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Ciência e Agrotecnologia

Print version ISSN 1413-7054

Ciênc. agrotec. vol.34 no.5 Lavras Sept./Oct. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542010000500004 

CIÊNCIAS AGRÁRIAS

 

Avaliação de parentais e híbridos experimentais de melão rendilhado

 

Performance of parents and experimental hybrids of net melon

 

 

Pablo Forlan VargasI; Francine de Souza GalattiII; Jean de Oliveira SouzaII; Renata CastoldiII; Hamilton César de Oliveira CharloII; Leila Trevizan BrazIII

IUniversidade do Estado de Minas Gerais/UEMG - Fundação de Ensino Superior de Passos/FESP - Avenida Juca Stockler - 1130 - 37900-106 - Passos, MG - pfvargas@gmail.com
IIUniversidade Estadual Paulista/UNESP - Jaboticabal, SP
IIIUniversidade Estadual Paulista/UNESP - Departamento de Produção Vegetal - Jaboticabal, SP

 

 


RESUMO

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar o desempenho de 38 genótipos de melão rendilhado, sendo seis parentais, 30 híbridos experimentais (15 híbridos e 15 recíprocos) e dois híbridos padrões de mercado (Bônus nº2 e Louis), quanto às características produtivas. O experimento foi conduzido no setor de Olericultura e Plantas Aromático-Medicinais da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, UNESP-Jaboticabal, em casa de vegetação, em delineamento em blocos casualizados, com três repetições, e 38 tratamentos, contendo uma única fileira de cinco plantas, com espaçamento ente si de 0,5 m e 1 m entrelinhas. A semeadura foi realizada em 01 de agosto de 2007, utilizando bandejas de poliestireno expandido de 128 células, e quando as mudas apresentaram a primeira folha não cotiledonar, realizou-se o transplante. As plantas foram cultivadas em substrato de fibra da casca de coco, sendo a irrigação e adubação realizadas conjuntamente por fertirrigação. A colheita foi realizada durante o mês de dezembro, sendo avaliados: produção total, diâmetro médio transversal e longitudinal do fruto, índice de formato de fruto, diâmetro médio transversal e longitudinal do lóculo, índice de formato do lóculo, diâmetro médio da inserção do pedúnculo dos frutos, precocidade e concentração de colheita. Realizou-se análise de variância para cada característica e comparação entre as médias pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de probabilidade. Com base nos resultados obtidos, concluiu-se que os genótipos (híbridos) experimentais 4, 23, 24, 26 e 28 obtiveram os melhores desempenhos sendo semelhantes aos híbridos comerciais.

Termos para indexação: Cucumis melo, cultivares, híbridos experimentais.


ABSTRACT

The objective of this study was to evaluate the performance of 38 net melon genotypes, six parents, 30 experimental hybrids (15 hybrids and 15 reciprocals) and two standard hybrid market, on the characteristics productive. The experiment was conducted in the experimental area of the Sector of Vegetable Crops and Aromatic Medicinal Plants, Faculty of Agricultural and Veterinary Sciences, UNESP-Jaboticabal, in a greenhouse, with three replications, each with 38 plots, contained a single row of five plants with spacing between them of 0.5 m and 1 m between lines. The seedlings were performed on August 1st, 2007, in expanded polystyrene trays with 128 pyramidal cells. Transplanting was done when the seedlings showed the first non-cotyledon leaf. The plants were grown on the substrate of the shell of coconut fiber, and the irrigation and fertilization carried out jointly by fertirrigation. The harvest was conducted during December, and the following factors were evaluated: total production, transverse and longitudinal diameters of fruit, format index of fruit, transverse and longitudinal diameters of locule, format index of locule, insertion diameters, earliness, concentration of harvest. There was performed an analysis of variance to each feature and comparison between the average test of Scott-Knott at 5% probability. Based on the findings it was concluded that the experimental hybrids 4, 23, 24, 26 and 28 have the best performance and were similar to commercial hybrids.

Index terms: Cucumis melo, cultivars, experimental hybrids.


 

 

INTRODUÇÃO

O melão (Cucumis melo L.) é uma espécie olerícola muito consumida e de grande popularidade no mundo. No Brasil, o cultivo de melão iniciou-se na década de 60, atualmente a cultura está em expansão. No ano de 2005, o Brasil produziu 190 mil toneladas de melão (Food and Agricultural Organization - FAO, 2006).

