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Scientia Agricola

versão On-line ISSN 1678-992X

Sci. agric. v.57 n.1 Piracicaba jan./mar. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162000000100004 

Extratos aquosos de Trichilia pallida e a traça-do-tomateiro

 

Ariane Paes de Barros Werckmeister Thomazini; José Djair Vendramim*; Maria Teresa do Rêgo Lopes
Depto. de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola - USP/ESALQ, C.P. 9 - CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.
*Autor correspondente <jdvendra@carpa.ciagri.usp.br
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RESUMO: Avaliou-se o efeito de extratos aquosos de folhas e de ramos da planta inseticida Trichilia pallida sobre o desenvolvimento e oviposição da traça-do-tomateiro, Tuta absoluta. Acompanhou-se o desenvolvimento do inseto em folhas de tomateiro (Lycopersicon esculentum, cv. Santa Clara) previamente submersas nos extratos nas concentrações de 0,1; 1,0 e 5,0%. Também foi avaliado o efeito dos extratos de folhas a 1,0 e 5,0%, pulverizados sobre ovos do inseto, e a não-preferência para oviposição, com chance de escolha, em folhas de tomateiro com e sem esse extrato a 5%. Verificou-se que os extratos de folhas e de ramos prejudicam o desenvolvimento do inseto afetando principalmente a fase larval, aumentando a duração e reduzindo a viabilidade deste período. O extrato de folhas apresenta maior atividade que o de ramos, reduzindo a viabilidade larval a valores próximos a 20%, já na concentração de 1%. O extrato de folhas a 5% não apresenta efeito ovicida mas, o substrato tratado pode tornar-se menos preferido para oviposição.
Palavras-chave: Tuta absoluta, Trichilia pallida, traça-do-tomateiro, tomate, planta inseticida

 

Aqueous extracts of Trichilia pallida and the tomato pinworm

ABSTRACT: The effect of aqueous extracts of Trichilia pallida leaves and twigs on the development and oviposition of Tuta absoluta was evaluated. Larvae of T. absoluta were fed with tomato leaves (Lycopersicon esculentum, cv. Santa Clara) previously treated with extracts at concentrations of 0.1; 1.0 and 5.0%. The effects of the leaf extracts at 1.0 and 5.0% were evaluated on eggs of this pest. Free-choice non-preference tests for oviposition were also conducted with treated and non-treated tomato leaves with the extract at concentration of 5.0%. Leaf and twig extracts affect the insect development mainly at the larval stage, increasing the length and reducing viability of this stage. The activity of the leaf extract is greater than that of the twig extract with the reduction of larval viability to approximately 20% at concentration of 1.0%. No ovicidal activity was detected with T. pallida leaf extract at 5.0%, however, the treated substract can become less attractive for oviposition.
Key words: Tuta absoluta, Trichilia pallida, tomato pinworm, tomato, insecticidal plant

 

 

INTRODUÇÃO

A traça-do-tomateiro, Tuta absoluta (Meyrick), é uma das principais pragas do tomateiro no Brasil, podendo provocar elevadas perdas na produção dessa hortaliça. Para controlar essa praga são utilizadas, geralmente, aplicações múltiplas de inseticidas, o que é indesejável tanto por motivos econômicos quanto pelo efeito adverso sobre o ambiente. Além disso, as aplicações sucessivas afetam os predadores e parasitóides e aumentam a probabilidade de desenvolvimento de populações da praga resistentes aos inseticidas. Estes problemas podem ser minimizados utilizando-se métodos alternativos de controle dentre os quais se inclui o emprego de plantas inseticidas, na forma de extratos.

Embora as pesquisas visando ao controle de T. absoluta por meio de plantas inseticidas ainda sejam incipientes, já existem, na literatura, muitas informações a respeito de espécies vegetais com bioatividade em relação a outras pragas (Jacobson, 1975; Lagunes et al., 1984; Grainge & Ahmed, 1988; Arnasan et al., 1989). Nessa linha de pesquisa, trabalhos recentes desenvolvidos no Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola da ESALQ/USP, com o objetivo de avaliar o efeito de extratos de meliáceas sobre Spodoptera frugiperda (J.E. Smith), revelaram a existência de diversas espécies promissoras, como Trichilia pallida Swartz (Rodríguez, 1995; Torrecillas, 1997; Roel, 1998), planta amplamente dispersa no Brasil, desde a Amazônia até o Estado do Paraná (Klein, 1984).

