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Scientia Agricola

Print version ISSN 0103-9016

Sci. agric. vol.58 no.2 Piracicaba Apr./June 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162001000200028 

Nota / Note

PLANTAS VISITADAS POR ABELHAS AFRICANIZADAS EM DUAS LOCALIDADES DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

Luís Carlos Marchini1*; Augusta Carolina de Camargo Carmello Moreti2,4; Erica Weinstein Teixeira2; Etelvina Conceição Almeida da Silva2; Ricardo Ribeiro Rodrigues3; Vinicius Castro Souza3
1Depto. de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola - USP/ESALQ, C.P. 9 - CEP: 13418-900 - Piracicaba, SP.
2Instituto de Zootecnia/ SAA - C.P. 60 - CEP: 13460-000 - Nova Odessa, SP.
3Depto. de Ciências Biológicas - USP/ESALQ.
4Bolsista CNPq.
*Autor correspondente <lcmarchi@carpa.ciagri.usp.br>

 

 

RESUMO: O conhecimento das plantas de uma região, sua época de florescimento e as características do pólen, auxiliam na determinação das espécies vegetais que contribuem para a composição do mel. Durante o período de 1994 a 1997 foram inventariadas, semanalmente, em diferentes horários e num raio de aproximadamente 300m dos apiários da USP/ESALQ, em Piracicaba,SP (22o43'S, 47o27'W e 580 m) e do Instituto de Zootecnia, em Pindamonhangaba, SP (22o57'S, 45o27'W e 560 m), as plantas que estavam sendo visitadas por abelhas. Foram anotados o mês e o período de florescimento das plantas inventariadas. Em Piracicaba foram identificadas 94 espécies de plantas pertencentes a 41 famílias (maior número de espécies nas famílias Asteraceae e Myrtaceae) e em Pindamonhangaba, 76 espécies, pertencentes a 26 famílias (maior número de espécies nas famílias Asteraceae e Verbenaceae). Os resultados indicam que 21 famílias, 22 gêneros e 15 espécies de plantas visitadas pelas abelhas africanizadas foram comuns em ambas as localidades.
Palavras-chave: Apis mellifera, abelha, recurso floral, similaridade

 

PLANTS VISITED BY AFRICANIZED HONEY BEES IN TWO LOCALITES OF THE STATE OF SÃO PAULO

ABSTRACT: The knowledge of plants from a given region, as well as the blooming period and the pollen characteristics, help for the determination of the plant species which contribute for the honey composition. Plants visited by honey bees were listed during the period 1994 to 1997. The survey was carried out weekly, at different times and within a 300 m radius at two sites: the apiaries of USP/ESALQ in Piracicaba, SP (22o43'S, 47o27'W e 580 m) and of the `Instituto de Zootecnia', in Pindamonhangaba, SP (22o57'S, 45o27'W e 560 m), both in Brazil. The month and the blooming period were recorded. A total of 94 plants species, from 41 families was identified in Piracicaba (the largest number of species in Asteraceae and Myrtaceae) and 76 plant species of 26 families, in Pindamonhangaba (the largest number of Asteraceae and Verbenaceae). The results indicated that 21 families, 22 genera and 15 species were common for both localities.
Key words: Apis mellifera, honey bee, floral source, similarity

 

 

INTRODUÇÃO

A coleta e a identificação taxonômica de espécies que compõem a fauna e a flora de uma determinada região são importantes para o conhecimento dos recursos naturais nela disponíveis, possibilitando a obtenção de informações básicas para estudos mais amplos sobre as características ecológicas de um determinado habitat ou ecossistema (Prado, 1980). Por outro lado, o conhecimento detalhado das plantas que florescem numa determinada região, sua época de florescimento e as características do pólen podem auxiliar na determinação das espécies vegetais que contribuíram para a composição final do mel produzido naquela região (Santos, 1964).

No Brasil, os primeiros levantamentos relacionando abelhas e flores foram realizados, no estado do Pará, por Ducke (1902; 1906), citados por Viana (1992), contudo, somente a partir da década de 60 surgiram os levantamentos sistematizados, com metodologia padronizada (Sakagami et al., 1967). Ramalho et al. (1990) apresentaram um extenso artigo de revisão sobre as plantas importantes para abelhas Melipona, Trigonini e para abelhas africanizadas em habitats neotropicais no qual incluem basicamente todos os trabalhos, realizados em diferentes regiões brasileiras, sobre levantamento de plantas utilizadas por abelhas, de diferentes espécies, para coleta de pólen e néctar.

