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Ciência e Agrotecnologia

versão impressa ISSN 1413-7054versão On-line ISSN 1981-1829

Ciênc. agrotec. v.29 n.2 Lavras mar./abr. 2005

https://doi.org/10.1590/S1413-70542005000200006 

AGRONOMIA

 

Enraizamento de estacas foliares de violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl.) em diferentes substratos

 

Rooting of african violet (Saintpaulia ionantha Wendl.) in different substrate

 

 

José Carlos LopesI; Marilda Torres CapuchoII; Ruimário Inácio CoelhoIII; Alex Sandro Rodrigues ScandianIV

IProfessor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Agrárias/CCA - Universidade Federal do Espírito Santo/UFES - Caixa Postal 16 - 29500-000 - Alegre,ES - jclopes@cca.ufes.br
IIEngenheiro Agrônomo Centro de Ciências Agrárias/CCA - UFES - mtorrescapucho@yahoo.com.br
IIIProfessor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Agrárias/CCA - UFES - rui_mario@uol.com.br
IVEngenheiro  Agrônomo  formado  no  Centro  de Ciências Agrárias /CCA - UFES - Av. José Júlio de Souza 2190 apto. 1003 - Ed. Port. Alprince-Itaparica -  Vila Velha, ES - 29102-010 - alscan@terra.com.br

 

 


RESUMO

O presente trabalho foi conduzido com objetivo de avaliar diferentes substratos no enraizamento de estacas foliares de violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl). O trabalho foi desenvolvido em casa-de-vegetação, com tela de poliolefina 70%, no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo, Alegre-ES. Utilizaram-se plantas adultas das cultivares New Mexico (flores lilás); Nancy (flores rosas); Stella (flores azuis) e Mike (flores brancas), que foram aclimatadas;  posteriormente, retiraram-se propágulos compostos por uma folha com pecíolo, reduzida a 2/3 do tamanho original, os quais foram esterilizados  em  solução  de  hipoclorito  de  sódio à concentração de 4%, durante três minutos. Foram utilizados cinco substratos: terra+areia+esterco, areia, pó de xaxim, vermiculita e água destilada, colocados em potes plásticos  de  200 mL. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições de 10 pecíolos cada. Pelos resultados evidenciou-se que a cultivar Nancy apresentou 100% de enraizamento em todos os substratos após 40 dias. A maior porcentagem de enraizamento foi obtida em estacas mantidas na água e o melhor desenvolvimento inicial no substrato de pó de xaxim.

Termos para indexação: Saintpaulia ionantha, estaquia, propagação.


ABSTRACT 

The present study was accomplished with the objective of evaluate different substrates on the rooting of african violet (Saintpaulia ionantha Wendl). The work was carried out in the greenhouse under a shading net (poliolefinas 70%) in  the  Agrarian Science  Center of Universidade Federal do Espírito Santo, in Alegre-ES. Were utilized acclimated plants of african violet (Saintpaulia ionantha Wendl), cultivar New Mexico (lilac flowers); Nancy (pink flowers); Stella (blue flowers) e Mike (white flowers). The leaf stalks were reduced to 2/3 of the original size, sterilized with a 4% sodium hypochloride during three minutes. The  substrates  utilized  were  soil+sand+manure,  sand,  fern  fiber  dust,  vermiculite and water in plastic pot (200 mL). The experimental design was carried out in blocks randomized, with four replications of 10 leaf stalks. The results indicated that cultivar Nancy presented 100% of rooting in all substrate after 40 days. The greater percentage of rooting was verificated in water and better initial development in fern fiber dust.

Index terms: Saintpaulia ionantha, cuttings, propagation.


 

 

INTRODUÇÃO

A produção e o comércio de plantas ornamentais têm aumentado desde a década de 80, e os produtores têm utilizado tecnologias mais modernas, como estufas com controle de umidade, temperatura, irrigação, adubação e iluminação (Fabichak, 1989).

A violeta-africana(Saintpaulia ionantha Wendl) é considerada uma das mais populares entre as flores envasadas para interior, com centenas de cultivares obtidas de  cruzamentos  e  o  surgimento  de  novas variedades periodicamente (Courtier & Clarke, 1997). É uma planta florífera ornamental originária do leste da África, herbácea, perene, acaule e de fácil cultivo. Pertencente à família Gesneriaceae, da qual cerca de 300 espécies são cultivadas dentre as mais de 2000 conhecidas, com florescimento contínuo durante o ano todo (Courtier & Clarke, 1997; Lorenzi & Souza, 1999). Embora possa ser multiplicada por sementes, que é o método propício à obtenção de novas cultivares, sua propagação é feita assexuadamente pelo emprego de estacas foliares compostas por uma folha e seu pecíolo (Lorenzi & Souza, 1999; Soares, 1998; Tombolato, 1993).

Os  substratos  utilizados para a formação de mudas e mesmo para o cultivo de plantas ornamentais devem  ser  ricos  em nutrientes minerais, apresentar boa estrutura, porosidade, aeração e boa retenção de água.

