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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.32 no.1 Lavras Jan./Feb. 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542008000100025 

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

 

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi

 

Arachis pintoi seeds as affect by pre-germination

 

 

Claudia Antonia Vieira RossettoI; Elisabete Pacheco AlvesII

IDoutora, Professora Associada – Departamento de Fitotecnia/DF – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro/UFRRJ – Rodovia Antiga Rio São Paulo, Km 47 – Cx. P. 74511 – 22890-000 – cavrosse@ufrrj.br – Bolsista PQ do CNPq
IIGraduanda em Agronomia – Departamento de Fitotecnia/DF – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro/UFRRJ – Rodovia Antiga Rio São Paulo, Km 47 – Cx. P. 74511 – 22890-000 – betepa@ufrrj.br – Bolsista IC do CNPq

 

 


RESUMO

Neste Trabalho objetivou-se avaliar o efeito dos tratamentos prévios na germinação e no vigor de sementes de Arachis pintoi Krapov. & W. C. Greg.. O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial (2 lotes x 7 tratamentos), com quatro repetições. Para isto, foram utilizados dois lotes comerciais de sementes com o pericarpo (frutos) de Arachis pintoi, da cv. Amarillo, que estavam armazenados por seis e 12 meses. Por lote, foram empregados os tratamentos de remoção ou não do pericarpo, de quebra do pericarpo, de exposição dos frutos íntegros ao aquecimento a 45º C por 48 e 72 horas e à hidratação por 24 e 48 horas. Posteriormente, por tratamento, foi realizada a avaliação do grau de umidade, da germinação e do vigor (primeira contagem e emergência de plântulas). A remoção do pericarpo tornou as sementes mais vulneráveis à ação dos microrganismos. O aquecimento a 45º C por 48 e 72 horas propiciou a redução das sementes não germinadas. A hidratação por 48 horas favoreceu a germinação e o vigor das sementes de Arachis pintoi.

Termos para indexação: Amendoim forrageiro, pericarpo, tratamento térmico, hidratação, Arachis pintoi.


ABSTRACT

The aim was to evaluate the effects of previous treatments in the Arachis pintoi Krapov. & W. C. Greg. seeds germination and vigour. A completely randomized design with four replication arranged in a factorial scheme (2 lots x 7 treatments), was used. For this, two commercial lots of seeds with intact pods of Arachis pintoi, cv. Amarillo, stored by six and 12 months, were used. In each lot, the treatments were employed through pod removal or not, the pod breakage and the exposition of intact pods at 45ºC for 48 and 72 hours and to the hidratation for 24 and 48 hours. Further, for treatment, it was performed the evaluation of water content, germination and vigor (first count of germination and seedling emergency). The pod removal became the seeds vulnerable to the action of microorganism. Heating at 45ºC for 48 and 72 hours caused reduction of the nom-germinated seeds. The hidratation for 48 hours favored the Arachis pintoi seed germination and vigour.

Index terms: Forage Arachis, pod, termic treatment, hidratation, Arachis pintoi.


 

 

INTRODUÇÃO

O Arachis pintoi Krapov. & W. C. Greg., conhecido como amendoim forrageiro, é originário do Brasil, do Estado da Bahia (FERGUSON et al., 1992). É uma leguminosa perene que, por apresentar grande produção de massa seca, tem sido indicada para forragem, bem como para cobertura do solo em culturas perenes e como planta ornamental (PEREIRA et al., 1996).

Esta espécie apresenta hábito indeterminado de floração e frutificação, além da característica geocárpica. Para que o desenvolvimento dos frutos ocorra, a planta desenvolve uma estrutura chamada ginóforo, após a fecundação da flor. Esta estrutura penetra no solo e, geralmente, forma apenas um fruto (vagem) que contem uma semente, sendo que raramente é encontrada alguma vagem com duas sementes (COOK & FRANKLIN, 1988). Para Ferguson (1994), 90% dos frutos desta espécie se desenvolvem nos primeiros 10 cm de solo, sendo que 95% destes se encontram desprendidos da planta no momento de colheita.

O estabelecimento da cultura tem sido tanto por propagação vegetativa (VALENTIM et al., 2003), como por sementes com o pericarpo, ou seja, por frutos (FONSECA et al., 1996). Com estes propágulos, o estabelecimento é lento, principalmente utilizando estolões (FISHER & CRUZ, 1994), o que constitui uma séria limitação na consorciação com gramíneas ou na competição com plantas daninhas. A utilização de sementes, quando comparada à propagação vegetativa, promove maior produção de sementes (FERGUSON et al., 1994), e de massa seca (FISHER & CRUZ, 1994). No entanto, nesta espécie, as sementes apresentam altos níveis de dormência logo após a colheita, em valores de 60 a 80 %, podendo permanecer por seis a oito meses após colheita. Além disso, em algumas sementes há perda da viabilidade após dez meses de armazenamento, por causa da deterioração (FERGUSON, 1994).

