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Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol.56 n.2 Piracicaba  1999

https://doi.org/10.1590/S0103-90161999000200033 

EFEITO DA OMISSÃO COMBINADA DE N, P, K E S NOS TEORES FOLIARES DE MACRONUTRIENTES EM MUDAS DE GOIABEIRA

 

João Odemir Salvador1*; Adônis Moreira2,3; Takashi Muraoka1,4
1Laboratório de Fertilidade do Solo - CENA/USP, C.P. 96 - CEP: 13400-970 - Piracicaba, SP.
2Pós-Graduando do Depto. de Energia Nuclear na Agricultura - CENA/USP.
3Bolsista da FAPESP. 
4Bolsista do CNPq. 
*e-mail: salvador@cena.usp.br

 

 

RESUMO: O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da omissão simples e combinada de dois nutrientes, estabelecida entre os macronutrientes N, P, K e S, sobre a composição de macronutrientes no terceiro par de folhas de mudas de goiabeira. Avaliou-se, ainda, a tendência de acúmulo de macro e micronutrientes (B, Cu, Fe, Mn e Zn) nas folhas, caules + ramos e raízes, de plantas mantidas em solução nutritiva completa durante 70 dias. A ausência de um nutriente promoveu a redução de sua concentração nas folhas, porém, não produziu grandes alterações na composição dos demais macronutrientes, exceto para K e Ca no tratamento com omissão de N. As folhas foram o principal órgão armazenador de macronutrientes. Dos micronutrientes, cerca de 57% do conteúdo de B e 65% do de Fe foram alocados nas folhas e o restante dividido em proporções equivalentes entre caules + ramos e raízes. Somente 23% do total do Cu extraído foi armazenado nas folhas, enquanto que 45% permaneceu nas raízes. Para o desenvolvimento inicial da goiabeira, a necessidade de macronutrientes obedeceu a ordem decrescente: N, K, Ca, S, Mg e P e a exigência de micronutrientes, por sua vez, obedeceu a seguinte ordem decrescente: Mn, Fe, Zn, B e Cu.
Palavras-chave: goiabeira, Psidium guajava, composição mineral, acúmulo de nutrientes, solução nutritiva

 

EFFECT OF COMBINED OMISSION OF N, P, K AND S ON FOLIAR MACRONUTRIENT CONTENT OF GUAVA SEEDLINGS

ABSTRACT: This work had the objective of evaluating the effects of N, P, K and S deficiencies, when omitted in single or in pairs, on the macronutrient composition of the third leaf from the tip of young guava plants. The content of macro and micronutrients (B, Cu, Fe, Mn e Zn) in leaves, stem + branches and roots of plants grown in a complete nutrient solution for 70 days, was also evaluated. It was shown that the lack of a given element caused a decrease in its leaf concentration, but did not cause significant changes on the level of the other macronutrients in the leaves, except for K and Ca when N was omitted. The leaves were the major storage organ for macronutrients (above 50% from each one). About 57% of the B and 65% of Fe were accumulated in the leaves, while the remaining was distributed between stem + branches and roots in similar proportion. Only 23% of the total of Cu was accumulated in the leaves, while about 45% remained in the roots. The requirement of macronutrients followed the decreasing order: N, K, Ca, S, Mg and P; and the demand for micronutrients, followed the decreasing order: Mn, Fe, Zn, B and Cu.
Key words: guava, Psidium guajava, leaf nutrient content, accumulation of nutrients, nutrient solution

 

 

INTRODUÇÃO

Um dos principais fundamentos da diagnose foliar parte da premissa de que é nas folhas que ocorre a maioria dos processos fisiológicos e metabólicos, devendo seu conteúdo mineral estar sempre relacionado com o desenvolvimento e aumento da produção. Para atender aos requisitos de produção e qualidade, os nutrientes devem estar contidos nas folhas, não somente em concentração adequada, mas também dentro de uma relação adequada entre eles (Malavolta et al., 1997). Se o solo ou o adubo não atender a este imperativo, sintomas de carência nutricional e/ou toxidez poderão ocorrer, os quais podem manifestar-se não somente nas folhas, mas também nos frutos ou até nas raízes, caules e ramos (Malavolta & Violante Netto, 1989).

