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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.32 no.1 Lavras Jan./Feb. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542008000100009 

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

 

Efeito de nutrientes combinados com indutores de resistência na proteção contra a vassoura-de-bruxa no cacaueiro

 

Effect of nutrients combined with inducers of resistance on the protection of cocoa seedlings against witches' broom

 

 

Iris Lettiere do Socorro Santos da SilvaI; Mário Lúcio Vilela de ResendeII; Pedro Martins Ribeiro JúniorIII; João de Cássia do Bomfim CostaIV; Fabrício Rabelo CamiloV; Juliana C. BaptistaVI; Sônia Maria de Lima SalgadoVII

IDoutora – Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade – Centro de Ciências Agrácias – Universidade Estadual de Alagoas/UFAL – Br 104, Km 85 – 57100-000 – Rio Largo, AL – irislettiere@bol.com.br – Bolsista DCR/CNPq
IIDoutor, Professor – Departamento de Fitopatologia/DFP – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – Lavras, MG – mlucio@ufla.br
IIIDoutorando – Departamento de Fitopatologia/DFP – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – Lavras, MG – ribeirojuniorpm@yahoo.com.br;
IVFFA – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira/CEPLAC/MAPA – Cx. P. 07 – 45650-000 – Itabuna, BA – Doutorando do Departamento de Fitopatologia/DFP – Universidade Federal de Lavras/UFLA – jcbcosta@uol.com.br
VMestrando – Departamento de Fitopalogia/DFP – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – Lavras, MG – fabriciocamilo2003@yahoo.com.br – Bolsista da CAPES
VIMestre – Departamento de Biologia/DBI – Universidade Federal de Lavras/UFLA – Cx. P. 3037 – Lavras, MG – julianacb@yahoo.com.br
VIIDoutora – Centro Tecnológico do Sul de Minas/CTSM – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais/EPAMIG – Campus da UFLA – Cx. P. 176 – 37200-000 – Lavras, MG – soniamaria@epamig.br

 

 


RESUMO

Na busca por novos indutores de resistência contra a vassoura-de-bruxa no cacaueiro avaliou-se o efeito de vários nutrientes, acibenzolar-S-metil (ASM) e a combinação desses nutrientes com ASM. Os produtos e as misturas foram pulverizados 30 dias antes da inoculação nas mudas do clone SIC-23. Foram utilizados os produtos comerciais Supa-potássio®(silicato de potássio), Hortifós® PK (fosfito de potássio) e Broadacre® Mn (sulfato de manganês), testados nas dosagens 2,5 mL; 5,0 mL; 10 mL/L de água, isoladamente ou combinados com ASM (0,2g/L). O experimento foi conduzido no delineamento de blocos ao acaso, no esquema fatorial, com quatro repetições de doze plantas/parcela. A incidência da doença foi avaliada 60 dias após a inoculação. Somente o ASM promoveu controle significativo da vassoura-de-bruxa. Os nutrientes aplicados isoladamente não apresentaram efeito na severidade da doença. Por outro lado, o efeito protetor do ASM desapareceu quando este foi misturado ao Supa-potássio®, na dose de 5 ou 10 mL/L.

Termos para indexação: Resistência induzida, ASM, fosfitos, silicatos, manganês, Crinipellis perniciosa.


ABSTRACT

Aiming at improving the level of induction of resistance in cocoa, various nutrients, acibenzolar-S-methyl (ASM) and their combination were tested on cocoa seedlings, clone SIC-23, 30 days before inoculation. The commercial products Supa-potássio® (potassium silicate), Hortifós® PK (potassium phosphite) and Broadacre® Mn (manganese sulfate) were sprayed at doses of 2.5, 5.0 mL and 10.0 mL per liter of water, combined or not, with ASM® (0.2 g/L). The experiment was set in a randomized block design, in a factorial scheme, with four replicates of twelve plants each. Disease incidence was assessed 60 days after inoculation. Only ASM promoted significant control of the disease. Nutrients alone had no effect on disease incidence. On the other hand, the protective effect of ASM disappeared when this product was mixed to Supa-potássio at 5 or 10 mL/L.

