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Scientia Agricola

On-line version ISSN 1678-992X

Sci. agric. vol.58 no.3 Piracicaba July/Sept. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90162001000300011 

MICROFLORA FÚNGICA DE SEMENTES DE MILHO EM AMBIENTES DE ARMAZENAMENTO1

 

Maria Aparecida de Souza Tanaka2,4*; Jocely Andreuccetti Maeda3,4; Isabel Helena de Almeida Zeituni Plazas3,5
2Centro de Fitossanidade - IAC, C.P. 28 - CEP: 13001-970 - Campinas, SP.
3Centro de Produção de Material Propagativo - IAC.
4Bolsista CNPq.
5Bolsista FAPESP.
Autor correspondente < matanaka@cec.iac.br >

 

 

RESUMO: Durante o armazenamento, vários fungos podem permanecer associados às sementes de milho, causando deterioração ou se mantendo viáveis, infectando posteriormente a plântula. Objetivou-se neste trabalho verificar a sobrevivência de fungos associados às sementes de milho durante 12 meses de armazenamento, em câmara fria (14ºC; 40% UR) e em ambiente não controlado. Observaram-se com maior freqüência os fungos de campo Alternaria alternata, Bipolaris maydis, Cephalosporium acremonium, Cladosporium herbarum, Fusarium moniliforme e Rhizoctonia solani, além de Rhizopus spp. e Trichoderma spp., cuja sobrevivência decresceu ao longo do armazenamento, de modo muito mais acentuado em condição de ambiente não controlado, em comparação à câmara fria. Aspergillus e Penicillium tiveram suas incidências aumentadas ao longo do período, principalmente em ambiente não controlado. Nessa condição, a sobrevivência de Fusarium moniliforme foi reduzida gradativamente até o final dos doze meses; comparativamente, em câmara fria, a viabilidade do fungo foi menos afetada. Bipolaris maydis manteve-se viável na maioria dos lotes, durante todo o armazenamento em câmara fria; em ambiente não controlado, o fungo sobreviveu durante quatro a dez meses, dependendo do lote avaliado. O armazenamento em ambiente não controlado, embora tenha provocado a redução do inóculo de F. moniliforme e outros fungos importantes, poderia acelerar o processo de deterioração das sementes. Em câmara fria, por outro lado, a viabilidade dos fungos é favorecida, comprometendo a qualidade sanitária das sementes.
Palavras-chave: Zea mays, patologia de sementes, armazenamento, fungos

 

FUNGI ASSOCIATED TO CORN SEEDS UNDER STORAGE CONDITIONS

ABSTRACT: During storage, several kinds of fungi can remain associated to corn seeds, either causing their deterioration or simply remaining viable to infect germinating seedlings. The objective of this work was to evaluate the survival of fungi in corn seeds stored for twelve months in a cold chamber (14°C and 40% RH) or stored under uncontrolled conditions. A larger frequency of Alternaria alternata, Bipolaris maydis, Cephalosporium acremonium, Cladosporium herbarum, Fusarium moniliforme, Rhizoctonia solani, Rhizopus spp. and Trichoderma spp. occurred in the cold condition. The survival decreased with the storage period mainly under uncontrolled atmosphere as compared to the cold environment. The incidence of Aspergillus and Penicillium increased with the storage, mainly under the uncontrolled ambient. Fusarium moniliforme, on the other hand, decreased sharply under ambiental conditions at the end of the period. In the cold chamber, the F. moniliforme viability was less affected. Bipolaris maydis remained viable in most of the seed lots during the entire storage period in the cold chamber. Under uncontrolled conditions, this fungus survived for four to twelve months, depending on the lot studied. The seed storage under uncontrolled ambient may reduce the inoculum of F. moniliforme and other important fungi for the maize crop, but this condition may accelerate seed deterioration. In the cold condition, otherwise, the ambient is favorable to preserve the physiological quality of the seeds, but the maintenance of fungi viability may reduce their sanitary quality.
Key words: Zea mays, seed pathology, storage, fungi

 

 

INTRODUÇÃO

As sementes de milho podem ser invadidas por vários fungos, desde a sua formação, durante o seu desenvolvimento e também após a colheita, no armazenamento. Dessa maneira, as sementes podem permitir a sobrevivência e veiculação de patógenos, bem como a proliferação de fungos de armazenamento, responsáveis pela sua deterioração (Tuite & Forster, 1979; Luca Filho, 1987; Fernandes & Oliveira, 1997).

O armazenamento das sementes para fins agrícolas geralmente é utilizado para a manutenção de estoques no período da entressafra ou para a provisão de quantidades suficientes para atender a demanda de comercialização. Muitas vezes é necessário o armazenamento por longos períodos, para garantir estoques em anos que sucedem frustrações de safras, quando as sementes produzidas estão aquém do padrão exigido, ou para a conservação de germoplasma (Berjak, 1987b; Wetzel, 1987). No entanto, as mesmas condições de armazenamento que permitem a manutenção da viabilidade das sementes, podem também favorecer a sobrevivência de muitos patógenos importantes para a cultura.