Também, devem possuir baixa densidade, para facilitar o manuseio e transporte, e devem ser livres de patógenos (Hartmann & Kester, 1968; Kämpf, 2000). Entre os materiais mais utilizados, a vermiculita vem apresentando destaque tanto isolada como em misturas (Lopes et al., 2003; Tombolato et al., 1987); entretanto, outros substratos, como areia, casca de coco, casca de arroz carbonizada, plantmax®, solo, turfa, podem  ser  empregados desde que apresentem características químicas e físicas favoráveis (Courtier e Clarke, 1997; Roriz, 1994; Schmitz et al., 2002; Silva et al., 2003; Souza, 2000).

Com o presente trabalho teve-se como objetivo avaliar diferentes substratos na propagação de quatro cultivares de violeta-africana por meio de estacas foliares.

 

 MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi desenvolvido em casa-de-vegetação, do Departamento de Fitotecnia/ Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES), em Alegre, Espírito Santo, situada na Mesorregião Sul do Estado, possui coordenadas 20o45'48'' L. S. e 41o31'57'' WGR, apresentando altitude de cerca de 250 m. O clima predominante é  quente e úmido no verão com inverno seco, com precipitação anual média de 1200 mm, com maior concentração de novembro a março (60 a 70%). A temperatura média anual gira em torno de 23ºC, e as máximas diárias nos meses mais quentes, dezembro a abril oscilam em torno de 29ºC e as mínimas, em torno de 20ºC nos meses mais frios, junho a agosto (Espírito Santo, 1994).

Foram utilizadas estacas foliares de violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl), com 10 cm de comprimento, das cultivares New Mexico (flores lilás); Nancy (flores rosas); Stella (Flores azuis) e Mike (flores brancas), oriundas da Cooperativa de Produtores de Flores da cidade de Holambra, São Paulo. Visando à aclimatação, as plantas foram mantidas em casa-de-vegetação coberta com tela de poliolefina 70%, acondicionadas sobre mesas com armação feita com outra tela sombrite de 40% a 1,20 m de altura.  As regas foram feitas diariamente, de acordo com a necessidade das plantas. O comportamento das plantas foi avaliado diariamente, durante 60 dias, observando-se aparecimento de doenças, deficiências nutritivas, taxa de sobrevivência, altura e diâmetro médio da planta, diâmetro da maior e da menor folha, comprimento do maior e do menor folíolo.

No estudo do enraizamento, foram utilizados pecíolos intactos de  folhas de violeta retirados das plantas aclimatadas, com as folhas reduzidas a 2/3 do tamanho original  e  esterilizados em solução de hipoclorito de sódio a 4% durante três minutos. Posteriormente, foram colocados para enraizar em potes de plástico com capacidade para 200 mL, contendo os substratos terra+areia+esterco (relação 1:1:1) areia, pó de xaxim, vermiculita e água, num fatorial 4 x 5 (quatro cultivares e cinco substratos). Os experimentos foram mantidos em casa-de-vegetação, sob tela de poliolefina 70% e a reposição de água de acordo com a necessidade das plantas, avaliada com base na evaporação do tanque classe A. Quando se utilizou água como substrato, essa foi destilada, mantida em potes plásticos com tampas perfuradas no centro, onde os pecíolos foram introduzidos e a cada 48 horas era feita a troca da água nos recipientes. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso,  com quatro repetições de dez pecíolos. As avaliações foram feitas durante um período de 190 dias após o plantio, por meio dos parâmetros: porcentagem de enraizamento,  comprimento médio de raízes, número médio de raízes emitido por folíolo, número médio de folíolos, número de brotos emitidos, comprimento dos folíolos e área foliar.  

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na  Tabela 1 verificam-se os resultados das análises relativas ao comportamento das plantas de violeta  imediatamente  e após 60 dias ao início do período de aclimatação em Alegre-ES. Não se verificaram diferenças acentuadas entre os parâmetros avaliados, indicando boa aclimatação das plantas ao longo do período analisado. Possivelmente esse comportamento esteja associado às baixas oscilações, relativamente, das condições climáticas ocorridas durante o período de condução do trabalho (Figura 1). Entretanto, após 30 dias,  verificou-se  a  ocorrência  de  folhas quebradiças, e de coloração amarronzada, em todos os cultivares, com destaque para o cv. Mike, fator que foi corrigido com a utilização de adubo formulado, conforme Tabela 2, na proporção de 2,5 g L-1 de água, dosagem de 50 mL planta-1, a cada 15 dias. Após 32 dias, verificou-se a ocorrência de algumas folhas com início de formação de bolor cinza, determinando nas folhas a perda de consistência e uma coloração amarronzada, cujo fungo isolado foi caracterizado como Botrytis cinerea Pers. ex Fr., causador do mofo-cinzento, que foi controlado pela aplicação  de  óxido cloreto  de  cobre  a  2%, conforme recomendações  feitas  pela  análise  no  Laboratório  de  Fitossanidade da UFES.

