SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.56 issue3Ploidy level and caffeine content in leaves of CoffeaProduction of Florida red tilapia in floating net cages author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol.56 n.3 Piracicaba July 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161999000300022 

Preferência alimentar de Dione juno juno (Cramer) por genótipos de maracujazeiro e avaliação do uso de extratos aquosos

 

Fernando Mesquita Lara1,3*; Arlindo Leal Boiça Júnior1,3; José Carlos Barbosa2,3
1Depto. de Fitossanidade - FCAV/UNESP, Rodovia Carlos Tonanni, km 5. CEP: 14870-000 - Jaboticabal, SP.
2Depto. de Ciências Exatas - FCAV/UNESP.
3Bolsista do CNPq.
* e-mail: fmlara@fcav.unesp.br

 

 

RESUMO: Avaliou-se a preferência alimentar de lagartas de Dione juno juno (Cramer) por genótipos de maracujazeiro, utilizando-se discos foliares, em condições de laboratório, e lagartas de primeiro e de quarto ínstar, em testes com e sem chance de escolha, com os seguintes materiais: Passiflora alata, P. setacea, P. coccinea, P. cincinnata, P. nitida, e os híbridos P. edulis x P. giberti, P. edulis x P. alata e P. alata2 x P. macrocarpa. Usando-se extrato aquoso de folhas (liofilizado recomposto) procurou-se determinar a presença de repelente, estimulante ou deterrente nos genótipos P. edulis e P. alata. Avaliou-se também a técnica de uso de extrato impregnado em discos de papel filtro e de ágar, em várias concentrações. Os resultados evidenciaram que P. alata, P. setacea, P. nitida e P. alata2 x P. macrocarpa são resistentes a D. juno juno e que essa resistência é do tipo não-preferência para alimentação; que folhas de P. alata2 x P. macrocarpa apresentam elevado poder de repelência ao inseto; no extrato de P. alata ocorre algum composto com forte ação repelente ou restringente de alimentação; que para a discriminação da preferência para alimentação de lagartas de D. juno juno por genótipos de maracujazeiro, pode ser utilizado ágar impregnado com 0,04 ml de extrato aquoso de folhas.
Palavras-chave: Passiflora spp, lagarta preta do maracujá, resistência de plantas, antixenose

 

Feeding preference of Dione juno juno (Cramer) for passion fruit genotypes and aqueous extract use evalution

ABSTRACT: Feeding preference of Dione juno juno (Cramer) for passion fruit genotypes was evaluated using leaf disks and 1st and 4th instar larvae in free choice and no choice tests. The following genotypes were tested: Passiflora alata, P. setacea, P. coccinea, P. cincinnata, P. nitida, hybrids P. edulis x P. giberti, P. edulis x P. alata and P. alata2 x P. macrocarpa. The presence of repellent, stimulant or deterrent on aqueous extract of leaves (recomposed lyophilized) was evaluated for the genotypes P. edulis (susceptible) and P. alata (resistant). The use of aqueous extract impregnated in paper filter and agar disks was also evaluated at several concentrations. P. alata, P. setacea, P. nitida and P. alata2 x P. macrocarpa were resistant to D. juno juno, presenting feeding nonpreference. Leaves of P. alata2 x P. macrocarpa presented high repellence. The extract of P. alata contained some substance with strong repellent action or feeding deterrent. Agar impregnated with 0.04 ml of aqueous extract of leaves was recommended for the discrimination of feeding preference of larvae of D. juno juno for passion fruit genotypes.
Key words: Passiflora spp, host plant resistance, antixenosis

 

 

INTRODUÇÃO

O Brasil, um dos principais centros de origem de espécies do gênero Passiflora, apresenta grande potencial para efetuar seleção de plantas para atender ao mercado de fruta fresca, suco concentrado, bem como exploração como plantas ornamentais ou medicinais.

