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Anais Brasileiros de Dermatologia

Print version ISSN 0365-0596

An. Bras. Dermatol. vol.85 no.1 Rio de Janeiro Jan./Feb. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962010000100008 

REVISÃO

 

Há evidências científicas na medicina antienvelhecimento?

 

 

Milton Luiz GorzoniI; Sueli Luciano PiresII

IProfessor adjunto - Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II e disciplina "Fundamentos de Gerontologia" do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil
IIProfessora instrutora - Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II e disciplina "Fundamentos de Gerontologia" do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

A medicina antienvelhecimento visa a interferir no processo de envelhecimento humano biológico normal. Haveria base científica para justificá-la como especialidade médica e não ramo de ciências biológicas básicas? Esta revisão avaliou 110 artigos, dos quais nove artigos (8,2% do total) em humanos. Apenas um desses estudos era randomizado e duplo-cego (Jadad 2). A categoria de recomendação e o grau de evidência desses trabalhos foram considerados como CII. Periódicos com fator de impacto acima de 1,110 publicaram três dos nove artigos. Dessa forma, não parece haver sólidas evidências científicas e/ou clínicas que justifiquem a aplicabilidade da medicina antienvelhecimento na presente prática médica.

Palavra-chave: Envelhecimento; Medicina baseada em evidências; Medicina clínica


 

 

INTRODUÇÃO

O princípio básico da medicina antienvelhecimento – retardar, parar ou reverter o processo de envelhecimento humano biológico normal – contrapõe-se à biogerontologia, que distingue entre o envelhecer como um fenômeno natural e o papel do envelhecimento como fator de risco para determinadas doenças. Devem-se também distinguir condutas de seus praticantes dos atos relacionados com a saúde pública quanto à promoção de saúde e prevenção de doenças.

Órgãos e associações de classe, convênios médicos ou seguros-saúde não reconhecem, no Brasil, medicina antienvelhecimento como especialidade médica. Seu campo de ação abrange basicamente:1

a. Redução do estresse oxidativo por meio de suplementos dietéticos e/ou minerais e/ou vitamínicos;
b. Restrição calórica e/ou uso de pré ou probióticos;
c. Reposição e/ou suplementação hormonal;
d. Fitoterápicos;
e. Atividade física.

Pergunta-se, assim: qual seria sua base e/ou evidências científicas que justificariam sua existência como especialidade de medicina humana e não ramo de ciências biológicas básicas?

Este artigo de revisão visa a analisar, utilizando padrões de metodologia científica baseados em evidências, estudos publicados em periódicos da área da saúde humana que abranjam técnicas, procedimentos e terapias antienvelhecimento, além de procurar definir o grau de evidência e o percentual desses estudos publicados que possuem sólida estrutura metodológica e aplicabilidade na presente prática clínica.

Para a elaboração deste artigo, acessou-se o portal http://www.nlm.nih.gov (MediLine/PubMed) em 30 de agosto de 2008, pesquisando artigos pelos unitermos antiaging medicine. Excluíram-se trabalhos relacionados a revisões, editoriais ou discussões; descrições sobre técnicas e procedimentos cosméticos ou laboratoriais e trabalhos em células ou em animais. Os estudos encontrados que apresentavam casuísticas humanas foram analisados preferencialmente pela sua versão eletrônica e/ou pelo seu resumo nesse portal ou no relativo ao periódico que o publicou. Essa análise baseou-se nos critérios descritos abaixo:

a. Pelo escore de Jadad et al.2 (1996), que avalia as probabilidades de viés do estudo por sete itens:

1. Estudo descrito como randomizado ou com palavras correlatas?
2. Estudo descrito como duplo-cego?
3. Descrição de retirada de fármacos anteriores?
4. Descrição de método apropriado para sequência de randomização?
5. Descrição de método apropriado para material duplo-cego?
6. Método inadequado para randomização?
7. Método impróprio para duplo-cego?

