SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.27 issue4Evaluation of hydraulic characteristics of the dan-jet 7200 flow-compensated microsprinklerValuation of Fecal Total Collection Period to Determinate the Apparent Digestibility of Nutrients in Equine author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

  • Portuguese (pdf)
  • Article in xml format
  • How to cite this article
  • SciELO Analytics
  • Curriculum ScienTI
  • Automatic translation

Indicators

Related links

Share


Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.27 no.4 Lavras Aug. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542003000400021 

ZOOTECNIA E VETERINÁRIA

 

Altura de perfilho e rendimento de matéria seca de capim-tanzânia em função de diferentes doses de superfosfato simples e sulfato de amônio 1

 

Tanzania grass tiller height and dry matter production under different doses of simple superphosphate and ammonium sulfate

 

 

Michela Cristina Jacques BelarminoI; José Cardoso PintoII; Gudesteu Porto RochaII; Antônio Eduardo Furtini NetoIII; Augusto Ramalho De MoraisIV

I Engenheiro Agrônomo, MSc em Zootecnia: michelabelarmino@bol.com.br
II Professores do Departamento de Zootecnia/UFLA. josecard@ufla.br (Bolsista do CNPq) e gudesteu@ufla.br
III Professor do Departamento de Ciência do Solo/UFLA. afurtini@ufla.br (Bolsista do CNPq).
IV Professor do Departamento de Ciências Exatas/UFLA. amorais@ufla.br

 

 


Resumo

O experimento constou da aplicação de diferentes doses de superfosfato simples (SS) e de sulfato de amônio (SA) em parcelas de capim-tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia 1), em sua terceira estação de crescimento. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições, em um esquema fatorial 4 x 3, sendo quatro doses de P2O5 (zero, 50, 100 e 150 kg/ha), na forma de SS, e três doses de N (zero,100 e 200 kg/ha), na forma de SA. Foram efetuados três cortes a cerca de 10 cm do solo durante a estação de crescimento. Antes de cada corte, foi medida a altura de perfilhos. Após o corte, o material foi pesado e dele retirada uma amostra de cerca de 400 g para determinar o teor e o rendimento de MS. A interação SS x SA  proporcionou resultados positivos, aumentando a altura de perfilho no primeiro e terceiro cortes e o rendimento de MS nos três cortes.

Termos para indexação: adubação fosfatada, adubação nitrogenada, Panicum maximum.


Abstract 

The experiment consisted in the application of different doses of simple superphosphate (SS) and ammonium sulfate (AS) in plots of Tanzania grass (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzania 1), in its third growing season. The experimental design was completely randomized block, with four replications in a factorial scheme 4 ’ 3, being four doses of simple superphosphate (0, 50, 100, and 150 kg/ha of P2O5) and three doses of ammonium sulfate (0, 100, and 200 kg/ha of N). Three cuts were made at 0.1 m above the soil surface during the growing season. Before each cut the tiller height was measured. After the cut, the green forage of each plot was weighed and a sample of about 400 g was taken and used to evaluate the dry matter (DM) concentration and to calculate the estimated DM production per ha. The interaction SS ’ AS provided positive results, increasing tiller height at the first and third cuts and the yield of DM production at the three cuts.

Index terms:phosphorous fertilization, nitrogenous fertilization, Panicum maximum. 


 


INTRODUÇÃO

O conhecimento dos fatores nutricionais limitantes ao crescimento das gramíneas forrageiras é de grande importância para a formação, manejo e persistência das pastagens cultivadas. Dentre os nutrientes essenciais ao crescimento e desenvolvimento das plantas, o fósforo (P) e o nitrogênio (N) destacam-se pelas suas funções relevantes; porém, encontram-se em quantidades insuficientes e, às vezes, não disponíveis na maioria dos solos brasileiros.

O N é um elemento importante para o crescimento das gramíneas forrageiras, pois acelera a formação e o crescimento de novas folhas, melhora o vigor da rebrota, incrementando a sua recuperação após o corte, resultando em maior produção e capacidade de suporte das pastagens (Cecato et al., 1996). No entanto, é preciso conhecer a dose adequada desse nutriente para o bom desempenho dessas plantas. Com esse conhecimento, minimizam-se as perdas e aumenta-se a eficiência do N na produtividade das gramíneas e, conseqüentemente, na produção animal (Botrel et al., 1999).