Como em toda cultura, uma série de problemas agronômicos ocorrem no maracujazeiro. Entre eles encontram-se os insetos-praga como vaquinhas, percevejos e principalmente a lagarta preta do maracujá, Dione juno juno (Cramer, 1779) (Lepidoptera, Nymphalidae), que pode provocar prejuízos elevados (Rossetto et al., 1974; Sampaio, 1978; De Bortoli & Busoli, 1987).

Com respeito ao controle dessa praga, algumas pesquisas foram efetuadas envolvendo o controle mecânico (Rossetto et al., 1974), químico (Santos & Costa, 1983; Luna, 1984; Rossetto et al., 1974) e biológico (Lima, 1940; Silva et al., 1968; De Bortoli & Busoli, 1987; Brandão et al., 1991).

Quanto a resistência varietal, as pesquisas no Brasil e no mundo são muito restritas. Isso demonstra a necessidade de realização de triagens no germoplasma existente, para resistência a insetos, visando-se futura aplicação no melhoramento genético para controle de D. juno juno e também de outras pragas. Além disso, há também necessidade de se avaliar metodologias e técnicas que facilitem a discriminação dos genótipos resistentes.

Este método de controle de pragas é considerado como o método ideal, pois mantém a população da praga abaixo dos níveis de dano econômico sem causar nenhum distúrbio ou poluição ao ecossistema, e ainda, sem provocar qualquer ônus adicional ao agricultor. A seqüência normal desses programas, após encontrar fontes de resistência, engloba a determinação do(s) tipo(s) ou mecanismo(s) envolvidos no processo, como não-preferência, antibiose ou tolerância (Lara, 1991).

Assim, objetivando discriminar genótipos de maracujazeiro frente ao ataque de D. juno juno, fornecendo folhas às lagartas, Silva (1981) verificou efeito antibiótico de P. actinia, que provocou o aumento do número de ínstares, de 5 para 6, em 56% das larvas, enquanto as que se alimentaram de P. edulis, que se destacou como o mais suscetível, mantiveram o número normal de 5 ínstares.

Echeverri et al. (1991) verificaram, através da utilização de extratos de folhas, a presença de 10 flavonóides de resina em P. foetida e por cromatografia de coluna, concluíram que, dentre essas substâncias, a ermanina teve alto efeito deterrente às lagartas de D. juno juno, na dose de 40 ppm.

Em outras culturas, trabalhos têm sido desenvolvidos com a utilização de extratos aquosos ou partes de planta na alimentação de insetos. Assim, Wiseman et al. (1969) utilizaram extratos aquosos de partes ou órgãos de diversas plantas hospedeiras e não hospedeiras sobre folhas de Oxalis violacea, conseguindo discriminar a preferência alimentar de Helicoverpa zea (Boddie) aos diferentes tratamentos. Todo esse processo foi conduzido dentro de placas de Petri forradas por papel filtro umedecido.

Lara et al. (1990) verificaram que a técnica de impregnação de discos de papel filtro com extratos liofilizados de colmo de variedades de sorgo é viável para se determinar o consumo de lagartas de Diatraea saccharalis (Fabr.).

O objetivo da presente pesquisa foi estudar, em laboratório, a não-preferência para alimentação de D. juno juno por genótipos de maracujazeiro e avaliar técnicas para discriminar esse comportamento através do uso de extratos aquosos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os genótipos utilizados nestes testes foram selecionados baseando-se nos resultados obtidos por Boiça Júnior (1994). Os ensaios foram conduzidos no laboratório de Resistência de Plantas a Insetos da FCAV/UNESP, à temperatura de 25 ± 1oC, umidade relativa de 60 ± 10% e fotofase de 14 horas.

Os recipientes utilizados foram placas de Petri de vidro (diâmetro de 15 cm), com fundo revestido por papel filtro umedecido. As lagartas foram liberadas no centro das placas, eqüidistantes dos discos (diâmetro de 3,2 cm) de papel filtro, de ágar ou de folha.

