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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.34 no.2 Lavras Mar./Apr. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542010000200009 

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

 

Enraizamento de estacas de atemoieira (Annona Cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner submetidas a tratamento lento e rápido com auxinas

 

Rooting of atemoya (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner cuttings subjected to slow and fast treatment with auxins

 

 

Gisela FerreiraI; Tainara Bortolucci FerrariII

IInstituto de Biociências - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP - Departamento de Botânica - Botucatu, SP - gisela@ibb.unesp.br
IIInstituto de Biociências - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP - Botucatu, SP

 

 


RESUMO

Realizou-se este trabalho, com o objetivo de avaliar o uso de concentrações de diferentes auxinas no enraizamento de estacas de atemoieira (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner, empregando-se tratamento lento e rápido. O delineamento experimental empregado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x7 (auxinas x concentrações), com 5 repetições de 12 estacas por parcela, para cada método de aplicação de auxina (lento e rápido). As estacas foram tratadas com os reguladores vegetais, por meio da imersão da base em soluções, contendo IBA, NAA e 2,4-D, durante 24 horas (tratamento lento) nas concentrações 0 (testemunha), 50, 100, 200, 300, 400 e 500 mg L-1 de cada regulador e 5 segundos (tratamento rápido) nas concentrações 0 (testemunha), 500, 1000, 2000, 3000, 4000 e 5000 mg L-1 de cada regulador. As variáveis avaliadas foram: porcentagem de estacas sobreviventes, enraizadas, sobreviventes com calos, comprimento de raiz por estaca, porcentagem de estacas enraizadas com folhas remanescentes, com brotação e com folhas remanescentes e brotação. Para o enraizamento de estacas de atemoieira cv. 'Gefner' conclui-se que, o tratamento lento, com 200 mg L-1 de NAA, proporcionou incremento ao processo, da mesma forma que o tratamento rápido com IBA, independente da concentração.

Termos para indexação: Propagação, atemóia, reguladores vegetais.


ABSTRACT

This study aimed to evaluate the effect of different auxin concentrations in the rooting of atemoya (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner stacks, employing slow and fast treatments. The experimental design used was completely randomized, in 3x7 factorial arrangement (auxins x concentrations), with 5 replicates of 12 stacks per plot, for each auxin application method (slow and fast). Stacks were treated with plant growth regulators by bottom immersion in a solution containing IBA, NAA and 2,4-D for 24 hours (slow treatment) at the following concentrations: 0 (control), 50, 100, 200, 300, 400 and 500 mg L-1 of each growth regulator and for 5 seconds (fast treatment) at the concentrations: 0 (control), 500, 1000, 2000, 3000, 4000 and 5000 mg L-1 of each growth regulator. The evaluated variables were: percentage of surviving, rooted and surviving-with-callus stacks; root length per stack; percentage of rooted stacks with remaining leaves, sprouting, and remaining leaves and sprouting. For the rooting of stacks of atemoya cv. 'Gefner', it was concluded that the slow treatment with 200 mg L-1 of NAA increased the rooting process, similar to fast treatment with IBA, regardless of concentrations.

Index terms: Propagation, atemoya, plant growth regulators.


 

 

INTRODUÇÃO

A atemóia é um híbrido interespecífico entre a Annona cherimola Mill. e A. squamosa L. que apresenta adaptação climática intermediária aos parentais, características organolépticas da cherimóia associadas às da fruta-do-conde, além da sua rusticidade e facilidade de produção. (Donadio, 1997).

Por ser um híbrido, a propagação vegetativa é empregada para garantir a uniformidade genética do material que constituirá o pomar comercial. Dentre os métodos, utiliza-se convencionalmente a enxertia por borbulhia ou garfagem (Tokunaga, 2000), embora até o momento não tenha sido encontrado porta-enxerto, com todas as características desejadas (Kavati, 1992). A estaquia surge como alternativa, tanto para produção de porta-enxerto (Scaloppi Junior & Martins, 2003; Bettiol Neto et al., 2006) como para produção da muda da cultivar copa, conforme sugerem Stenzel (1997) e Ferreira & Cereda (1999).