Assim, são necessários os procedimentos que propiciem o maior número possível de plantas estabelecidas a partir de sementes. De acordo com Pereira et al. (1996), a remoção do pericarpo do fruto pode aumentar a velocidade de emergência das plântulas; porém, aumenta a possibilidade de danos mecânicos às sementes o que reduziria a germinação, prejudica o armazenamento das sementes e torna as sementes mais vulneráveis à contaminação por fungos, necessitando de tratamento fungicida e, consequentemente, encarecendo o custo final da semente. No entanto, Ferguson (1994) relata que a exposição a 40º C por 14 dias proporcionou o mesmo efeito para frutos e sementes e, propôs que a dormência não se localiza na vagem, e sim nas sementes. Em Arachis hypogaea L., a exposição à temperatura de 40ºC, reduzindo o teor de água, promoveu a superação de dormência, mas promoveu danos por embebição (TOOLE et al., 1964).

Dentro deste contexto, objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito dos tratamentos pré-germinativos na germinação e no vigor de sementes de Arachis pintoi Krap. et Greg.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes da UFRRJ, em 2005. Para isto, foram utilizados dois lotes comerciais de sementes com o pericarpo (frutos), da cultivar Amarillo, denominados de lote 1 e lote 2, que estavam armazenados em câmara seca (18ºC de temperatura e 50% de umidade relativa do ar), por seis e 12 meses, respectivamente. Por ocasião da instalação do experimento, o lote 1 apresentava frutos com 6,6% de água e massa média de 100 frutos de 15,22g e, o lote 2 com 7,1% de água e 14,13g por 100 frutos.

O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial (2 lotes x 7 tratamentos), com quatro repetições. Por lote, foram empregados os tratamentos de remoção manual ou não do pericarpo e de danos ao pericarpo, que consistiu em uma leve pressão manual, permitindo que os dois lados se separassem na extremidade da sutura, bem como a exposição de amostras de 25 frutos íntegros a 45º C por 48 e 72 horas e a hidratação em 25ml de água a 25º C por 24 e 48 horas.

Posteriormente, por tratamento, foi realizada a avaliação do grau de umidade, da germinação e do vigor. Para a avaliação do grau de umidade, foram empregadas quatro repetições de 50 sementes por tratamento, com base em Brasil (1992).

O teste de germinação foi conduzido com quatro repetições de 50 frutos, utilizando como substrato, rolo de papel toalha tipo germitest, umedecido com água destilada na proporção de 2,5 vezes a massa do papel seco. Os rolos foram mantidos em germinador a temperatura de 25ºC, na ausência de luz. As avaliações foram efetuadas aos cinco e 10 dias após a instalação, com base nas Regras para Análise de Sementes, para Arachis hypogaea (BRASIL, 1992). Foram avaliadas as porcentagens de plântulas normais e anormais (infeccionais e total), de sementes mortas (evidentemente mortas por presença de microrganismos) e de sementes não germinadas (podendo incluir as sementes duras, as embebidas e as não viáveis). Em conjunto com o teste de germinação, aos cinco dias da instalação, foi determinada a porcentagem de plântulas normais, e o comprimento (cm) e a massa seca (g) das plântulas (NAKAGAWA, 1999).

Na avaliação da emergência das plântulas foram empregadas quatro repetições de 50 frutos, em recipientes contendo areia lavada e esterilizada. O umedecimento foi feito com base em Brasil (1992). As avaliações foram realizadas diariamente após a instalação, quando foram computadas as plântulas emergidas, visando a avaliação da velocidade de emergência das plântulas, e após 21 dias, foi calculada a porcentagem de emergência.

Os dados foram submetidos à analise de variância. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Independente do tratamento pré-germinativo, as sementes com o pericarpo íntegro (testemunha), quando pertencentes ao lote 1, apresentavam menor porcentagem de germinação e de sementes mortas e maior porcentagem de sementes não germinadas (Tabelas 1 e 2), o que pode estar associado com o fenômeno de dormência. Já, as sementes do lote 2, apresentavam maior porcentagem de germinação e de sementes mortas e, menor porcentagem de sementes não germinadas (Tabelas 1 e 2), podendo estar relacionadas à superação das dormentes e à deterioração de outras, com o armazenamento. Pelo histórico dos lotes, o lote 1 permaneceu armazenado por seis meses e o lote 2 por 12 meses. Segundo Ferguson (1994), nesta espécie, as sementes apresentam altos níveis de dormência logo após a colheita, variando de 60 a 80%, podendo permanecer de seis a oito meses após colheita, sendo que após dez meses de armazenamento há perda da viabilidade, por causa da deterioração. Também, Cardozo et al. (1997) e Ferguson (1994) verificaram semelhantes níveis de dormência em sementes desta espécie.