Testes com discos de folhas - Conduziu-se um experimento com chance de escolha, liberando-se trinta lagartas recém-eclodidas no centro da placa contendo discos de folhas dos genótipos: P. alata, P. setacea, P. coccinea, P. cincinnata, P. nitida, e os híbridos P. edulis x P. alata, P. edulis x P. giberti e P. alata2 x P. macrocarpa, em 17 repetições, avaliando-se, 24 horas após, o número de lagartas/disco e a porcentagem de área foliar consumida. Outros dois experimentos envolvendo os mesmos genótipos foram conduzidos sem chance de escolha, liberando-se cinco lagartas de 4º ínstar/placa, num total de dez repetições cada. No primeiro, utilizou-se um disco/placa e efetuaram-se as avaliações uma hora após; no outro, utilizaram-se dois discos sobrepostos, efetuando as avaliações duas horas após. Os discos foram retirados de cada folha, simetricamente opostos em relação à nervura central, sendo um deles utilizado na avaliação da preferência e o outro conduzido à estufa para secagem, constituindo-se como alíquota, para determinação da matéria seca inicial. Ao final dos testes, as partes restantes dos discos foram secas em estufa e, pela diferença com a alíquota, determinou-se o consumo, em mg.

Dois outros ensaios foram conduzidos com o intuito de se verificar a presença de deterrente e de estimulante de alimentação em P. alata e P. edulis, resistente e suscetível, respectivamente, segundo Boiça Júnior (1994). O preparo dos extratos aquosos seguiu os métodos descritos por McMillian & Starks (1966), McMillian et al. (1966; 1967), Wiseman et al. (1969; 1970) e Lara et al. (1993), utilizando-se liofilizados preparados a partir da diluição de 400 g de folhas/1000 ml de água e o extrato recomposto na proporção de 1 g/6 ml de água. No primeiro desses ensaios, utilizaram-se quatro tratamentos: disco de folha de P. edulis, disco de folha de P. alata, disco de P. alata impregnado com extrato de P. edulis na dose de 0,04 ml e na dose de 0,06 ml; no segundo, os tratamentos foram semelhantes, invertendo-se porém os com extrato, impregnando-se extrato de P. alata sobre disco de P. edulis. Após a aplicação dos extratos efetuou-se a secagem com ar à baixa temperatura (35 a 40oC), através de um secador de cabelo. No centro de cada placa, foram liberadas quatro lagartas de 4º ínstar, que lá permaneceram por 15 horas, após o que avaliou-se o consumo em peso seco (mg). Foram efetuadas dez repetições.

Testes com discos de papel filtro e de ágar - O preparo dos extratos aquosos foi semelhante ao descrito anteriomente. Foram realizadas avaliações do consumo alimentar, através de peso da matéria seca consumida, anotando-se o peso dos discos impregnados (papel filtro ou ágar) antes de serem oferecidos aos insetos e o peso final dos mesmos (após secagem em estufa) e, pela diferença, calculou-se o peso seco consumido (mg). Com os discos de ágar, além desse procedimento excluiu-se a perda de água pela evaporação, determinada através de porcentagem, em amostra pré-estabelecida.

No primeiro teste, utilizou-se papel filtro impregnado com extratos de folha do genótipo suscetível P. edulis, nas doses de 0,01 ml, 0,02 ml, 0,03 ml e 0,04 ml e a testemunha com 0,01 ml de água destilada por disco de papel filtro. No segundo, com discos de ágar, utilizou-se a dose de 0,04 ml de extrato, comparando-se com a testemunha equivalente (água), utilizando-se dois discos de cada tratamento. Num terceiro teste compararam-se discos de papel filtro e discos de ágar. Neste caso, os discos foram impregnados com 0,04 ml de água destilada e 0,04 ml de extrato de folhas de P. edulis, totalizando portanto, quatro tratamentos por placa de Petri. Em todos os testes, o consumo foi avaliado 24 horas após a liberação de quatro lagartas de 4º ínstar/placa.