As questões um a cinco são indicações de trabalho de boa qualidade e valem um ponto cada se "sim" e nenhum ponto se "não". Se as questões seis e sete forem afirmativas, deve-se subtrair um ponto relativo a cada uma delas na somatória final. Esse cálculo não julga todos os elementos do estudo, mas pode ser útil em avaliações qualitativas entre fraca (zero) e forte (cinco pontos).

b. Por uma versão sumarizada dos graus de recomendação e de evidência do Oxford Centre for Evidence based Medicine:3

Categoria de recomendação

A - Boa evidência para apoiar a recomendação
B - Moderada evidência para apoiar a recomendação
C - Pobre evidência para apoiar ou não a recomendação

Grau de Evidência

I - > 1 estudo controlado e randomizado corretamente
II - > 1 estudo clínico ou caso-controle ou observações
III - Experiência clínica, estudos descritivos ou relatórios

c. Pelo fator de impacto em lista de periódicos científicos no Journal Citation Report - 2003 Science Edition.4

 

RESULTADOS DA REVISÃO

O portal http://www.nlm.nih.gov (MediLine/PubMed), em 30 de agosto de 2008, apresentou 110 artigos pelos unitermos antiaging medicine,1,5-113 sendo 103 integralmente em inglês e sete em outros idiomas (cinco em chinês, um em japonês e outro em alemão), apenas com seus resumos em inglês. Seu conteúdo dividia-se em:

a. 55 artigos (50,0% do total) relativos a revisões, editoriais e discussões.1,6,9,11,12,21,24,27,29,34,36,39-48,50-56,58,60-61,63,68,72-76,78-80,82,83,88,89,95-97,99,104,107,110,112 Esses artigos não apresentaram revisões sistemáticas, ou seja, conduzidas de acordo com critérios pré-definidos numa tentativa de limitar vieses dos investigadores. Revisões sistemáticas com frequência incluem como meta análises dos dados dos estudos avaliados nelas, também não observadas nesses artigos.

b. Um artigo sobre princípios gerais da medicina antienvelhecimento7 e cinco sobre técnicas e procedimentos cosméticos ou laboratoriais.8,32-33,59,90

c. Um artigo não pôde ser avaliado devido a não ter nem seu resumo accessível por via eletrônica.66 Outro não apresentava relação com medicina antienvelhecimento.13

d. Os restantes 47 estudos abrangiam principalmente fitoterápicos e trabalhos em células, animais (de insetos a primatas) e humanos.

Nessa última categoria - seres humanos - encontraram-se nove artigos14,17,25,28,30,64,67,86,109 (8,2% do total), sendo que suas principais características estão sumarizadas na Tabela 1. Há apenas um desses trabalhos109 com descrição de estudo randomizado e duplocego (Jadad 2) e outros três25,30,86 com grupo controle. Observaram-se oito estudos clínicos ou observacionais14,17,25,28,30,64,67,86 e análise estatística adequadamente descrita em três desses artigos.25,28,67

Cada um dos nove trabalhos direcionou-se para técnicas, procedimentos e terapias diferentes, sendo envelhecimento cutâneo o único fator correlato a quatro desses estudos.14,28,30,67

A categoria de recomendação desses nove artigos14,17,25,28,30,64,67,86,109 pode ser considerada "C", e o grau de evidência, "II".3

Apenas três dos periódicos que publicaram esses artigos28,30,109 apresentaram fator de impacto acima de 1,110, colocando-os na lista das 1.500 revistas científicas com melhores pontuações por esse critério.114 Por outro lado, dois outros desses periódicos não apresentaram fator de impacto.25,86

 

COMENTÁRIOS SOBRE A REVISÃO

Estudos laboratoriais, em células ou em animais são os primeiros passos para futuras pesquisas e terapias em seres humanos. Há, porém, distâncias significativas entre pesquisas com Drosophila melanogaster91 (mosca das frutas) ou Musca domestica84,91 (mosca comum) e sua aplicabilidade imediata em humanos. Esse seria o mais importante equívoco metodológico da medicina antienvelhecimento - a inferência, ou seja, transpor estudos de ciência básica para a prática médica sem passar pelas fases de pesquisa clínica.