Index terms: Induced resistance, ASM, phosphites, silicates, manganese, Crinipellis perniciosa.


 

 

INTRODUÇÃO

Em decorrência do avanço da vassoura-de-bruxa nas principais regiões produtoras o Brasil deixou de liderar a produção mundial de amêndoas de cacau (Theobroma cacao L.) passando para quinto colocado no mercado internacional, com uma produção de 169.416 mil toneladas na safra 2004/2005 (AGRIANUAL, 2006). Diante do quadro atual da cultura no Brasil, novas alternativas têm sido estudadas para utilização no manejo integrado da vassoura-de-bruxa do cacaueiro, visto que até o momento não se conseguiu implementar uma forma de manter a doença em níveis aceitáveis de convivência. Uma possibilidade pode advir do uso da resistência induzida (RI), cujo mecanismo de ação, inespecífico, foi desenvolvido durante a evolução das plantas, como resposta ao ataque de diversos inimigos naturais. A RI ativa mecanismos de defesa representados por barreiras bioquímicas e/ou estruturais, aumentando a resistência geral da planta (UKNES et al., 1996). A proteção obtida contra determinado patógeno pode ser local ou sistêmica, dependendo do intervalo de tempo entre o tratamento inicial (indutor) e a inoculação do patógeno (desafiador) (PASCHOLATI & LEITE, 1995). A sua duração pode ser de poucos dias a algumas semanas, ou mesmo durar todo o ciclo de vida da planta (PASCHOLATI & LEITE, 1995), passando assim a constituir um mecanismo de defesa constitutivo da mesma.

O indutor de resistência mais conhecido liberado para uso comercial é o acibenzolar- S- metil (ASM, nome comercial Bion), análogo do ácido salicílico. Acredita-se que o ASM seja o primeiro representante de uma nova geração de protetores de plantas eficientes na indução de resistência (LYON & NEWTON, 1997).

O ASM foi testado com eficácia contra várias doenças no cacaueiro, incluindo a vassoura-de-bruxa, onde reduziu em 60,2% a incidência da doença em mudas cacau da cv. Catongo, quando pulverizado 15 dias antes da inoculação de Crinipellis perniciosa (RESENDE et al., 2000). Na proteção de mudas de cacau cv. Theobahia, quando esse indutor foi pulverizado 15 dias antes da inoculação de Verticillium dahliae, o índice de doença foi reduzido em 55,4% (CAVALCANTI & RESENDE, 2000; RESENDE et al., 2002).

Estudos realizados com diferentes culturas têm mostrado o efeito de vários nutrientes no aumento da resistência a doenças. Por exemplo, vários autores reforçam que o silício estimula os mecanismos naturais de defesa da planta, como a produção de compostos fenólicos, quitinases, peroxidases e acúmulo de lignina (CHÉRIF et al., 1994; EPSTEIN, 1999; FAWE et al., 1998). Também há indicativos de que plantas tratadas com fosfito seriam capazes de produzir compostos antimicrobianos de forma mais efetiva comparado com plantas não tratadas (SMILLIE et al., 1989).

O desempenho de uma substância indutora de resistência, provavelmente pode ser melhorado, quando esta é associada a outros indutores, ou mesmo a micronutrientes que atuam como cofatores de enzimas envolvidas na síntese de compostos fenólicos, como no caso do manganês. Compostos fenólicos e terpenóides são comprovadamente importantes substâncias de defesa do cacaueiro (AGUILAR & RESENDE, 2000). Diante disso, objetivou-se neste trabalho verificar a eficácia de diferentes produtos à base de nutrientes, utilizados isoladamente ou combinados com ASM na proteção contra a vassoura-de-bruxa em mudas de cacau.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Mudas de cacaueiro (Theobroma cacao), clone SIC-23 (padrão em suscetibilidade), cujas sementes foram provenientes do Centro de Pesquisas do Cacau da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, CEPLAC, MAPA, Itabuna, BA, foram cultivadas em sacos plásticos contendo mistura de terra, areia e esterco bovino na proporção de 2:1:1. Os experimentos foram conduzidos em casa-de-vegetação do Departamento de Fitopatologia da Universidade Federal de Lavras - UFLA, mantida sob temperatura entre 25 e 27 ºC e umidade relativa do ar em torno de 85%, controladas através de um sistema automatizado de nebulização.