Um dos maiores problemas no estabelecimento e manutenção de pastagens nos solos brasileiros reside nos níveis extremamente baixos de P disponível. Acrescentam-se a essa pobreza natural dos solos em P a sua alta capacidade de adsorção em conseqüência de sua acidez e teores elevados de óxidos de ferro (Fe) e alumínio (Al) (Lobato et al., 1994).

O crescimento e desenvolvimento das espécies forrageiras são freqüentemente limitados pela baixa disponibilidade de P no solo, pois além da grande importância no seu estabelecimento inicial, favorece o perfilhamento e desenvolvimento da parte aérea e das raízes. Como conseqüência, sua deficiência causa distúrbios imediatos e severos no metabolismo e desenvolvimento das plantas, como o lento crescimento, pouco ou nenhum perfilhamento, secamento prematuro das folhas inferiores e pouco desenvolvimento do sistema radicular (Werner, 1986).

Como são conhecidos o grande potencial do capim-tanzânia (Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia 1) e, principalmente, a sua capacidade de expressar esse potencial, com este trabalho objetivou-se avaliar as influências das adições de doses crescentes de P2O5, na forma de superfosfato simples (SS), e de N, na forma de sulfato de amônio (SA), na altura de perfilhos e na  produção de matéria seca (MS) dessa forrageira, na sua terceira estação de crescimento.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no período de outubro de 1999 a maio de 2000, em área experimental do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em um Latossolo Vermelho-escuro apresentando pH=5,4; P=2,0 mg/dm3; K+= 19,0 mg/dm3; Ca++=2,9 cmolc/dm3; Mg++=0,3 cmolc/dm3; H+ + Al+=3,6 cmolc/dm3; S=3,2 cmolc/dm3; t=3,2 cmolc/dm3; T=6,8 cmolc/dm3; V=47,4 % e MO=3,3 dag/kg. O ensaio consistiu na aplicação de diferentes doses de SS e SA em área experimental do capim-tanzânia. De acordo com Ribeiro et al. (1999), foi feita a correção do solo, utilizando-se o calcário dolomítico, calculado pelo método da saturação por bases (V%), objetivando aumentar o V% de 47,4 para 60%. Trinta dias após a aplicação do calcário, foi feita uma adubação básica com 50 kg/ha de N, como SA, e 50 kg/ha de K2O, como cloreto de potássio (KCl), aplicados em dose única em dezembro de 1999.

Os tratamentos consistiram de quatro doses de P2O5 (0, 50, 100 e 150 kg/ha), como SS, e três doses de N (0, 100 e 200 kg/ha), como SA, perfazendo doze tratamentos, com quatro repetições, totalizando 48 parcelas. A aplicação de SS foi feita manualmente a lanço, em uma única dose, nas entrelinhas da gramínea, com leve incorporação posterior. A adubação nitrogenada, na forma de SA, foi parcelada em duas aplicações, sendo a primeira feita aos 10 dias antes do primeiro corte (0, 50 e 100 kg/ha de N) e a segunda (0, 50 e 100 kg/ha de N), cinco dias após o segundo corte. Foram feitos três cortes durante o período experimental, sendo o primeiro com 68 dias de crescimento (19/11/99 a 26/01/00); o segundo, com 48 dias de crescimento (26/01 a 14/03/00) e o terceiro, também com 48 dias de crescimento (14/03 a 02/05/00) de idade das rebrotas. A área experimental constou de 1.140 m2, sendo a área de cada bloco de 240 m2, com 1,0 m de carreador entre os blocos, cada bloco possuindo 12 parcelas medindo 4,0 x 5,0 m cada uma, apresentando 10 linhas de capim-tanzânia espaçadas de 0,40 m, com área total de 20 m2 e área útil de 7,2 m2.

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao caso, com quatro repetições, sendo os tratamentos dispostos em um esquema fatorial 4x3, constituído pela combinação de quatro doses de P2O5, como SS, e três doses de N, como SA.

Para a variável altura de perfilhos, trabalhou-se com a média de altura de 10 perfilhos escolhidos aleatoriamente, medidos com o auxílio de uma régua graduada, tendo como base o nível do solo até o horizonte visual das folhas.

