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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054On-line version ISSN 1981-1829

Ciênc. agrotec. vol.29 no.1 Lavras Jan./Feb. 2005

https://doi.org/10.1590/S1413-70542005000100020 

ZOOTECNIA E VETERINÁRIA

 

Características seminais de galos alimentados com rações suplementadas com diferentes óleos e níveis de vitamina E

 

Seminal characteristics roosters fed diets supplemented with different oils and vitamin E

 

 

Carolina Elizabeth Orihuela RodenasI; Luis David Solis MurgasII; Mônica Patrícia MacielIII; Julliana Melo FerrazIV; Maria Carolina RibeiroV; Antonio Gilberto BertechiniVI; Rilke Tadeu Fonseca de FreitasVII; Elias Tadeu FialhoVIII

IZootecnista,  Mestranda  –  Departamento  de  Zootecnia/Universidade  Federal de Lavras/UFLA – Caixa Postal 3037 – 37.200-000 – Lavras, MG – rodenasorihuela@hotmail.com
IIMédico veterinário, D. Sc. Fisiologia Animal, Professor Adjunto Departamento de Medicina Veterinária/UFLA – lsmurgas@ufla.br
IIIZootecnista, Doutoranda – Departamento de Zootecnia//UFLA – mpmaciel@hotmail.com
IVAcadêmica do curso de medicina veterinária/UFLA –  juferraz@hotmail.com.br
VAcadêmica do curso de medicina veterinária/UFLA – mcribeiro@hotmail.com.br
VIZootecnista, D.Sc. Professor Adjunto – Departamento de Zootecnia/UFLA – beterchini@ufla.com.br
VIIZootecnista, D.Sc. Professor Adjunto – Departamento de Zootecnia/UFLA –  rilke@ufla.com.br
VIIIEngenheiro agrônomo, Professor Titular – Departamento de Zootecnia/UFLA – fialho@ufla.com.br

 

 


RESUMO 

Realizou-se este trabalho no setor de avicultura de DZO-UFLA, durante o período de junho a outubro de 2003. Foram utilizados 112 galos reprodutores da linhagem Lohmann- LSL, de 16 até 32 semanas de idade. As aves foram distribuídas num delineamento em blocos ao acaso, em arranjo fatorial 3x2 + 1, com três tipos de óleo (Soja, Canola e Girassol), e dois níveis de vitamina E  (200 e 400 mg/kg de ração) e o controle (sem óleo e 0 mg de suplementação de vitamina E). As rações experimentais foram elaboradas à base de milho e farelo de soja. Nas 28ª e 29ª semanas foram realizadas coletas de sêmen para avaliação da motilidade, volume do sêmen, concentração, número de células totais e a morfologia espermática. As análises foram realizadas com utilização do programa SAEG. Foi observada interação significativa (P=0,08) entre as fontes de óleos testadas e os níveis de vitamina E, para a motilidade espermática na 28ª semana de idade. Não foi  observada diferença significativa (P>0,05) entre as fontes de óleo nem entre os níveis de vitamina E para  nenhuma  das  variáveis  estudadas. Conclui-se que qualquer fonte de óleo das utilizadas neste estudo pode ser adicionada à ração de galos reprodutores sem necessidade de elevados níveis de vitamina E.

Termos para Indexação: Galos reprodutores, ácidos graxos essenciais, vitamina E.


ABSTRACT

The objective of this study was evaluate breeding and productive performance of Lohmann- LSL roosters. A total of 112 breeding roosters from 16 to 32 weeks of age were allotted to  a  randomized block design in a 3 x 2 + 1 factorial arrangement, with three sources of oil (soybean, canola and sunflower in 3%of inclusion ) and two levels of antioxidant (200 and 400 mg of vitamin E/kg of diet) and the control diet (without oil and 0 mg of supplementation of vitamin E). The experimental diets were made based on corn and soybean meal. At 28 and 29 weeks, semen collection was performed for evaluation of sperm motility, semen volume, concentration and number of total cells.  At  29  weeks  of  age,  semen  collection  was performed  to evaluate sperm morphology, rate of osmotic resistance and heat-resistance of spermatozoa. Four roosters per treatment were slaughtered at 30 weeks of age for removal of the  testes  which  were  weighted  and  a  sample was obtained for evaluation of the thickness of the seminiferous epithelium, diameter and the population of seminiferous tubule cells. Blood samplings were collected for  evaluation  of  triglycerides and cholesterol. During the experimental period from 16 to 30 weeks , feed intake and total weight gain were evaluated. The true fertility test was performed at 32 weeks of age.  The data were evaluated by analysis of variance using the SAEG program.  Significant  interaction  (P<0.05) was found between sources of oil and the levels of vitamin E as well as among the sources of oils for total weight gain, seminiferous epithelium thickness and  body weight at 30 weeks of age. Significant difference (P<0.05) was verified among the levels of vitamin E for the levels of  triglycerides, cholesterol  and  body  weight  at 30 weeks of age. It should be concluded that any  ource  of  oil  used in this study may be added to the breeding rooster diet without the need to increase the levels of vitamin E.

