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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.33 no.spe Lavras  2009

https://doi.org/10.1590/S1413-70542009000700025 

COMUNICAÇÃO

 

Efeito de meios de cultura, concentrações de GA3 e pH sobre a germinação in vitro de mangabeira (Hancornia speciosa Gomes)

 

Effect of culture media, GA3 concentrations and pH on in vitro germination of Hancornia speciosa Gomes

 

 

Fernanda Pereira SoaresI; Renato PaivaII; Vanessa Cristina SteinIII; Fernanda Carlota NeryIV; Raírys Cravo NogueiraV; Lenaldo Muniz de OliveiraVI

IAgrônoma, Doutora em Agronomia/Fisiologia Vegetal - Coordenação de Sementes e Mudas - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA - Esplanada dos Ministérios, Bloco D - 3 Andar - 70043-900 - Brasília, DF - fernandapsoares@hotmail.com
IIAgrônomo, PhD em Agronomia pela University of Illinois/EUA - Departamento de Biologia - Universidade Federal de Lavras/UFLA - Campus UFLA - Cx P. 3037 - 37200-000 - Lavras, MG - renpaiva@ufla.br
IIIBióloga, Doutoranda no curso de Agronomia/Fisiologia Vegetal - Biologia - Setor de Fisiologia Vegetal - Universidade Federal de Lavras/UFLA - Departamento de Biologia - Setor de Fisiologia Vegetal - Campus Universitário - Cx. P. 3037 - 37200-000 - Lavras, MG - vanessastein@ibest.com.br
IVAgrônoma, Doutora em Fisiologia Vegetal/UFLA - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Muzambinho - Rod. Muzambinho Km 35 - Bairro Morro Preto - 37890-000 - Muzambinho, MG - fernandacarlota@yahoo.com.br
VCiências Biológicas, Bacharelado, Doutorado - Faculdade De Engenharia Florestal - Universidade Federal do Pará - R: Coronel José Porfírio, n 2515 - 68372-040 - Bairro São Sebastião - Altamira, Pará - rairys@ufpa.br
VIAgrônomo, Doutor em Fisiologia Vegetal/UFLA - Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais - Universidade Estadual de Feira de Santana/UEFS - Horto Florestal, Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais - Av. Presidente Dutra, s/n - Sta. Mônica - 44055-000 - Feira de Santana,BA - lenaldo@uefs.br

 

 


RESUMO

A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) destaca-se por possuir um grande potencial como planta frutífera e produtora de borracha. As dificuldades encontradas no seu processo de propagação por meio de sementes, devido, principalmente, à baixa taxa de germinação e à recalcitrância, valorizam a busca por soluções alternativas para a produção de mudas dessa espécie, de maneira rápida e eficiente. Objetivou-se, neste trabalho, realizar o estudo da germinação de sementes de mangabeira em condições in vitro, tendo como precedente a obtenção de explantes, para posterior utilização no cultivo in vitro. Neste estudo foram avaliados os efeitos de diferentes meios de cultura, concentrações de sacarose e GA3 e de três níveis de pH na germinação da mangabeira. Frutos maduros foram coletados, passaram por processo de beneficiamento e tiveram suas sementes retiradas e utilizadas como explantes. Maior porcentagem de germinação de sementes de mangabeira in vitro foi obtida com a utilização dos meios de cultura WPM e MS/2, suplementados com 15,0 g L-1 de sacarose, 0,2 mg L-1 de GA3 e com pH corrigido para 5,8.

Termos para indexação: Sementes, propagação, mangaba, Hancornia speciosa.


ABSTRACT

The Hancornia speciosa Gomes species presents potential for fruit and rubber production. Propagation is difficult primarily due, to a reduced seed germination and occurrence of recalcitrant seeds that stimulate the search of rapid and efficient propagation alternatives. In this context, the aim of this work was to study in vitro seed germination conditions in order to produce explants to be used on in vitro culture. The effect of different culture media, sucrose and GA3 concentrations and three pH levels were evaluated. Seeds were extracted from mature fruits after being harvested and processed. Higher in vitro germination was obtained using WPM and MS/2 media supplemented with 15.0 g L-1, 0.2 mg L-1 GA3 and pH adjusted to 5.8.

Index terms: Seeds, propagation, mangaba, Hancornia speciosa.


