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Revista da Associação Médica Brasileira

Print version ISSN 0104-4230

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.6 São Paulo  2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302009000600005 

ACREDITAÇÃO

 

Atualização em entorse de tornozelo

 

 

Autoria:

Fábio Lucas Rodrigues, Gilberto Waisberg, Wanderley Marques Bernardo

1)  Como podemos classificar a entorse de tornozelo?

Em leve, moderada e grave Em aguda, subaguda e crônica Em graus 1, 2 e 3

Em estiramento ligamentar, lesão ligamentar parcial e total Duas de todas alternativas acima estão corretas

2)  Em relação a radiografar pacientes com entorse é falso:

A radiografia está sempre indicada 85% são normais

A indicação baseia-se na presença de dor em pontos ósseos específicos A indicação baseia-se na impossibilidade de apoio de marcha Nas regras de Ottawa

3) Está entre as medidas de tratamento inicial da entorse de tornozelo, exceto:

Repouso por três dias

Aplicação local de gelo

Aplicação de calor local

Elevação do membro afetado

Proteção articular com imobilizador ou tala gessada

4)  É verdade sobre as possíveis complicações da entorse de tornozelo:

A artroscopia é método pouco sensível e específico na investigação

A instabilidade crônica é a lesão associada mais frequente

Não há benefício com a investigação clínica

O impacto anterior com exostose é a lesão mais frequente

A associação com varo de retropé melhora o prognóstico

5)  Qual a conduta a ser adotada nas instabilidades crônicas?

No pós-operatório devem preferencialmente ser imobilizados com gesso

Os pacientes com frouxidão ligamentar devem ser submetidos à cirurgia

Os pacientes com instabilidade sintomática persistente devem ser submetidos à reabilitação

Os pacientes com frouxidão ligamentar devem ser submetidos à reabilitação

Os pacientes com instabilidade funcional não devem ser operados

 

RESPOSTAS AO CENÁRIO CLÍNICO: TROMBOEMBOLISMO VENOSO: PROFILAXIA EM PACIENTES CLÍNICOS - PARTE III

[PUBLICADO NA RAMB 2009; 55(4)]

1)  Qual a afirmação correta quanto à profilaxia de tromboembolismo venoso (TEV) nesta paciente? Deve ser realizada com heparina não fracionada ou heparina de baixo peso molecular em doses profiláticas altas (Alternativa C)

2)  Considerando-se o risco de tromboembolismo venoso desta senhora, marque a melhor opção: Apresentava pelo menos três fatores de risco quando foi internada (Alternativa a)

3)  Com relação à profilaxia de tromboembolismo venoso (TEV) neste paciente: Está indicada, pois o paciente apresenta vários fatores de risco, além de estar restrito ao leito (Alternativa C)

4)  Com relação à ocorrência de tromboembolismo venoso (TEV) para esta paciente, é correto afirmar que: Retocolite ulcerativa em atividade representa um fator de risco para TEV (Alternativa A)

5)  Sobre a profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes portadores de cateteres venosos centrais é correto afirmar que: Cateteres venosos centrais são considerados fatores de risco para tromboembolismo venoso, particularmente em pacientes com câncer (Alternativa D)