Index terms: oils , reproductive performance , vitamin , fatty acids.


 

 

INTRODUÇÃO

Dentre os fatores que afetam a fertilidade dos machos destacam-se a temperatura ambiente, o fotoperíodo, patologias, manejo e nutrição. A produção de espermatozóides e a fertilidade são influenciadas pela alimentação, tanto no período de crescimento, quanto no de produção (ETCHES, 1996).

Entre os vários nutrientes que exercem efeito sobre a biologia dos espermatozóides estão os lipídeos (KELSO, 1997). Entretanto, há poucas pesquisas relacionadas com a sua influência sobre a fertilidade em aves. Além da função energética, os lipídeos também são componentes celulares de membranas biológicas. Em todas as espécies (MARTIN RILLO et al., 1996), os fosfolipídios são os principais componentes lipídicos dos espermatozóides, caracterizados por conterem grandes quantidades de ácidos graxos  poliinsaturados  –  PUFAs, o que sugere  que a composição de lipídios e ácidos graxos dos espermatozóides pode ser um fator determinante das taxas de fertilidade.  Segundo Kelso (1997), os espermatozóides de galos contêm principalmente ácidos graxos insaturados de  cadeias longas 20 e 22  carbonos da série ômega 6. Os PUFAs da série ômega 3 e ômega 6 são ácidos graxos essenciais, uma vez que não podem ser sintetizados pelos animais e precisam ser fornecidos pela ração. Os PUFAs são materiais oxidáveis, por possuírem duplas ligações que formam radicais livres ao se juntarem ao O2 metabólico, dando origem aos peróxidos. Um dos antioxidantes mais utilizados na membrana é a vitamina E, que neutraliza os radicais livres, assim evita-se dano celular, o qual  ocasiona desarranjos metabólicos como por exemplo, a inibição de atividades enzimáticas (MCDOWELL, 1989).

Objetivou-se com este trabalho avaliar as características seminais de galos Lohmann-LSL, alimentados com rações contendo óleos de diferentes fontes e níveis de vitamina E.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras, durante o período de 17 semanas, de junho a outubro de 2003, com temperaturas médias máxima e mínimas de 24,9 e 12,0 °C, respectivamente. As análises laboratoriais foram realizadas no Laboratório de Fisiologia e Farmacologia do Departamento de Medicina Veterinária.

Foram utilizados 112 galos, da linhagem Lohman LSL, procedentes da Granja Planalto-Uberlândia MG, com 16 semanas de idade e peso inicial médio de 1830/g (±98,8),  sendo alojados em gaiolas metálicas individuais. As rações experimentais foram isoprotéicas (17%) e isoenergéticas (2965kcal de EM/Kg), formuladas à base de milho e farelo de soja e suplementadas com minerais e vitaminas. Os níveis nutricionais foram os recomendados  para a linhagem e a composição dos ingredientes segundo Rostagno et al. (1992). O ajuste da vitamina E foi feito alterando-se a proporção de caulim e vitamina E nas rações. O consumo de ração foi à vontade.

Todos os galos foram treinados para coleta de sêmen a partir da 16ª semana de idade. A coleta foi realizada pelo método de massagem abdominal proposto por Burrows e Quinn (1935). Duas semanas antes da coleta, os animais foram submetidos a uma "toillete", retirando-se as penas da região pericloacal com uso de tesoura, para evitar a contaminação do sêmen coletado. Durante a fase experimental, foram realizadas duas coletas seminais na 28ª e 29ª semana de idade dos animais, por serem idades do começo do ciclo reprodutivo.

Os galos foram distribuídos num delineamento experimental em blocos ao acaso, sendo 28 aves por bloco (peso), com a seguinte distribuição:  peso 1(1590-1715g), peso 2  (1720-1845g), peso 3 (1850-1975g) e peso 4 (1980-2105g),  com arranjo fatorial de 3 x 2 + 1, com três tipos de óleo aos 3% (soja, canola, girassol), dois níveis de vitamina E (200 e 400 mg/kg de alimento) e o tratamento-controle sem óleo nem suplementação de vitamina E. Utilizaram 16 repetições por tratamento, sendo cada galo uma unidade experimental.