Os dados de todos os ensaios foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade, sendo aqueles em porcentagem, previamente transformados em arc sen (P/100)1/2 e os demais em (x+1/2)1/2.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Testes com discos de folhas - Constata-se que as lagartas de primeiro ínstar não foram atraídas por P. alata2 x P. macrocarpa e foram pouco atraídas por P. nitida, sugerindo a presença de substâncias repelentes nesses genótipos, quando comparados ao genótipo P. coccinea, com maior valor (TABELA 1). Os demais genótipos comportaram-se de modo intermediários.

 

n3a22t1.gif (10739 bytes)

 

A porcentagem consumida de discos foliares foi nula para P. alata2 x P. macrocarpa, e baixo para P. cincinnata e P. nitida, com valores entre 4 e 6%. Quanto ao primeiro, verifica-se elevado grau de repelência, porém, para os dois seguintes, as poucas lagartas atraídas consumiram pouco, caracterizando algum efeito deterrente. O genótipo P. coccinea foi o mais consumido, mostrando-se, novamente, adequado ao inseto.

Quanto ao teste de alimentação com lagartas de quarto ínstar, nota-se pelo primeiro ensaio (TABELA 2), que houve diferença estatística significativa entre os pesos consumidos nos diferentes genótipos, não havendo consumo em P. alata, P. setacea, P. nitida e P. alata2 x P. macrocarpa e pouco consumo em P. coccinea, enquanto P.edulis x P. alata destacou-se como o mais preferido para alimentação, sendo que o disco foliar desse material foi totalmente consumido em uma hora, momento em que se encerrou o ensaio.

 

n3a22t2.gif (9556 bytes)

 

No segundo ensaio, em que se utilizaram dois discos de cada genótipo, observou-se menor consumo das lagartas em P. alata2 x P. macrocarpa, P. setacea e em P. alata, enquanto em P. edulis x P. alata e P. edulis x P. giberti o consumo foi significativamente elevado. Assim, analisando-se os dados das TABELAS 1 e 2, pode-se sugerir que P. alata, P. setacea, P. nitida e P. alata2 x P. macrocarpa são resistentes a D. juno juno e que essa resistência é do tipo não-preferência para alimentação. Deve-se ainda ressaltar o fato de P. alata2 x P. macrocarpa ter apresentado alto grau de repelência às lagartas, tanto de primeiro quanto de quarto ínstares.

Quanto aos ensaios referentes à presença de estimulante e deterrente de alimentação, analisando-se o ensaio 1 (TABELA 3), nota-se que o disco de folhas do genótipo P. edulis foi o mais consumido confirmando sua suscetibilidade a essa espécie de inseto (Boiça Júnior, 1994), quando comparado a P. alata. Os discos de folhas de P. alata impregnados com extratos de P. edulis foram pouco consumidos, apresentando resultado semelhante ao constatado com o disco de folha de P. alata.

 

n3a22t3.gif (10947 bytes)

 

No ensaio 2, onde se inverteu o extrato e disco de folha, percebe-se que P. edulis manteve-se suscetível e P. alata resistente; ao se colocar o extrato de P. alata sobre o disco de folhas de P. edulis, as lagartas de D. juno juno mantiveram certa alimentação, apresentando consumo intermediário.

Numa análise geral pode-se inferir que se o extrato de P. edulis possui algum estimulante, ele se encontra em concentração muito baixa, não o suficiente para sobrepujar a ação repelente ou deterrente de alimentação presente no extrato de P. alata. Verifica-se também que os extratos, nas doses de 0,04 ml e 0,06 ml, apresentaram o mesmo efeito sobre a alimentação do inseto, em discos de folhas.