Os fungos presentes nas sementes armazenadas são tradicionalmente divididos em dois grupos: de campo e de armazenamento. Os primeiros, invadem as sementes ainda no campo, requerendo para o seu crescimento, umidade relativa em torno de 90-95%. O tempo de sobrevivência desses fungos nas sementes está diretamente relacionado com as condições de ambiente do armazém (Lal & Kapoor, 1979; Berjak, 1987a; Meronuck, 1987). Os fungos de armazenamento, por sua vez, estão presentes nas sementes recém-colhidas, geralmente em porcentagens muito baixas. São capazes de sobreviver em ambiente com baixa umidade, proliferando em sucessão aos fungos de campo e causando a deterioração das sementes (Berjak, 1987a; Wetzel, 1987; Carvalho & Nakagawa, 1988).

Dentre os fungos de campo veiculados pelas sementes de milho, no Brasil, Fusarium moniliforme é o mais freqüente (Reis et al., 1995; Peixoto et al., 1998; Goulart & Fialho, 1999). Vários outros fungos, podendo-se citar Bipolaris maydis, Cephalosporium acremonium, Colletotrichum graminicola, Curvularia spp., Diplodia maydis, Drechslera spp., Epicoccum spp., Nigrospora oryzae, Rhizoctonia solani e Trichoderma spp., também são comumente detectados em associação com as sementes de milho. Quanto aos fungos de armazenamento, os mais freqüentes geralmente são Aspergillus spp. e Penicillium spp. (Tuite et al., 1985; Luz, 1995; Pinto, 1998).

A literatura disponível sobre a natureza dos fungos de armazenamento presentes em sementes de milho e os danos por eles provocados é relativamente vasta. No entanto, pouco se conhece a respeito do comportamento dos fungos fitopatogênicos (de campo), nas sementes armazenadas, principalmente se conservadas em diferentes condições de ambiente, as quais podem afetar diretamente a sua sobrevivência (Lal & Kapoor, 1979; Meronuck, 1987; Halfon-Meiri & Solel, 1990).

Tendo como objetivo acrescentar mais informações sobre esse assunto, neste trabalho pretendeu-se verificar a sobrevivência de fungos associados às sementes de milho durante doze meses de armazenamento, em câmara fria e em ambiente não controlado.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi realizado no Centro de Fitossanidade, localizado no Núcleo Experimental do Instituto Agronômico, em Campinas, SP.

Foram utilizadas amostras de sementes fiscalizadas de milho híbrido da cultivar G-85, produzidas na safra 93/94, pertencentes a oito lotes que apresentavam diferentes incidências de fungos. As sementes foram embaladas em sacos de papel kraft multifoliado e armazenadas, no período de junho de 1994 a junho de 1995, em câmara fria (temperatura de 14°C e UR 40%) e em condições ambientes de laboratório, onde a temperatura ficou situada na faixa de 18 a 32°C e a umidade relativa do ar entre 65 e 95%.

Em intervalos bimestrais foi retirada uma amostra de 200 sementes, para ser avaliada quanto à sanidade. O método utilizado foi o de papel de filtro com congelamento, tendo este procedimento a finalidade de impedir a germinação e facilitar o exame das sementes (Tempe, 1970; Machado, 1988). As sementes foram colocadas eqüidistantes entre si, em placas de Petri de 9 cm de diâmetro (10 sementes/placa), contendo duas folhas de papel de filtro umedecidas com água destilada. Em seguida, foram mantidas durante 24 horas em temperatura de 20-22°C e fotoperíodo de 12 / 12 horas de escuro e luz fluorescente branca de 40W, posicionada a 40cm acima das placas e 20 cm entre si. Após, as sementes foram submetidas ao congelamento durante 24 horas, retornando à sala de incubação anteriormente descrita, onde permaneceram mais cinco dias. A detecção dos fungos associados às sementes foi realizada em estereomicroscópio e, quando necessário, foram examinadas lâminas ao microscópio composto.

O experimento foi instalado em delineamento inteiramente casualizado, sendo que, para cada lote houve 14 tratamentos, constituídos de dois ambientes de armazenamento e sete épocas de amostragem, em arranjo fatorial, com quatro repetições de 50 sementes por tratamento. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os fungos Alternaria alternata, Aspergillus spp., Bipolaris maydis (Helminthosporium maydis), Cephalosporium acremonium, Cladosporium herbarum, Fusarium moniliforme, Penicillium spp., Rhizopus spp. e Trichoderma spp. foram os mais freqüentemente observados. Por outro lado, Curvularia spp., Colletotrichum graminicola, Fusarium spp., Diplodia maydis, Epicoccum spp., Gonatobotrys spp., Phoma spp. e Rhizoctonia solani ocorreram com menor freqüência, e em alguns lotes (TABELAS 1 a 8). A incidência de Rhizopus spp. foi baixa, superando 20% apenas no lote 3 (TABELA 3).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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De maneira geral, durante os doze meses de armazenamento a sobrevivência dos fungos considerados de campo foi decrescendo, de modo muito mais acentuado em condição de ambiente, em comparação à câmara fria. Esses dados confirmaram os resultados obtidos por Oliveira et al. (1997) que, armazenando sementes de milho em ambiente convencional, também observaram redução da incidência de Fusarium moniliforme e Cephalosporium sp.