Os parâmetros seminais avaliados foram motilidade espermática, volume do ejaculado, concentração espermática, número total de células e anormalidades espermáticas. A motilidade geral foi avaliada segundo escala de 0 a 100. Retirou-se uma gota de sêmen imediatamente após a coleta, colocando-a sobre lâmina recoberta por lamínula previamente aquecida à temperatura de 40°C para a leitura no microscópio óptico (40X). O volume foi medido diretamente da seringa de coleta com graduação de 0,1 ml.

Para análise de concentração espermática, foi retirada uma amostra de 10 µl de sêmen para ser adicionado a 4 mL de solução de formol citrato, sendo a contagem realizada com o uso de hemocitômetro (câmara de Newbauer) na diagonal com o resultado expresso em número de células por ml de sêmen. O número total de células foi calculado pela multiplicação da concentração e  volume  do ejaculado, segundo a metodologia de Martin Rillo et al. (1996).

Para avaliação das anormalidades dos espermatozóides, 1 µl de sêmen foi adicionado a 250 µl de solução de formol citrato.  Seguidamente, no microscópio de contraste de fase com aumento de 1000X, realizou-se a contagem de 100 células, expressando as alterações morfológicas em percentagem.  As alterações espermáticas avaliadas foram alterações de cabeça, cauda, presença de gota e alterações totais.

As análises estatísticas foram realizadas com o programa SAEG (Sistema de Análises Estatísticas e Genéticas) desenvolvido pela UFV.

Para verificar a normalidade das variáveis, utilizou-se o teste de Lillefors. Houve transformação de dados para ajustar a normalidade para as seguintes variáveis: volume seminal para raiz de X; número total de espermatozóides para raiz de X, morfologia espermática para Arcoseno raiz de X/10.

Para as variáveis avaliadas, utilizou-se o seguinte modelo estatístico:

Yijk = µ + Oi + Vj + (OV)ij + Bk+ eijk

em que:

Yijk =característica avaliada referente à fonte de óleo i, no nível j de vitamina E do bloco k;

µ = média geral;

Oi = efeito do tipo de óleo i, sendo i = 1, 2 e 3;

Vj = efeito do nível j de vitamina E, sendo j= 1 e 2;

(OV)ij = efeito da interação da fonte de óleo i e o nível j de vitamina E;

Bk = efeito do bloco k, sendo k= 1, 2, 3 e 4;

eijk = erro experimental associado a cada observação.

Para comparar as médias, utilizou-se o teste de agrupamento Scott Knott.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Volume seminal e motilidade espermática

Os resultados de volume do sêmen produzido e da motilidade espermática, nas 28ª e 29ª semana de idade dos reprodutores, estão apresentados nas tabelas 1 e 2, respectivamente.

 

 

 

 

Não foi observada interação significativa (P>0,05) entre os tipos de óleo e os níveis de vitamina para o volume de sêmen nas duas idades. As fontes de óleo e os níveis de vitamina E na ração não influenciaram (P>0,05) o volume de sêmen nas idades de 28 e 29 semanas.

O volume de sêmen observado nos animais, neste trabalho, está de acordo com Rouvier et al. (1984), citados por Etches (1996),  os quais relataram uma variação entre 0,05 e 0,30 ml para galos de linhagens leves. Em mamíferos, a maior proporção do volume seminal é originária das glândulas acessórias (HAFEZ, 1982). Por outro lado, em aves, a ausência de vesículas seminais e glândula prostática resulta  em reduzido  volume seminal, o qual é composto basicamente de frutose, fosfatidilcolina e alguns eletrólitos (PARKHURST e MOUNTNEY, 1988).

Para a motilidade espermática nota-se uma interação significativa (P<0,05) entre os tipos de óleo e os níveis de vitamina E na 28ª semana de idade, observando-se que, no nível de 400 mg de vitamina E, a ração suplementada com óleo de girassol promoveu uma motilidade espermática maior (P<0,10).           

A motilidade espermática na idade de 29 semanas não apresentou interação significativa (P>0,05) das fontes de óleo e níveis de vitamina E. Entretanto, o óleo de girassol apresentou um valor numérico maior, não-significativo (P>0,10) para esse parâmetro no nível de 400 mg de vitamina E, acompanhando o resultado na 28ª semana de idade.

Segundo Celeghini et al. (2000), a motilidade espermática e o volume seminal não se correlacionam com o peso corporal em galos da linhagem AgRoss. Diferente desse resultado, observou-se neste estudo que o peso influenciou significativamente (P<0,01) o volume seminal na 29ª semana de idade, com 2145 (±115g) de peso corporal, comparado com a 28ª semana de idade, com um peso corporal de 2098 (±117g). Esses resultados são semelhantes aos observados por Rouvier et al. (1984), citados por Etches (1996), os quais observaram um aumento do volume seminal com o aumento do peso corporal dependendo da linhagem dos reprodutores.