A forragem verde foi colhida com cutelo, deixando-se como bordadura duas linhas de cada margem e um metro de cada extremidade da parcela. Após o corte de cada parcela, o material colhido na área útil foi pesado no próprio local, em balança do tipo dinamômetro, para a determinação da produção de massa verde por hectare, retirando-se, a seguir, uma amostra de cerca de 400 g.

As amostras de forragem verde foram levadas à estufa de ventilação forçada a 65ºC e mantidas até peso constante, obtendo-se, assim, o teor de MS da forragem verde. O rendimento de massa verde da área útil de cada parcela multiplicado pelo seu teor de MS forneceu o rendimento de MS, estimando-o, em seguida,  para kg/ha de MS.

Posteriormente, as amostras foram moídas em moinho do tipo Willey com peneira de 30 mesh e acondicionadas em potes plásticos para análises químicas posteriores.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Altura de perfilho

No primeiro corte, observou-se efeito significativo (P<0,01) da interação SS x SA sobre a altura de perfilho do capim-tanzâni (figura 1). 

 

 

Apesar das diferenças entre alturas de perfilhos, em função das doses de SS, não serem significativas na dose zero de SA, observa-se que as parcelas que não receberam adubação nitrogenada, ainda assim, apresentaram altura média consideravelmente alta, de 37,09 cm, e a média geral do experimento foi de 47,25 cm. Isso pode ter ocorrido tanto pelo efeito residual da adubação nitrogenada de manutenção realizada após o corte de uniformização, como também pela idade de corte em relação ao segundo e terceiro cortes, tendo os dois últimos o menor tempo e a pior condição edáfica para a rebrota. Esses resultados aproximam-se dos encontrados por Barros (2000).

No segundo corte, observou-se efeito significativo (P<0,01) tanto para as doses de SS como para o efeito residual das doses de SA sobre a altura de perfilho do capim-tanzânia (figura 2 e 3). Não houve significância para a interação SS x SA, indicando que o comportamento da altura de perfilho em função das doses de SS foi o mesmo em todas as doses de SA. Nas figura 2 e 3, respectivamente, observa-se que a altura de perfilho aumentou de forma linear em função da adubação fosfatada e da nitrogenada aplicada 10 dias antes do primeiro corte, obtendo-se uma altura média de 22,35 cm na ausência da adubação nitrogenada e uma média geral de 34,12 cm de altura.

 

 

Mistura et al. (2000) estudaram o efeito de doses crescentes de N e P na altura de plantas de capim-elefante anão (Pennisetum purpureum Schum. cv. Mott) e detectaram diferenças significativas (P<0,01) para as doses de N (0, 150, 300, 450 e 600 kg/ha), resultando nas respectivas alturas médias de 78,6; 94,0; 93,7; 92,7 e 70,9 cm. No presente experimento, as doses de SA utilizadas foram bem menores que as usadas naquele trabalho, enquanto as doses de SS foram mais elevadas, possivelmente constituindo o motivo da diferença entre resultados.

No terceiro corte, após a gramínea ter recebido a segunda parcela da adubação nitrogenada, também se observou efeito significativo (P<0,01) para a interação SS x SA sobre a altura de perfilho. No desdobramento da interação, estudando-se  altura de perfilho em função das doses de SS, em cada dose de SA, verificou-se um aumento linear na altura dos perfilhos quando adubados com 100 e 200 kg/ha de N (SA), quando comparado com as parcelas que não receberam adubação nitrogenada, mostrando que a adubação fosfatada só promoveu aumentos significativos na presença da adubação nitrogenada (figura 4). Nesse corte, observou-se uma média geral de 28,62 cm de altura, resultado menor que os obtidos nos dois cortes anteriores, como já era esperado.