 

 

 

 

Quando foi realizado o tratamento térmico a 45º C, por 48 e 72 horas, foi constatada, independente do lote, as menores porcentagens de sementes não germinadas (sementes inviáveis, embebidas e duras), embora estes valores não tenham diferido do valor apresentado pela testemunha (Tabela 2), sugerindo que este tratamento tendeu a ser favorável a superação da dormência, provavelmente, em função da desidratação promovida, como observado pelo menor teor de água das sementes submetidas a esse tratamento (Tabela 1). Além disso, foram verificados após a exposição por 48 e 72 horas, valores de porcentagem de germinação semelhantes ao da testemunha e após 72 horas, a maior porcentagem de plântulas anormais (Tabela 1), Assim, este tratamento, embora tenha sugerido redução na taxa de dormência, gerou prejuízos fisiológicos advindos do seu emprego, pois promoveu também deterioração. Constatações semelhantes foram feitas por Martin & Silva (2001), em estudo sobre dormência em Braquiária. Para os referidos autores, tratamentos capazes de reduzir a dormência podem paralelamente representar situações potencialmente promotoras da redução da qualidade fisiológica. Além disso, em relação ao vigor das sementes submetidas a exposição por 48 e 72 horas, pode-se constatar as menores porcentagens de plântulas normais na primeira contagem, bem como os menores índices de velocidade de emergência, independente do lote (Tabela 3) e, no lote 2 verificaram-se após a exposição por 72 horas, maior comprimento e massa de plântulas, do que no lote 1 (Tabela 4).

 

 

 

 

Quando foi realizada a remoção do pericarpo, foi constatada a menor porcentagem de germinação, independente do lote, provavelmente em conseqüência da elevada porcentagem de plântulas anormais infeccionadas (Tabela 1), embora quando comparado à testemunha, constatou-se um aumento da velocidade de germinação, avaliado pela primeira contagem de plântulas normais (Tabela 3). Estes resultados indicam que o pericarpo atua, provavelmente, como barreira, principalmente à infecção por fungos, sendo que a remoção tornou as sementes mais vulneráveis à contaminação por microrganismos, além de atuar como controlador da velocidade de hidratação e, consequentemente da germinação. Para Powell & Matheus (1979), a embebição não pode ser muito rápida, o que pode causar danos às membranas celulares. Em sementes de Arachis pintoi, Alves et al. (2005) constataram que a remoção do pericarpo favoreceu o aumento da velocidade de embebição das sementes, principalmente, nas primeiras 10 horas, atingindo valores em torno de 30% de água, contra 20% de água nas sementes com o pericarpo. Também, Pereira et al. (1996) constataram que a remoção do pericarpo do fruto pode aumentar a velocidade de emergência das plântulas, mas torna as sementes mais vulneráveis à contaminação por fungos. Além disso, após a exposição a este tratamento de remoção, foi verificado que, independente do lote, os valores de sementes não germinadas não variaram em relação ao valor apresentado na testemunha (Tabela 2), sugerindo não interferir no fenômeno de dormência. Para Ferguson (1994), a exposição a 40º C por 14 dias proporcionou o mesmo efeito para frutos e sementes, propondo que a dormência não se localiza na vagem, e sim nas sementes.

Após o tratamento de quebra do pericarpo, somente o valor da porcentagem de plântulas normais na primeira contagem diferiu em relação à testemunha (Tabelas 1 a 4). Alves et al. (2005) também constataram que a quebra do pericarpo favoreceu o aumento da velocidade de embebição das sementes de Arachis pintoi, durante toda a hidratação, porém de maneira menos considerável do que a remoção do pericarpo.

Pela Tabela 1, foi constatado que os maiores valores de germinação foram alcançados após a hidratação por 24 e 48 horas, independente do lote, provavelmente, em conseqüência dos elevados conteúdos de água nas sementes após estas exposições, como constatado também na Tabela 1. Estes resultados sugerem que quando estas sementes atingiram teores de água até esse determinado nível, ocorreram alguns processos preparatórios, contudo sem que tenham atingido a fase de elongamento celular e, consequentemente, a protrusão da raiz primária. Segundo Carvalho & Nakagawa (2000), as sementes de leguminosas, apresentam germinação visível, somente quando atingem valores de água na faixa de 50% a 60%. Apesar disso, após a hidratação por 24 e 48 horas, foram constatadas as maiores porcentagens de sementes não germinadas, embora após 48 horas, esse valor não tenha diferido do valor apresentado na testemunha (Tabela 2). Estes resultados sugerem que esta técnica pode causar dano às sementes em função de algum processo deteriorativo, como comentado por Marcos Filho (2005). Em relação ao vigor, independentemente do lote, foi contatado maior porcentagem de plântulas normais na primeira contagem, maior porcentagem de plântulas emergidas e maior índice de velocidade de emergência, quando foi aplicado o tratamento de hidratação, por 48 horas (Tabela 3). Além disso, no lote 2 após a exposição por 24 horas foi constatado maior comprimento de plântulas, do que no lote 1 (Tabela 4).

 

CONCLUSÕES

A remoção do pericarpo tornou as sementes mais vulneráveis à ação dos microrganismos.

O aquecimento a 45º C por 48 e 72 horas propiciou a redução das sementes não germinadas.

A hidratação por 48 horas favoreceu a germinação e o vigor das sementes de Arachis pintoi.

 

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(Recebido em 20 de novembro de 2006 e aprovado em 12 de junho de 2007)