 

 

A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes), espécie arbórea do Cerrado, apresenta um grande potencial como planta frutífera e como produtora de borracha (PAULA, 1992). No entanto, com a inexistência de plantios racionais e tecnificados, o extrativismo é, atualmente, sua única forma de exploração, constituindo-se, assim, numa grande barreira para o aproveitamento de todas as suas potencialidades.

A propagação sexuada da mangabeira é dificultada pelo fato de suas sementes serem recalcitrantes e porque a polpa do fruto tem uma ação inibitória sobre a germinação destas (CAMPBELL, 1996; GRICOLETTO, 1997). Estudos de meios de cultura que favoreçam a germinação in vitro dessa espécie são importantes, tanto para maximizar a taxa de germinação como para obter plântulas com qualidade genética e fitossanitária adequada, que sirvam como fonte de explantes em experimentos de cultura de tecidos e que facilitem a conservação e transferência de germoplasma da espécie (PINHEIRO et al., 2001).

Quando o estabelecimento da cultura in vitro via material oriundo do campo ou de casa de vegetação traz o problema da contaminação endógena severa, essa pode ser a única fonte de material asséptico. Segundo Gricoletto (1997), a obtenção dos explantes, a partir de plântulas de sementes germinadas in vitro evita a contaminação do material vegetal e a baixa resposta morfogenética dos tecidos arbóreos adultos.

Durante o cultivo in vitro, as soluções de sais e açúcares que compõem os meios de cultura não exercem efeito puramente nutritivo, mas também influenciam o crescimento celular e a morfogênese por meio de propriedades osmóticas (GEORGE, 1996). Amador & Stewart (1987), trabalhando com germinação in vitro de várias espécies lenhosas, obtiveram sucesso no controle do potencial osmótico do meio de cultura, utilizando diferentes concentrações de sacarose.

Gmitter Junior & Moore (1986) e Rangaswamy (1963) obtiveram um significativo aumento na porcentagem de germinação variando concentrações de sacarose no meio de cultura em Orobanche aegyptiaca Pers. e Citrus, respectivamente. Resultados semelhantes também foram observados por Komatsuda (1992), em seus trabalhos com várias espécies lenhosas.

Segundo Souza (2003), dependendo da espécie, não há necessidade de suplementação do meio de cultura com sacarose. Porém, pode ser que, ao adicioná-la, consiga-se manter a plântula in vitro por um período de tempo maior.

Diversas formulações de meios básicos têm sido utilizadas. Não há uma formulação padrão, mas o meio MS (MURASHIGE & SKOOG, 1962), com suas modificações e diluições, tem sido adotado com sucesso para diversas espécies. Entretanto, o meio MS não se mostra satisfatório em alguns casos e composições mais diluídas em macronutrientes apresentam melhor desempenho (GRATTAPAGLIA & MACHADO, 1998). O meio nutritivo WPM (LLOYD & MCCOWN, 1980), por exemplo, apresenta 25% das concentrações de íons nitrato e amônia do meio MS, além de mais potássio e um alto nível de íons sulfato, sendo amplamente utilizado para a micropropagação de espécies lenhosas (PASQUAL, 2001).

O pH é considerado um fator crítico do meio de cultura (MURSASHIGE, 1974), influenciando na disponibilidade de nutrientes, de fitorreguladores e no grau de solidificação do ágar (GRATTAPAGLIA & MACHADO, 1990). Usualmente, é ajustado em uma faixa que varia de 5,0 a 6,5 (PIERIK, 1987), para o desenvolvimento adequado da maioria das espécies; em níveis inferiores a 4,5 e superiores a 7,0, geralmente ocorre paralisação do crescimento e do desenvolvimento in vitro (JANSEN & CRONIN, 1953; MURASHIGE, 1974).

A presença de reguladores de crescimento no meio de cultura é também importante na regulação da germinação. Sabe-se, hoje, que as giberelinas têm um papel-chave nesse processo, estando envolvidas tanto na quebra da dormência como no controle da hidrólise de reservas, da qual depende o embrião em crescimento.

Enquanto para diversas espécies, as giberelinas aceleram a germinação e a emergência, para outras elas apresentam pequena resposta ou nenhum efeito. Carvalho (1997) observou que o ácido giberélico (GA3) não contribuiu para acelerar a germinação in vitro de sementes de Coffea arabica L. e o desenvolvimento final das mudas. Deccetti (2000) obteve redução na taxa de germinação de sementes de Annona glabra L. quando utilizou 2,0 mg L-1 de GA3 no meio de cultura e, principalmente, quando esse foi associado à elevadas concentrações de sacarose.

