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Anais Brasileiros de Dermatologia

On-line version ISSN 1806-4841

An. Bras. Dermatol. vol.77 no.5 Rio de Janeiro Sept./Oct. 2002

http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962002000500006 

INVESTIGAÇÃO CLÍNICA, LABORATORIAL E TERAPÊUTICA

 

Estudo da variação do pH da pele humana exposta à formulação cosmética acrescida ou não das vitaminas A, E ou de ceramida, por metodologia não invasiva*

 

 

Gislaine Ricci LeonardiI; Lorena Rigo GasparII; Patrícia M. B. G. Maia CamposIII

IFarmacêutica, Mestre e Doutora pela FCFRP-USP, Professora do Curso de Farmácia e Coordenadora do Curso de Especialização em Cosmetologia e Manipulação Magistral da Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP
IIFarmacêutica pela FCFRP-USP, Mestre e Doutoranda pela FCFRP-USP
IIIFarmacêutica pela FCFRP-USP, Mestre e Doutora pela FCF-USP e Professora de Cosmetologia da FCFRP-USP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

FUNDAMENTOS: Os cosméticos hidratantes melhoram a pele, aproximando-a de suas condições ideais, pois aumentam a quantidade de água no estrato córneo. As vitaminas A e E, bem como as ceramidas, são substâncias ativas que vêm sendo muito empregadas em hidratantes, os quais constituem uma das mais importantes classes de produtos cosméticos e de higiene corporal.
OBJETIVO: - O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito no pH cutâneo da pele humana de uma emulsão O/A (constituída de base auto-emulsionante não iônica) acrescida, ou não, de vitamina A palmitato ou vitamina E acetato ou ceramida III, por metodologia não invasiva
MÉTODOS:O estudo foi realizado em 40 mulheres com idade entre 30 e 45 anos, empregando-se o equipamento Skin Phmeter PH 900 PC. As medidas foram efetuadas no antebraço das voluntárias nos tempos de sete e 30 dias após auto-aplicação diária (duas vezes ao dia), dos produtos envolvidos no estudo
RESULTADOS E CONCLUSÃO: A presença das vitaminas A ou E, ou da ceramida não alterou de maneira significativa o pH da pele, o que mostra que as formulações estudadas são adequadas para o uso cosmético.

Palavras-chave: lipídios; vitamina A; vitamina E.


 

 

INTRODUÇÃO

Os hidratantes constituem uma das mais importantes classes de produtos cosméticos e de higiene corporal uma vez que apresentam ampla utilização tanto para ação preventiva (na prevenção da xerodermia e no retardamento do envelhecimento precoce) como também por sua utilidade como coadjuvante da terapêutica dermatológica numa ampla variedade de disfunções cutâneas.1

Em meio aos diversos recursos usados para hidratar a pele, a adição de substâncias ativas em formulações cosméticas tem sido um fato bastante freqüente.

O emprego de ceramidas em produtos cosméticos vem crescendo, nos últimos tempos, pois as ceramidas endógenas, que fazem parte do manto lipídico da pele, atuam retendo água no estrato córneo e, portanto, ajudam na manutenção da hidratação da pele.2-7

Entre outras substâncias ativas muito usadas, hoje, nos cuidados da pele, estão as vitaminas A e E.8-12 A vitamina E tem-se destacado em formulações antienvelhecimento, pois, além de sua propriedade umectante, é, também, um potente neutralizador de radicais livres.13 A vitamina A tem sido igualmente relatada como substância ativa com finalidade antienvelhecimento.14-15

A comprovação da eficácia das substâncias ativas usadas nos produtos cosméticos, bem como os efeitos ocasionados pelas formulações na pele humana têm sido objetos de estudo da comunidade científica, pois resultam no desenvolvimento técnico e científico da área cosmética, a qual vem evoluindo cada vez mais e ganhando espaço nesta época de valorização da qualidade de vida.

