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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054On-line version ISSN 1981-1829

Ciênc. agrotec. vol.31 no.6 Lavras Nov./Dec. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542007000600044 

COMUNICAÇÃO

 

Influência de extratos vegetais no desenvolvimento in vitro de plântulas de Rosa x hybrida

 

Influence of plant extracts on the development in vitro of Rosa x hybrida plantlets

 

 

Dejane Santos AlvesI; Denilson Ferreira de OliveiraII; Moacir PasqualIII; Douglas Antônio de CarvalhoIV; Vantuil A. RodriguesV; Daniel Diego Costa CarvalhoVI

IGraduanda em Ciências Biológicas – Departamento de Química/DQI – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – dejane_bio@yahoo.com.br
IIProfessor Associado – Departamento de Química/DQI – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – denilson@ufla.br
IIIProfessor Titular – Departamento de Agricultura/DAG – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – mpasqual@ufla.br
IVProfessor Titular – Departamento de Biologia/DBI – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – douglasc@ufla.br
VTécnico – Departamento de Agricultura/DAG – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – vantuilmaraja@yahoo.com.br
VIMestrando em Fitopatologia – Departamento de Fitopatologia/DFP – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – 37200-000 – Lavras, MG – ufla-ddcc@bol.com.br

 

 


RESUMO

Estudou-se a influência de extratos vegetais no crescimento, in vitro, de plântulas de Rosa x hybrida, objetivando o desenvolvimento de novos reguladores vegetais para a propagação dessa planta ornamental. Extratos metanólicos de Saintpaulia ionantha Wendl. (folhas), Hibiscus rosa-sinensis L. (folhas) e Bougainvillea spectabilis Wild. (folhas e flores) foram obtidos nas concentrações de 150 e 300 mg.L-1. Na ocasião de preparo do extrato todas as plantas se encontravam no período de floração. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado com dez tratamentos e quatro repetições. Dois desses tratamentos foram utilizados como controle: meio de cultura com e sem BAP (6-benzilaminopurina). As variáveis analisadas foram: número e comprimento de brotos, número e comprimento de raízes, e número de folhas por broto. Quanto à variável número de brotos, todos os extratos testados se comportaram como o controle sem o BAP. No que diz respeito ao número e comprimento de raízes, apenas o extrato das folhas de H. rosa-sinensis na concentração de 300 mg.L-1 se mostrou diferente do controle sem o BAP, com valores estatisticamente iguais ao do controle com BAP. Excetuando-se o extrato de H. rosa-sinensis, todos reduziram o número de folhas por broto. Embora os efeitos observados não tenham sido tão pronunciados quanto os causados pelo BAP, os resultados indicam a presença de fitormônios nos extratos estudados.

Termos para a indexação: Cultura de tecidos, extratos vegetais, fitormônios.


ABSTRACT

This work aimed to study the influence of plant extracts on the in vitro growth of Rosa x hybrida plantlets, to contribute to the development of new plant growth regulators to propagate such ornamental plant. Methanolic extracts of Saintpaulia ionantha Wendl. (leaves), Hibiscus rosa-sinensis L. (leaves) and Bougainvillea spectabilis Wild. (leaves and flowers) were employed at 150 and 300 mg.L-1. Flowering plants were used to obtain the extracts. The experiment was carried out in a randomized design, with ten treatments and four repetitions. Culture medium with and without BAP (6-benzylaminopurine) were used as controls. The analyzed variables were shoot number and length, root number and length, and leaves per shoot. Regarding shoot number, all extracts were statistically identical to the control without BAP. When root number and length were taken into account, only the extract of H. rosa-sinensis leaves at 300 mg.L-1 differed from the control without BAP, with values statistically identical to the control with BAP. Except for the H. rosa-sinensis extract, all the others reduced the number of leaves per shoot. Although the observed effects were not as pronounced as those obtained with BAP, these results indicate the presence of plant growth regulators in the studied extracts.

Index terms: Tissue culture, plant extracts, growth regulators.


 

 

As exportações brasileiras de flores e plantas ornamentais, acumularam valores da ordem de US$ 23,5 milhões no ano de 2004. Para que tal montante fosse alcançado, o seguimento de flores frescas de corte, dentre as quais destacam-se as rosas, contribuiu com vendas externas em torno de US$ 4,9 milhões (IBF, 2005).

Para solucionar vários dos problemas relacionados à cultura de rosas, a manipulação de tecidos vegetais in vitro apresenta-se como uma excelente alternativa, já que permite a produção de plantas mais uniformes e mais sadias, em maior número, menos tempo e menor espaço físico. Além disso, permite a obtenção de plantas livres de vírus e de outros patógenos (CROCOMO, 1986). Dubois et al. (1988), por exemplo, estudando a propagação de plantas de roseira, observaram que a taxa de multiplicação in vitro foi duas vezes maior que da multiplicação in vivo.

