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Ciência e Agrotecnologia

versão impressa ISSN 1413-7054versão On-line ISSN 1981-1829

Ciênc. agrotec. vol.33 no.2 Lavras mar./abr. 2009

https://doi.org/10.1590/S1413-70542009000200018 

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

 

Produção de biomassa de calendula officinalis l. adubada com fósforo e cama-de-frango

 

Biomass yield of Calendula officinalis L. fertilized with phosporus and chicken manure

 

 

Valdenise Carbonari BarbozaI; Maria do Carmo VieiraII; Néstor Antonio Heredia ZárateIII; Simone Priscila BotegaIV; Neriane de Souza PadilhaV; Caroline Leite PaesVI

IEngenheira Agrônoma, Doutoranda em Agronomia - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados, MS - valcarbonari@hotmail.com
IIEngenheira Agrônoma, Doutora, Professora Titular da Faculdade de Ciências Agrárias - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados, MS - vieiracm@terra.com.br - Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq
IIIEngenheiro Agrônomo, Doutor, Professor Associado I da Faculdade de Ciências Agrárias - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados,MS - nahz@terra.com.br - Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq
IVGraduanda em Agronomia - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados,MS - sibottega@hotmail.com - Bolsista de Iniciação Científica do CNPq
V
Graduanda em Agronomia - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados-MS - nerianepadilha@ibest.com.br - Bolsista de Iniciação Científica do CNPq
VIGraduanda em Agronomia - Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD - Cx. P. 533 - 79804-970 - Dourados,MS - carolleitepaes@bol.com.br - Bolsista de Iniciação Científica do CNPq.

 

 


RESUMO

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a influência do fósforo e da cama-de-frango semidecomposta na produção de capítulos florais da Calendula officinalis L. Os fatores em estudo foram cinco doses de fósforo (4,3; 25,8; 43,0; 60,2; 81,7 kg ha-1 de P2O5), na forma de superfosfato triplo e cinco doses de cama-de-frango semidecomposta (1.000; 6.000; 10.000; 14.000 e 19.000 kg ha-1). Para combinar o fósforo e a cama-de-frango, usou-se a matriz experimental Plan Puebla III resultando em nove tratamentos (25,8 e 6.000; 60,2 e 6.000; 25,8 e 14.000; 60,2 e 14.000; 43,0 e 10.000; 4,3 e 6.000; 81,7 e 14.000; 25,8 e 1.000; 60,2 e 19.000 kg ha-1 de P e cama-de-frango, respectivamente) no delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. A altura média final das plantas, aos 120 dias, ficou em torno de 60,0 cm, independente dos tratamentos. A produção máxima de capítulos florais da calêndula foi de 9.755,16 mil ha-1,obtida com o uso de 49,15 kg ha-1 de P2O5 associada a 13.401,10 kg ha-1 de cama-de-frango. A maior produção (11.058,89 kg ha-1)de massa fresca de capítulos florais de calêndula foi obtida com 49,98 kg ha-1 de P2O5 e 13.266,59 kg ha-1 de cama-de-frango. As produções máximas de massas secas de capítulos florais (2.227,61 kg ha-1) foram obtidas com 39,62 kg ha-1 de P2O5 e 8.109,75 kg ha-1 de cama-de-frango. Concluiu-se que para se obter maior produção de massa seca de capítulos florais, componente de maior importância comercial, a calêndula deve ser cultivada utilizando adubação com HH 40 kg ha-1 de P2O5 e H"  8.000 kg ha-1 de cama-de-frango.

Termos para indexação: Calêndula, nutrição mineral, resíduo orgânico.