A pesquisa em cosmetologia tem-se ampliado cada vez mais, devido à contribuição e parceria de várias áreas das ciências básicas e aplicadas, entre elas a farmacologia, dermatologia, histologia, anatomia, fisiologia, microbiologia, química e física.16

Durante as últimas décadas, ocorreu uma explosão de informações e avanços científicos relacionados à pesquisa cutânea, que tem beneficiado tanto os médicos dermatologistas como os profissionais que trabalham com o desenvolvimento de produtos cosméticos.17-18

Antes do emprego das metodologias não invasivas, a dermatologia e as áreas afins baseavam-se, na maioria das vezes, apenas na observação clínica, o que, devido a sua subjetividade, pode ser considerado método pouco preciso. Com os avanços tecnológicos, porém, surgiram as metodologias não invasivas, cientificamente comprovadas e não traumáticas, não envolvendo qualquer agressão ou desconforto aos pacientes ou aos voluntários que participam dos estudos. A aplicação dessas metodologias tem revolucionado a área cosmética, pois os profissionais que nela atuam têm conseguido avaliar de maneira quantitativa ou, melhor, comprovar cientificamente os efeitos dos produtos cosméticos.18

Nas últimas duas décadas, equipamentos de ampla aplicação (para cosmetologia, medicina estética e dermatologia) têm sido apresentados, dando, assim, origem a novas metodologias não invasivas de estudo cutâneo.19-33

Desses equipamentos é exemplo, o Phmeter", que avalia o pH superficial da pele.

A determinação do pH da superfície cutânea tem motivado vários pesquisadores. O pH, isto é, a concentração hidrogeniônica da superfície cutânea é visto por alguns autores como um importante indicador funcional da pele, devendo-se à produção de ácido láctico e conferindo à superfície cutânea aquilo que se convencionou designar por "manto ácido cutâneo".34

Assim sendo, a pele apresenta pH levemente ácido (4,6 - 5,8), que contribui para que ocorra proteção bactericida e fungicida em sua superfície. Além disso, as secreções cutâneas apresentam apreciável capacidade tamponante, importante propriedade, uma vez que o pH da pele é freqüentemente alterado em conseqüência da utilização de produtos tópicos inadequados, expondo a pele a uma série de agentes agressores, em especial microorganismos.35-37

A determinação e o controle do pH cutâneo, sob o ponto de vista cosmético e/ou dermatológico, são de extrema utilidade, uma vez que o contato com substâncias agressivas, como detergentes, costuma ser freqüente, ou até mesmo para evitar a utilização de produtos tópicos inadequados.35

Quanto às técnicas desenvolvidas para abordagem dessa variável têm-se destacado as medidas potenciométricas feitas com vários tipos de elétrodos: hidrogênio, quinidrona, antimônio.18 No Phmeter", a análise do pH da superfície cutânea é feita por potenciometria direta, isto é, por meio de um eletrodo especial.36

A potenciometria direta tem sido o método mais empregado para medição dessa variável, a qual permite sensibilidade de determinação da ordem de 0,1 unidade de pH.37

Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito no pH cutâneo da pele humana de uma emulsão O/A acrescida, ou não, de vitamina A palmitato ou vitamina E acetato ou ceramida III, por metodologia não invasiva.

 

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Formulação estudada

Para este estudo foi utilizada uma emulsão O/A constituída de 17% de cera auto-emulsionante não iônica, 3% de esqualeno, 0,5% de imidazolidinil uréia,0,2% de metilparabeno, 0,1% de propilparabeno, 10% de glicerina, 0,3% de glutation, 0,04% de DL alfa tocoferol e água destilada. Essa formulação (considerada veículo) foi acrescida ou não de vitamina A palmitato (5.000UI/g) ou vitamina E acetato (20mg/g) ou ceramida III (1mg/g).

Avaliação do pH cutâneo

O estudo, iniciado após aprovação do protocolo de estudo do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), foi realizado em 40 mulheres com idade entre 30 e 45 anos e tipo da pele II, III ou IV, após seu consentimento.

