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Anais Brasileiros de Dermatologia

Print version ISSN 0365-0596

An. Bras. Dermatol. vol.86 no.5 Rio de Janeiro Sept./Oct. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962011000500014 

REVISÃO

 

Conhecimento das propriedades físicas e da interação do laser com os tecidos biológicos na odontologia*

 

 

Thiago Maciel CavalcantiI; Renata Quirino de Almeida-BarrosI; Maria Helena Chaves de Vasconcelos CatãoII; Ana Patrícia Aguiar FeitosaIII; Ruthinéia Diógenes Alves Uchôa LinsIV

ICirurgião(ã)-dentista; mestrando(a) em odontologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campina Grande (PB), Brasil
IIDoutora em odontologia (laser na odontologia) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA); professora doutora do programa de pós-graduação em odontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campina Grande (PB), Brasil
IIIMédica; graduada pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG); médica do Programa Saúde da Família - Aroeiras (PB), Brasil
IVDoutora em patologia oral pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); professora adjunta da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campina Grande (PB), Brasil

Correspondência

 

 


RESUMO

A tendência da odontologia é a incorporação de métodos menos invasivos com a finalidade de minimizar a dor e o desconforto durante e após as intervenções odontológicas. Por isso, acredita-se que a laserterapia seja uma excelente opção de tratamento, já que apresenta efeitos benéficos para os tecidos irradiados, como ativação da microcirculação, produção de novos capilares, efeitos anti-inflamatórios e analgésicos, além de estímulo ao crescimento e à regeneração celular. O entendimento da interação entre os lasers e os tecidos baseia-se principalmente no entendimento das reações que podem ser induzidas nesses tecidos pela luz laser. Este trabalho se propõe a mostrar a relevância do conhecimento das propriedades físicas do laser, bem como sua interação com os tecidos biológicos, considerando que os efeitos e os mecanismos de ação da luz laser são complexos e alvos de inúmeras pesquisas com vistas a um melhor delineamento de suas formas de aplicação e indicações.

Palavras-chave: Lasers; Odontologia; Propriedades físicas; Tecidos


 

 

INTRODUÇÃO

Laser é um acrônimo da língua inglesa: light amplification by stimulated emission of radiation (amplificação de luz por emissão estimulada de radiação), que expressa exatamente como a luz é produzida. É uma radiação eletromagnética com características próprias que a diferem de uma luz comum: possui um único comprimento de onda, com suas ondas propagando-se coerentemente no espaço e no tempo, carregando de forma colimada e direcional altas concentrações de energia.1

A extensão da interação entre os lasers e o tecido é geralmente determinada por fatores relacionados ao laser e pelas características ópticas de cada tecido. No entanto a literatura é muito conflitante com relação aos efeitos dos lasers nesses processos, sendo difícil identificar efeitos específicos do laser, porque muitos fatores e variáveis modificam seu efeito nos tecidos.2,3,4

Esses fatores estão relacionados com as propriedades ópticas (coeficiente de reflexão, absorção e espalhamento) e as propriedades térmicas (condutibilidade térmica e capacidade térmica) do tecido, além do comprimento de onda, da energia aplicada, da potência pico, da área focalizada (densidade de energia e de potência) e do tempo de exposição da luz laser.4

A radiação laser interage com a matéria viva por meio dos processos ópticos de reflexão, transmissão, espalhamento e absorção. Ao incidir no tecido biológico, parte da luz não penetra, sendo refletida. A porção de luz que penetra no tecido será dividida em uma parte que será absorvida, outra parte que será espalhada e ainda outra que será transmitida.5

A luz laser, com seus respectivos comprimentos de onda, tem sido estudada em várias áreas da odontologia, como em preparos cavitários, periodontia, redução bacteriana em condutos radiculares, bioestimulação de tecidos moles, condicionamento de esmalte. Diversas pesquisas vêm sendo desenvolvidas para estabelecer os melhores parâmetros e técnicas de irradiação, com o intuito de viabilizar seu emprego em diferentes procedimentos odontológicos.4

Os lasers podem ser classificados de forma geral em: (1) lasers de alta potência ou lasers cirúrgicos ou HILT (high intensity laser treatment), que possuem, por exemplo, indicações cirúrgicas (corte, coagulação, cauterização) e efeitos de ablação (preparos cavitários odontológicos, prevenção); e (2) lasers de baixa potência ou lasers terapêuticos ou LILT (low intensity laser therapy), muito utilizados para fins terapêuticos e bioestimuladores, agindo principalmente como aceleradores em processos cicatriciais.1,6

Os diferentes tipos de laser são uma ajuda importante à prática profissional em associação com quase todas as especialidades odontológicas. O aumento substancial do interesse pela laserterapia tem sido notado em círculos científicos, devido ao significante número de resultados satisfatórios com o tratamento.7

 

REVISÃO DA LITERATURA

Durante muito tempo o sol foi a única fonte de luz intensa de que se tinha conhecimento.8 O emprego da luz - uma energia pura - vem desde os primórdios, sendo conhecidas algumas de suas propriedades terapêuticas, principalmente para o combate de processos dolorosos e da inflamação.9

Einstein, em 1917, expôs os princípios físicos da emissão estimulada, sobre os quais está apoiado o fenômeno laser. Em 1960, Theodore H. Maiman construiu o primeiro emissor de laser a rubi. Por volta de 1961, foi realizada a primeira cirurgia a laser, e em 1962 foi desenvolvido o primeiro laser semicondutor. Em 1965, Sinclair e Knoll adaptaram essa radiação à prática terapêutica e nesse mesmo ano o laser foi utilizado pela primeira vez na odontologia por Stern e Sognnaes.10

O laser é um dispositivo que funciona baseado num fenômeno: inversão de população, ou seja, absorção de energia para que a maior parte dos átomos se excitem (elétrons "saltem" para camadas mais distantes do núcleo atômico). Após a inversão de população, deve haver um regresso ao estado fundamental com liberação de fótons gêmeos (luz coerente). Processo similar ocorre em outras fontes primárias de luz, como uma lâmpada elétrica, que, por efeito Joule, tem sua energia transformada em calor. A energia térmica promove a inversão de população, mas quando os elétrons voltam para suas configurações estáveis, os fótons são liberados sem relação de fase (em várias direções com diferentes frequências). A esse processo denominamos emissão espontânea.11

Todo equipamento laser possui três elementos essenciais: (1) o meio laser, que pode ser de dióxido de carbono, de argônio, de hélio-neônio, de YAG, de exímeros, de corantes, de rubi e de diodos semicondutores, como o de arseneto de gálio e alumínio (AsGaAl), entre outros; (2) a fonte de excitação, que pode ser uma lâmpada de flash ou um arco elétrico, que elevará as moléculas ou átomos do meio de irradiação laser do estado de repouso até um estado de excitação, cujo retorno ao estado de repouso gera a emissão espontânea de um fóton; e, por fim, (3) dois espelhos, situados nas extremidades de uma câmara ressonante, que refletem a luz emitida de volta às moléculas ou átomos do meio laser. Dessa maneira, o funcionamento desses três elementos gera uma emissão de luz que, ao incidir sobre outras moléculas ou átomos do meio, acaba por elevar ao estado de excitação novos elétrons que estavam em órbitas menores, os quais, por sua vez, ao retornarem ao estado de repouso, liberam novos fótons, ou seja, novas ondas de luz, que incidirão sobre outros átomos em repouso, formando uma reação em cadeia.12

A tendência da odontologia é a incorporação de métodos menos invasivos com a finalidade de minimizar a dor e o desconforto durante e após as intervenções odontológicas. Por isso, acredita-se que a laserterapia seja uma excelente opção de tratamento, já que apresenta efeitos benéficos para os tecidos irradiados, como ativação da microcirculação, produção de novos capilares, efeitos anti-inflamatórios e analgésicos, além de estímulo ao crescimento e à regeneração celular.7

O entendimento da interação entre os lasers e os tecidos baseia-se principalmente no entendimento das reações que podem ser induzidas nesses tecidos pela luz laser. Cada tipo de laser resulta em luz de comprimento de onda específico, e cada comprimento de onda reage de uma maneira diferente com cada tecido. Outro fator importante é a densidade de energia, que é a quantidade de energia por unidade de área entregue aos tecidos. Temos também que considerar os fatores temporais, tais como: a forma de emissão de luz (contínua ou pulsátil), a taxa de repetição e a largura do pulso, para lasers de emissão pulsátil.10,13

Todavia, além dos fatores inerentes do laser devemos observar as características peculiares de cada tecido, principalmente as que controlam as reações moleculares e bioquímicas, como coeficiente de absorção do tecido, coeficiente de espalhamento, índice de refração do tecido, tipos de célula, perfusão sanguínea, condução térmica, oxigenação do tecido, inflamação, infecção ou necrose.13

A radiação laser interage com a matéria viva por meio dos processos ópticos de reflexão, transmissão, espalhamento e absorção. Ao incidir no tecido biológico, parte da luz não penetra, sendo refletida. A porção de luz que penetra no tecido será dividida em uma parte que será absorvida, outra parte que será espalhada e ainda outra que será transmitida. Quando a luz é absorvida, a energia entregue irá provocar efeitos: fotoquímicos, térmicos, por fotoablação, por ablação induzida por plasma e ainda por fotodisrupção.14

Para que haja efeito clínico é necessário que a luz seja absorvida pelo tecido (primeira lei de fotobiologia de Grotthus-Draper). A luz que é refletida, transmitida ou dispersada não tem nenhum efeito. A energia absorvida é medida em Joules/cm2 e é conhecida como densidade de energia ou fluência. A absorção da luz do laser depende da quantidade de cromóforo presente no tecido e da correspondência entre o comprimento de onda utilizado e as características de absorção daquele cromóforo. Uma vez absorvida, a luz pode causar três efeitos básicos: o fototérmico, o fotoquímico e o fotomecânico. O efeito fototérmico ocorre quando o cromóforo absorve a energia com o comprimento de onda correspondente e a energia luminosa se converte em calor capaz de destruir o alvo atingido. No efeito fotoquímico ocorre uma reação química após a absorção da luz por agentes fotossensibilizantes (endógenos ou exógenos), sendo o princípio básico da terapia fotodinâmica. A expansão térmica pode ocorrer de forma extremamente rápida, capaz de produzir ondas acústicas e destruição fotomecânica do tecido que a absorveu.4,14

A profundidade de penetração da energia do laser nos tecidos depende da absorção e da dispersão. A dispersão da energia do laser é inversamente proporcional ao comprimento de onda. E quanto maior o comprimento de onda, mais profunda é a penetração da energia do laser. Comprimentos de onda entre 300 e 400 nm dispersam mais e penetram menos. Comprimentos de onda entre 1.000 e 1.200 nm dispersam menos e penetram mais. Entretanto, energias com comprimento de onda na faixa de infravermelho médio e superior do espectro eletromagnético são absorvidas superficialmente, já que o principal cromóforo desse comprimento de onda é a água presente no tecido.4

A radiação laser vem sendo empregada em procedimentos operatórios com o objetivo de aumentar os benefícios cirúrgicos, melhorando o prognóstico clínico. Possui algumas vantagens, como desinfecção do campo operatório, ausência de vibração, vaporização das lesões, conforto para o paciente, propriedades anti-inflamatórias e bioestimuladoras, precisão na destruição tecidual, mínimo dano aos tecidos adjacentes, efeito hemostático, redução da dor e do edema e possibilidade de controle microscópico e endoscópico.15

Quando trabalhamos com o laser em tecido vivo, buscamos resultados clínicos bastante específicos. A célula tem um determinado limiar de sobrevivência, que depende do tecido onde está localizada e também do seu estado fisiológico. Se utilizarmos o laser com a intenção de respeitar esse limiar de determinada célula, oferecemos uma baixa intensidade de energia, que será utilizada por ela de maneira a estimular sua membrana e as membranas de suas mitocôndrias. Dessa forma estaremos induzindo essa célula à biomodulação, ou seja, a célula trabalhará buscando um estado de normalização da região afetada. Nesse caso o laser trabalhará em baixa densidade de potência. Esse tipo de terapia passou a ser chamado de laser therapy ou laserterapia, empregando o laser de baixa intensidade (LBI) para fins terapêuticos, obtendo efeitos fotoquímicos.16

Alguns dos lasers utilizados em odontologia estão situados na faixa de luz visível (argônio e alguns "lasers terapêuticos") e outros, na faixa do infravermelho, portanto invisíveis a olho nu.17

As propriedades terapêuticas dos lasers vêm sendo estudadas desde a sua descoberta, sendo a sua ação analgésica observada particularmente sobre as formas da dor crônica de diversas etiopatogenias, desde os receptores periféricos até o estímulo no sistema nervoso central. Portanto, quando a luz laser interage com as células e o tecido na dose adequada, certas funções celulares poderão ser estimuladas, tais como: a estimulação de linfócitos, a ativação de mastócitos, o aumento da produção de ATP mitocondrial e a proliferação de vários tipos de células.10

Os lasers na faixa do vermelho, no comprimento de onda de 632 a 780 nm, não são capazes de produzir danos aos tecidos como mutações e carcinogênese, podendo ser aplicados nos tecidos moles da cavidade oral nos seguintes casos: herpes, estomatite aftosa recorrente (afta), ulcerações traumáticas, síndrome da ardência bucal, prevenção e tratamento da mucosite (Figuras 1 e 2).7,10

 

 

 

 