Visando o estabelecimento de plantas que possam servir como fonte potencial de explantes para o cultivo in vitro, objetivou-se, no presente trabalho, estudar aspectos da germinação in vitro da mangabeira.

Frutos maduros de mangabeira foram coletados de populações naturais localizadas no município de Pitangui, região Centro-Oeste do estado de Minas Gerais e trazidos para o Laboratório de Cultura de Tecidos de Plantas do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Lavras.

Para a retirada das sementes, os frutos passaram por processo de beneficiamento, com retirada da polpa, imersão em hidróxido de sódio (NaOH) 0,1 M por 5 minutos e lavagem em água corrente com auxílio de peneira por 10 minutos. Em seguida, as sementes foram colocadas para secar à sombra.

Após o período de secagem, foram levadas para a câmara de fluxo laminar, imersas em álcool 70% (v/v) por 60 segundos e em solução de hipoclorito de sódio (NaOCl) com 1,0% de cloro ativo por 10 minutos. Ao final desse tempo, foram lavadas em água destilada e autoclavada e tiveram seus tegumentos retirados. Posteriormente, foram novamente imersas em solução de NaOCl com 1,0% de cloro ativo por mais 10 minutos, lavadas 5 vezes em água destilada e inoculadas em tubos de ensaio, contendo os diferentes tratamentos.

Foram testados os meios de cultura WPM, WPM2x (dobro da concentração de sais), WPM/2 (metade da concentração de sais), MS e MS/2 (metade da concentração de sais), suplementados com 30,0 g L-1 de sacarose e solidificados com ágar 0,7%. O pH foi corrigido para 5,8 antes da autoclavagem a 120ºC, durante 20 minutos.

Em uma segunda etapa, foram testados três níveis de GA3 (0,0; 0,2 e 0,4 mg L-1) e três concentrações de sacarose (0,0; 15,0 e 30,0 g L-1) (Tabela 1) no meio de cultura WPM, solidificado com ágar 0,7%. O pH foi corrigido para 5,8, antes da autoclavagem.

 

 

Foram estudados ainda três níveis de pH (4,8; 5,8 e 6,8) no meio de cultura WPM, suplementado com 15,0 g L-1 de sacarose, 0,2 mg L-1 de GA3 e solidificado com ágar 0,7%.

Após a inoculação, as sementes foram mantidas em sala de crescimento sob irradiância de 36 ìmol m-2s-1, fotoperíodo de 16 horas e temperatura de 25±2ºC. A avaliação foi realizada aos 30 dias de incubação, sendo observada a porcentagem de sementes germinadas em cada tratamento. Foi considerada germinada, a semente que apresentava a radícula protrundida.

O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, com 20 repetições por tratamento, sendo cada uma composta por um tubo de ensaio e cada tubo contendo uma semente.

A porcentagem de germinação de sementes de mangabeira, nos diferentes meios de cultura testados foi semelhante (Tabela 2), demonstrando a não significância dos tratamentos.

 

 

Efeitos não significativos do meio nutritivo foram observados também por Conceição (2000), testando diferentes concentrações do meio de cultura MS, na germinação de sementes de timbó (Derris sp.).

Apesar da não significância, uma pequena superioridade dos meios de cultura WPM e MS/2, ambos proporcionando 100% de germinação, foi, no entanto, constatada.

A maior porcentagem de germinação de sementes de mangabeira, em meio nutritivo MS/2 em relação ao meio MS completo deveu-se, provavelmente, à diminuição do potencial osmótico promovido pela redução das concentrações de macro e micronutrientes do referido meio.

Grattapaglia & Machado (1990) afirmam que o meio MS completo não tem se mostrado satisfatório em alguns casos, para espécies lenhosas e que composições mais diluídas, como as do meio WPM, podem apresentar melhores resultados.

Bertoni et al. (2002) confirmam a eficiência do meio WPM na germinação de sementes de Zeyheria montana Mart., uma espécie medicinal do Cerrado. Os autores reportam que a utilização desse meio menos concentrado promoveu um bom desenvolvimento das plântulas e favoreceu o estabelecimento do protocolo de propagação in vitro, da espécie.