As voluntárias que dele participaram não faziam uso de nenhum medicamento e não apresentavam discromias no local do estudo. Tomaram conhecimento do Termo de Consentimento Pós-Informação, declarando que estavam plenamente de acordo em participar da pesquisa e cientes dos procedimentos, riscos e benefícios, entre outros elementos envolvidos.

O estudo foi realizado utilizando-se equipamento Skin pHmeter PH 900 PC, o qual mede o pH cutâneo. As medidas foram efetuadas no antebraço das voluntárias, nos tempos de sete e 30 dias após auto-aplicação diária (duas vezes ao dia) dos produtos em questão. A área de aplicação foi adequadamente limpa com água destilada e algodão e, em seguida, seca com papel toalha, 30 minutos antes da leitura.

Para a determinação do pH do estrato córneo foram efetuadas três medidas no local de estudo, sendo os resultados apresentados como valores médios dessas medições seqüenciais.

O antebraço esquerdo das voluntárias recebeu tratamento com as formulações envolvidas. Foram utilizados cinco grupos de oito mulheres cada, o que representou o envolvimento de 40 voluntárias. O primeiro grupo usou formulação sem nenhuma substância ativa, ou seja, o veículo selecionado para avaliação. Os demais usaram esse veículo acrescido de substâncias diversas: o segundo grupo, de 0,5% de vitamina A palmitato; o terceiro, de 2% de vitamina E acetato; o quarto, de 0,1% de ceramida III, e o último grupo nada usou na pele (controle).

Uma quantidade da amostra fixa foi aplicada sobre a pele do antebraço da voluntária, sendo distribuída em movimentos circulares durante 15 segundos.

Todo o ensaio decorreu em ambiente com controle de temperatura (entre 20 e 22ºC) e de umidade relativa do ar (50 a 60%).

 

ESTUDO ESTATÍSTICO

O estudo foi realizado utilizando-se um software estatístico (programa GMC) elaborado por Maia Campos.39

Os resultados foram analisados estatisticamente mediante análise de variância.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados do pH cutâneo para as diferentes formulações envolvidas no estudo encontram-se na tabela 1.

Os resultados dos testes preliminares indicaram que a amostra era razoavelmente homogênea, e a distribuição de freqüências bem próxima da distribuição de freqüências da normal matemática, o que autorizava o emprego da estatística paramétrica na análise dos dados.

O teste paramétrico mais adequado ao modelo matemático desse experimento foi a análise de variância, e, pelo fato de se tratar de um modelo misto, em que se associavam ao mesmo tempo um fator de variação independente e um vinculado, usou-se o tipo de análise de variância por bloco partido.

Os resultados do teste de análise de variância estão demostrados na tabela 2.

Observando-se a tabela 2 verifica-se que a análise de variância demonstrou não existir diferença estatística no pH cutâneo em relação aos tempos estudados neste trabalho. Pode-se concluir, portanto, que o fator tempo não influenciou o pH da pele humana. A análise estatística demonstrou também não existir diferença estatística no pH da pele, quanto ao fato de a formulação (veículo) ser ou não acrescida das substâncias ativas envolvidas no estudo.

 

CONCLUSÕES

Pelos resultados obtidos no experimento pode-se verificar que para nenhum dos fatores (tempo, substância ativa, presença ou não da substância ativa no veículo) existiu diferença estatística, ou seja, a presença ou ausência das diversas substâncias ativas estudadas (vitamina A palmitato, vitamina E acetato, ceramida III) no veículo cosmético, nos tempos analisados, não alterou de maneira significativa o pH da pele, o que mostra que as formulações estudadas são adequadas para o uso cosmético.

 

AGRADECIMENTO

Agradecemos à Profa Dra Ana Maria Ferreira Roselino, médica dermatologista da FMRP-USP, pelas valiosas sugestões.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para correspondência
Profa Dra. Gislaine Ricci Leonardi
Rua Floriano Peixoto 1630 ap101
Piracicaba SP 13400 520
Tel.: (19) 3434-1537
E-mail:grleonar@unimep.br

Recebido em 31.08.2001.
Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 16.04.2002.

 

 

*Trabalho realizado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo