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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.27 no.3 Lavras May/June 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542003000300024 

ZOOTECNIA

Coeficiente de digestibilidade aparente de cinco fontes energéticas para o jacaré-do-pantanal (Caiman yacare, Daudin, 1802)1

 

Apparent digestibility coefficients of five energetic food sources for the "jacaré-do-pantanal" (Caiman yacare, Daudin, 1802)       

 

 

Fernando Rodrigues MacielI; Priscila Vieira Rosa LogatoII; Elias Tadeu FialhoII; Rilke Tadeu Fonseca de FreitasII; Victor Manuel AlexioI

IProfessores da Escola Agrotécnica Federal de Cáceres/EAFC – MSc.  
IIProfessores do Deparatamento de Zootecnia da UFLA – Dsc.

 

 


RESUMO

Foi conduzido um ensaio de digestibilidade nas instalações da Cooperativa de Criadores de Jacaré-do-pantanal, na cidade de Cáceres-MT, com o objetivo de avaliar o valor nutricional de cinco alimentos para o jacaré-do-pantanal (Caiman yacare). Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, com 5 tratamentos e 3 repetições, sendo a unidade experimental formada por 3 jacarés, com peso total médio de 3940 ± 240 g, temperatura ambiente média de 30,5 ± 5,0ºC e temperatura média da água de 27,8 ± 1,0ºC. A quantidade de alimento fornecida por repetição a cada dois dias foi padronizada em 20 g de matéria seca por unidade de peso metabólico (kg0,75). As médias dos coeficientes de digestibilidade aparente foram comparadas pelo teste de Tukey. O coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca foi de 80,78; 68,08; 69,91; 30,12 e 58,95; e o coeficiente de digestibilidade aparente da energia bruta de 82,59; 60,58; 61,66; 25,17 e 48,57, para a glicose, dextrina, amido de milho, milho triturado e pectina, respectivamente. A glicose apresentou o maior CDAEB e  o milho, o menor.

TERMOS PARA INDEXAÇÃO: Jacaré-do-pantanal, caiman, digestibilidade, alimento, nutrição.


ABSTRACT

A metabolism trial was carried out at the facilities of the Cooperative of growers of the "Jacaré do Pantanal" , in Cáceres - MT, with the objective of evaluating the nutritional value of five energetic feedstuffs for the "jacaré-do-pantanal" (Caiman yacare). A completely randomized design with five treatments and three replicates was utilized, the experimental unit being constituted of three caimans, with a total mean weight of 3940 ± 240 g, average environmental temperature of 30.5 ± 5.0ºC and average temperature of the water of 27.8 ± 1.0ºC. The amount of feed furnished per replicate every two days was standardized in 20 g of dry matter per unit of metabolic weight (kg0.75). The means of the coefficients of apparent digestibility were compared through Tukey’s test (P<0,05). The coefficient of apparent digestibility of dry matter was of 80.78; 68.08; 69.91; 30.12 and 58.95 and the coefficient of apparent digestibility of gross energy (CADGE) was of 82.59; 60.58; 61.66; 25.17 and 48.57 for glucose, dextrin, cornstarch, ground corn and pectin, respectively. Glucose showed the highest CADGE value and corn the lowest  (P<0,05).

INDEX TERMS: "Jacaré-do-pantanal", caiman, performance, digestibility, food, nutrition.


 

 

Introdução

A criação do jacaré-do-pantanal em cativeiro (IBAMA, Portaria nº.126, de 13/02/90) tem como justificativa o melhor aproveitamento da pele, a diminuição da pressão sobre os estoques nativos e, assim, como outros animais silvestres, o sucesso da criação em cativeiro é um dos requisitos para evitar a extinção. É uma atividade recente, com poucas informações referentes ao sistema de criação, nutrição, instalações, processamento  da pele, entre outros. A alimentação é o item que mais aumenta o custo de produção, e as rações utilizadas consistem em vísceras moídas de bovinos (pulmão e baço), misturadas com premix minerais e vitamínicos, normalmente recomendadas para suínos. A utilização de alimentos alternativos, que ajudariam a diminuir o custo com a alimentação, fica prejudicada em razão do desconhecimento do valor nutricional desses alimentos para os jacarés.

O jacaré-do-pantanal (Caiman yacare, Daudin, 1802) tem seu habitat natural na Bacia do rio Paraguai, é essencialmente carnívoro, atinge em cativeiro 2,5 kg aos 24 meses (Marques & Monteiro, 1995), crescem mais rápido em temperaturas entre  25 e 32ºC (Pinheiro et al., 1992), a taxa de passagem é de  5 dias a 30ºC e 14 dias a 15ºC (Diefenbach, 1975) e a digestibilidade aparente da proteína gordura e energia não é afetada na faixa de temperatura de 28  a 32ºC (Staton et al., 1992).

Em vários trabalhos tem-se tentado demonstrar a capacidade de os crocodilianos  digerirem alimentos de origem vegetal, visto que na natureza a ingestão desses alimentos resume-se em glicogênio ou glicose livre. Coulson (1976) determinou a digestibilidade da glicose, maltose, lactose, sacarose e amido (de milho, arroz, trigo e batata), concluindo que a glicose foi o único sacarídeo eficientemente digerido.

A glicose é  lentamente absorvida em espécies carnívoras e insetívoras, em relação às espécies  onívoras (Diamond, 1991). O jacaré-americano (Coulson & Hernandez, 1983) e a truta arco-íris (Palmer & Ryman, 1972) apresentam uma curva prolongada de tolerância à glicose em relação aos onívoros, indicando serem intolerantes à glicose. Porém, existem várias evidências de que a presença de carboidratos em pequena porcentagem na alimentação  de carnívoros melhora a eficiência da utilização da proteína. Pieper & Pfeffer (1980), em ensaios com truta arco-íris (Salmo gairdneri, R.), concluíram que o uso de sacarose ou amido gelatinizado de milho pode substituir parte da proteína que seria utilizada como fonte de energia, e Bergot (1979), em ensaios com a mesma espécie,  concluiu que pode ser utilizado níveis superiores  a 30% de glicose na alimentação. Staton et al. (1990a) concluíram que a suplementação de aligatores com 20% de milho não afetou o desempenho, mas a utilização da  mesma quantidade de glicose levou a um ganho significativamente melhor.

Os trabalhos sobre requerimentos nutricionais de crocodilianos são poucos, e normalmente determinados sobre uma única espécie. Melo (1991) recomenda um nível de proteína bruta (PB) de 47%, e Staton et al. (1990b) recomendam uma concentração de energia bruta (EB) de 5180 a 5244 kcal/kg e uma relação EB:PB de 9,7 a 12,9:1 kcal/g de proteína, para um máximo desempenho do aligátor. A relação na dieta entre cálcio e fósforo recomendada  para o aligátor é de 2:1 (Staton et al., 1991).

Com o presente trabalho objetivou-se determinar para o jacaré-do-pantanal o coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca e da energia dos seguintes alimentos: glicose, dextrina, amido de milho, milho e pectina.

 

Material e métodos

Foi conduzido um ensaio de digestibilidade nas instalações da Cooperativa de Criadores de Jacaré-do-Pantanal (Coocrijapan), localizada na cidade de Cáceres, Estado de Mato Grosso, no Pantanal Norte, tendo como coordenadas geográficas 16º 13’ 42” de Latitude Sul e 57º 40’ 51” de  Longitude Oeste de Greenwitch, altitude  de 118 m, com temperatura anual média 25,2ºC, umidade relativa do ar média de 80,4% e precipitação pluviométrica anual média de 1.348 mm (Brasil, 1992). Foram formuladas seis rações, sendo uma basal (referência) e cinco experimentais, confeccionadas pela substituição de 30% (peso seco) da basal por um dos alimentos testados (glicose, dextrina, amido de milho, milho ou pectina).