 

 

 

 

 

 

Os resultados de enraizamento obtidos em todos as cultivares, nos diferentes substratos utilizados, encontram-se na Figura 2. A cultivar Nancy, após 40 dias do plantio, apresentou 100% de enraizamento, seguindo-se as cultivares Stella e New Mexico, com 94 e 90%, respectivamente, e o Mike, com 75% de enraizamento. Após esse período, até o final do experimento, com 190 dias, verificou-se que a cultivar Nancy, seguida  da cultivar  Stella, apresentaram-se mais adaptadas, com melhor desenvolvimento do que as cultivares New Mexico e Mike, principalmente quando  avaliado  o  comprimento  de  raízes  (Figura 3). O comprimento médio e o número de raízes emitidas apresentados nas Figuras 3 e 4 evidenciam que estacas colocadas em  água  foram as que apresentaram melhores resultados, sugerindo ser o melhor substrato para proceder ao enraizamento numa fase inicial de pecíolos dessas cultivares. Entretanto, após 60 dias houve deterioração do sistema radicular, culminando com a morte das plântulas. Ao final do experimento, verificou-se melhor desenvolvimento das plântulas mantidas no substrato pó-de-xaxim (Figuras 5, 6 e 7), em que se verificou maior número de folíolos, maior número médio de brotos e maior comprimento dos folíolos, tendo sido verificado ainda que, além de melhor desenvolvimento, as plântulas apresentaram maior área foliar (Figura 8). Pelos resultados, evidenciou-se ainda que o comprimento médio dos folíolos foi maior  nas  cultivares New México, Nancy, Mike, em relação à cultivar Stella.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Analisando os substratos isoladamente, observa-se que a areia proporcionou maior porcentagem de pecíolos enraizados. No entanto, a água permite a obtenção de plantas com sistema radicular de melhor qualidade, uma vez que os pecíolos enraizados em água emitiram maior número de raízes e raízes mais longas. Os melhores resultados obtidos nesses dois substratos possivelmente estão associados ao melhor arejamento  proporcionado pela troca periódica da água e pela própria constituição da areia. De acordo com Kämpf (2000), no enraizamento de estacas de crisântemos e roseiras, a casca de arroz carbonizada comportou-se como melhor substrato, devido à baixa densidade, capacidade de retenção de água, boa aeração e drenagem rápida. Bosa et al. (2003), trabalhando com crescimento de gipsofila em diferentes substratos, obtiveram maior enraizamento ex vitro em substrato com alto espaço de aeração.De acordo com Coutinho & Carvalho (1983), o substrato apropriado deve ser de baixa densidade, rico em nutrientes, composição química equilibrada e física uniforme, com boa aeração e drenagem, boa coesão entre as partículas e raízes, estar isento de plantas daninhas e provido de boa flora bacteriana.  Como citado anteriormente, o melhor desenvolvimento de parte aérea se deu em pó  de  xaxim, significando que os pecíolos devem ser enraizados em água e transplantados para o pó de xaxim para seu melhor desenvolvimento. Pode-se atribuir essas diferenças ao tipo de substrato utilizado, levando-se em conta que as condições ambientais foram extremamente homogêneas e possivelmente ideais em relação à temperatura (24 ± 50C) e umidade relativa em torno de 70% na casa-de-vegetação. Muitos substratos têm sido testados, tais como vermiculita, areia e terra (Kämpf, 1999; Souza, 2002; Takeyoshi et al., 1984; Tombolato et al., 1987; Tombolato, 1993) e os resultados obtidos geralmente apresentam grandes variações em função da própria espécie em estudo e outros fatores, como idade e vigor (Alvarenga & Carvalho, 1983; Pádua, 1983). Maciel et al. (2000), trabalhando com aclimatação de plantas de violeta obtidas in vitro, obtiveram 100% de sobrevivência das plântulas em todas as combinações de substratos utilizadas, sugerindo que a mistura de substratos proporciona  melhores características físicas, químicas e biológicas em relação aos substratos isolados. De outra forma, embora o pó de xaxim tenha se comportado como o melhor substrato para transplantio e desenvolvimento  das mudas de violeta, é um substrato cuja utilização apresenta restrições, devido à sua proibição no mercado,  fator  que sugere novos  estudos  utilizando  outras  alternativas  de substratos.

 

CONCLUSÕES

a) A cultivar Nancy apresentou 100% de enraizamento após 40 dias do plantio;

b) Maior número e comprimento de raízes foi obtido no substrato água;

c) O  substrato  de  pó  de  xaxim  foi  o  que propiciou  o  maior  número  de  folíolos,   maior  número  médio  de  brotos  e  maior  comprimento  de folíolos;

d) As  plantas de violetas-africanas devem ser enraizadas inicialmente em água e posteriormente transplantadas para pó de xaxim, ou outro substrato similar;

e) Para enraizamento de pecíolos de violeta nos substratos terra+areia+esterco e em água, recomenda-se um período máximo de 60 dias.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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(Recebido para publicação em 23 de outubro de 2003 e aprovado em 19 de Janeiro de 2005)

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