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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.27 no.6 Lavras Nov./Dec. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542003000600004 

AGRONOMIA

 

Bioatividade de diversos pós de origem vegetal em relação A Sitophilus zeamais Mots. (Coleoptera: Curculionidae)

 

Bioactivity of powders from some plants on Sitophilus zeamais Mots. (Coleoptera: Curculionidae)

 

 

Sérgio de Oliveira ProcópioI; José Djair VendramimII; José Ivo Ribeiro JúniorIII; José Barbosa dos SantosIV

IDoutorando, Departamento de Fitotecnia, UFV, 36571-000, Viçosa, MG. procopio@alunos.ufv.br
IIProfessor do Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, ESALQ/USP, 13418-900, Piracicaba, SP
IIIProfessor do Departamento de Informática, UFV
IVMestrando Departamento de Fitotecnia, UFV

 

 


RESUMO

Foram avaliadas, em condições de laboratório, a repelência, sobrevivência e emergência de adultos de Sitophilus zeamais em grãos de milho tratados com pós de Azadirachta indica A. Juss (frutos), Capsicum frutescens L. (frutos e folhas, separadamente), Chenopodium ambrosioides L. (folhas, flores e frutos, conjuntamente), Eucalyptus citriodora Hook (folhas), Melia azedarach Blanco (folhas) e Ricinus communis L. (folhas). As plantas que provocaram repelência foram E. citriodora e C. frutescens (folhas), com efeito mais pronunciado na primeira espécie. A única planta que afetou a sobrevivência da praga foi C. ambrosioides, que provocou mortalidade total dos insetos infestantes e nenhuma emergência de adultos. Para essa planta, foi também determinado o limiar de atividade inseticida, constatando-se que a dosagem mínima necessária para controle total da população dos insetos foi de 0,1645 g/ 20 g de milho.

Termos para indexação: Plantas inseticidas, gorgulho, pós vegetais.


ABSTRACT

The repellency, reproduction and survival of Sitophilus zeamais were evaluated under laboratory conditions with maize grains treated with powders obtained from fruits of Azadirachta indica A. Juss, leaves and fruits of Capsicum frutescens L., leaves of Eucalyptus citriodora Hook, Melia azedarach Blanco, Capsicum frutescens and Ricinus communis L., and a mixture of leaves, flowers and fruits of Chenopodium ambrosioides L.. The most repellent plant species were E. citriodora and C. frutescens (leaves). The only treatment that showed significant effect on survival and reproduction of S. zeamais was C. ambrosioides which caused 100% mortality and avoided the emergency of adults. The insecticide activity threshold was determined for this plant species and the minimal dosage for total control of this insect was 0.1645 g of powder per 20 g of maize.

Index terms: Insecticidal plants, maize weevil, vegetable powders.


 

 

INTRODUÇÃO

O uso de plantas inseticidas é atualmente um dos métodos alternativos mais estudados em todo o mundo para controle de pragas de produtos armazenados, como os coleópteros do gênero Sitophilus. Apesar da importância que esse gênero de insetos apresenta no Brasil (GALLO et al., 2002), o número de trabalhos nessa linha de pesquisa é bastante reduzido, principalmente quando se considera a enorme diversidade da flora nacional.

Em outros países, produtores já utilizam plantas para proteção de grãos armazenados contra ataque de pragas. Pela facilidade de aplicação e pela natureza do substrato a ser protegido, tem-se preferido o uso de pós em relação a outros derivados vegetais. Golob et al. (1981) mencionam que, no sudeste da África, produtores utilizam pó de tabaco para controlar infestações de insetos durante o armazenamento de milho. Lagunes e Rodríguez (1989) citam que alguns agricultores do México usam conjuntamente as plantas Sambucus mexicana Presl. ex DC. e Piper auritum Sieber ex Kunth. em milho armazenado, na proporção de 10 g da mistura por quilo de milho, obtendo proteção contra pragas durante quatro meses. No Brasil, a utilização de folhas de eucalipto entre camadas de espigas de milho é prática relativamente comum entre os pequenos produtores (SANTOS et al., 1984).

