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Scientia Agricola

Print version ISSN 0103-9016

Sci. agric. vol.57 n.3 Piracicaba July/Sept. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162000000300007 

Inseticidas sistêmicos aplicados via tronco para controle de Oncometopia facialis, Phyllocnistis citrella e Toxoptera citricida em citros

 

Pedro Takao Yamamoto*; Sérgio Ruffo Roberto; Wolney Dalla Pria Jr.
Centro de Pesquisas Citrícolas - Fundecitrus, Av. Dr. Adhemar Pereira de Barros, 201, Vila Melhado, C.P. 391 - CEP: 14801-970 - Araraquara, SP.
*Autor correspondente <cient@fundecitrus.com.br>

 

 

RESUMO: O controle biológico de insetos vetores de Phyllocnistis citrella em citros tem se mostrado ineficiente e o uso de inseticidas apresenta poucas opções. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência de inseticidas sistêmicos, aplicados via tronco, no controle de Oncometopia facialis (Signoret) (Hemiptera: Cicadellidae), Phyllocnistis citrella Staiton (Lepidoptera: Gracillaridae) e Toxoptera citricida (Kirkaldy) (Hemiptera: Aphididae) em citros. A eficiência para O. facialis foi determinada pelo método de confinamento, utilizando-se 5 cigarrinhas adultas por repetição. Para P. citrella avaliou-se o número de folhas com lagartas em 3 ramos/planta e para T. citricida o número de ramos infestados. O acefate Pellet 970, vamidotion CE 300, monocrotofós CE 400, acetamipride PM e SL, e imidaclopride SL, nas doses testadas, controlam O. facialis, mas com períodos residuais variando de 12 a 104 dias, sendo os mais eficientes acetamipride SL (1,0 g i.a. por planta) e imidaclopride (1,0 g i.a. por planta). Os inseticidas acefate, vamidotion, monocrotofós, acetamipride e imidaclopride foram eficientes no controle de T. citricida e de P. citrella, com exceção de acetamipride PM nas doses de 0,4 e 0,6 g i.a. por planta. Acetamipride e imidaclopride apresentaram período de controle para P. citrella superior a 42 dias.
Palavras-chave: Citrus sinensis, Cicadellidae, Gracillariidae, Aphididae, controle químico

 

Systemic insecticides applied on citrus tree trunk to control Oncometopia facialis, Phyllocnistis citrella and Toxoptera citricida

ABSTRACT: Methods of biological control of Phyllocnistis citrella in citrus are inefficient and chemical control is limited to a few options. The purpose of this study was to determine the efficiency of systemic insecticides to control Oncometopia facialis (Signoret) (Hemiptera: Cicadellidae), Phyllocnistis citrella Stainton (Lepidoptera: Gracillariidae), and Toxoptera citricida (Kirkaldy) (Hemiptera: Aphididae) in citrus plant. The tests was performed enclosing the insects on branches, using five adults of O. facialis per plants. The citrus leaf miner were assessed on three new branches per plant, and for aphids, the number of infested branches was quantified. The insecticides acephate Pellet 970, vamidothion CE 300, monocrotophos CE 400, acetamiprid PM e SL, and imidacloprid SL were efficient to control O. facialis, however with different residual periods, ranging from 12 to 104 days. Acetamiprid SL (1.0 g a.i./plant) and imidacloprid were the most efficient. All tested insecticides were efficient to control T. citricida and P. citrella, except acetamiprid PM (0.4 and 0.6 g a.i./plant). Acetamiprid and imidacloprid showed a period for citrus leaf miner control greater than 42 days.
Key words: Citrus sinensis, Cicadellidae, Gracillariidae, Aphididae, chemical control

 

 

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, algumas pragas e doenças foram introduzidas no Brasil ou foram constatadas causando prejuízos à cultura e preocupando o setor citrícola (Gravena, 1998). Uma das doenças que foi recentemente relatada em citros foi a Clorose Variegada dos Citros (CVC) ou amarelinho, primeiramente constatada, no final da década de 80, nas regiões Norte e Noroeste do Estado de São Paulo e posteriormente no Triângulo Mineiro (Rossetti et al., 1990). Hoje encontra-se disseminada por praticamente todas as regiões citrícolas de São Paulo e do Brasil.

O agente causal da doença é a bactéria gram negativa Xylella fastidiosa Wells et al. (1987), que vive limitada aos vasos do xilema das plantas (Rossetti et al., 1990: Chagas et al., 1992). Lee et al. (1993) reproduziram os sintomas da CVC por inoculação artificial, provando que o agente causal é X. fastidiosa.

A disseminação da doença dentro do pomar dá-se por insetos vetores, cuja principal característica é a alimentação nos vasos do xilema das plantas. Neste grupo estão as cigarrinhas das famílias Cicadellidae, subfamília Cicadellinae, e Cercopidae (Purcell, 1982; Hopkins, 1989). As cigarrinhas que foram cientificamente comprovadas como transmissoras da bactéria para citros são Oncometopia facialis (Signoret), Dilobopterus costalimai Young e Acrogonia terminalis Young (Roberto et al., 1996; Lopes et al., 1996). Mais recentemente, constatou-se que Bucephalogonia xanthophis (Berg) e Plesiommata corniculata Young também transmitem a bactéria (Krügner et al., 1998).