ABSTRACT

The aim of this work was to evaluate the influence of phosphorus and semi-decomposed chicken manure on capitula yield of Calendula officinalis L. The studied factors were five doses of phosphorus (4.3, 25.8, 43.0, 60.2, and 81.7 kg ha-1 P2O5) in the triple super phosphate form and five doses of semi-decomposed chicken manure (1000, 6000, 10000, 14000, and 19000 kg ha-1). The Plan Puebla experimental matrix was used to combine phosphors and chicken manure, which resulted in nine treatments, viz. 25.8 + 6000, 60.2 + 6000, 25.8 + 14000, 60.2 + 14000, 43.0 + 10000, 4.3 + 6000, 81.7 + 14000, 25.8 + 1000, and 60.2 + 19000 (first figure representing kg ha-1P; second figure, kg ha-1chicken manure) in randomized block design with four replications. Final average heights of plants at 120 days were about 60.0 cm, independently of the treatments. Maximum yield of pot marigold capitula was 9755.16 x 103 ha-1, which was obtained with the use of 49.15 kg ha-1 P2O5 associated to 13401.10 kg ha-1 chicken manure. The highest yield (11058.89 kg ha-1)of fresh biomass of pot marigold capitula was obtained with 49.98 kg ha-1 P2O5 and 13266.59 kg ha-1 chicken manure. Maximum yields of dried mass of capitula (2227.61 kg ha-1) were obtained with 39.62 kg ha-1 P2O5 and 8109.75 kg ha-1 chicken manure. It was concluded that to obtain the greatest dried mass yield of capitula, which constituent the most important commercial product of pot marigold, the plant must be cultivated using fertilization with H" 40 kg ha-1 P2O5 and H" 8000 kg ha-1 chicken manure.

Index terms: Pot marigold, mineral fertilization, organic residue.


 

 

INTRODUÇÃO

A calêndula (Calendula officinalis L.- Asteraceae), também conhecida como malmequer, maravilha, malmequer-dos-jardins e margarida-dourada é originária da Europa. As partes usadas como terapêuticas podem ser as folhas ou as inflorescências (capítulos florais), que apresentam coloração amarela, alaranjada, esverdeada ou amarelas com o centro avermelhado. Tem ação cicatrizante, antiinflamatória, laxativa, expectorante e antiespasmódica; além disso, auxilia no fortalecimento dos vasos capilares (DELLA LOGGIA et al. , 1994; VENIKAR & JANDGE, 1993).

Vários trabalhos com a calêndula têm correlacionado sua atividade biológica com a estrutura química, ou seja, as saponinas triterpenoídicas têm atividade antitumoral; os triterpenóides são antiinflamatórios tópicos; os flavonóides são anti-inflamatórios e o éster triterpenodiol é antiedêmico (BEZÁKOVA et al., 1996; DELLA LOGGIA et al., 1994; ZITTERL-EGLSEE et al., 1997). Como fitocosmético é indicada no tratamento de acne, eczemas, abcessos e impetigo, além da prevenção de assaduras de crianças e como protetor contra os raios UVA e UVB. A tintura de calêndula é usada para curar trauma causado por ferimentos da cavidade bucal e no tratamento de hemorragia nas gengivas. Na literatura há citações sobre o emprego da calêndula como reguladora do ciclo menstrual e para o tratamento de verrugas e do câncer de pele (BERTONI et al., 1998; FONT QUER, 1993; SIGEDAR et al., 1991; TESKE & TRENTINE, 1995).

A calêndula é uma planta anual que se adapta bem aos solos férteis, úmidos e permeáveis, bem drenados, ricos em matéria orgânica, profundos e permeáveis (FUENTES et al., 1986). Segundo Martins et al. (1994), uma adubação equilibrada é fundamental para a obtenção de plantas medicinais mais produtivas, resistentes a pragas e doenças e com maiores teores de fármacos.

Quanto às exigências nutricionais da calêndula, Mattos (1996) afirmou que a adubação nitrogenada é importante para incrementar o desenvolvimento da planta, sendo a sua deficiência caracterizada por redução no crescimento e no tamanho das folhas, diminuindo, portanto, a produção de massas frescas e secas. Moreira et al. (2005) observaram que a adição ao solo de nitrogênio e de fósforo, na forma de uréia e de superfosfato triplo, possibilitou a obtenção das plantas mais altas. Os rendimentos de massa seca da parte aérea e dos capítulos florais ocorreram, no geral, sob dose de 292 mg vaso-1 de P2O5, na presença das doses mais elevadas de N. Vieira et al. (1999) observaram que a altura média final das plantas de calêndula variou de 29,9 a 39,9 cm, quando cultivadas, respectivamente, com 0 t ha-1 de cama-de-frango + 50 kg ha-1 de P2O5 na forma de superfosfato simples e 7 t ha-1 de cama-de-frango + 100 kg ha-1 de P2O5.