Na literatura, poucas são as informações sobre o volume e área plantada com melões do tipo cantaloupe no Brasil. Contudo há um aumento gradativo dos melões considerados nobres (Brasil, 2003). A produção de melão rendilhado vem aumentando devido ao consumo interno e também pela exportação, uma vez que o período de safra nacional coincide com o período de entressafra nos países europeus.

O consumo de melão rendilhado está relacionado ao teor de sólidos solúveis, responsável pelo sabor e ao seu aspecto visual, que o diferencia dos outros tipos de melões existentes no mercado (Vargas et al., 2008b).

A qualidade, em frutos de melão, envolve atributos relacionados à precocidade, concentração de produção, aparência, qualidade da polpa e armazenamento (McCreight et al., 1993). Aparência inclui formato, coloração da casca e da polpa e presença ou não de rendilhamento. A qualidade da polpa é influenciada pelo teor de açúcares, aroma, textura, firmeza e coloração.

A utilização de plantas híbridas na olericultura apresenta uma série de vantagens, tais como: reunir em um único genótipo características de interesse agronômico, obter cultivares superiores em curto prazo, uniformidade, aumento de produtividade, precocidade, melhor qualidade dos frutos, maior resistência à pragas e doenças, melhor conservação pós-colheita e estabilidade de comportamento sob condições ambientais variáveis.

Os programas de melhoramento do meloeiro, no Brasil, são direcionados ao grupo inodorus, com ênfase à resistência de pragas e doenças. As cultivares de melão rendilhado utilizadas até o momento, pelos produtores nacionais, são desenvolvidas no exterior (Japão e Estados Unidos) e suas sementes são importadas, tornando o setor produtivo nacional dependente. Alto custo de sementes importadas, aumento de produção, seja pelo consumo interno ou pela exportação e a dependência de importação de sementes, deixa a cadeia produtiva do meloeiro ser vulnerável, justifica o desenvolvimento de híbridos para as condições edafoclimáticas nacionais.

Diante do exposto, objetivou-se avaliar o desempenho de parentais e híbridos experimentais de melão rendilhado.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em casa de vegetação, do Setor de Olericultura e Plantas Aromático-Medicinais do Departamento de Produção Vegetal, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, UNESP-Câmpus de Jaboticabal, SP.

A casa de vegetação utilizada foi do tipo arco, com 50 m x 12 m, pé direito de 3,5 m, e tela de proteção lateral, com teto em arco, coberto com filme de polietileno de baixa densidade, com 150 μm de espessura.

Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados com três repetições e 38 tratamentos, sendo seis linhagens, 15 híbridos, 15 híbridos recíprocos, que fazem parte do programa de melhoramento do meloeiro rendilhado da UNESP-FCAV e duas cultivares comerciais (Bônus nº 2 e Louis). Os híbridos experimentais foram produzidos a partir da combinação de todas as linhagens (JAB-3; JAB-7; JAB-11; JAB-18; JAB-9 e JAB-20) e foram obtidas no segundo semestre de 2006.

Para discussão da análise de desempenho, os genótipos foram codificados (Tabela 1).

 

 

Realizou-se a semeadura em 01-08-2007, utilizando bandejas de poliestireno expandido com 128 células, preenchidas com substrato Plantmax HT®. O transplante para a casa de vegetação foi realizado aos 21 dias após semeadura, quando as mudas apresentavam a primeira folha definitiva.

As plantas de melão foram cultivadas em vasos plásticos de 13,0 dm3, os quais foram preenchidos com o substrato fibra da casca de coco Golden Mix® Misto 98, que possui as seguintes características físicas: porosidade total de 94%, capacidade de aeração de 35%, capacidade de retenção de água disponível 41% (Fibras e Substratos Agrícolas da Amazônia - Amafibra, 19-). E as características químicas: pH 5,1; condutividade elétrica 1,0 dS m-1; N-nitrato 8,1 mg L-1; fósforo 53,0 mg L-1; cloreto 44,6 mg L-1; enxofre 92,1 mg L-1; N-amônia 17,7 mg L-1; potássio 270,1 mg L-1; sódio 12,6 mg L-1; cálcio 9,9 mg L-1; magnésio 6,6 mg L-1; boro 0,5 mg L-1; cobre 0,1 mg L-1; ferro 0,4 mg L-1; manganês 0,1 mg L-1; e, zinco 0,5 mg L-1.