De acordo com Hartmann et al. (2002), a resposta das estacas à aplicação de auxinas exógenas depende da espécie e da concentração de auxina existente no tecido, conforme também relatado por autores como Giacobbo et al. (2007), Villa et al. (2008) e Villa et al. (2009). Além disso, depende também de fatores como a concentração da solução auxínica e da duração do tratamento. Para soluções concentradas, que variam de 500 a 1000 mg L-1, o tempo de imersão das estacas em cada tratamento deverá ser de aproximadamente 5 segundos, enquanto que, para concentrações abaixo de 500 mg L-1, a duração do tratamento deverá ser de aproximadamente 24 horas.

Neste contexto, e além o fato de as estacas de atemóia serem consideradas de difícil enraizamento (Sanewski, 1991), alguns trabalhos foram desenvolvidos como o de Ferreira & Cereda (1999) no qual obtiveram 25% de enraizamento de estacas de atemóia cv. Gefner em tratamento rápido (5 minutos) com auxinas, embora o uso de 1000, 3000 e 5000 mg L-1 de IBA e NAA não tenham promovido diferenças significativas na porcentagem de enraizamento. Savazaki (2000) verificou que as estacas de atemóia cv. Gefner, Bradley e PR-3 tratadas com IBA nas concentrações de 1000, 2000 e 3000 mg L-1, durante 5 segundos, apresentaram respectivamente 36, 60 e 50% de enraizamento. Esses valores mostram que esse regulador vegetal não promoveu aumento na percentagem de enraizamento.

Desse modo, realizou-se este trabalho, com o objetivo de avaliar o uso de concentrações de diferentes auxinas no enraizamento de estacas de atemoieira (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner, em tratamento lento e rápido.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os ramos de atemoieira provenientes de plantas com 5 anos de idade, foram coletados na manhã do dia da instalação do experimento, com 30 cm de comprimento, em pomar comercial localizado na região de Lins, SP.

As estacas foram preparadas com 12 a 15 cm de comprimento, utilizando-se a parte mediana dos ramos. Duas folhas reduzidas à metade e duas gemas na base (sem folhas) foram mantidas em cada estaca, conforme recomendações de Ferreira & Cereda (1999).

Foram realizados dois experimentos, um com o método rápido e outro com o lento. Para cada um deles empregou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x7, sendo os níveis constituídos de três auxinas e sete concentrações, com 5 repetições de 12 estacas por parcela.

Para o método de tratamento rápido, foi realizada imersão da base das estacas nas soluções contendo ácido indolbutírico (IBA), ácido naftalenoacético (NAA) e ácido 2,4-diclorofenoxiacético (2,4-D), nas concentrações de 0 (testemunha), 500, 1000, 2000, 3000, 4000 e 5000 mg L-1, durante 5 segundos. Da mesma forma, para o método de tratamento lento, as estacas foram imersas em soluções contendo IBA, NAA e 2,4D, nas concentrações 0 (testemunha), 50, 100, 200, 300, 400 e 500 mg L-1, durante 24 horas.

Após os tratamentos, as estacas foram colocadas em bandejas de poliestireno (isopor) com 128 células e 12 cm de altura, contendo substrato comercial Plantmax® e mantidas em casa de vegetação, sob nebulização intermitente, por 180 dias (Savazaki, 2000).

A câmara de nebulização foi controlada por temporizador regulado para 10 segundos de nebulização com intervalos de 4 minutos entre as nebulizações no primeiro mês e com intervalos de 8 minutos até o final do experimento. Com o objetivo de evitar contaminação, aplicou-se fungicida, quinzenalmente, conforme sugerido por Cereda & Ferreira (1997).

As variáveis avaliadas constaram de porcentagem de estacas sobreviventes (PES), sobreviventes enraizadas (PEE), sobreviventes com calos (PESC), comprimento médio de raiz por estaca (CMR), porcentagem de estacas enraizadas com folhas remanescentes (PEEFR), com brotação (PEEBR) e com folhas remanescentes e brotação (PEEFRBR). Os dados foram submetidos à análise de variância, pelo teste F e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Os dados originais das variáveis em porcentagem foram transformados para arco-seno raiz de x/100.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se, com o tratamento lento, que, de acordo com o teste F, houve significância entre reguladores e concentrações para as variáveis estudadas, exceto para porcentagem de estacas enraizadas com folhas remanescentes (PEEFR), para as quais houve apenas efeito dos reguladores utilizados (Tabela 1).