Segundo Chadha et al. (1973), a análise foliar é o critério mais apropriado para determinar o estado nutricional das plantas perenes quando comparado com a análise de solo. No entanto, de acordo com Raij (1991) e Bataglia et al. (1992), para se obter o nível que reflita com fidelidade a situação nutricional da planta, a amostragem deve recair sobre um tipo de folha que apresente a maior estabilidade possível em relação aos fatores que afetam a sua composição mineral, bem como aquela que mostre as diferenças de concentrações decorrentes das variações de suprimento. Para goiabeira, Natale et al. (1994a) mencionaram a existência de um consenso, indicando que a amostragem foliar deve ser feita na região intermediária do ramo, que corresponde ao terceiro ou quarto par a partir do ápice.

Como visto, o uso da diagnose foliar como método para a avaliação do estado nutricional possui certas limitações que devem ser mais bem analisadas, para se fazer o procedimento correto do emprego da técnica. De acordo com Jones et al. (1991) é preciso considerar-se, principalmente, a confiabilidade dos resultados, a utilização de conceitos de relações e concentrações de nutrientes, o efeito dos híbridos e de concentrações variáveis.

Partindo-se da hipótese de que alguns procedimentos na adubação podem levar a um desequilíbrio nutricional, o presente trabalho teve como objetivo avaliar as alterações químicas ocorridas nas folhas de goiabeira, representadas pelo 3o par a partir do ápice, decorrentes de uma desordem nutricional simulada pela omissão simultânea de dois macronutrientes.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em casa de vegetação no primeiro semestre de 1996 no Laboratório de Fertilidade do Solo do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP), localizado no município de Piracicaba, Estado de São Paulo.

As mudas, propagadas através de sementes, obtidas de uma planta nativa, com cinco pares de folhas foram transplantadas para vasos com dois litros de capacidade, com substrato resultante de duas partes de areia fina lavada e uma de sílica grossa, com capacidade de retenção de 450 mL de solução. Durante 65 dias as plantas permaneceram em solução nutritiva completa de Hoagland & Arnon (1950), diluída a 1/5 da concentração usual. Após esse período as plantas foram submetidas aos tratamentos por 70 dias. Os tratamentos foram feitos a partir de uma solução nutritiva completa (TABELA 1), com as seguintes concentrações de nutrientes em mg L-1: 182 de N-NO3; 42 de N-NH4; 31 de P; 195 de K; 120 de Ca; 48 de Mg; 64 de S -SO4; 0,5 de B; 0,02 de Cu; 5,0 de Fe; 0,5 de Mn; 0,05 de Zn e 0,01 de Mo, e nas demais soluções foram omitidos: N, NP, NK, NS, P, PK, PS, K, KS e S, perfazendo-se onze tratamentos, com quatro repetições. Para cada troca, feita a cada 25 dias, destinou-se 1 litro de solução, procedendo-se antes, a lavagem do substrato com 4 litros de água destilada, para a remoção de possíveis resíduos de sais. Realizaram-se irrigações diárias com as soluções, tantas vezes quanto necessárias, sendo o percolado recebido em coletor, e o volume sempre completado a 500 mL com água deionizada. Semanalmente, a solução foi monitorada, mantendo-se o pH entre 5,5 e 6,0, com a adição de HCl 0,1mol L-1 ou NaOH 0,1mol L-1 .

 

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Para a determinação da composição mineral das folhas, fez-se uma amostragem do 3o par de folhas pertencentes ao ramo principal das plantas submetidas durante 63 dias aos tratamentos. Aos 70 dias, coletaram-se as três plantas do tratamento completo, separando-as em caule + ramos, folhas e raiz para a obtenção do acúmulo de nutrientes nas diversas partes da planta. O material coletado foi lavado em água corrente e, posteriormente, em água destilada. Em seguida, as amostras foram secas em estufa a 65ºC para a determinação do peso do material seco, procedendo-se, em seguida, a moagem e a análise química de macronutrientes.

Os teores de P foram determinados pelo método da colorimetria do molibdovanadato, K por fotometria de chama; Ca, Mg, Cu, Fe, Mn e Zn por espectrometria de absorção atômica, S por turbidimetria do Ba2SO4, N pelo método semi-micro Kjeldahl e B por colorimetria de azometina H (Malavolta et al., 1997).

Os resultados foram submetidos à análise estatística pelo teste F e as comparações entre as médias, através do teste de Tukey a 5% de probabilidade (Gomes, 1990).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Composição química das folhas: Os efeitos da omissão simultânea de dois macronutrientes sobre os teores de N, P, K, Ca, Mg e S, determinados no 3o par de folhas, são apresentados na TABELA 2. Os efeitos comparativos de cada nutriente, omitido individualmente, sobre a composição dos macronutrientes, são apresentados na TABELA 3.