A mucosite é a complicação oral mais comum do tratamento oncológico, podendo ocorrer muitas vezes a necessidade de pausa ou alteração do tratamento, o que pode interferir no prognóstico da doença, sendo essa condição uma importante causa de morbidade e até de mortalidade nos pacientes sob tratamento antineoplásico. A laserterapia nesses casos proporciona alívio da dor, maior conforto ao paciente, controle da inflamação, manutenção da integridade da mucosa e melhor reparação tecidual.18

No herpes simples e na estomatite herpética, a ação do laser tem papel relevante sobre os processos viróticos que envolvem fatores imunitários. A ação do laser nessas patologias produz um efeito antiviral proporcional ao efeito estimulante da imunidade do paciente. A melhor resposta terapêutica é no estágio prodrômico e no momento do aparecimento das vesículas, podendo a irradiação pelo laser enfraquecer o microrganismo, diminuindo a sintomatologia e o tempo de evolução da doença e impedindo a recorrência das lesões nos mesmos locais. As dosagens não devem ser inferiores a 4 J/cm2 para que não ocorra a proliferação viral ao invés da inibição; a energia máxima por sessão deve ser de 20 J, em duas ou três aplicações diárias até a total cicatrização das vesículas, conforme mostra a figura 3.9,10

Com sua ação analgésica e anti-inflamatória, o laser é considerado um tratamento coadjuvante, e não o tratamento definitivo, principalmente em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) (Figura 4). Os efeitos terapêuticos dos lasers no organismo constituem um método alternativo na terapia de traumatismo nos dentes e tecidos moles, proporcionando um maior conforto ao paciente num curto espaço de tempo após o trauma dental.7,9

 

 

Os LBIs ou lasers de baixa potência (LBPs) também podem ser utilizados com o propósito de fazer diagnóstico de cárie - utilizando um laser que identifica diferenças de comportamento óptico entre o tecido sadio e o cariado -, estimular a formação de dentina reparadora, reduzir a sensibilidade dentinária e a dor nos casos de hiperemia, auxiliar a anestesia nos casos de pulpite severa, promover maior velocidade de reparação do osso na região periapical, além de proporcionar menor sangramento e edema nos casos de gengivite e periodontite e diminuir a sintomatologia dolorosa na síndrome da ardência bucal, alveolite, DTM, mucosite e pericoronite.8,19,20

A aplicação do LBI na pericoronarite beneficiará o paciente no alívio da dor, diminuindo sua sintomatologia, e também auxiliará no controle da inflamação e na redução do edema, não havendo muitas vezes necessidade de medicação sistêmica, em virtude dos efeitos terapêuticos do laser (Figura 5).21,22

 

 

Quando trabalhamos com o laser operando em um nível de intensidade muito alto de energia, a ponto de essa energia transformar-se em dano térmico e ultrapassar o limiar de sobrevivência da célula, levando a uma lise e consequentemente à morte celular, estamos utilizando o laser com finalidade cirúrgica, denominado laser cirúrgico ou HILT.6

O laser cirúrgico determina ações no tecidoalvo, podendo ser divididas segundo seu respectivo efeito em: fototérmica (coagula, carboniza e vaporiza), fotomecanicoacústica (corta com precisão), fotoablativa (destrói para disrupção) e fotoionizante (quebra a ligação do DNA).13

A laserterapia tem sido usada por mais de 30 anos e mais de 90% da literatura disponível relata efeitos positivos. Entretanto, resultados desfavoráveis podem ocorrer devido à utilização de baixas ou altas doses, a erro de diagnóstico, a número insuficiente de sessões ou à falta de padronização da frequência de aplicações. De fato, a consagração do laser como terapia exige um conhecimento da energia aplicada, uma investigação dos efeitos que produz no organismo e a aplicação de uma correta metodologia.7

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A busca constante do equilíbrio biopsicossocial pelo ser humano requer a inserção de novas e eficazes terapias que adentram num moderno e amplo campo da odontologia. Assim, na tecnologia laser novas pesquisas indicam novas formas e técnicas do seu uso pelo cirurgião-dentista. Os fundamentos físicos e a interação dessa luz com os tecidos são conhecimentos que devem ser esclarecidos e dominados por esses profissionais, possibilitando diferentes pesquisas e consolidando a laserterapia como opção terapêutica na clínica odontológica.

 

REFERÊNCIAS

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Endereço para Correspondência:
Thiago Maciel Cavalcanti
Rua Abel Costa, 463 Bairro Universitário
58429-050 Campina Grande, PB
Fone: (83) 3333-3111
E-mail: thiagomaciel_cg@hotmail.com

Recebido em 04.10.2010.
Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 27.12.2010.
Conflito de interesse: Nenhum
Suporte financeiro: nenhum. Conflito de interesses: nenhum.

 

 

* Trabalho realizado na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Campina Grande (PB), Brasil.