O inóculo de Crinipellis perniciosa foi obtido de vassouras secas provenientes de várias localidades do Sul da Bahia. Essas vassouras foram mantidas em regime de nebulização para produção dos basidiocarpos que foram coletados diariamente. Basidiocarpos foram também produzidos em substrato artificial à base de farelo-vermiculita (NIELLA et al., 1999). Os basidiósporos de C. perniciosa foram recolhidos em glicerol 16%, conforme metodologia de Frias et al. (1995), e armazenados em ultra-freezer a -80 ºC, conforme Resende et al. (1998).

A viabilidade do inóculo foi avaliada antes do armazenamento em ultra-freezer e antes da inoculação nas mudas. Para isso, a suspensão de basidiósporos, previamente diluída em água para 105 esporos/mL, foi distribuída em lâminas escavadas com 3 cavidades e mantidas em câmara úmida por 24 horas. Após esse período determinou-se a porcentagem de esporos germinados.

O experimento de indução de resistência foi instalado empregando-se mudas de cacaueiro do clone SIC-23 com 60 dias de idade. As mudas foram tratadas com ASM, 0,2 mg i.a./L (Bion® - Syngenta Proteção de Cultivos Ltda, São Paulo, SP), silicato de potássio - 20% SiO2 + 17% K2O (Supa-potássio®), fosfito de potássio - 20% P2O5 + 27% K2O (Hortifós® PK) e Broadacre® Mn -50% MnSO4, sendo estes três últimos fabricados pela Agrichem do Brasil Ltda, Ribeirão Preto, SP. Duzentos e cinqüenta mililitros de cada produto foram aplicados isoladamente ou em combinação com ASM, via pulverização foliar, 30 dias antes da inoculação, cujas dosagens estão detalhadas na Tabela 1.

 

 

A inoculação de C. perniciosa nas mudas foi realizada pela deposição de uma gota da suspensão de basidiósporos viáveis na concentração de 1x105 basidiósporos/mL, colocada no meristema apical de cada planta. Todas as inoculações foram realizadas ao final da tarde, tomando-se o cuidado de manter as plantas em ambiente com umidade relativa do ar saturada, 24 horas antes e após a inoculação, a fim de propiciar condições ideais para infecção do fungo.

Foi adotado o delineamento experimental de blocos casualizados, em esquema fatorial 3 x 4 x 2 (três nutrientes, quatro doses, associadas ou não com o ASM). O tratamento dose zero consistiu na testemunha inoculada, sem aplicação de produtos. Foram utilizadas quatro repetições com 12 plantas por parcela. O experimento foi repetido duas vezes.

Aos 60 dias após a inoculação foi avaliada a incidência da doença através da quantificação do número de plantas com vassouras. Os dados foram analisados utilizando-se o software estatístico Sisvar (FERREIRA, 2000).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

De acordo com a Tabela 2, não houve efeito significativo nas interações Nutriente x Dose, Nutriente x ASM, Dose x ASM e Nutriente x Dose x ASM. No presente experimento foi observada significância apenas na dose e na aplicação ou não do ASM.

 

 

Não houve efeito dos produtos Broadacre® Mn e Hortifós® PK, aplicados isoladamente, na incidência da vassoura-de-bruxa em mudas de cacaueiro, pois os mesmos não diferiram estatisticamente da dose zero (testemunha inoculada) (Tabela 3). O Supa-potássio® apresentou, dentre as doses testadas, menor incidência na dose de 2,5 mL/L (Figura 1). Não houve diferença significativa dentro desta dose entre os produtos aplicados isoladamente (Tabela 3).