Em relação a insetos minadores, já foi demonstrada a atividade tóxica da meliácea Azadirachta indica, vulgarmente conhecida por nim, destacando-se trabalhos com Liriomyza spp. (Webb et al., 1983; Fagoonee & Toory, 1984; Larew et al., 1985; Stein & Parrella, 1985; Sanderson et al., 1989; Jyani et al., 1995) e com a lagarta minadora dos citros Phyllocnistis citrella (Stainton) (Bautista et al., 1998; Perales & Rosa, 1998).

Assim, desenvolveu-se o presente trabalho com objetivo de avaliar o efeito de extratos aquosos de T. pallida sobre o desenvolvimento e oviposição de T. absoluta.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os ensaios foram desenvolvidos no Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola da ESALQ/USP, em Piracicaba, SP, a 25 ± 1°C; UR de 70 ± 10% e fotofase de 14 h, com a traça-do-tomateiro, T. absoluta, cuja criação estoque foi mantida, conforme metodologia de Pratissoli (1995). As plantas de tomate (cv. Santa Clara) foram cultivadas em casa de vegetação em sacos plásticos de 40 x 20 cm.

As folhas e ramos (galhos sem folhas) de T. pallida, coletados no parque da ESALQ, foram secos em estufa (a 40°C) por 48 h, triturados até a obtenção de pó através de um moinho de facas e armazenados em recipientes hermeticamente fechados até o preparo dos extratos. Estes foram obtidos pela adição dos pós (separadamente por estrutura vegetal) à água destilada, na proporção de 5 g por 100 ml, sendo a mistura mantida em frascos por 24 h para a extração dos compostos hidrossolúveis. Após esse período, as misturas foram filtradas através de um tecido fino (voile), obtendo-se os extratos aquosos a 5%, a partir dos quais foram obtidas, por diluição, as concentrações menores.

Efeito sobre a biologia do inseto - Os extratos de folhas e ramos foram avaliados em experimentos independentes. As folhas de tomateiro foram submersas por 10 segundos nos extratos nas concentrações de 0,1; 1,0 e 5,0%. Como testemunha, foram utilizadas folhas submersas em água destilada. Após a secagem ao ar livre, para eliminação do excesso de umidade, as folhas tiveram seus pecíolos envolvidos por algodão umedecido (para manutenção da turgidez) e foram colocadas em tubos de vidro (8,5 x 2,5 cm) tamponados com algodão hidrófugo. Em cada tubo foram colocadas três lagartas recém-eclodidas. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, constando de 35 repetições (tubos) num total de 105 lagartas por tratamento no experimento com extrato de folhas e 30 repetições (90 lagartas por tratamento) no experimento com extrato de ramos. A cada troca de alimento, as novas folhas eram submersas nos extratos, que ficavam armazenados em geladeira por três dias, após o que eram preparados novos extratos. Os recipientes foram observados diariamente anotando-se a mortalidade das lagartas e a ocorrência de pupas. Vinte e quatro horas após a formação, as pupas foram pesadas, sexadas e transferidas para novos tubos, onde foram mantidas até a emergência dos adultos. Foram avaliados a duração e sobrevivência das fases larval e pupal, peso de pupas (machos e fêmeas) e porcentagem de deformação de pupas. No experimento com extrato de ramos, foram avaliadas ainda a porcentagem de adultos deformados e a longevidade de adultos não acasalados.

Efeito ovicida - Ovos obtidos da criação estoque foram transferidos para folhas de tomateiro, dispostas em bandejas de alumínio e pulverizadas com o extrato de folhas a 1 e 5%, utilizando-se como testemunha, folhas pulverizadas com água destilada. Após a eliminação do excesso de umidade, as folhas foram transferidas para placas de Petri revestidas com papel-filtro umedecido. Diariamente, foi observado o número de lagartas eclodidas em cada placa. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com 10 repetições (folhas) com 50 ovos cada, num total de 500 ovos por tratamento.