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a influência do fósforo e da cama-de-frango semidecomposta na produção de capítulos florais da Calendula officinalis L.

 

MATERIALE MÉTODOS

O trabalho foi desenvolvido no Horto de Plantas Medicinais - HPM, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Dourados-MS, no período de maio a setembro de 2005 em Latossolo Vermelho distroférrico. Os fatores em estudo foram o fósforo (4,3; 25,8; 43,0; 60,2; 81,7 kg ha-1), na forma de superfosfato triplo e a cama-de-frango semidecomposta (1.000, 6.000, 10.000, 14.000 e 19.000 kg ha-1). Para combinar as doses do fósforo e da cama-de-frango usou-se a matriz experimental Plan Puebla III resultando em nove tratamentos (25,8 e 6.000; 60,2 e 6.000; 25,8 e 14.000; 60,2 e 14.000; 43,0 e 10.000; 4,3 e 6.000; 81,7 e 14.000; 25,8 e 1.000; 60,2 e 19.000 kg ha-1 de fósforo e cama, respectivamente), arranjados no delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições.

A propagação da calêndula foi por semeadura indireta, utilizando-se sementes (diásporos), provenientes de plantas matrizes cultivadas no HPM. As mudas foram produzidas em saquinhos de polietileno, utilizando-se como substrato a mistura de terra, substrato comercial para hortaliças e areia na proporção de 3:2:1. O terreno no local definitivo, foi preparado mediante o levantamento de canteiros feitos com o rotocanteirador, com 1,08 m de largura útil e 2,40 m de comprimento, totalizando área útil de 2,59 m2. A adubação foi feita a lanço nos canteiros e incorporada no transplantio. O transplante das mudas nos canteiros foi feito quando as mudas atingiram cerca de 0,15 m de altura, aos 20 dias após a semeadura, com 0,50 m de espaçamento entre fileiras e de 0,25 m entre plantas. O controle de plantas infestantes foi feito com o auxílio de enxadas nas entrelinhas e manual dentro das linhas. As irrigações foram por aspersão, sempre que necessárias.

Durante o ciclo de cultivo, as alturas das plantas foram medidas quinzenalmente, entre 30 e 120 dias após o transplantio (DAT). A colheita dos capítulos florais foi feita semanalmente, desde os 20 aos 120 dias após o transplante, quando se avaliaram o número e as massas frescas. As massas secas dos capítulos florais foram obtidas após terem sido colocadas em estufa de circulação de ar forçada a 36 ± 38ºC. No final do ciclo, quando as plantas já estavam em senescência, aos 120 DAT, foram colhidas duas plantas por parcela para a determinação das massas frescas e secas das partes aéreas.

Para estimar as superfícies de resposta às médias por tratamento, foram ajustados os modelos quadrático e base raiz quadrático. Cada componente dos modelos foi testado até o nível de 5%, pelo teste F, tendo sido utilizado o quadrado médio do erro experimental da matriz. Cada efeito individual do modelo escolhido foi testado até o nível de 5%, pelo teste F, corrigido em função do erro experimental, usando t calculado pelo SAEG (BANZATO & KRONKA, 1989; RIBEIRO JÚNIOR, 2001).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O padrão de crescimento em altura das plantas de calêndula foi dependente dos tratamentos, com respostas lineares e cúbicas, mas com taxas de crescimento significativamente semelhantes (Figura 1). Esses resultados indicam que as plantas podem apresentar taxas variáveis de crescimento e morfologia bem características, com modificações no final do ciclo vegetativo, em razão de fatores ambientes.