O crescimento de plantas in vitro exige a adição ao meio de cultura de reguladores de crescimento. Essas substâncias são essenciais para a multiplicação da parte aérea no cultivo in vitro de algumas espécies vegetais, embora o seu excesso possa ser tóxico, o que é caracterizado principalmente por excessivo número de brotos, redução no tamanho das folhas, encurtamento dos entrenós, engrossamento exagerado dos caules e vitrificação (LESHEM et al., 1988). Além disso, cada planta requer diferentes tipos e concentrações de fitoreguladores (MISAWA, 1994).

As citocininas e auxinas correspondem aos mais importantes grupos de reguladores de crescimento e da morfogênese de tecidos e órgãos vegetais (PASQUAL, 2001). Essas substâncias são essenciais para o desenvolvimento dos explantes e estão intimamente relacionadas com a divisão celular e o crescimento do meristema (MARQUES, 1996). As citocininas, a exemplo do BAP (6-benzilaminopurina), agem induzindo a quebra da dominância apical e proliferação de gemas axilares (GRATTAPAGLIA & MACHADO, 1998).

No caso específico da micropropagação de roseira, há ainda várias questões a serem resolvidas. Além do custo elevado, problemas como a dominância apical, vitrificação e a senescência da folha dificultam o uso dessa técnica na multiplicação da referida planta (DEBERGH & CZIMMERMAN, 1991). Conseqüentemente, tem-se observado uma forte demanda por novos fitoreguladores, mais estáveis, com preços mais acessíveis e com menos efeitos adversos.

Uma possível alternativa para contornar os problemas enfrentados na multiplicação in vitro de plantas consiste no desenvolvimento de novos produtos de origem vegetal. Existem relatos na literatura da influência de produtos de origem natural no crescimento e desenvolvimento de plantas. Por exemplo, Suzuki et al. (2002) observaram a capacidade de oligossacarídeos provenientes de tomate (Lycopersicon esculentum Mill.) em promover o crescimento de Celosia argentea L.. Marino et al. (2004), por sua vez, verificaram a influência do extrato aquoso de Amaranthus retroflexus L. sobre o desenvolvimento de raízes e de calos de Actinidia deliciosa Lang & Ferguson cultivada in vitro. Têm-se ainda os brassinoesteróides, extraídos primariamente de Distylium racemosum Siebold & Zucc. e Brassica napus L.. De acordo com Cutler (1994), esses são os únicos reguladores do crescimento de plantas com potencial para aumentar a produção de hortaliças.

São inúmeros os relatos na literatura da identificação de citocininas de ocorrência natural. Strnad et al. (1992) verificaram a ocorrência de N6-(O-hidroxibenzilamino)purina em folhas de Populus x canadensis Moench cv. Robusta. Ernst et al. (1983) relataram a ocorrência de 6-benzilaminopurinoribosídeo em cultura de células de Pimpinella anisum L.. Strnad et al. (1997), por sua vez, relataram a alta atividade de N6-(m-hidroxibenzil)adenina em folhas de Populus x canadensis Moench cv. Robusta.

A concentração de um determinado fitormônio pode variar conforme a parte da planta analisada. Saenz et al. (2003), analisando a concentração de citocininas isoprenóides e aromáticas em diferentes partes de plantas adultas de Cocos nucifera L., observaram que as maiores concentrações totais desses fitormônios foram encontradas no embrião e na inflorescência imatura. Ahmadi & Baker (2000) quantificaram e identificaram citocininas endógenas em folhas jovens e maduras, botões laterais, caule e casca de Pistacia vera L. cv. Ohadi. Diidroxizeatina e zeatina ribosídeo foram encontradas em grande quantidade tanto nas folhas jovens como nas maduras, sendo a última substância também encontrada em elevada concentração na casca. Nos brotos laterais e nas folhas foi observado um aumento da quantidade de isopenteniladenina com o decorrer da maturação. Assim, os autores sugeriram que a ocorrência de diferentes citocininas em variadas concentrações era resultado de diferenças metabólicas entre as partes analisadas.

Considerando-se o potencial das plantas para produção de fitormônios e os indícios de que a concentração dos mesmos nos tecidos vegetais é maior durante o período de floração, desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de verificar a influência de extratos de flores e de outras partes de plantas em floração, sobre o desenvolvimento in vitro de mini-roseira.

Partes de espécies vegetais em florescimento (Tabela 1), coletadas no Campus da Universidade Federal de Lavras, em Lavras, MG, foram picadas e maceradas em metanol por 48 horas. Em seguida, as misturas foram filtradas em algodão hidrófilo e os resíduos colocados novamente em metanol por mais 48 horas. As novas misturas foram filtradas e as soluções combinadas com as soluções resultantes da primeira filtração. Posteriormente, os líquidos foram concentrados até secura sob pressão reduzida. Parte de cada um dos resíduos (300 mg), obtidos na concentração dos extratos, foi dissolvida em 2 mL de DMSO (dimetilssulfóxido), completando-se o volume para 100 mL com água destilada, para serem adicionados ao meio de cultura MS (MURASHIGE & SKOOG, 1962).