A ração basal foi confeccionada inicialmente pela passagem do pulmão e baço pelo moedor de carne com disco de saída de 12 mm, e posteriormente pela mistura dos demais ingredientes em misturador de carne utilizado para embutidos,. A partir da ração basal foram confeccionadas as rações experimentais, que foram embutidas em tripas de suínos (Clavijo et al., 1994), amarradas a cada 7 cm (formando uma “salsichinha” de aproximadamente 25 g), acondicionadas em sacos plástico em quantidades suficientes para um dia de arraçoamento e armazenadas em freezer.

A composição nutricional da ração basal foi definida tomando-se como referência as rações normalmente utilizadas pelos criadores (Aleixo, 2000), e a  digestibilidade  foi  determinada  pelo  método indireto,  utilizando  0,5%  de  óxido  crômico  como  indicador.  A  composição  nutricional  dos  alimentos  testados encontra-se na tabela 1,  e a centesimal  e  nutricional  da  ração  referência,  na tabela 2.

 

 

 

Cinqüenta e quatro jacarés de peso semelhante foram aleatoriamente distribuídos em 18 tanques de alvenaria, localizados em galpão fechado, com 2,0 x 2,0 x 0,6 m (comprimento, largura e  altura), com o piso apresentando um desnível em forma de rampa no terço final, que na parte mais profunda  fica com água a uma altura de aproximadamente 20 cm. Três dos 18 tanques foram utilizados para a determinação do coeficiente de digestibilidade aparente da ração basal. O peso total médio dos jacarés de cada tanque foi de 3940±240 g; a temperatura ambiente média, 30,5±5,0ºC, e a temperatura média da água, 27,8±1,0ºC.

O ensaio foi conduzido no mês de fevereiro de 2001, consistindo de um período de 14 dias de adaptação e um de 10, de coleta. As rações foram fornecidas  uma vez a cada dois dias (Aleixo, 2000), em torno das 12 horas, à vontade, durante o período de adaptação, e controladas no período de coleta em 20 g de matéria seca para cada unidade de peso metabólico (kg0,75), conforme o menor consumo verificado na fase de adaptação.

 

 

 

Foi retirada uma amostra de cada ração na hora da alimentação, e durante o período de coleta, as fezes foram coletadas sempre que presentes, de manhã ou à tarde,  sendo então armazenadas em freezer a -10ºC. Ao  final do período experimental, foram tomadas  amostras representativa da ração e das fezes e secas em estufa com ventilação forçada a 65ºC. No Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Zootecnia da UFLA, as amostras foram analisadas para a determinação do teor de matéria seca(MS), por desidratação em estufa a 105ºC; energia bruta (EB),  por  combustão  em bomba calorimétrica; e óxido crômico, por espectrofotometria de absorção atômica, segundo a metodologia descrita por Silva (1998).

Para o cálculo dos CDAs dos parâmetros avaliados, foi utilizada a seguinte fórmula:

 

CDA=100 -100 x  (% indicador ração x  % nutriente fezes)

                 (% indicador  fezes x % nutriente ração)

 

Os CDAs dos alimentos foram determinados pela diferença proporcional dos valores de digestibilidade da ração experimental em relação aos da ração referência, pela seguinte fórmula apresentada por Sugiura et al. (1998):   

 

CDAat =  CDAre x Nre – (1-S) x CDArr x  Nrr.

S x Nat

 

em que o CDAat é o coeficiente de digestibilidade aparente do nutriente do alimento-teste; CDAre, o coeficiente de digestibilidade aparente do nutriente da ração experimental; CDArr, o coeficiente de digestibilidade aparente do nutriente da ração referência; Nre, porcentagem do nutriente ou concentração da energia na ração experimental; Nrr, porcentagem do nutriente ou concentração da energia na ração referência; Nat, porcentagem do nutriente ou concentração da energia no alimento-teste; S, fração da ração experimental que é constituída pelo alimento-teste.

Para a análise estatística dos coeficientes de digestibilidade, utilizou-se o seguinte modelo: yij = m + ti  + eij, em que yij  é o coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca  ou energia dos alimentos estudados; m, a média geral, ti,  o efeito do alimento, sendo i= glicose, dextrina, amido de milho, milho moído ou pectina; eij, o erro experimental, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (P<0,05).