Mais recentemente têm sido desenvolvidos trabalhos, amostrando, principalmente, as plantas apícolas e as abelhas silvestres que as visitam, como os de Martins (1990; 1994) e Castro (1994), nas caatingas da Bahia, Pedro (1992) em área de cerrado do Estado de São Paulo, Cure et al. (1993) em Viçosa, MG, Aguiar et al. (1995) em área de caatinga do cariri paraibano, Marques-Souza (1995), na Amazônia Central, Gonçalves et al. (1996) em mata secundária em Alcântara, MA, Carvalho & Bego (1997) na reserva ecológica do Panga, Uberlândia, MG, Carvalho et. al. (1998), no campus da ESALQ, em Piracicaba, Estado de São Paulo, Mateus (1998) em Luiz Antônio, Estado de São Paulo, Carvalho (1999), em área de caatinga, no município de Castro Alves, Estado da Bahia, entre muitos outros.

O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de inventariar as plantas visitadas por abelhas africanizadas (Apis mellifera L.) em duas localidades do Estado de São Paulo, comparando as plantas utilizadas como fonte de alimento pelas abelhas em cada uma destas localidades, verificando suas semelhanças.

 

MATERIAL E MÉTODOS

De 1994 a 1997 foram inventariadas as plantas que estavam florescendo, e sendo visitadas por abelhas Apis mellifera L., num raio de aproximadamente 300m dos apiários do Departamento de Entomologia da USP/ESALQ, Campus de Piracicaba, e do Instituto de Zootecnia, em Pindamonhangaba, SP. Nos dois locais existem resquícios da mata natural, plantas ornamentais e de interesse apícola introduzidas ao longo dos anos e outras plantas consideradas como invasoras.

As coletas foram realizadas semanalmente, em dias secos e em diferentes horários. As plantas foram preparadas em estrados ou pranchas de madeira, entre folhas de jornal, fazendo com que folhas e frutos ficassem bem distribuídos. O material depois de seco em estufa a 55°C por 48 horas, foi encaminhado ao Departamento de Botânica da ESALQ/USP, para identificação. Foram anotados o mês e a duração do florescimento das plantas inventariadas.

Com os resultados dos levantamentos realizados nas localidades Piracicaba, SP(I) e Pindamonhangaba, SP (II) calculou-se o coeficiente de similaridade de Sorensen (Krebs, 1989) cuja fórmula é a seguinte:

S=2a/(2a+b+c) C 100,

Onde, a= número de famílias ou gêneros ou espécies de plantas comuns às duas localidades (I e II); b= número de famílias ou gêneros ou espécies de plantas que ocorre exclusivamente na localidade l; c= número de famílias ou gêneros ou espécies de plantas que ocorre exclusivamente na localidade II.

O Coeficiente de Sorensen pode variar de 0%, quando não há nenhuma coincidência entre as áreas amostradas, até 100%, quando a coincidência é total.

Utilizando o mesmo coeficiente de similaridade, foram comparados os dados obtidos por Santos (1961) (I) e os resultados da presente pesquisa (II) pois ambos os trabalhos foram realizados no mesmo local, campus da USP/ESALQ, em Piracicaba, SP.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Em Piracicaba, SP, foram identificadas 94 espécies de plantas (TABELA 1), pertencentes a 41 famílias: Acanthaceae (1 espécie), Amaranthaceae (2 espécies), Anacardiaceae (2 espécies), Apiaceae (1 espécie), Apocynaceae (2 espécies), Arecaceae (1 espécie), Asteraceae (9 espécies), Balsaminaceae (1 espécie), Bignoniaceae (3 espécies), Bombacaceae (2 espécies), Boraginaceae (1 espécie), Caesalpiniaceae (4 espécies), Caricaceae (1 espécie), Combretaceae (1 espécie), Commelinaceae (1 espécie), Convulvulaceae (2 espécies), Cucurbitaceae (1 espécie), Erythroxylaceae (1 espécie), Euphorbiaceae (3 espécies), Fabaceae (3 espécies), Iridaceae (1 espécie), Lamiaceae (2 espécies), Lauraceae (1 espécie), Malpighiaceae (1 espécie), Malvaceae (4 espécies), Melastomataceae (2 espécies), Mimosaceae (5 espécies), Moraceae (1 espécie), Myrtaceae (8 espécies), Oxalidaceae (1 espécie), Poaceae (6 espécies), Polygonaceae (1 espécie), Rhamnaceae (2 espécies), Rubiaceae (1 espécie), Rutaceae (4 espécies), Sapindaceae (1 espécie), Solanaceae (4 espécies), Sterculiaceae (3 espécies), Tiliaceae (2 espécies), Ulmaceae (1 espécie), Verbenaceae (1 espécie).