Efeito sobre a preferência para oviposição em teste com livre escolha - Foram utilizadas gaiolas plásticas (13 cm de diâmetro x 15 cm de altura), com abertura lateral revestida por tecido fino (voile). Em cada gaiola foram dispostos dois frascos de vidro, um com folha de tomateiro previamente submersa em extrato de folhas a 5% e outro com folha previamente submersa em água destilada. Os adultos, alimentados com solução de mel a 10%, foram liberados em duas densidades, 10 e 20 adultos por gaiola, em experimentos independentes. Após 48 h, foi contado, com o auxílio de um microscópio estereoscópico, o número de ovos presentes em cada tratamento. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com 20 repetições (gaiolas) e dois tratamentos (com e sem extrato).

As análises estatísticas foram feitas através do teste F e as comparações entre as médias (3 insetos/repetição; 35/30 repetições para o primeiro e segundo ensaio, respectivamente) pelo teste de Tukey (P £ 0,05), excetuando-se os parâmetros duração e viabilidade da fase larval e porcentagem de pupas com defeito do ensaio com extrato de folhas, assim como porcentagem de pupas e adultos com defeito do ensaio com extrato de ramos, que foram analisados através do teste de Kruskall-Wallis, sendo as médias comparadas pelo teste de Comparações Múltiplas (P £ 0,05). As médias dos ensaios de preferência para oviposição (uma gaiola/ repetição; 20 repetições para cada um dos ensaios) foram comparadas pelo teste de Tukey (P £ 0,05).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Efeito sobre a biologia do inseto - O extrato de folhas alongou a fase larval e reduziu a sobrevivência das lagartas de T. absoluta nas concentrações de 1 e 5% (TABELA 1). Já a duração e a sobrevivência da fase pupal não foram influenciadas pelo extrato (TABELA 1). O peso de pupas (TABELA 2) foi afetado pelo extrato de folhas de forma diferenciada em função do sexo. O peso das fêmeas foi reduzido, em comparação à testemunha, pelos dois extratos mais concentrados, enquanto em relação aos machos, isso só ocorreu na maior concentração. Não houve diferença na porcentagem de pupas com defeito nos diversos tratamentos no teste com extrato de folhas (TABELA 2).

 

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A exemplo do que foi constatado com extrato de folhas, também com extrato de ramos, houve alongamento da fase larval nas duas maiores concentrações (TABELA 3), constatando-se, nesse caso, efeito mais acentuado a 5%, onde a duração foi superior à constatada a 1%, embora ambas tenham diferido das médias observadas a 0,1% e na testemunha. Tendência semelhante foi observada para a sobrevivência larval (TABELA 3), que apresentou menor valor para o tratamento com extrato a 5%, o qual diferiu dos valores registrados nas duas concentrações menores. Apesar do menor efeito do extrato com a redução da concentração, a sobrevivência larval, mesmo na concentração mais baixa, foi inferior à registrada na testemunha. Os parâmetros referentes à fase de pupa não foram afetados pelo extrato de ramos, apesar da tendência de menores valores de sobrevivência pupal a 5 e 1% (P=0,10) (TABELA 3) e de menor peso de pupas machos (P=0,07) e fêmeas ((P=0,09) a 5% (TABELA 4), quando comparados à testemunha. Também para a fase adulta, não houve diferença entre tratamentos, tanto em relação à longevidade assim como quanto à porcentagem de adultos com defeito (TABELA 5).

 

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Comparando-se as duas estruturas vegetais, verifica-se que o extrato de folhas afetou o desenvolvimento larval e pupal nas concentrações de 1 e 5%. Já o extrato de ramos afetou apenas a fase larval do inseto, verificando-se, efeito menos drástico deste extrato a 1% do que do extrato de folhas a esta mesma concentração. Portanto, o extrato de folhas apresentou maior atividade sobre a traça que o extrato de ramos.

Efeito adverso de extratos aquosos de folhas e ramos de T. pallida também foi observado em relação à lagarta-do-cartucho S. frugiperda tanto quando os extratos foram incorporados em dieta artificial (Rodríguez, 1995) como quando foram utilizados no tratamento de folhas de milho (Torrecillas, 1997). Roel (1998) constatou que o desenvolvimento dessa praga também foi afetado por extratos orgânicos (acetônico, metanólico, acetato de etila e hexânico) de folhas e ramos dessa meliácea. Na literatura, tem sido também relatada atividade de outras espécies de Trichilia, cujos extratos provocam inibição da alimentação e efeito deletério sobre o desenvolvimento de insetos, destacando-se, dentre elas, T. casaretti, T. catigua, T. claussenii, T. connaroides, T. havanensis, T. hirta e T. roka (Kubo & Klocke, 1982; Nakanishi, 1982; Hernández et al., 1983; Nakatani et al., 1985; Mikolajczak & Reed, 1987; Rodríguez & Lagunes, 1990; Sanchez & Vasquez, 1994; Xie et al., 1994; Rodríguez, 1995; Lopez-Olguin et al., 1997).