Umedeceu-se previamente o substrato, na proporção de 30 litros de água para cada 100 litros de substrato. Posteriormente, realizou-se o preenchimento dos vasos que continham 31,3 e 22,1 cm de diâmetro na parte superior e inferior, respectivamente, 27,5 cm de altura e capacidade total de 13,0 dm3.

Foi utilizada irrigação por gotejo com solução nutritiva recomendada para a cultura por Castellane & Araújo (1994), fornecendo, em cada 1000 litros de água, 805 g de nitrato de cálcio, 277 g de nitrato de potássio, 238 g cloreto de potássio, 155 g de MAP, 240 g de sulfato de magnésio, 36,6 g de Tenso-Iron (Fe), 2,54 g de sulfato de manganês, 1,90 g de bórax, 1,15 g de sulfato de zinco, 0,12 g de sulfato de cobre e 0,12 g de molibdato de sódio.

Controlou-se a fertirrigação por meio de um temporizador, tendo início às 7 horas e término às 18 horas. Quando as plantas estavam na fase inicial, foram realizadas fertirrigações de 5 minutos a cada hora. Com o desenvolvimento da cultura, o tempo de fertirrigação foi aumentando gradativamente, em função da necessidade das plantas, chegando ao final do ciclo com 15 minutos a cada hora. A vazão do gotejador utilizado para irrigação foi de 14 mL min-1.

Realizou-se o tutoramento das plantas com fitilhos plásticos presos a arames localizados rente ao solo e a 2,0 m de altura. Quando a planta atingiu a altura máxima, realizou-se desponte da gema apical, sendo conduzida uma planta por vaso e uma haste por planta com dois frutos. Foram realizadas desbrotas até o 10º entrenó; posteriormente foram deixados brotos laterais e após a fixação dos frutos, deu-se continuidade às desbrotas. Realizou-se o controle de pragas e doenças de acordo com a necessidade da cultura e, conforme a intensidade da doença.

A polinização foi realizada por abelhas e, para isso, foram colocadas colméias próximas à área de cultivo. Os frutos foram colhidos quando atingiram o máximo desenvolvimento apresentando sinais de ruptura dos tecidos da camada de abscisão do pedúnculo do fruto ou pela alteração da coloração do epicarpo dos frutos.

A produção total constou da pesagem dos frutos em que se utilizou balança digital com duas casas decimais, posteriormente convertidos em kg. Para o diâmetro transversal do fruto (DTF), longitudinal do fruto (DLF), diâmetro transversal do lóculo (DTL) e longitudinal do lóculo (DLL), utilizou-se paquímetro digital; índice de formato do fruto (IFF), obteve-se pela razão entre o diâmetro longitudinal e transversal do fruto; índice de formato do lóculo (IFL), obtido pela razão entre o diâmetro longitudinal e transversal do lóculo; diâmetro de inserção do pedúnculo (DIP), aferiu-se à uma distância de 3,0 cm da base do pedúnculo do fruto, utilizando-se paquímetro digital; precocidade, obteve-se pela diferença em dias da data da semeadura e a colheita do primeiro fruto e a concentração de colheita foi obtida pela diferença em dias da data de colheita do segundo fruto e a colheita do primeiro.

Para cada característica, quando o valor de F calculado foi significativo, as médias foram comparadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de probabilidade. Para as análises estatísticas, utilizou-se o programa GENES, desenvolvido pelo Setor de Genética da Universidade Federal de Viçosa-MG (Cruz, 2001).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A produção variou de 2,274 à 4,450 kg por m2. Os genótipos 4, 23, 24, 26, 28 e 38 (padrão de mercado 2) foram os mais produtivos, diferindo dos demais. Essa produção foi superior às verificadas por Rizzo & Braz (2001) no cultivo em solo e semelhante as encontradas por Costa et al. (2004) no cultivo hidropônico (NFT). O desempenho variável entre cultivares comerciais também foram encontrados por Paiva et al. (2000), Pádua et al. (2003) e Silva et al. (2003).

Os genótipos 1, 4, 5, 6, 8, 9, 11, 12, 16, 17, 19, 20, 22, 23, 24, 25, 26, 28, 29, 30, 31, 34, 35 e 37, foram os que apresentaram maior diâmetro transversal do fruto, não diferindo entre si e variando de 128,8 a 118,9 mm (Tabela 2). Quanto ao diâmetro longitudinal dos frutos, os genótipos 1, 4, 5, 17, 19, 22, 23, 24, 25, 26, 28, 29, 31, 34, 35 e 37 apresentaram os maiores valores, variando de 145,1 à 124,5 mm.