 

 

Preparou-se o meio de cultura MS solidificado com ágar (concentração de 7 g.L-1) e acrescentaram-se os extratos vegetais nas concentrações de 150 e 300 mg.L-1, ajustando-se o pH para 5,8 com NaOH 0,5 M e HCl 0,5 M. Em seguida, 15 mL do meio foram colocados em tubos de ensaio (25 x 150 mm) e autoclavados a 120 C º e 1,2 atm, durante 20 minutos.

Segmentos nodais provenientes de plântulas de mini-roseira (Rosa x hydrida), mantidas in vitro por meio de sucessivas repicagens no Laboratório de Cultura de Tecidos/UFLA, foram transferidos assepticamente para tubos de ensaio contendo o meio MS mais extratos vegetais e mantidos em sala de crescimento por 90 dias, a 27 Cº, com fotoperíodo de 16 horas, intensidade luminosa de 32 mmol.m-2.s-1, suprida por lâmpadas grow-lux e branca fria.

Os tratamentos foram constituídos dos quatro extratos vegetais em duas concentrações (150 e 300 mg.L-1), utilizando-se como controle (sem extrato) o meio MS sem e com BAP (0,5 mg.L-1). Empregou-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC), com quatro repetições e parcela constituída por quatro tubos de ensaio, sendo cada um com uma plântula. As variáveis analisadas foram: número e comprimento de brotos, número e comprimento de raízes, e número de folhas por broto. Procedendo a análise estatística, os dados foram transformados (X' = [X+0,5]0,5), visando atender a pressuposição de normalidade. Em seguida, procedeu-se à análise de variância, sendo as médias comparadas pelo teste Scott- Knott a 5 % de probabilidade (SCOTT & KNOTT, 1974). A análise de variância foi realizada por meio do programa computacional Sistema para Análise de Variância SISVAR (FERREIRA, 2000).

Os resultados obtidos estão apresentados na Tabela 2. Os tratamentos de extratos vegetais, a exceção daquele proveniente de H. rosa-sinensis na concentração de 150 mg.L-1, diferiram do tratamento controle MS sem BAP para comprimento de brotos. Ademais, tiveram comportamento semelhante ao tratamento controle MS com BAP, indicando que tais extratos vegetais possuem alguma substância com características semelhantes a do regulador vegetal BAP.

 

 

Em relação ao número de brotos, todos os extratos vegetais testados se comportaram como o controle MS sem o BAP, indicando que não apresentam potencial para aumentar o número de plantas a serem produzidas. Esse comportamento foi diferente do apresentando pelo controle BAP, que reduziu o comprimento e aumentou o número de brotos.

Quanto ao desenvolvimento das raízes (número e crescimento de raízes), apenas o extrato das folhas de H. rosa-sinensis na concentração de 300 mg.L-1 se mostrou diferente do tratamento controle MS sem BAP, com valores estatisticamente iguais ao controle MS com BAP. Como era de se esperar, esse pequeno desenvolvimento das raízes ocasionou maior crescimento vegetativo da parte aérea. Com isso, o extrato de H. rosa-sinensis, que tinha acarretado número de brotos estatisticamente igual à testemunha, proporcionou a obtenção de maior número de folhas por broto. Ainda que em menor intensidade, os outros extratos causaram o mesmo efeito. Ou seja, apesar de ficar nítida a presença nos extratos de substâncias capazes de influenciar o crescimento das plântulas de mini-roseira, o efeito obtido não foi o desejado. O interessante seria obter um maior número de brotos, o que proporcionaria um aumento no número de mudas a serem produzidas.

Apesar dos resultados não terem sido satisfatórios, mostram-se bastante promissores, uma vez que confirmam a presença de substâncias que podem influenciar o crescimento de plântulas de mini-roseira. É possível que ajustes nas concentrações dos extratos possam maximizar o efeito desejado. Jones et al. (1995), por exemplo, estudando o desenvolvimento anormal de inflorescências de Elaeis guineensis Jacq., observaram que diferenças na concentração de certas citocininas tinham grande influência sobre o desenvolvimento das inflorescências, determinando se este seria normal ou anormal. De forma análoga, Mithila et al. (2003) verificaram que o tratamento de Saintpaulia ionantha Wendl. com o regulador de crescimento thidiazuron (TDZ), induziu organogênese do broto quando aplicado em baixas concentrações e embriogênese somática em altas concentrações.

No presente estudo, embora os efeitos observados não tenham sido tão pronunciados quanto os causados pelo BAP, os resultados indicam a presença de substâncias que podem influenciar o crescimento de plântulas de mini-rosa. No entanto, há a necessidade de se realizar novas pesquisas para averiguar o efeito de outras concentrações desses extratos no desenvolvimento das mini-roseiras.

 

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(Recebido em 18 de maio de 2006 e aprovado em 9 de janeiro de 2007)

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