Embora os conhecimentos atuais sobre a doença tenham evoluídos, atualmente o seu manejo baseia-se no plantio de mudas sadias, na poda dos ramos afetados e eliminação de plantas severamente afetadas e no controle dos insetos vetores.

Dentre as pragas, a lagarta minadora dos citros Phyllocnistis citrella Stainton (Lepidoptera: Gracillariidae) é a que foi mais recentemente introduzida no Brasil. A sua constatação deu-se em março de 1996 (Prates et al., 1996), e rapidamente disseminou-se pelo país, sendo encontrado em praticamente todos os Estados brasileiros (Chagas et al., 1999).

A lagarta minadora é assim conhecido por atacar as folhas novas de brotações de plantas cítricas, provocando minas típicas em forma de serpentina, que culmina com a atrofia foliar, o qual assume coloração prateada, prejudicando sensivelmente o desenvolvimento da planta (Huang & Li, 1989). Volpe et al. (1998) constataram que no local da injúria causada pela lagarta, as células que permaneceram intactas entraram em divisão ativa formando um tecido de cicatrização similar a uma periderme, com secreção de substâncias protéicas. Observou-se também que a lagarta se alimentava apenas de uma pequena camada do parênquima lacunoso.

Além dos danos diretos provocados pelas lagartas, P. citrella tem favorecido a entrada de microorganismos, principalmente a bactéria Xanthomonas axonopodis pv. citri causadora do Cancro Cítrico (Heppner, 1993; Rodrigues et al., 1998). Além de doenças, em folhas injuriadas por P. citrella tem-se detectado altas populações do ácaro vetor da leprose Brevipalpus phoenicis Geijskes (Acariformes: Tenuipalpidae) (Rodrigues et al., 1998).

Apesar de haver inúmeros agentes de controle biológico de P. citrella no Brasil (Penteado-Dias et al., 1997), devido a ineficiência desses, o controle desta praga tem-se baseado em utilização de inseticidas, com poucas opções de inseticida eficientes e seletivos. A utilização de inseticidas sistêmicos, aplicados via tronco, vem sendo estudada e mostra-se promissora no controle de pragas. Buitendag & Naudé (1992) citam como importantes vantagens do método, a compatibilidade com o controle biológico e um maior período de controle das pragas sugadoras, tais como tripes, psilídeos, pulgões, cigarrinhas, cochonilhas e ácaros, devido a natureza sistêmica da aplicação.

Dada a importância desses insetos, propôs-se o presente trabalho com o objetivo de avaliar a eficiência de inseticidas sistêmicos aplicados via tronco da planta cítrica no controle da cigarrinha O. facialis, da lagarta minadora P. citrella e do pulgão preto Toxoptera citricida (Hemiptera: Aphididae), que apesar de ser este último uma praga secundária, costuma ocorrer todos os anos causando prejuízos às plantas cítricas.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado na Fazenda Rancho Rey, localizada no município de Araraquara, SP. A variedade utilizada foi a 'Pêra' com 1,5 ano de idade, plantada em espaçamento de 7 X 4 metros. Empregou-se o delineamento inteiramente casualizado, com três repetições, sendo que cada parcela foi constituída de uma planta, sendo escolhido aquelas com brotações novas.

Os tratamentos e doses empregados no trabalho encontram-se listados na TABELA 1. A aplicação dos inseticidas foi realizada em 10 de dezembro de 1997. Os inseticidas foram aplicados com auxílio de pincel, em torno do tronco da planta, aproximadamente 10 cm abaixo dos ramos primários, com exceção de acephate que foi diluído em água e aplicado com pulverizador costal dirigido ao tronco, gastando-se uma quantidade de calda de 0,2 litro por planta, e acetamipride PM que foi diluído em água ou água + óleo mineral e pincelado no tronco das plantas. Como testemunha manteve-se um tratamento sem aplicação de inseticida.

 

 

Para determinação da eficiência dos inseticidas utilizou-se o método de confinamento de cigarrinhas em ramos das plantas tratadas, escolhendo-se aqueles com vegetação nova. Para confinamento utilizaram-se gaiolas, com dimensão de 50 cm de comprimento por 20 cm de largura, confeccionadas com tecido tipo tule de malha de 3 mm, que cobriam somente um único ramo da planta, sem causar a morte das cigarrinhas. Em cada parcela foram confinadas 5 cigarrinhas adultas da espécie O. facialis, provenientes de coleta em pomar de citros. O confinamento das cigarrinhas foi realizado aos 12, 36, 57, 80 e 104 dias após a aplicação, e a avaliação de mortalidade aos 7 dias após cada confinamento.

O pulgão preto T. citricida foi avaliado contando-se o número de ramos com presença da praga. A lagarta minadora P. citrella foi avaliada quantificando-se o número de folhas minadas em 3 ramos marcados por planta, e aos 42 dias estimou-se a porcentagem de ramos atacados pela praga.