 

Resultados e discussão

O desempenho zootécnico dos jacarés, expresso pelo ganho de peso diário e pela conversão alimentar, determinados durante os 24 dias do experimento, está representado na tabela 3.

O ganho de peso diário e a conversão alimentar verificados durante os 24 dias de experimento mostram que os alimentos utilizados na composição da ração não possuem efeitos negativos sobre o desempenho, e que as rações embutidas em tripa de suíno foram bem aceitas, mascarando possivelmente qualquer  efeito  da  palatabilidade  desses  alimentos.

 

 

 

Os resultados referentes aos coeficientes de digestibilidade  aparente  da  matéria  seca  e  energia bruta encontram-se na tabela 4, e o nível de energia  digestível,  gerado  a  partir  da  multiplicação do coeficiente de digestibilidade da energia bruta  pelo  teor  de  energia  bruta,  encontra-se  na tabela 5.

 

 

 

 

Houve diferença significativa (P<0,05) entre as médias dos CDAEB, e a glicose apresentou o maior (82,59) e o milho, o menor (25,17). O menor CDAEB do milho determinado com o jacaré gerou uma energia digestível de 999 kcal/kg, que está próximo do valor de energia digestível determinado para trutas, que é de 1100 kcal/kg (NRC, 1993), indicando que o jacaré, como os peixes carnívoros, tem limitações em aproveitar esse alimento. Mesmo assim, o CDAEB do milho é baixo quando comparado com o do amido (61,66), podendo ter tido interferência da granulometria, já que o milho utilizado foi grosseiramente triturado (peneira com furo de saída de 9,5 mm).

A pectina utilizada foi a de baixo metoxil amidada, que tem a propriedade de formar gel tanto a quente quanto a frio em uma larga faixa de sólidos solúveis (10 a 80%) e pH (2,6 a 6,0), apresentou um baixo CDAEB  (48,57%) estatisticamente (P<0,05) menor que a dextrina e o amido, o que é justificado pela incapacidade dos monogástricos de digeri-la enzimaticamente, estando sua digestibilidade sujeita à habilidade dos microorganismos em quebrar os polissacarideos e fermentar os monossacarídeos resultantes dessa quebra, o que deve ocorrer em pequena escala, visto que o jacaré possui um intestino grosso muito curto. No intestino delgado, a pectina promove a redução da absorção de vários nutrientes, mediante a formação de géis que prejudicam a atividade enzimática, redução no esvaziamento gástrico, impacto sobre a difusão e absorção dos nutrientes ou aumento da viscosidade da digesta (Johansen et al., 1996). Apesar da alta viscosidade, a pectina não foi rejeitada pelos jacarés, e o seu uso, nesse caso, se justificaria como agregante em rações secas, que seriam umedecidas no momento do fornecimento, aproveitando as propriedades geleificantes.

O CDAEB da dextrina comparou-se com o do amido, porém,  ficou bem abaixo do encontrado por Staton et al. (1992), que foi de 93,1% quando a dextrina substituiu 16% da energia da ração.

O baixo coeficiente de digestibilidade dos carboidratos determinado para o jacaré em relação aos onívoros (segundo Rostagno et al., 2000, o coeficiente de digestibilidade da energia determinado com suínos da glicose, amido e dextrina, fica acima de 90%) indica uma menor capacidade da utilização desses alimentos, o que já foi relatado por Coulson & Hernandez (1983) para o aligátor.

 

Conclusões

O coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca foi de 80,78; 68,08; 69,91; 30,12 e 58,95; e o coeficiente de digestibilidade aparente da energia bruta foi de 82,59; 60,58; 61,66; 25,17 e 48,57 para a glicose, dextrina, amido de milho, milho moído e pectina, respectivamente.

 

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1. Parte da dissertação de mestrado apresentada pelo primeiro autor ao Departamento de Zootecnia da UNIVER-SIDADE FEDERAL DE LAVRAS/UFLA, Caixa Postal 37 – 37200-000 – Lavras, MG.

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