SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.58 número1Doença do refluxo gastroesofágico: tratamento não farmacológicoAvaliação do CA-125 e CD-23 solúvel em pacientes com endometriose pélvica: estudo de caso-controle índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Artigo

Indicadores

Links relacionados

  • Não possue artigos similaresSimilares em SciELO

Compartilhar


Revista da Associação Médica Brasileira

versão impressa ISSN 0104-4230

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.58 no.1 São Paulo jan./fev. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302012000100010 

ACREDITAÇÃO

 

Atualização em doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): tratamento farmacológico

 

 

Aloisio Carvalhaes; Jaime Natan Eisig; Wanderley Marques Bernardo

 

 

1. Qual é a contribuição do teste terapêutico com inibidor da bomba de prótons no diagnóstico do paciente com DRGE?

a. O teste com omeprazol 40 mg confere sensibilidade de 98%.

b. O teste com esomeprazol 20 mg confere sensibilidade de 79%.

c. A resposta sintomática é superior ao tratamento prévio à endoscopia.

d. A resposta com rabeprazol 20 mg confere sensibilidade de 99%.

2. São diferentes os inibidores da bomba de prótons na resposta terapêutica da DRGE?

a. Há mais pacientes curados com esomeprazol do que com pantoprazol.

b. O esomeprazol 20/40 mg é superior ao lansoprazol 30 mg.

c. Na pirose, o lansoprazol 30 mg é semelhante ao omeprazol 20 mg.

d. Na esofagite erosiva, olansoprazol 30 mg é superior a omeprazol 20 mg.

3. Na DRGE, o inibidor da bomba de prótons deve ser utilizado em dose única ou em duas tomadas diárias?

a. Rabeprazol 10 mg em duas tomadas aumenta a gravidade dos sintomas.

b. Esomeprazol 20 mg (duas tomadas) é superior a 40 mg (uma tomada).

c. Esomeprazol 40 mg uma vez ao dia cicatriza mais as lesões.

d. A resposta clínica de duas tomadas é superior à de dose única.

4. Na DRGE, o bloqueador histamínico tipo 2 deve ser associado ao inibidor da bomba de prótons?

a. A adição de bloqueador H2 não leva a melhora nos sintomas.

b. A associação noturna da ranitidina ao IBP auxilia no controle da acidez gástrica.

c. A porcentagem de tempo com pH > 4 durante a noite é maior no grupo com a associação.

d. A adição de bloqueador H2 leva a melhora nos sintomas em 43%.

5. O uso crônico de inibidor de bomba de prótons causa doença gástrica?

a. Nos pacientes HP positivo, o uso de omeprazol 20 mg durante sete anos produz atrofia glandular.

b. Em um ano de uso de omeprazol 40 mg por dia, a prevalência de protrusão das células parietais reduz de 86% para 18%.

c. Os pacientes com DRGE que permaneceram HP negativo apresentaram sinais histológicos de doença gástrica com o uso crônico.

d. A erradicação do HP com uso crônico de IBP protege as glândulas fúndicas.

 

RESPOSTAS AO CENÁRIO CLÍNICO: ATUALIZAÇÃO EM DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO (DRGE) : DIAGNÓSTICO

[PUBLICADO NA RAMB 2011; 57(6)]

1. A pHmetria normal afasta o diagnóstico com certeza de 95% (Alternativa B).

2. O número de diagnósticos entre os dois procedimentos é semelhante (Alternativa D).

3. A prevalência de DRGE em pacientes com sintomas atípicos é de 63,4% (Alternativa A).

4. A biópsia permite fazer o diagnóstico de DRGE não responsiva ao tratamento (Alternativa D).

5. Em pacientes asmáticos com sintomas de refluxo, a pHmetria normal prediz a ausência de resposta terapêutica (Alternativa C) .