Para análise estatística os dados obtidos foram transformados em  e submetidos à análise de Variância e comparação de médias pelo teste de Tukey (P<0,05). Com os dados reais calculou-se a eficiência dos tratamentos pelas fórmulas de Abbott (1925) para O. facialis e P. citrella aos 42 dias após aplicação ou Henderson & Tilton (1955) para T. citricida e P. citrella.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com relação ao controle de O. facialis, aos 12 dias após a aplicação, com exceção de acephate, na dose de 1,46 g i.a. por planta, os demais tratamentos diferiram estatisticamente em relação a testemunha (TABELA 2). Esse tratamento apresentou eficiência de 77% e os demais controle de 100% (TABELA 3).

 

 

 

 

Aos 36 dias, somente os inseticidas à base de acetamipride, ambas as formulações, e imidaclopride diferiram estatisticamente em relação à testemunha. Esses inseticidas foram os mais eficientes, com mortalidade superior a 85%.

Após 57 dias, não houve diferença estatística entre os tratamentos e a testemunha. Em termos de eficiência, nesta data, destacaram-se acetamipride SL, imidaclopride e acetamipride PM+OM, com controle superior a 80%. Após 80 dias, somente imidaclopride e acetamipride SL (1,0 g i.a. por planta) apresentaram eficiência em torno de 70%, e os demais foram pouco eficientes.

Acephate, monocrotofós e vamidotion apresen-taram período residual, com mortalidade superior a 70%, entre 12 e 36 dias, acetamipride PM entre 36 e 57 dias, acetamipride PM+OM e acetamipride SL (0,4 e 0,6 g i.a. por planta) entre 57 e 80 dias, acetamipride SL (1,0 g i.a. por planta) aproximadamente 80 dias e imidaclopride aproximadamente 104 dias (TABELA 3).

Roberto & Yamamoto (1998) constataram que imidaclopride foi o inseticida, aplicado via tronco, mais eficiente no controle da cigarrinha O. facialis em viveiro. Acefate e monocrotofós apresentaram 14 dias de período efetivo de controle e dimetoato, metamidofós e vamidotion foram pouco eficientes. Em laranjeira variedade 'Natal' de três anos de idade, os autores constataram que imidaclopride apresentou período residual superior a 50 dias, entretanto imidaclopride GrDA, monocrotofós, vamidotion e dimetoato foram pouco eficientes no controle de O. facialis.

Nakano et al. (1999) testaram a eficiência de inseticidas sistêmicos, aplicados via tronco da planta, no controle de Diaphorina citri Kuwayama e concluíram que imidaclopride, nas formulações 100 AL e 200 SL, foram eficientes nas doses de 0,5 e 1,0 g i.a. por planta.

Para T. citricida, aos 2 dias após a aplicação, nenhum dos inseticidas testados diferiram estatisticamente em relação à testemunha, indicando que as plantas não haviam absorvido o produto de modo a causar mortalidade da praga (TABELA 4). Já aos 8 dias após, constatou-se diferença estatística entre os tratamentos e a testemunha. A eficiência dos inseticidas foi superior a 90%, ao contrário da avaliação realizada aos 2 dias após, em que a eficiência foi inferior a 55% de mortalidade para todos os tratamentos (TABELA 4).

 

 

Em relação à P. citrella, aos 8 dias após a aplicação, com exceção de acephate, nas doses de 1,46 e 2,23 g i.a. por planta, e acetamipride PM, nas doses de 0,4 e 0,6 g i.a. por planta, os demais inseticidas não diferiram em relação à testemunha (TABELA 5). Esses inseticidas apresentaram eficiência inferior a 70% e os demais controle superior a 70% com destaque para acetamipride SL, com controle de 100% em todas as doses testadas (TABELA 4).

 

 

Aos 42 dias após a aplicação, acetamipride SL, em todas as doses testadas, e imidaclopride diferiram da testemunha e apresentaram controle de P. citrella superior a 80% (TABELA 5), os demais foram pouco eficientes. Bullock & Pelosi (1997) constataram, em experimento de campo, período de controle de aproximadamente 15 semanas, com a dose de imidaclopride de 1 mL p.c./cm de diâmetro de tronco.

Os inseticidas sistêmicos aplicados via tronco podem ser utilizados para controle de pragas, principalmente insetos sugadores, sendo uma opção mais seletiva aos inimigos naturais, pelo modo de aplicação (seletividade ecológica) e de efeito residual mais prolongado quando comparada a aplicação de copa, sendo portanto adequado ao manejo integrado de pragas dos citros.

 

CONCLUSÃO

Os inseticidas testados controlam a cigarrinha Oncometopia facialis com diferentes períodos residuais. Todos os inseticidas testados controlam Toxoptera citricida. Acetamipride SL e imidaclopride são os mais eficientes para controle de Phyllocnistis citrella.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Engenheiro Agrônomo Joaquim Dragone, ao senhor José Benedito de Souza pelo auxílio na execução do experimento e ao proprietário da Fazenda Rancho Rey pela cessão da área experimental. Aos Auxiliares de Pesquisa Marcos Rogério Felipe e Éder Paulo de Freitas pelo auxílio na condução do experimento.

 

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Recebido em 28.06.99