A altura média final das plantas, aos 120 dias, ficou em torno de 60,0 cm, independente dos tratamentos. Esse valor é diferente do relatado por Sigedar et al. (1991), em que as plantas da calêndula alcançam até 45 cm de altura no final do ciclo. Também diferem do citado por Vieira et al. (1999) sobre a altura média final das plantas de calêndula terem variado de 29,9 a 39,9 cm, quando cultivadas, respectivamente, com 0 t ha-1 de cama-de-frango + 50 kg ha-1 de P2O5 na forma de superfosfato simples e 7 t ha-1 de cama-de-frango + 100kg ha-1 de P2O5. As diferenças de altura das plantas mostram que as relações fonte-dreno podem ser alteradas pelas condições de cultivo (BENINCASA, 2003; HARDER et al., 2005; LARCHER, 2000).

A produção máxima de capítulos florais da calêndula foi de 9.755,16 mil ha-1,obtida com o uso de 49,15 kg ha-1 de P2O5, associada a 13.401,10 kg ha-1 de cama-de-frango (Figura 2). Isso indica que os sistemas vegetais são capazes de se autoregular, baseando-se na capacidade de adaptação do organismo individual e das populações (LARCHER, 2000). Segundo Kiehl (1993), o efeito benéfico da associação de adubos minerais fosfatados com orgânicos deve aumentar o P disponível para as plantas, além do provável efeito indireto da cama-de-frango, elevando o pH do solo e contribuindo para incremento na disponibilidade de outros nutrientes.

 

 

A maior produção (11.058,89 kg ha-1)de massa fresca de capítulos florais de calêndula foi obtida com 49,98 kg ha-1 de P2O5 e 13.266,59 kg ha-1 de cama-de-frango (Figura 3). Esse resultado indica que a mistura de fertilizantes minerais fosfatados com orgânicos deve ter aumentado a disponibilidade de P para as plantas, provavelmente pela formação de complexo humo-fosfato e pelo revestimento dos sesquióxidos de ferro e alumínio pelo húmus, evitando a adsorção do fosfato solúvel (KIEHL, 1993). Isso porque, a matéria orgânica do solo libera parte do N e P, nutrientes que, via de regra, proporcionam os maiores acréscimos de produção.

 

 

Sigedar et al. (1991), quando estudaram 0; 25 e 50 kg ha-1 de P2O5 e 0; 50 e 100 kg ha-1 de N, em experimento com calêndula, observaram que a interação entre 50 kg ha-1 de P2O5 e 100 kg ha-1 de N aumentou o número e a massa dos capítulos florais. Vieira et al. (2002), avaliando a produção de biomassa de calêndula, em função de tipos de diásporos e cama-de-frango, observaram que as produções de massas frescas de partes aéreas (343,30 a 423,73 g planta-1), de capítulos florais (37,00 a 52,54 g planta-1), de frutos verdes 25,62 a 34,95 g planta-1) e de frutos maduros (1,33 a 2,22 g planta-1) não foram influenciadas significativamente pelos tipos de diásporos nem pela cama-de-frango.

As produções máximas de massas secas de capítulos florais (2.227,61 kg ha-1) foram obtidas com 39,62 kg ha-1 de P2O5 e 8.109,75 kg ha-1 de cama-de-frango (Figura 4). Esses resultados contrariam os obtidos por Vieira et al. (1999), que, estudando a influência de cama-de-frango semidecomposta e de fósforo sobre o crescimento de plantas e produção de capítulos de calêndula, verificaram que as maiores produções de massas frescas (1.794,64 kg ha-1) e de massas secas (240,96 kg ha-1) de capítulos de calêndula foram obtidos com o uso de 14 t ha-1 de camade-frango e 0 g ha-1 de P2O5. Os capítulos de calêndula com maior massa unitária (0,18 g), embora em menor número (9,63 por planta), resultaram do uso de 50 kg ha-1 P2O5.

 

 

 

CONCLUSÃO

Nas condições em que foi desenvolvido o experimento concluiu-se que, para se obter maior produção de massa seca de capítulos florais, componente de maior importância comercial, a calêndula deve ser cultivada utilizando-se adubação com H" 40 kg ha-1 de P2O5 e H" 8.000 kg ha-1 de cama-de-frango.

 

AGRADECIMENTOS

Ao CNPq, pelas bolsas concedidas e à FUNDECT-MS, pelo apoio financeiro.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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(Recebido em 2 de agosto de 2007 e aprovado em 28 de agosto de 2008)

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