Quanto ao índice de formato do fruto, houve diferenças estatísticas entre os genótipos. O maior índice foi verificado no genótipo 5 (1,15) e o menor para nos genótipos 10 e 14 (0,94). Todavia, para essa característica, existe uma classificação preestabelecida. Lopes (1982) classifica os frutos, de acordo com seu índice de formato, como esféricos (IFF 1), oblongos (IFF = 1,1 a 1,7) e cilíndricos (maior que 1,7). Assim, todos os frutos foram classificados como esféricos (Tabela 2), exceto os genótipos 4, 5 e 23 que possuem frutos com formato oblongos. Esta diferença verificada, entre os formatos de frutos, não interfere na comercialização, contudo, para um melhor arranjamento nas embalagens, os esféricos são mais adequados (Vargas et al., 2008a).

Para o diâmetro transversal do lóculo houve uma amplitude de 46,2 à 76,7 mm. Esses valores estão próximos àqueles encontrados por Rizzo & Braz (2004), que verificaram amplitude de 50,0 à 66,0 mm. Os genótipos 2, 3, 6, 7, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 22, 26, 27, 28, 29, 30, 32, 33, 36 e 38 foram superiores aos demais, por apresentarem menores diâmetros transversais do lóculo (Tabela 2). Já para o diâmetro longitudinal do lóculo, os genótipos 3, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 24, 27, 30, 32, 33, 36 e 38 foram os que apresentaram os menores valores (Tabela 3), variando de 96,3 à 60,3 mm. Portanto, os genótipos 3, 6, 7, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 27, 30, 32, 33, 36 e 38, apresentaram simultaneamente os menores valores de DTL e DLL, o que representa uma menor cavidade interna, sendo esses mais tolerantes ao transporte, em relação aos demais genótipos. Os genótipos 4, 25 e 31 possuem simultaneamente os maiores valores de DTL e DLL. Inversamente ao que foi discutido anteriormente, esses genótipos possuem uma maior cavidade interna, o que pode acarretar em menor capacidade ao transporte.

Os genótipos 5, 7, 8, 9, 10, 11, 15, 16, 17, 24, 25, 30, 32, 36 e 37 apresentaram os menores índices de formato do lóculo. Os valores para essa característica variaram de 1,0 à 1,2.

Quanto ao diâmetro de inserção do pedúnculo, verificaram-se diferenças entre genótipos, sendo 1, 3, 4, 6, 15, 16, 17, 18, 21, 24, 25, 27, 31 e 37 os que apresentaram os maiores valores (Tabela 3), contudo, mesmo verificando a diferença, a amplitude total foi de apenas 2,9 mm.

Quanto à precocidade, que corresponde ao período entre a data da semeadura e a data da colheita, verificou-se que os genótipos 1, 2, 3, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 18, 20, 24, 26, 27, 31, 32, 33, 34, 37 e 38 são mais precoces que os demais. A diferença existente entre o mais precoce e o mais tardio foi de 27 dias (Tabela 3). Esse fato é de grande interesse do produtor, uma vez que a cada quatro ciclos de cultivo do genótipo mais tardio, têm-se cinco ciclos do genótipo mais precoce. Assim, a cada ano e meio o produtor tem um ciclo a mais, o que irá proporcionar uma maior lucratividade com a cultura.

Para a concentração de colheita, os genótipos 4, 8, 10, 13, 19, 28, 29 e 38 foram os que apresentaram os melhores desempenhos. Quanto mais próximo à primeira e à última colheita, melhor será para o produtor, visto que ele poderá renovar o cultivo mais rápido.

Reunir a concentração de colheita e precocidade é interessante, pois proporciona ao produtor a possibilidade de um planejamento de sua produção. Essas duas características foram observadas simultaneamente nos genótipos 8, 10, 13 e 38.

 

CONCLUSÕES

Com base nos resultados obtidos, conclui-se que os genótipos (híbridos) experimentais 4, 23, 24, 26 e 28 obtiveram os melhores desempenhos em relação aos demais genótipos experimentais e semelhantes aos híbridos comerciais.

 

AGRADECIMENTOS

À FAPESP, pelo Auxílio Financeiro à Pesquisa, processo n° 2006/50326-6, a CAPES pela bolsa concedida ao primeiro autor e à Empresa Ecovaso, pela doação dos vasos.

 

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(Recebido em 12 de setembro de 2008 e aprovado em 6 de maio de 2009)

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