 

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Nitrogênio: As concentrações de N nos tecidos foliares foram extremamente baixas, atingindo cerca de metade da obtida pela testemunha, em todas os tratamentos em que se omitiu o nutriente, seja individualmente ou juntamente com as ausências de P, K ou S. Isto conduz a refletir que, havendo uma interrupção conjunta no fluxo de dois nutrientes e, sendo um deles o N, a falta deste é que determinará, preferencialmente, a redução no crescimento da planta (Figura 1). A redução de 50% na concentração de S no tratamento com omissão de NS (TABELA 2) leva a sugerir a ocorrência de deficiência conjugada dos dois nutrientes. A clorose foliar, causada pela carência de S, é bastante similar à da falta de N, distinta apenas pela sua forma de manifestação, fazendo-se presente, nos estádios iniciais, nas folhas novas (Shorrocks, 1979). Quando o crescimento é retardado por sua carência, as plantas se apresentam uniformemente cloróticas Raij (1991), o que dificulta o diagnóstico visual, principalmente, quando a deficiência de ambos é combinada. Essa similaridade ocorre devido à redução da concentração de clorofila (Hewitt, 1983), porque esses nutrientes são essenciais para a formação do pigmento, embora o S não faça parte da clorofila (Eaton, 1966). Observaram-se aumentos na concentração do nutriente nos tratamentos com omissão de P e S, quando comparadas com a da testemunha, contudo eles são considerados pequenas variações, oscilando dentro da faixa de teores considerados normais por Natale et al. (1996), para duas cultivares de goiabeira (Paluma e Rica), em condições de campo, a partir do terceiro ano.

 

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Figura 1 - Redução do crescimento da planta, predominantemente, devido à falta de N.

 

Fósforo: Seus teores, em conseqüência da sua ausência, foram, de maneira bastante significativa, mais baixo em todo os tratamentos em que ele foi omitido (TABELA 2). Esses valores confirmam uma característica determinante da carência de fósforo que é exteriorizada nas folhas, nas quais surgiram manchas internervais de coloração púrpura (Figura 2), cujo sintoma é decorrente do acúmulo de fotoassimilados nos tecidos, o que favorece a síntese de antocianina, pigmento que confere essa coloração (Mengel & Kirkby, 1987). As maiores concentrações de P, em relação à testemunha, foram verificadas nos tratamentos com omissão de NK, KS e S. Os valores significativos obtidos nos dois últimos tratamentos parecem estar mais relacionados com a carência de S, como se observa na TABELA 3.

 

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Figura 2 - Sintomas foliares de deficiência de fósforo.

 

Potássio: As concentrações de K nos tratamentos com omissão de K, PK e KS sofreram reduções da ordem de 30% (TABELA 2). As maiores concentrações encontradas para o K, no entanto, relacionam-se com as carências de N, P e S, confirmadas pela separação dos resultados na TABELA 3. A importância desse nutriente deve ao fato de ele ser considerado o macronutriente mais exportado pelo fruto de goiabeira (Natale et al., 1994b), podendo sua carência determinar, inclusive, a redução de 30% no tamanho da goiaba. Esse nutriente tem maior resposta à sua aplicação, na produção de frutos, quando está combinado com o N em proporções equivalentes (Martinez & Pereira, 1986). Essa relação, adotada na adubação, foi obtida nas concentrações foliares (TABELA 2) e no acúmulo total dos dois nutrientes na planta (TABELA 4). A figura 3 caracteriza a deficiência de K na folha na sua fase inicial, com coloração marrom-avermelhada e irradiada nas nervuras.

 

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Figura 3 - Deficiência de potássio (detalhe ampliado das nervuras).

 

Cálcio: A omissão isolada de N ou quando em combinações (TABELA 2) com P, K ou S (omissão de NP, NK e NS), contribuiu para o aumento nas concentrações de Ca, atingindo, praticamente, o dobro da obtida pela testemunha, e esses aumentos parecem estar fundamentados na deficiência de N e de S (TABELA 3). Segundo Natale et al. (1996), essas concentrações estão dentro dos limites considerados adequados para a cultivar Paluma (9 ± 2 g kg-1), a partir do 3o ano de idade.