 

 

Rendimento de matéria seca

No primeiro corte, observou-se efeito significativo (P<0,01) para a interação SS x SA sobre o rendimento de MS do capim-tanzânia. No desdobramento da interação, estudando-se o rendimento de MS em função das doses de SS, em cada  dose de SA, verificaram-se efeitos significativos de SS nas três doses de SA. Na figura 5, observa-se um aumento linear no rendimento de MS em função das doses crescentes de SS na ausência de SA, enquanto os aumentos foram quadráticos para as doses de 50 e 100 kg/ha de N (SA). Provavelmente, na ausência de N (SA), o aumento linear ocorreu em função da sua aplicação após o corte de uniformização. A equação linear (ausência de SA) indica que houve um incremento de MS de 3,941 kg/ha para cada kg de P2O5 (SS) aplicado. Para as doses 100 e 200 kg/ha de N (SA), as doses mínimas estimadas de P2O5 (SS) são de 11,3 e 9,6 kg/ha, respectivamente. Quando a dose mínima estimada de P2O5 (SS) é de 11,3 kg/ha, o rendimento de MS estimado é 2.998,4 kg/ha; já quando a dose mínima estimada de P2O5 (SS) é de 9,6 kg/ha, o rendimento de MS estimado é de  3.351,8 kg/ha. Nesse corte, obteve-se um rendimento médio geral de MS de 4.025,62 kg/ha.

 

 

Segundo Malavolta et al. (1974), de uma maneira geral, o SA (N) é o fertilizante que mais influencia as gramíneas forrageiras, pois o N é um elemento que proporciona aumento imediato no rendimento de MS. Neste trabalho, nota-se que os maiores rendimentos de MS em função das doses de SA podem ser obtidos com o emprego de 150 kg/ha de P2O5.

De acordo com Pedreira (1995), que testou diferentes doses de N e P, a interação positiva do N e do P na produção das forrageiras está relacionada com a formação de raízes e o aumento do perfilhamento, proporcionados pelo P, e o incremento da produção de biomassa da parte aérea proporcionado pelo N. Também, Mattos e Werner (1979) estudaram por um período de três anos a resposta do capim-colonião (Panicum maximum cv. Colonião)ao N, sob as doses de 0, 75, 150 e 225 kg/ha, observando que a produção de MS aumentou linearmente com a elevação das doses de N.

No segundo corte, a interação SS x SA também mostrou efeito significativo (P<0,01) sobre o rendimento de MS do capim-tanzânia (figura 6). No desdobramento da interação, estudando-se as doses de SS em cada dose de SA, verificou-se que o SS promoveu aumento no rendimento de MS nas três doses de SA. Nas doses zero e 200 kg/ha de N (SA), observam-se aumentos lineares nos rendimentos de MS, respectivamente, de 2,86 e 12,704 kg/ha para cada kg de P2O5 (SS) aplicado (figura 6).

 

 

Ainda no segundo corte, o rendimento de MS do capim-tanzânia elevou-se de forma quadrática em resposta às doses de P2O5 (SS) na dose 100 kg/ha de N (SA) (figura 6). Nesse corte, o rendimento geral médio de MS foi de 2.866,15 kg/ha.

No terceiro corte, da mesma forma que ocorreu no segundo corte, houve efeito significativo (P<0,01)  da interação SS x SA sobre o rendimento de MS do capim-tanzânia. No desdobramento da interação, estudando-se as doses de SS em cada dose de SA, verificam-se aumentos significativos no rendimento de MS nas três doses de N (SA) testadas (figura 7). Nas doses zero e 200 kg/ha de N (SN), os aumentos foram lineares, cujos valores correspondem a 1,56 e 12,014 kg/ha de MS para cada kg de P2O5 aplicado, valores esses bastante próximos daqueles do segundo corte.  Também, na dose 100 kg/ha de N (SA) foi quadrática a elevação do rendimento de MS do capim-tanzânia em resposta às doses de P2O5 (SS) aplicadas, com ponto de inflexão da curva em 132 kg/ha de P2O5 (SS). Nesse corte, o rendimento geral médio de MS foi de 2.866,6 kg/ha, igual ao do segundo corte.

 


Lira et al. (1994) avaliaram a influência de três doses de P2O5 (zero, 60 e 120 kg/ha) e quatro doses de N (zero, 20, 40 e 60 kg/ha) sobre o rendimento de MS de Brachiaria decumbens Stapf. e observaram resposta significativa somente quando a adubação nitrogenada esteve combinada com a maior dose de P2O5. Segundo Hoffmann (1992), cultivares de P. maximum necessitam de 200 kg/ha de SA (ao redor de 40 kg/ha de N) para atingir seu máximo rendimento de MS. Neste experimento, o efeito da adubação nitrogenada foi claramente perceptível no campo, pois, nas parcelas que não a receberam, as plantas apresentaram uma coloração verde-clara, o que caracteriza deficiência de N e diferenças significativas na quantidade de MS produzida.