O controle de pragas de produtos armazenados com o emprego de pós vegetais pode ser resultante da repelência ou toxicidade desses produtos, o que se reflete no menor crescimento da população do inseto. No que se refere a Sitophilus zeamais, resultados promissores têm sido obtidos com a utilização de pós de Azadirachta indica, Chenopodium ambrosioides, Dennettia tripetala E.G. Baker, Hippocratea sp., Hyptis suaveolens Poit., Mentha spicata L., Ocimum gratissimum L., Ocimum kenyense Ayob. ex A.J. Patn, Piper nigrum L., Piper guineense C. DC., Pneumus boldus Lyons. e Ricinus communis (CHAKRABORTY e GHOSE, 1988; LAGUNES e RODRÍGUEZ, 1989; KOSSOU, 1989; ARLEU et al., 1990; ARAYA-GONZALEZ et al., 1996; OKONKWO e OKOYE, 1996; BEKELE et al., 1997; BANJO et al., 2001; NTONIFOR e MONAH, 2001).

Realizou-se este trabalho com o objetivo de avaliar o efeito do pó de seis espécies vegetais na repelência, sobrevivência e emergência de adultos de S. zeamais e determinar o limiar de atividade inseticida das plantas mais promissoras.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os ensaios foram conduzidos no Laboratório de Plantas Inseticidas do Setor de Entomologia da ESALQ/USP, à temperatura de 25 ± 2°C, UR de 60 ± 10% e fotofase de 14 h, com Sitophilus zeamais Mots. (Coleoptera: Curculionidae) e seis espécies vegetais: Azadirachta indica, nim (frutos), Capsicum frutescens, pimenteira (frutos e folhas, separadamente), Chenopodium ambrosioides, erva-de-santa-maria (folhas, flores e frutos, conjuntamente), Eucalyptus citriodora, eucalipto (folhas), Melia azedarach, cinamomo (folhas) e Ricinus communis, mamona (folhas). Os insetos foram provenientes da criação estoque (razão sexual 1:1) mantida em grãos de milho no próprio laboratório em frascos de vidro de 2 a 3 litros, com a "boca" vedada com um tecido fino (filó). As plantas foram coletadas na área experimental da ESALQ e transferidas para casa-de-vegetação, onde permaneceram por cerca de 4 a 6 dias (dependendo da espécie vegetal) para secagem. Posteriormente, o material seco foi moído até a obtenção de um pó fino.

Na avaliação da repelência sobre os adultos, o delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com 10 repetições. Cada espécie vegetal foi testada isoladamente, utilizando-se uma arena contendo cinco caixas plásticas circulares (6,1 cm de diâmetro e 2,1 cm de altura), sendo uma central interligada às outras por cilindros plásticos (Figura 1). Nos recipientes A e B foram colocadas 10 g de milho, misturados com 0,3 g de pó da espécie vegetal em teste. Nos recipientes C e D (testemunhas), foi colocado apenas o substrato alimentar. No recipiente E foram liberados 20 adultos não-sexados e, após 24 h, foi contado o número de insetos por recipiente. A proporção entre as quantidades de pó e de milho foi determinada com base em estudos preliminares.

 

 

Para comparação dos diversos tratamentos, foi estabelecido um Índice de Preferência (I.P.), em que: I.P. = (% de insetos na planta-teste - % de insetos na testemunha)/(% de insetos na planta-teste + % de insetos na testemunha), em que: I.P.: -1,00 a -0,10, planta-teste repelente; I.P.: -0,10 a +0,10, planta-teste neutra; I.P.: +0,10 a +1,00, planta-teste atraente.

Para determinação do efeito das espécies vegetais na sobrevivência e emergência dos adultos de S. zeamais, foram utilizadas caixas plásticas circulares (6,1 x 2,1 cm), contendo cada uma delas 20 g de substrato (milho) e 0,6 g do pó da espécie vegetal em teste, exceto a testemunha, em que foi mantido apenas o substrato alimentar. Em cada recipiente foram colocados 20 adultos não-sexados com idade entre 10 e 20 dias. A sobrevivência dos adultos foi avaliada diariamente, até o décimo dia após a instalação do experimento. A emergência dos adultos foi avaliada diariamente no período de 25 a 60 dias após a infestação dos adultos, contando-se e retirando-se os indivíduos que emergiam. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado com seis repetições para cada espécie vegetal.

Para C. ambrosioides (espécie vegetal com maior bioatividade entre as avaliadas inicialmente), foi determinada também a atividade inseticida em dosagens progressivamente menores (0,6; 0,3; 0,15; 0,075; 0,0375 e 0,01875 g por recipiente contendo 20 g de milho), a fim de se determinar a dosagem mínima (limiar) para controle de 100% dos adultos de S. zeamais. Utilizou-se uma testemunha contendo apenas o substrato alimentar. Em cada recipiente foram colocados 20 insetos adultos com idade entre 10 e 20 dias. A sobrevivência dos adultos foi avaliada diariamente num período de cinco dias, contando-se e retirando-se os indivíduos mortos. Esse experimento foi instalado no delineamento experimental inteiramente casualizado, sendo utilizadas três repetições.

Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste F, e para a avaliação da repelência, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, enquanto os dados de mortalidade e de emergência de adultos foram analisados pelo teste de Dunnett a 5% de probabilidade. Os dados referentes à determinação do limiar da atividade inseticida de C. ambrosioides foram verificados pela análise de regressão a 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dentre as espécies vegetais avaliadas, a única que provocou repelência sobre os adultos de S. zeamais foi o pó de folhas de eucalipto (E. citriodora), diferindo (P>0,05) de todas as demais plantas (Tabela 1). Com base no Índice de Preferência (I.P.), entretanto, além dessa espécie (I.P. = -0,81), a repelência foi constatada com folhas de pimenteira (C. frutescens) (I.P. = -0,17), já que para ambas os valores de I.P. foram inferiores a -0,10 (limite estipulado para a planta-teste ser considerada repelente) (Tabela 1). As demais plantas testadas foram consideradas neutras, já que os valores de I.P. estiveram na faixa de -0,10 a +0,10.

 

 

A repelência provocada por folhas secas de E. citriodora e de Eucalyptus globulosus já tinha sido anteriormente mencionada para Sitophilus spp. (SANTOS et al., 1984; SHARABY, 1988). Em relação ao tratamento com erva-de-santa-maria, os dados encontrados diferem daqueles citados por Lagunes e Rodríguez (1989), que observaram efeito repelente dessa planta sobre S. zeamais.

O único tratamento que provocou mortalidade total dos adultos do gorgulho, após 10 dias do contato com os pós vegetais, foi C. ambrosioides (erva-de-santa-maria). Para os demais tratamentos, as mortalidades variaram entre 4,16% (frutos de pimenteira) e 13,33% (mamona), não diferindo nenhum deles (P>0,05) do valor obtido na testemunha (5,00%) (Tabela 2). Kossou (1989), testando o efeito do pó de sementes de A. indica sobre S. zeamais, constatou 90% de mortalidade. Maredia et al. (1992) encontraram baixa sobrevivência desse inseto em substrato tratado com óleo de sementes de nim. O efeito tóxico de C. ambrosioides sobre outras pragas de grãos armazenados também foi constatado por diversos autores (MALIK e MUJITABA, 1984; ABDALLAH et al., 1988; SU, 1991). Niber et al. (1992) encontraram efeito tóxico do extrato de mamona sobre os adultos de Sitophilus oryzae.

 

 

Já no que se refere à reprodução de S. zeamais (Tabela 2), verifica-se que a erva-de-santa-maria foi o único tratamento em que não ocorreu emergência de adultos, o que pode ser explicado pela quase total mortalidade dos insetos já no primeiro dia de contato com o pó dessa planta. Nos demais tratamentos, o número médio de adultos emergidos não diferiu (P>0,05) do valor médio encontrado na testemunha. Makanjuola (1989), investigando a ação inseticida de extratos de folhas e sementes de A. indica, constatou que todos os extratos reduziram a emergência de adultos de S. zeamais e S. oryzae.

Na estimativa do limiar de atividade inseticida de C. ambrosioides que, entre as seis espécies testadas, foi a única que afetou a sobrevivência de S. zeamais, constatou-se mortalidade de 100% dos adultos nas dosagens de 0,3 e 0,6 g de pó/ 20 g de grãos (Tabela 3). Com a redução da dosagem, a mortalidade também reduziu-se gradativamente, atingindo 91,67; 45,00; 3,33 e 1,67%, nas dosagens de 0,15; 0,075; 0,0375 e 0,0185 g, respectivamente; na testemunha não houve mortalidade. Pela análise de regressão linear com resposta platô (Figura 2), foi estimado que a dosagem mínima do pó de C. ambrosioides que provoca 100% de mortalidade de adultos de S. zeamais é de 0,1645 g/ 20 g de milho.

 

 

CONCLUSÕES

Com base nos resultados obtidos para as três variáveis avaliadas, pode-se concluir que a planta que provocou maior repelência a S. zeamais foi E. citriodora, ao passo que em relação à atividade inseticida, a única planta eficiente foi C. ambrosioides, que provocou mortalidade total dos insetos, impedindo a emergência de novos adultos. A dosagem mínima do pó dessa planta para provocar controle total dos adultos de S. zeamais foi de 0,1645 g/20 g de milho.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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