como adequados para remessa a longa distância (primeira colheita) e para consumo local (segunda colheita).

 

CONCLUSÕES

• As pulverizações quinzenais com CaCl2 (0,6 ou 1,2%), em pré-colheita, não incrementam o teor de Ca na polpa de mangas 'Tommy Atkins';

• A ocorrência de distúrbios fisiológicos foi semelhante em frutos do cultivar Tommy Atkins, com diferentes teores de Ca na polpa. O mesmo foi constatado quando ocorreu variação na relação Ca/N;

• Foi comprovado que as colheitas tardias aumentam a ocorrência dos distúrbios fisiológicos em mangas.

 

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Recebido para publicação em 10.03.98
Aceito para publicação em 28.07.98

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