 

CONCLUSÕES

Doses mais elevadas de SA, juntamente com as maiores doses de SS, proporcionaram resultados positivos, aumentando a altura de perfilhos no primeiro e terceiro cortes e o rendimento de MS do capim-tanzânia nos três cortes estudados.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARROS, C. de O. Produção e qualidade da forragem do capim-tanzânia estabelecido com milheto, sob três doses de nitrogênio. 2000. 72 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2000.         [ Links ]

BOTREL, M. A.; ALVIM, M. J.; MARTINS, C. E. Aplicação de nitrogênio em acessos de Brachiaria. 2. Efeito sobre os teores de proteína bruta e minerais. Pasturas Tropicales, Cali, v. 12, n. 2, p. 7-10, ago. 1999.         [ Links ]

CECATO, U.; GOMES, L. H.; ASSIS, M. A.; SANTOS, G. T.; BETTI, V. Avaliação de cultivares do gênero Cynodon. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 33., 1996, Fortaleza. Anais... Fortaleza: SBZ, 1996. p. 114-116.         [ Links ]

HOFFMANN, C. R. Nutrição mineral e crescimento da braquiária e do colonião, sob influência das aplicações de nitrogênio, fósforo, potássio e enxofre em Latossolo da região Noroeste do Paraná. 1992. 204 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 1992.         [ Links ]

LIRA, M. de A.; FARIAS, I.; FERNANDES, A. de P. M.;  SOARES, L. M.; DUBEUX JÚNIOR, J. C. B. Estabilidade de resposta do capim-braquiária (Brachiaria decumbens, Stapf.) sob níveis crescentes de nitrogênio e fósforo. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 29, n. 7, p. 1151-1157, jul. 1994.         [ Links ]

LOBATO, E.; KORNELIUS, E.; SANZONOWICZ, C. Adubação fosfatada em pastagens. In: PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C. de; FARIA, V. P. de (Eds.). Pastagens: fundamentos da exploração racional. Piracicaba: FEALQ, 1994. p. 155-188. (FEALQ. Série Atualização em Zootecnia, 10).         [ Links ]

MALAVOLTA, E.; HAAG, H. P.; MELLO, F. A. F. Nutrição mineral e adubação de plantas cultivadas. São Paulo: Pioneira, 1974. 727 p.         [ Links ]

MATTOS, H. B.; WERNER, J. C. Efeito do nitrogênio mineral e de leguminosas sobre a produção do capim-colonião (Panicum maximum Jacq.). Boletim da Indústria Animal, Nova Odessa, v. 36, n. 1, p. 147-156, jan./jun. 1979.         [ Links ]

MISTURA, C.; KROLOW, R.; COELHO, R. W.; SIEWERDT, L.; SILVEIRA JÚNIOR, P.; ZONTA, E. P.  Efeito  de  doses  crescentes  de  nitrogênio  e fósforo  no  desenvolvimento  das  plantas  e  produção de matéria seca do capim-elefante anão (Schum.) cv Mott. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 36., 2000, Viçosa. Anais... Viçosa: SBZ, 2000. 1 CD-ROM.         [ Links ]

PEDREIRA, C. G. S. Plant and animal responses on grazed pastures of "Florakirk" and "Tifton 85" bermudagrasses. 1995. 152 f. Thesis (PhD) - University of Florida, Florida, 1995.         [ Links ]

RIBEIRO, A. C.; GUIMARÃES, P. T. G.; ÁLVAREZ, V. H. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p.         [ Links ]

WERNER, J. C. Adubação de pastagens. Nova Odessa: Instituto de Zootecnia, 1986. 49 p. (Boletim Técnico, 18).         [ Links ]

 

 

1. Parte da dissertação de Mestrado em Zootecnia do primeiro autor para a obtenção do título de MSc. Universidade Federal de Lavras/UFLA, Caixa Postal 37 - 37200-000 - Lavras, MG.

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License