Pode-se visualizar, na Figura 1, etapas do processo de germinação in vitro e desenvolvimento pós-seminal da mangabeira.

 

 

Quanto ao uso do ácido giberélico e da sacarose, a maior porcentagem de sementes germinadas (90%) foi verificada no meio de cultura WPM, suplementado com 15,0 g L-1 de sacarose e 0,2 mg L-1 de GA3 (T4), diferenciando-se significativamente somente do tratamento controle (T0), no qual ambos estavam ausentes (Tabela 3).

 

 

Pereira et al. (2006), trabalhando com Uncaria guianensis J.F. Gmelin, também obtiveram os maiores porcentuais de germinação na presença de 15,0 g L-1 de sacarose, independente da concentração do meio nutritivo utilizado.

A menor porcentagem de sementes germinadas (55%) foi verificada na ausência de sacarose e GA3 no meio de cultura. Azevedo et al. (2002), ao contrário, obteve maiores porcentagens de germinação in vitro de sementes de copaíba (Copaifera langsdorffii Desf.) em meio de cultura MS, desprovido de sacarose. Resultados semelhantes também foram obtidos em sementes de Annona glabra L. (DECCETTI, 2000).

A adição de 0,2 mg L-1 de ácido giberélico ao meio de cultura favoreceu a germinação. No entanto, observou-se que concentrações superiores a essa provocaram uma diminuição na porcentagem de sementes germinadas.

Pinheiro et al. (2001), testando diferentes concentrações de ácido giberélico na germinação in vitro de sementes de mangabeira, verificaram que a adição de 0,1 mg L-1 desse regulador favoreceu o processo germinativo. Contudo, concentrações iguais ou superiores a 0,3 mg L-1 provocaram uma diminuição na porcentagem de sementes dessa espécie germinadas.

Em meio de cultura suplementado com 0,4 mg L-1 de GA3, quando a concentração de sacarose foi superior a 15,0 g L-1, foi verificada uma redução significativa da porcentagem de sementes de mangabeira germinadas. Provavelmente, a maior quantidade de sacarose pode ter afetado a força osmótica do meio de cultura, prejudicando o processo germinativo. Segundo George (1996), concentrações elevadas de sacarose tornam a água do meio indisponível para a embebição das sementes, impossibilitando o início da germinação.

Resultados semelhantes foram encontrados por Gomes (1999) que obteve maior porcentagem de germinação de sementes de moreira (Maclura tinctoria D. Don ex Steud) em meios suplementados com sacarose, porém, em menores concentrações.

Nos diferentes níveis de pH testados, a porcentagem de germinação de sementes de mangabeira foi semelhante (Tabela 4), demonstrando a não significância dos tratamentos.

 

 

Resultados semelhantes foram encontrados por Nascimento (2006) e Nicioli (2006) que, também não observaram efeito significativo do pH na germinação in vitro de sementes de barbatimão (Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville) e uvaia (Eugenia pyriformis Cambess.), respectivamente.

Elevada porcentagem de germinação foi verificada em toda a faixa de pH utilizada. Resultados semelhantes foram obtidos por Therios (1982) que constatou que sementes de Prunus amygdalus Stokes germinam em ampla faixa de pH sem apresentarem diferenças porcentuais significantes.

De acordo com Huxley (1964), a germinação de sementes de muitas espécies não é dependente do pH, dentro dos limites fisiológicos. Sabe-se, no entanto, que ele é um fator controlador das vias metabólicas e da permeabilidade das membranas celulares, uma vez que afeta inúmeras reações enzimáticas (DAVIS, 1980).

Segundo Eberlein (1987), efeitos deletérios sobre a germinação e o desenvolvimento de diferentes espécies de plantas têm sido relatados em condições de pH abaixo de 4 e superior a 10.

A concentração de sais nos meios de cultura WPM, WPM2x, WPM/2, MS e MS/2 não limita a elevada taxa de germinação das sementes de mangabeira.

A germinação de sementes de mangabeira é maximizada em meio de cultura suplementado com 0,2 mg L-1 de GA3 e 15,0 g L-1 de sacarose.

Esta espécie apresenta elevadas taxas de germinação na faixa de pH que varia de 4,8 a 5,8.

 

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Recebido em 22 de setembro de 2006
Aprovado em 12 de março de 2007

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