Testes com discos de papel filtro e de ágar- Dentre as concentrações de extratos utilizadas no experimento com papel filtro (Figura 1), D. juno juno apresentou preferência discriminada entre os tratamentos, sendo que o consumo, na dose de 0,04 ml por disco de papel filtro, foi significativamente superior ao constatado com as duas menores doses, sugerindo ser aquela a que estimula mais a alimentação do inseto entre as doses testadas. Assim, a dose de 0,04 ml poderá ser utilizada em outros experimentos com vistas à discriminação de genótipos de maracujazeiro. Nota-se, também, a ausência total de alimentação do inseto no papel filtro tratado apenas com água, sugerindo que o extrato aquoso de P. edulis apresenta algum composto que atua como estimulante de alimentação para as lagartas.

 

n3a22f1.gif (10236 bytes)

Figura 1 - Consumo de Dione juno juno (4º ínstar) em discos de papel filtro impregnados com extrato aquoso de P. edulis. Temperatura: 25±1oC; UR: 60±10%; fotofase:14 horas.

 

No teste em que se utilizaram somente discos de ágar, os resultados não acusaram diferença significativa entre o tratamento com extrato e a testemunha, razão pela qual os dados não estão sendo apresentados, embora o consumo tenha sido quase o dobro no disco tratado.

No ensaio de comparação dos discos de ágar com os de papel filtro (Figura 2), percebe-se o maior interesse do inseto pelos discos de ágar tratados com extrato, onde o consumo foi de 104,9 mg, muito superior ao consumo constatado no disco de papel filtro (0,3 mg), o que sugere que esse substrato é mais adequado para se utilizar em ensaios de discriminação de genótipos de maracujazeiro com a espécie de inseto em estudo.

 

n3a22f2.gif (5505 bytes)

Figura 2 - Consumo de Dione juno juno (4º ínstar) em discos de ágar e de papel filtro impregnados com extrato aquoso de P. edulis. Temperatura: 25±1oC; UR: 60±10%; fotofase:14 horas.

 

Diante desta análise, infere-se que, para a discriminação da preferência para alimentação de D. juno juno por genótipos de maracujazeiro, pode ser utilizado ágar impregnado com 0,04 ml de extrato aquoso de folhas.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao CNPq pelo auxílio ao projeto no qual se inseria esta pesquisa e ao Dr. João Carlos de Oliveira, do Depto. de Fitotecnia da FCAV/UNESP, pelo fornecimento dos genótipos.

 

REFEFÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOIÇA JÚNIOR, A.L. Resistência de maracujazeiro (Passiflora spp.) a Dione juno juno (Cramer, 1779) (Lepidoptera, Nymphalidae) e determinação dos tipos envolvidos. Jaboticabal, 1994. 218p. Tese (Livre-Docência) - Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista.         [ Links ]

BRANDÃO, A.L.S.; SÃO JOSÉ, A.R.; BOARETTO, M.A.C. Pragas do maracujazeiro. In: SÃO JOSÉ, A.R.; FERREIRA, F.R.; VAZ, R.L. A cultura do maracujá no Brasil. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1991. p.139-168.         [ Links ]

DE BORTOLI, S.A.; BUSOLI, A.C. Pragas do maracujazeiro. In: RUGGIERO, C. Maracujá. Ribeirão Preto: Legis Summa, 1987. p.111-123.

ECHEVERRI, F.; CARDONA, G.; TORRES, F.; PELAEZ, C.; QUIÑONES, W.; RENTERIA, E. Ermanin: an insect deterrent flavonoid from Passiflora foetida resin. Phytochemistry, v.30, n.1, p.153-155, 1991.