Fusarium moniliforme, um dos principais patógenos associados às sementes de milho, teve a sua sobrevivência bastante reduzida durante o armazenamento em ambiente não controlado (TABELAS 1 a 8). Em câmara fria, no entanto, a viabilidade do fungo foi menos afetada. Tal fato pode ser bem visualizado na TABELA 6, para o lote 6, em que a incidência de F. moniliforme, inicialmente de 84%, ainda era de 70% ao final de 12 meses, em câmara fria; em condição de ambiente, para este mesmo lote, a incidência caiu gradativamente, até 14% ao final do período. Tendo em vista a importância da associação de F. moniliforme com as sementes de milho na redução do estande, conforme salientado por vários autores, como Ochor et al. (1987); Bacon et al. (1994) e Casa et al. (1998), infere-se que a conservação das sementes em câmara fria, com o intuito de preservar a sua qualidade fisiológica, pode, ao mesmo tempo, estar favorecendo a sobrevivência do fungo. Conforme Tanaka (1976), Tanaka & Balmer (1980) e Casa et al. (1995), principalmente se a semeadura for efetuada em solos com temperaturas sub-ótimas para a germinação e estabelecimento da plântula, este patógeno pode causar prejuízos.

Dentre os demais fungos considerados patogênicos, Bipolaris maydis manteve-se viável em câmara fria durante todo o período de armazenamento, em seis lotes avaliados (TABELAS 1, 3, 4, 5, 7 e 8). Em condição ambiente, o fungo sobreviveu até o décimo mês no lote 8 (TABELA 8), porém não além do quarto mês no lote 1 (TABELA 1). No lote 2, a sobrevivência foi detectada até o sexto mês (TABELA 2), sendo que na maioria dos lotes estudados, não excedeu oito meses (TABELAS 3, 4, 7 e 8). Essas variações podem ser decorrentes dos fatores relacionados com a longevidade dos fungos em associação com as sementes armazenadas, destacando-se, dentre eles, o tipo de inóculo (esporos ou micélio dormente) e a sua localização nas diferentes partes da semente (Berjak, 1987a; Machado, 1988).

Cephalosporium acremonium, cuja ocorrência também é freqüente em sementes de milho, teve sua viabilidade bastante reduzida durante o armazenamento, mesmo em câmara fria (TABELAS 1 a 8). Em ambiente não controlado a perda da viabilidade foi ainda maior, sendo quase total no décimo segundo mês, no lote 5 (TABELA 5).

Colletotrichum graminicola foi constatado apenas nos lotes 2 (TABELA 2) e 6 (TABELA 6), com incidência de 1%. No primeiro lote foi observada incidência até o décimo mês de armazenamento em câmara fria e apenas até o quarto mês, em condição de ambiente (TABELA 2).

A ocorrência de Aspergillus spp. foi constante nas sementes de todos os lotes e nas duas condições de armazenamento. A porcentagem de incidência, no entanto, não aumentou consideravelmente com o passar do tempo (TABELAS 1 a 8). Para alguns lotes, em câmara fria, houve tendência de redução da incidência ao final do armazenamento. Tal fato provavelmente resultou do comportamento das espécies de Aspergillus presentes nas sementes, uma vez que existe variação entre as espécies quanto ao período de sobrevivência, em função do teor de água da semente e da umidade relativa do ar (Lal & Kapoor, 1979).

Penicillium spp., tradicionalmente classificados como fungos de armazenamento, tiveram suas porcentagens de incidência aumentadas em função do tempo em que as sementes foram armazenadas. Em câmara fria, esse aumento da incidência foi menos acentuado.

O armazenamento das sementes de milho durante doze meses em ambiente não controlado, com temperatura de 18 a 32°C e umidade relativa de 65 a 95%, pode se traduzir em redução do inóculo de F. moniliforme e outros fungos importantes para a cultura; no entanto, os fungos de armazenamento poderiam acelerar o processo de deterioração das sementes, afetando a sua qualidade fisiológica, que seria melhor preservada em câmara fria (14°C e UR 40%), conforme Anderson & Baker (1983); Ross (1986); Popinigis (1985). Nessas condições, por outro lado, a manutenção da viabilidade da maioria dos fungos fitopatogênicos é favorecida, comprometendo a qualidade sanitária das sementes, conforme verificado por Oliveira et al. (1997).

 

AGRADECIMENTO

Ao Dr. Antônio Augusto do Lago, Pesquisador Científico do Centro de Produção de Material Propagativo, do Instituto Agronômico de Campinas, pela revisão do Abstract.

 

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Recebido em 04.05.00

 

 

1Trabalho apresentado no 10º Congresso Brasileiro de Sementes, Foz do Iguaçu, 1997.

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