Por outro lado, em relação a maior atividade do extrato de folhas comparado ao de ramos, como observado no presente trabalho, os resultados diferiram daqueles obtidos com S. frugiperda que foi mais afetada pelos ramos de T. pallida tanto na forma de extratos aquosos (Rodríguez, 1995; Torrecillas, 1997) como metanólicos (Roel, 1998). Com o uso dos extratos acetônico e acetato de etila, entretanto, Roel (1998) não encontrou diferença na atividade tóxica dos extratos de folhas e ramos sobre S. frugiperda.

Provavelmente existam nas duas estruturas vegetais avaliadas compostos ativos diferentes ou em concentrações diferentes afetando, de modo diverso, cada um dos insetos. Pode ser que S. frugiperda seja mais suscetível a compostos presentes apenas nos ramos ou em maior quantidade nessas estruturas do que nas folhas e, por outro lado, que T. absoluta seja mais suscetível aos compostos ativos presentes nas folhas. Essas diferenças de suscetibilidade podem ser também função dos diferentes hábitos alimentares destes insetos. Enquanto S. frugiperda fica exposta, de forma direta, aos extratos durante toda a sua fase larval, T. absoluta, devido ao seu hábito minador, fica exposta aos extratos, de forma direta, apenas no início de sua fase larval, quando raspa a folha antes de penetrar no tecido foliar e, posteriormente, quando passa de uma folha para outra, abrindo novas minas. Durante o restante do período larval, quando se encontra no interior de minas, a traça fica sujeita apenas aos compostos ativos que penetram no tecido vegetal. É possível, portanto, que a maior atividade do extrato de folhas se deva também ao fato de que nessa estrutura vegetal estejam presentes, em maior quantidade que nos ramos, algumas substâncias ativas capazes de penetrar a epiderme foliar do tomateiro e, por conseguinte, atuar mais eficientemente sobre a traça, o que é considerado importante para controle de insetos minadores (Stein & Parrella, 1985; Webb et al., 1983).

Efeito ovicida - Não foi constatado efeito do extrato de folhas sobre ovos de T. absoluta. Nas duas concentrações testadas (1 e 5%), as viabilidades dos ovos pulverizados com extrato (94,6 e 97,2%, respectivamente) foram semelhantes às registradas nas respectivas testemunhas (94,4 e 96,8%, respectivamente), observando-se que em todos os tratamentos a taxa de eclosão foi bastante elevada. Efeito ovicida de extratos de folhas e de ramos de T. pallida, a 2%, foram observados por Souza & Vendramim (1998), com a mosca branca Bemisia argentifolii Bellows & Perring.

Efeito sobre a preferência para oviposição em teste com livre escolha - No primeiro teste, com a liberação de 10 adultos de T. absoluta por gaiola, não foi observada diferença significativa entre os tratamentos. Foram obtidos, em média, 57,20 ± 5,88% dos ovos na testemunha e 42,80 ± 5,88 % dos ovos nas folhas tratadas com o extrato. Já quando o número de adultos por gaiola foi aumentado para 20, constatou-se que nas folhas tratadas com extrato a 5% houve menor oviposição (36,57 ± 3,71% dos ovos) que nas não tratadas (63,43 ± 3,71% dos ovos), indicando que o extrato de folhas de T. pallida pode afetar o comportamento de T. absoluta, inibindo a oviposição. Resultados semelhantes com meliáceas e minadores de folhas foram constatados com a aplicação de extratos etanólicos de nim que também inibiram a oviposição da mosca Liriomyza trifolii (Burgess) em plantas de crisântemo (Stein & Parrella, 1985).

 

CONCLUSÕES

Os extratos de folhas e de ramos de T. pallida prejudicam o desenvolvimento de T. absoluta afetando principalmente a fase larval. O extrato de folhas apresenta maior atividade que o de ramos. O extrato de folhas a 5% não apresenta efeito ovicida mas, o substrato tratado pode tornar-se menos preferido para oviposição.

 

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Recebido em 25.01.99

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