LARA, F.M. Princípios de resistência de plantas a insetos. São Paulo: Icone, 1991. 336p.         [ Links ]

LARA, F.M.; BOIÇA JÚNIOR, A.L.; DE BORTOLI, S.A. Técnicas de infestação artificial de plantas de sorgo com ovos, lagartas e adultos de Diatraea saccharalis (Fabr., 1974) (Lep. - Pyralidae). Anais da Sociedade Entomológica do Brasil, v.19, n.1, p.127-142, 1990.         [ Links ]

LARA, F.M.; BOIÇA JÚNIOR, A.L.; TRIGO, J.G.; SARGO, H.L.B. Técnicas de avaliação de atratividade e preferência para alimentação de alguns insetos mastigadores. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENTOMOLOGIA, 14., Piracicaba,1993. Resumos. Piracicaba: Sociedade Entomológica do Brasil, 1993. p.415.         [ Links ]

LIMA, A.C. Insetos do Brasil: hemípteros. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Agronomia, 1940. v.2, 351 p. (Série Didática, 3).         [ Links ]

LUNA, J.V.U. Instruções práticas para o cultivo de frutas tropicais. Salvador: EPABA/Secretaria da Agricultura, 1984. 55p. (Circular Técnica, 9).         [ Links ]

McMILLIAN, W.W.; STARKS, K.J. Feeding responses of some noctuid larvae (Lepidoptera) to plant extracts. Annals of the Entomological Society of America, v.59, n.3, p.516-519, 1966.         [ Links ]

McMILLIAN, W.W.; STARKS, K.J.; BOWMAN, M.C. Use of plant parts as food by larvae of the corn earworm and fall armyworm. Annals of the Entomological Society of America, v.59, n.4, p.863-864, 1966.         [ Links ]

McMILLIAN, W.W.; STARKS, K.J.; BOWMAN, M.C. Resistance in corn to the corn eaworm, Heliothis zea, and the fall armyworm, Spodoptera frugiperda (Lepidoptera, Noctuidae). Part I. Larval feedings responses to corn plant extracts. Annals of the Entomological Society of America, v.60, n.5, p.871-873, 1967.         [ Links ]

ROSSETTO, C.J.; CAVALCANTE, R.D.; CRISI, C. JR.; CARVALHO, A.M. Insetos do maracujazeiro. Campinas: IAC, 1974. 12p. (Circular, 39).         [ Links ]

SAMPAIO, A. Pragas do maracujazeiro. In: SIMPÓSIO SOBRE A CULTURA DO MARACUJAZEIRO, 2., 1978. Jaboticabal. Anais. Jaboticabal: SBF, FCAV, 1978. p.67-69.         [ Links ]

SANTOS, Z.F.A.F.; COSTA, J.M. Pragas da cultura do maracujá no Estado da Bahia. Salvador: EMATER/EPABA, 1983. (Circular Técnica, 4).         [ Links ]

SILVA, C.C.A. Biologia da Dione juno juno (Cramer, 1779) (Lepidoptera, Nymphalidae). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENTOMOLOGIA, 7., Fortaleza, 1981. Resumos. Fortaleza: Sociedade Entomológica do Brasil, 1981. p.126-127.         [ Links ]

SILVA, A.G.A.; GONÇALVES, C.R.; GALVÃO, D.M.; GONÇALVES, A.J.L.; GOMES, J.; SILVA, M. do N.; SIMONI, L. de. Quarto Catálogo dos insetos que vivem nas plantas do Brasil: seus parasitos e predadores. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 1968. v.4, pt.2, 622p.         [ Links ]

WISEMAN, B.R.; McMILLIAN, W.W.; BOWMAN, M.C. Retention of laboratory diets containing corn kernels or leaves of different ages by larvae of the corn earworm and the fall armyworm. Journal of Economic Entomology, v.63, n.3, p.731-732, 1970.         [ Links ]

WISEMAN, B.R.; McMILLIAN, W.W.; BURTON, R.L. Feeding response of larvae of the corn earworm (Lepidoptera: Noctuidae) to water extracts of 16 host plants. Journal of Georgia Entomological Society, v.4, n.1, p.12-15, 1969.         [ Links ]

 

 

Recebido para publicação em 21.09.98
Aceito para publicação em 19.02.99

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License