Verificou-se que, para porcentagem de estacas sobreviventes (PES) e sobreviventes enraizadas (PEE), o NAA proporcionou maiores valores (Tabela 2). Isso sugere que o NAA tenha atuado para que os processos metabólicos resultassem em enraizamento. Da mesma forma que neste experimento, Lee et al. (1978), trabalhando com estacas de hipocótilo de Phaseolus aureus Roxb., verificaram que NAA foi a auxina sintética mais efetiva no processo de enraizamento, seguido pelo IBA e 2,4D. Cabe salientar que o 2,4D promoveu inibição ao enraizamento na concentração de 400 mg L-1, o que restringe seu uso para tal espécie. Em contrapartida, em cada uma das concentrações o NAA promoveu as maiores médias em comparação aos demais reguladores. Para porcentagem de calos por estaca sobrevivente (PESC) e comprimento médio de raiz (CMR), observou-se que o NAA, em comparação com os outros reguladores, independentemente da concentração utilizada, promoveu os maiores resultados (Tabela 3). O surgimento do calo ocorre quando os tecidos do floema e xilema são lesionados, o que resulta em posterior formação de um tecido de cicatrização, constituído por um aglomerado de células desorganizadas, parenquimatosas e em diferentes etapas de lignificação (Fachinello et al., 1995). A presença de calos demonstrou elevada capacidade para produção de novas células com o uso de NAA, ao contrário do 2,4D no qual não foi observada formação de calos.

Com relação ao comprimento médio de raiz (CMR), verificou-se que IBA e 2,4D, em todas as concentrações, provocaram redução no comprimento das raízes, quando comparadas com o controle. Para estacas de Morus alba L., Misra & Jauhari (1970) observaram alta porcentagem de enraizamento, maior número e maior comprimento de raízes por estaca, quando tratadas com IBA a 200 mg L-1, diferente do que ocorreu neste trabalho.

A permanência de folhas remanescentes nas estacas após o enraizamento (PEEFR) pode ser verificada na Tabela 4. A partir da análise estatística, constatou-se diferença significativa apenas para o regulador utilizado, não sendo observadas diferenças em relação às concentrações.

 

 

Verificou-se que NAA e IBA apresentaram os maiores valores, o que significa que houve maior porcentagem de sobrevivência (PES) e enraizamento (PEE) nas estacas cujas folhas remanescentes foram mantidas. As folhas no enraizamento de estacas são consideradas fonte de auxinas e nutrientes, necessárias para a formação de raízes nas estacas (Pasqual et al., 2001). A dessecação das folhas pode afetar a formação das raízes nas estacas, dessa forma, a prevenção da morte das folhas pode aumentar significativamente o crescimento e desenvolvimento do sistema radicular (Wilkins et al., 1995). Porém, mesmo com a abscisão das folhas e emissão de brotações ainda foi possível obter enraizamento (Tabela 5). Para porcentagem de estacas enraizadas com brotações (PEEBR), somente as concentrações 200 e 500 mg L-1 promoveram diferenças entre os reguladores, com o 2,4D a 500 mg L-1 proporcionando a maior média.

Na avaliação de estacas com folhas remanescentes e que emitiram brotação (PEEFRBR), verifica-se que, mesmo com porcentagens reduzidas de enraizamento, o NAA proporcionou maiores valores para o enraizamento (Tabela 5).

Para o tratamento rápido, o teste F demonstrou que houve diferença significativa na interação reguladores x concentrações apenas para porcentagem de estacas sobreviventes com calos (PESC). Para porcentagem de estacas sobreviventes (PES) e enraizadas com folhas remanescentes (PEEFR) houve diferença entre reguladores e concentrações. Para porcentagem de estacas enraizadas (PEE) e enraizadas com brotações (PEEBR), houve apenas efeito do regulador utilizado (Tabela 6).

Observou-se que, para as variáveis porcentagem de estacas sobreviventes (PES), sobreviventes enraizadas (PEE), enraizadas com folhas remanescentes (PEEFR) e enraizadas com brotações (PEEBR), houve diferença significativa entre os reguladores e que estacas tratadas com NAA, independentemente da concentração, apresentaram maior porcentagem de sobrevivência (PES), diferindo daquelas tratadas com 2,4D (Tabela 7). Esse resultado assemelha-se ao encontrado por Bettiol Netto et al. (2006), em estacas de araticum-mirim tratadas com 1000, 2000 e 3000 mg L-1 de IBA. Em contrapartida, para porcentagem de estacas sobreviventes enraizadas (PEE), verificou-se que as estacas tratadas com IBA e 2,4D apresentaram as maiores médias de enraizamento.