Segundo Zanini (2001), o óleo de girassol apresenta  um teor bastante elevado de ácidos graxos poliinsaturados, o que pode ter promovido uma viabilidade maior das células com conseqüente maior motilidade. Neste experimento, a suplementação de vitamina E na ração no nível de 400 mg/kg no óleo de girassol pode melhorar a motilidade espermática pela proteção do epitélio germinativo testicular contra a peroxidação dos lipídeos de membrana.  Uma  vez  que  o óleo de girassol apresenta uma maior proporção de ácidos graxos poliinsaturados (ZANINI et al., 2003) em relação ao óleo de soja e canola, a exigência por antioxidante se torna maior.

Concentração espermática e número total de células

Os resultados de concentração espermática e número total de espermatozóides estão apresentados nas Tabelas 3 e 4, respectivamente.

 

 

 

 

Não foi observada interação significativa (P>0,05) entre os tipos de óleo e os níveis de vitamina E utilizados neste experimento sobre essas variáveis, nas idades de 28 e 29 semanas. Entretanto, a concentração espermática observada no nível 200 mg de vitamina E com óleo de canola apresentou valor numérico maior, não-significativo (P>0,05), comparado com os óleos de soja e girassol na 29ª semana de idade.  Biologicamente, esse valor representa um aumento de milhões de espermatozóides nos animais que receberam esse tratamento.

A relação ácidos graxos insaturados/saturados observada no óleo de canola é maior  do  que para os óleos de girassol e soja (ZANINI et al., 2003). Esse fator pode ter promovido uma melhor relação entre os ácidos graxos das séries ômega 6 e ômega 3.

Diferentemente do volume seminal, a concentração espermática apresenta correlação significativa de 0,29 com o peso corporal em galos (CELEGHINI et al., 2000). Concordando com os resultados obtidos neste trabalho, em que se observou um efeito significativo do peso corporal sobre a concentração espermática. Os animais mais pesados apresentaram maior concentração espermática, independentemente do tratamento utilizado.

Surai et al. (2000) mencionam que o resultado da concentração espermática está diretamente relacionado ao volume seminal em galos. Da mesma forma, Celeghini et al. (2000) observaram uma correlação  positiva significativa entre o volume seminal,  concentração espermática e número de células totais em galos.

Em trabalhos realizados com suínos por Brezezinska-Slebodzinska et al. (1995), observou-se que a concentração espermática aumentou com a suplementação de vitamina E na ração de suínos. Por outro lado, segundo Klasing (1998), altos níveis de vitamina E podem causar deficiência de outras vitaminas lipossolúveis, como, por exemplo, a vitamina A, que tem um papel importante na proteção do epitélio germinativo e manutenção da integridade das células produtoras de testosterona nos machos.

Morfologia espermática

Os dados de morfologia espermática, incluindo anormalidades de cabeça, cauda, presença de gota e alterações totais, estão apresentados na Tabela 5. Não se observou efeito significativo (P>0,05) do peso corporal dos animais sobre estes parâmetros, e a interação entre as fontes de óleo e os níveis de vitamina E também não foi  significativa (P>0,05) para esses parâmetros.

 

 

As anormalidades espermáticas são incompatíveis com a fertilidade, a despeito dos parâmetros físicos do sêmen. Em mamíferos, a porcentagem de alterações morfológicas totais é um parâmetro importante para determinar a escolha dos melhores reprodutores. Murgas (1999) relata que para manter uma taxa de fertilidade constante, a porcentagem total de espermatozóides com  alterações morfológicas, em suínos, não deve ultrapassar 20% do número total de espermatozóides por ejaculado.

Trabalhos abordando a morfologia espermática em galos  são bastante escassos e, em menor número  ainda são os que relacionam esses achados aos problemas reprodutivos de um plantel.

Em trabalho realizado por Jaenisch (1998) utilizando galos da linhagem de corte Peterson, notou-se que as variações no peso corporal comprometem a morfologia espermática de galos, sendo mais evidente em galos com excesso de peso. Esses autores observaram um máximo de 11,21% de alterações espermáticas totais nos galos mais pesados.  A média de alterações totais observada no presente trabalho foi de 10,1%.

 

CONCLUSÕES

Nas condições em que foi realizado este trabalho, pode-se concluir que qualquer tipo de óleo dos utilizados neste estudo pode ser adicionado à ração de galos reprodutores, sem afetar as características seminais e sem necessidade de se aumentar os níveis de vitamina E.

 

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(Recebido para publicação em 27 de abril de 2004 e aprovado em 30 de novembro de 2004)

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