Magnésio: As modificações observadas nas concentrações desse nutriente foram pouco significativas, situando-se bem próximas às da testemunha, mantendo-se dentro da faixa considerada adequada para as cultivares Rica e Paluma, a partir do 3o ano de idade (Natale et al., 1996). Comparado com o Ca, o Mg parece comportar-se com maior estabilidade frente aos tratamentos. Observando-se as concentrações de Mg e de S (TABELA 2) e o seu conteúdo nas partes analisadas e no total na planta (TABELA 4), verifica-se que os dois nutrientes estão em proporções semelhantes quanto a concentração, acúmulo e redistribuição, dentro de uma relação 1:1 (Mg/S = 1). As concentrações adequadas para esses dois macronutrientes, recomendadas por Malavolta et al. (1997), também possuem proporções equivalentes.

Enxofre: Observa-se na TABELA 2, que os teores de S nas folhas das plantas cultivadas em omissão somente desse nutriente ou associada com as de N, P e K (omissão de NS, PS e KS) foram reduzidos cerca de quatro vezes. A redução nos teores de ambos os nutrientes da referida combinação justifica as ocorrências de deficiências simultâneas de NS, PS e KS. Vale dizer, no entanto, que as omissões isoladas de N, de P ou de K não promoveram diferenças significativas nas concentrações de S (TABELA 3). Como a diagnose visual é dificultada quando mais de um nutriente estão deficientes (Epstein, 1975; Malavolta, 1980), a análise de terra e das folhas são ferramentas indispensáveis para evitar erros na recomendação de fertilizantes (Better Crops with Plant Food, 1984). A figura 4 demonstra os sintomas visuais caracterizados pela deficiência conjugada de S e K.

 

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Figura 4 - Deficiência combinada de K e S.

 

Acúmulo de nutrientes nos diversos segmentos: Através das médias das massas de material seco e dos teores médios dos nutrientes absorvidos pelas mudas desenvolvida por 70 dias em solução nutritiva completa (TABELA 4), obteve-se o total de nutrientes extraído pelas diversas partes analisadas (folhas, caules + ramos e raízes), bem como o total do nutriente contido na planta.

Do conteúdo total de cada macronutriente extraído, mais de 50% concentra-se nas folhas, com o N situando-se na faixa de 62% do total acumulado na planta. Em goiabeira com 4,5 anos de idade e com produção avaliada em 10 kg de frutos por planta, esses valores foram de 45, 37, 42 e 21%, para N, P, K e Ca, respectivamente (Brasil Sobrinho et al. 1961). Ainda, de acordo com a TABELA 4, cerca de ¼ do P, K, Ca e S absorvidos foram armazenados nos caules e ramos; para N e Mg esses índices foram de 20 e 17%, respectivamente. As raízes participaram com 28% do Mg e 25% do S do total acumulado pela planta. Para os demais macronutrientes, esses valores situaram-se próximos de 20%.

Para os micronutrientes, os valores representando o acúmulo de Cu nos diferentes segmentos indicam que as folhas contém apenas 23% do nutriente armazenado, permanecendo 45% desse cátion bivalente acumulado nas raízes. As folhas constituíram o maior depósito de B (57%) e de Fe (65%), dividindo-se o restante em partes iguais entre caules + ramos e raízes. Para Mn e Zn, em termos percentuais, as quantidades acumuladas foram bem divididas nos diversos órgãos analisados. Com base na quantidade total dos elementos extraídos, a necessidade dos nutrientes, estabelecida para o crescimento inicial da goiabeira, obedeceu a seguinte ordem decrescente para os macronutrientes: N, K, Ca, S, Mg, P e para os micronutrientes: Mn, Fe, Zn, B, Cu.

 

CONCLUSÕES

• Exceto para o nutriente omitido, poucas alterações ocorreram na composição mineral dos macronutrientes nas folhas de goiabeira, quando omitiram-se até dois macronutrientes

• A omissão de N aumentou as concentrações de K e de Ca.

• Na fase inicial da goiabeira, a folha foi o principal órgão armazenador de N, P, K, Ca, Mg, S, B e Fe, enquanto que nas raízes houve maior acúmulo de Cu.

• As concentrações em g kg-1 de: N = 7,90; P = 0,70; K = 4,87 e S = 0,72 encontradas neste experimento são consideradas inadequadas para o desenvolvimento da goiabeira.

 

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Recebido para publicação em 28.11.97
Aceito para publicação 28.07.98

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