 

 

Em Pindamonhangaba, SP, foram identificadas 76 espécies de plantas (TABELA 2), pertencentes a 26 famílias: Acanthaceae (1 espécie), Agavaceae (2 espécies), Asteraceae (15 espécies), Bignoniaceae (2 espécies), Boraginaceae (1 espécie), Brassicaceae (2 espécies), Caesalpiniaceae (5 espécies), Convolvulaceae (2 espécies), Cucurbitaceae (1 espécie), Ericaceae (1 espécie), Fabaceae (3 espécies), Lamiaceae (2 espécies), Lauraceae (1 espécie), Malvaceae (2 espécies), Melastomataceae (3 espécies), Mimosaceae (6 espécies), Myrtaceae (5 espécies), Oleaceae (3 espécies), Pedaliaceae (1 espécie), Poaceae (4 espécies), Polygonaceae (1 espécie), Rhamnaceae (1 espécie), Rubiaceae (2 espécies), Sapindaceae (1 espécie), Sterculiaceae (2 espécies) e Verbenaceae (7 espécies).

 

 

Comparando as duas localidades foram coincidentes 21 famílias, 22 gêneros e 15 espécies de plantas visitadas por abelhas africanizadas.

Segundo Ramalho et al. (1990), as famílias Leguminosae, Myrtaceae, Palmae e Rubiaceae, são as mais importantes para as abelhas africanizadas, Trigonini e Melipona e, segundo Pirani & Cortopassi-Laurino (1993), as famílias mais visitadas por diversas espécies de abelhas sociais, incluindo as abelhas africanizadas, foram Compositae (24 espécies) (hoje classificadas como Asteraceae) e Leguminosae (21 espécies) (hoje Caesalpiniaceae, Fabaceae e Mimosaceae). Comparando os resultados do presente trabalho com os citados anteriormente, pode-se verificar que a maioria das famílias de plantas listadas como importantes para as abelhas africanizadas, por Ramalho et al. (1990) e Pirani & Cortopassi-Laurino (1993), e ainda, Pereira (1994), foram aqui amostradas.

Os coeficientes de similaridade calculados comparando as duas localidades amostradas foram S=62,68 %; S=31,43 % e S=17,64 % para família, gênero e espécies de plantas, respectivamente. Para gêneros, o índice de similaridade no presente trabalho, encontra-se dentro da faixa observada por Miranda & Carneiro Filho (1994) quando comparam sete savanas amazônicas, duas a duas, obtendo uma variação entre as diferentes áreas de 29 a 54 %.

Considerando que o primeiro levantamento de plantas, visando a identificação do pólen contido no mel, foi realizado por Santos (1961) no campus da ESALQ em Piracicaba, SP, nos meses de junho a outubro, foram comparados os dados por ele obtidos com os observados no presente trabalho. Pode-se verificar que 21 famílias, 24 gêneros e 17 espécies de plantas foram coincidentes, apresentando coeficientes de similaridade de: S=59,15%; S=30,38% e S=19,64% para família, gênero e espécies de plantas, respectivamente.

Nas TABELAS 1 e 2 podem, ainda, ser observados os calendários de florescimento das plantas visitadas por abelhas nas duas localidades amostradas, sendo estas informações úteis tanto no estabelecimento de apiários como na manutenção e manejo dos mesmos.

 

CONCLUSÕES

As duas localidades apresentam poucas semelhanças com referência a flora de interesse apícola uma vez que apenas 17,64% das espécies são coincidentes.

As informações referentes ao calendário de florescimento das plantas de interesse apícola para as duas localidades estudadas podem ser utilizadas tanto no estabelecimento de apiários como na manutenção e manejo dos mesmos.

 

AGRADECIMENTO

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), pelo financiamento parcial da presente pesquisa (Processo 1995/3222-4).

 

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Recebido em 02.07.99