 

 

 

 

O controle da vassoura-de-bruxa não foi afetado quando o ASM foi aplicado em mistura com os produtos utilizados, pois os mesmos não diferiram estatisticamente da dose zero dos produtos (testemunha inoculada + ASM 0,2 g/L), exceto pelo Supa-potássio® (Tabela 4). O aumento das doses do Supa-potássio®, em associação com o ASM, promoveu um aumento linear na incidência da vassoura de bruxa em mudas de cacaueiro (Figura 2). Este fato demonstra um efeito de altas doses de Supa-potássio®, interferindo negativamente no desempenho da mistura com ASM. Efeito similar também foi observado quando se misturou fungicidas triazóis a sais de zinco (cloretos e sulfatos), misturas essas que reduziram o efeito dos triazóis no controle da ferrugem do cafeeiro (dados não publicados).

 

 

 

 

O efeito de altas doses de silicato de potássio no aumento da incidência de doenças tem sido relatado em outros patossistemas como cercosporiose em cafeeiro (AMARAL, 2005) e murcha-de-verticillium em cacaueiro (RIBEIRO JÚNIOR, 2005). Esses autores observaram que doses intermediárias (0,75 e 1,5 mL/L) proporcionaram diminuição da severidade dessas doenças, enquanto que, com o aumento das doses de silicato de potássio, houve um aumento na severidade das doenças, o que se deve, provavelmente, ao potássio contido no produto. De acordo com Malavolta (2006), altas concentrações de K+ interferem na absorção de cálcio e magnésio. Pozza et al. (2001) observaram aumento da cercosporiose do cafeeiro com o aumento das doses de adubação potássica, desbalanceando outros nutrientes como o cálcio.

Na Tabela 5 comparou-se o efeito dos nutrientes aplicados isoladamente ou em combinação com o ASM. Somente o tratamento com Broadacre® Mn na menor dosagem associado ao ASM foi mais efetivo no controle da vassoura-de-bruxa, apresentando diferença estatística em relação ao tratamento com Broadacre® Mn aplicado isoladamente. Todos os demais tratamentos não diferiram, dentro da mesma dose e mesmo produto, quando em aplicação isolada ou combinada com o ASM (Tabela 5). O ASM aplicado isoladamente foi o mais efetivo dos tratamentos. Aguilar (1999) e Nakayama et al. (1998) relataram o efeito positivo do micronutriente Mn na proteção contra vassoura-de-bruxa, em pulverização foliar, como em solução nutritiva, conferindo resistência parcial contra a doença No presente trabalho, tal efeito não ocorreu, provavelmente devido à alta pressão de inóculo empregada.

 

 

Estudos realizados com diferentes culturas têm mostrado o efeito de fosfitos no aumento da resistência a doenças, o que também não ocorreu no presente caso. O fosfito, na forma de sal de potássio, apresenta efeito semelhante ao fosetyl-Al ou Aliette®, fungicida bastante usado para o controle de oomicetos. Jackson et al. (2000) evidenciaram que pode ocorrer tanto uma ação direta como indireta dos fosfitos sobre Phytophthora cinnamomi, dependendo da concentração usada, ou seja, em baixas concentrações o produto atuaria como indutor de resistência e em altas concentrações apresentaria toxidez direta. Como o fosfito de potássio tem apresentado bons resultados, principalmente na proteção contra oomicetos, sugere-se que esse produto seja testado contra Phytophthora spp., agente etiológico da podridão parda, outra doença altamente prejudicial à lavoura cacaueira no Brasil.

 

CONCLUSÃO

Os nutrientes testados não aumentaram a eficácia do ASM na proteção do cacaueiro contra a vassoura-de-bruxa. Pelo contrário, o silicato de potássio, nas doses de 5 e 10 mL/L, afetou negativamente o desempenho do ASM.

 

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(Recebido em 4 de novembro de 2004 e aprovado em 29 de junho de 2006)