Define-se como pesquisa clínica, também denominada ensaio ou estudo clínico, o processo de investigação científica que envolve seres humanos. Busca basicamente o desenvolvimento de novos medicamentos e procedimentos capazes de agir sobre a saúde de humanos. Sua execução exige o cumprimento de etapas contidas em protocolos para esse fim e com base em regulamentação nacional e internacional. Quando vinculada ao estudo de medicamentos, vacinas ou procedimentos diagnósticos, deve-se classificá-la em uma das quatro fases possíveis de investigação clínica:115-118

a. Fase 1 - medicamento utilizado pela primeira vez em humanos, normalmente saudáveis e não portadores da doença na qual o fármaco agiria. Avaliam-se diferentes vias de administração e doses, realizam-se testes iniciais de segurança e de interações medicamentosas. Habitualmente o número de participantes fica entre 20 e 100.

b. Fase 2 - conhecida também como "estudo piloto", essa fase abrange portadores da doença na qual o fármaco agiria, visando a determinar sua segurança e eficácia. As casuísticas oscilam entre 100 e 300 pacientes.

c. Fase 3 - concluída a fase 2 com sucesso, aumentase o número de doentes nos denominados "estudos terapêuticos ampliados ou multicêntricos", com estrutura metodológica semelhante ao da fase anterior. São estudos de duração temporal maior e comparativos a placebo ou a tratamentos já existentes para a doença em análise. Seu objetivo básico é a obtenção de melhores informações, qualitativa e quantitativamente, sobre segurança, eficácia e interações do fármaco utilizado. Os resultados relativos a essa fase, se positivos, contribuem para o registro e aprovação em uso comercial do novo medicamento pelas autoridades sanitárias. Estudos dessa fase necessitam de 300 a 3.000 pacientes para sua execução.

d. Fase 4 - também conhecida como "estudo pós-marketing", é realizada com o intuito de avaliar a eficácia e detectar efeitos colaterais do fármaco em populações que consomem o medicamento vendido livremente aos consumidores, que, nessa fase, são em número de milhares ou de milhões.

Excetuando-se o trabalho de Predescu et al. com 343 idosos, os outros oito estudos14,17,25,28,30,64,67,86 relataram casuísticas entre 10 e 83 humanos, ou seja, número de participantes compatível com pesquisas clínicas da fase 1. Apenas dois estudos28,64 utilizaram fármacos em portadores de doença, mas não apresentaram número de pacientes para serem classificados como fase 2. Igualmente a descrição do estudo como randomizado e duplo-cego (Jadad 2) ocorreu em um único trabalho,109 e o cuidado de utilizar grupo controle para efeito comparativo foi observado em outros três artigos,25,30,86 gerando assim dúvidas sobre a qualidade científica dessas publicações.

A ausência de dois estudos com as mesmas terapias pode ser justificada pelo campo de ação proposto pela medicina antienvelhecimento,1 mas também impede análise comparativa e replicação do experimento, comprometendo o valor científico deles. Mesmo o envelhecimento cutâneo, objetivo encontrado em quatro desses artigos,14,28,30,67 foi avaliado com metodologias e terapias diferentes, impedindo análise qualitativa específica.

A categoria de recomendação "C" e o grau de evidência "II" refletem essas impropriedades metodológicas. Justifica-se também o baixo fator de impacto da maioria dessas publicações.

 

CONCLUSÃO

Tendo a presente revisão bibliográfica encontrado apenas nove trabalhos desenvolvidos exclusivamente em seres humanos14,17,25,28,30,64,67,86,109 e considerando a amplitude proposta como campo de ação da medicina antienvelhecimento,1 não há sólidas evidências científicas e/ou clínicas que justifiquem sua aplicabilidade na presente prática médica.

 

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Endereço para correspondência:
Milton Luiz Gorzoni
Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II
Avenida Guapira, 2674
02265 002 São Paulo SP
Tel.:/Fax: 11 2176 1204 / 5589-9408
E-mail: hdp.dirtec@santacasasp.org.br

Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 17.04.2009.
Conflito de interesse: Nenhum
Suporte financeiro: Nenhum

 

 

* Trabalho desenvolvido no Hospital Geriátrico e de Convalescentes Dom Pedro II e disciplina "Fundamentos de Gerontologia" do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.O presente trabalho faz parte do Projeto n. 371/08, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.