 

 

Dessa forma, pode-se verificar que, embora o NAA tenha proporcionado a maior porcentagem de estacas sobreviventes (PES), estas não necessariamente enraizaram, enquanto o IBA promoveu maior porcentagem de enraizamento (PEE). Estas observações sugerem ser o IBA mais eficaz que o NAA, o que está de acordo com relatos de Hartmann et al. (2002) de que o IBA não é destruído pelo sistema IAA-oxidase, tem boa estabilidade à luz e ação localizada, enquanto o NAA é um composto mais tóxico, tendo que ser utilizado em concentrações menores.

Em experimento realizado com estacas semilenhosas de atemóia cv. Pink, submetidas a tratamentos com IBA nas concentrações 0, 1000, 2000 e 4000 mg L-1, Costa Junior et al. (1998) obtiveram porcentagem de enraizamento de 6,7%, 11%, 15,5% e 40%, respectivamente, médias bem mais baixas do que aquelas encontradas neste estudo. A eficiência do uso do IBA também foi comprovada por Bettiol Neto et al. (2006) que verificaram crescimento linear para porcentagem de estacas enraizadas de araticum-de-terra-fria (Rollinia sp.) em função do aumento das concentrações de IBA, obtendo-se 56,4% de enraizamento com 3000 mg L-1.

Estacas tratadas com IBA mantiveram suas folhas, resultando em maior porcentagem de estacas enraizadas com folhas remanescentes (PEEFR), e menor porcentagem de estacas enraizadas com brotações (PEEBR), o que não foi verificado com o uso de NAA e 2,4D.

Bettiol Neto et al. (2006) observaram em estaquia de araticum-de-terra-fria que, quanto maior a concentração de IBA, menor a porcentagem de estacas com brotações. Tal comportamento pode estar ligado ao fato da aplicação de IBA favorecer o enraizamento pelo suplemento de auxina, mas, consequentemente, um desfavorecimento do crescimento das brotações. Esse fato pode ser observado neste trabalho, uma vez que a maior porcentagem de enraizamento (PEE) ocorreu com o uso de IBA, enquanto que as maiores porcentagens de estacas enraizadas com brotações (PEEBR) foram obtidas com NAA e 2,4D.

Resultados similares foram obtidos por Rufini et al. (2002) e Pio et al. (2003). Esses autores notaram que a aplicação crescente de concentrações de IBA promoveu queda linear na porcentagem de estacas com brotações de maracujazeiro-doce e azedo, mas aumento na porcentagem de estacas enraizadas. Verificou-se, também, que as auxinas utilizadas, independentemente das concentrações promoveram redução na porcentagem de estacas sobreviventes (PES) (Tabela 8).

 

 

Os resultados referentes à porcentagem de estacas sobreviventes com calos (PESC) encontram-se na Tabela 9. Estacas tratadas com 2000 e 4000 mg L-1 de 2,4D apresentaram os menores valores, diferindo de IBA e NAA. Em estudo com concentrações de IBA aplicadas em araticum-de-terra-fria, Bettiol Neto et al. (2006) verificaram que 87,22% das estacas sobreviventes calejaram, o que assemelha-se aos 80,59% obtidos neste experimento com 4000 mg L-1 de IBA e não diferiu das demais concentrações de IBA e NAA.

 

 

Para comprimento de raízes por estaca enraizada (CMR), observou-se que não houve diferença significativa para regulador e para concentração. Contrariamente, Nahlawi et al. (1975) verificaram maior número de raízes por estaca, quando utilizaram crescentes concentrações de IBA até 5000 mg L-1 em estacas de oliveira, porém para comprimento de raízes os mesmos autores verificaram que IBA a 500 mg L-1 foi mais efetivo. Da mesma forma, Costa Junior et al. (1998) verificaram maior número de raízes por estaca, quando utilizaram 4000 mg L-1 de IBA em estacas de atemóia cv. Pink.

 

CONCLUSÃO

Para o enraizamento de estacas de atemóia (Annona cherimola Mill. x A. squamosa L.) cv. Gefner, conclui-se que o tratamento lento, com 200 mg L-1 de NAA, proporcionou incremento ao processo, da mesma forma que o tratamento rápido com IBA, independente da concentração.

 

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Recebido em 27 de junho de 2008
Aprovado em 10 de setembro de 2009

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