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Revista da Associação Médica Brasileira

Print version ISSN 0104-4230

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.57 no.2 São Paulo Mar./Apr. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302011000200002 

ACREDITAÇÃO

 

Atualização em doença de Crohn

 

 

Sérgio Eduardo Alonso Araujo; Wanderley Marques Bernardo

 

 

1. São caracterísitcas clínicas associadas à doença de Crohn, exceto:

a. A conjuntivite ou uveíte podem ser manifestações associadas
b. A retocolite ulcerativa faz parte do diagnóstico diferencial
c. O megacólon tóxico é frequente e autolimitado
d. A ileíte aguda deve ser diferenciada da apendicite aguda

2. A principal indicação do uso de ressonância magnética é:

a. Detectar fístulas anais
b. Orientar as biópsias
c. Fazer o diagnóstico diferencial com retocolite ulcerativa
d. Está indicada, sobretudo, nas crises e exacerbações

3. Com relação ao Índice de Atividade da Doença de Crohn, é verdade:

a. É considerada em remissão quando o índice é inferior a 150
b. É considerada grave quando o índice é superior a 150
c. É considerada leve quando o índice é inferior a 450
d. É considerada moderada quando índice é superior a 220

4. Está correto sobre o tratamento da doença de Crohn:

a. A doença ileocecal pode ser tratada pela messalazina VO na dose de 3 a 4 g/dia
b. A colite deve ser primariamente tratada com imunossupressores
c. Os corticosteroides devem ser associados aos salicilatos
d. Nunca utilizar o metronidazol antes de corticosteroides

5. O tratamento de manutenção da doença deve ser realizado:

a. Em todos os pacientes
b. Apenas em pacientes com fístula anal
c. Em pacientes submetidos à corticoterapia
d. Somente após o primeiro episódio de sintomas

 

Respostas ao cenário clínico: doadores limítrofes no transplante de fígado [Publicado na RAMB 2011; 57(1)]

1. Aqueles com idade inferior a 30 anos (Alternativa A).

2. A possibilidade do uso de doador vivo com resultados comparáveis em sobrevida do enxerto e do receptor (Alternativa D).

3. A infecção por citomegalovírus é comum no pós-operatório de transplante de fígado (Alternativa A).

4. A utilização de enxertos anti-HBc positivo em receptores também soropositivos não altera a sobrevida destes (Alternativa B).

5. A presença de ascite pode aumentar a margem de segurança para utilização de enxertos maiores (Alternativa B).

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