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Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science

versão impressa ISSN 1413-9596versão On-line ISSN 1678-4456

Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. v.35 n.1 São Paulo  1998

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-95961998000100005 

Toxoplasma gondii: I. Avaliação da virulência de oito amostras*

Toxoplasma gondii: I. Evaluation of the virulence of eight strains

 

Regina MITSUKA1; Andrea Cristina BECKNER DA SILVA2 ; Italmar Teodorico NAVARRO3; José Wander BREGANÓ3; Odilon VIDOTTO3

 

Correspondência para:
Odilon Vidotto
Departamento de Medicina Veterinária Preventiva
Universidade Estadual de Londrina
Caixa postal 6001
86051-970 – Londrina – PR
e-mail: vidotto@npd.uel.br

 

 

RESUMO

Oito amostras de T. gondii - LIV IV, LIV V e S 11 isoladas de suínos, RH e VPS de seres humanos, AS 28 de camundongo, HV III de cão e CN de gato - foram inoculadas em camundongos suíços albinos e em coelhos com o objetivo de avaliar a virulência e a patogenicidade. As oito amostras apresentaram-se altamente virulentas para camundongos, matando todos os animais que receberam inóculo, via intraperitoneal, de 104 taquizoítas, entre 6,0 e 7,8 dias, em média, após a inoculação. As amostras isoladas mais recentemente, LIV V e HV III (DL50 de 7 e 15 taquizoítas, respectivamente) foram as mais virulentas. A amostra RH foi a que apresentou a menor virulência, com DL50 de 3.160 taquizoítas. A amostra LIV V também se mostrou mais virulenta para coelhos, porém, como foram inoculados apenas 2 animais, estudos posteriores devem ser realizados para confirmar este achado.

UNITERMOS: Toxoplasma gondii; Patogenicidade; Animais de laboratório.

 

 

INTRODUÇÃO

Membro do filo Apicomplexa, o Toxoplasma gondii (Nicolle; Manceaux18) é um protozoário intracelular obrigatório que invade as células somáticas de muitas espécies de mamíferos e aves, inclusive do homem, causando a toxoplasmose, uma das zoonoses mais difundidas no mundo.

Amostras de T. gondii, isoladas de diferentes espécies animais, apesar de morfologicamente indistintas, exibem considerável variação na virulência e patogenicidade para animais de laboratório11,9. Não existe até o momento uma classificação imunológica ou molecular para as várias amostras de T. gondii. As amostras têm sido diferenciadas através da virulência13, normalmente estabelecida, determinando-se a morbidade e mortalidade em camundongos de laboratório14, embora a virulência do parasita seja alterada pela passagem contínua numa mesma espécie animal12.

As variações de virulência são mais evidentes apenas nas condições extremas, seja de malignidade, como é o caso da amostra RH que mata camundongos no estágio agudo da doença, seja de benignidade, representada pelas amostras ditas não patogênicas que permitem a sobrevida prolongada dos camundongos por ela infectados (amostra 76K isolada por Laugier; Quilici15). A patogenicidade varia com os hospedeiros9,22, com o estágio do parasita, via de inoculação e dose infectante9.

Amostras de T. gondii de procedências variadas, mantidas biologicamente através de passagens em camundongos suíços albinos foram estudadas com o objetivo de avaliar a virulência e patogenicidade para camundongos suíços albinos. Adicionalmente avaliaram-se também a virulência e a patogenicidade dessas amostras em coelhos.

 

MATERIAL E MÉTODO

No Quadro 1, estão relacionadas as oito amostras de Toxoplasma gondii estudadas. Desde o isolamento, até o momento da utilização nas diferentes etapas do trabalho, essas amostras foram mantidas em laboratório, através de passagens sucessivas em camundongos suíços albinos pela via intraperitoneal.

 

Quadro 1

Amostras de Toxoplasma gondii utilizadas nos experimentos, segundo a espécie de origem, local de procedência e fonte de referência.

*comunicação pessoal.

 

Para a manutenção, obtenção de taquizoítas e avaliação da virulência das amostras de T. gondii, foram utilizados camundongos suíços albinos, fêmeas jovens, provenientes do Biotério Central do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina, PR.

A suspensão de taquizoítas utilizada nos testes de virulência foi obtida através da lavagem da cavidade peritoneal, de camundongos que receberam, via intraperitoneal, inóculo de 0,2 ml de uma suspensão de taquizoítas vivos em solução fisiológica estéril.

Para a purificação da suspensão de taquizoítas, as amostras foram submetidas, primeiro, a uma centrifugação numa baixa rotação (1.000 rpm x 30 segundos em centrífuga clínica), após a qual os sobrenadantes foram filtrados em uma membrana de policarbonato - 3 µm (Nucleopore Corp.) e centrifugados 2 vezes a 2.500 rpm por 8 minutos. Os sedimentos foram então ressuspendidos em solução fisiológica e padronizados por contagem dos taquizoítas em câmara de Neubauer.

Cada amostra foi inoculada em grupos de 5 camundongos, fêmeas, de 45 dias, com inóculo de: 10, 102, 103 e 104 taquizoítas vivos, via intraperitoneal. O grupo controle recebeu apenas salina. Os animais foram mantidos numa sala fechada do setor de Isolamento do Hospital Veterinário da UEL. Foram feitas observações constantes e a hora da morte de cada camundongo foi observada. A DL50 de cada amostra foi calculada segundo Davis et al.5). Os animais que sobreviveram foram sacrificados 50 dias após a inoculação, os cérebros foram macerados e examinados ao microscópio óptico para pesquisa de cistos e os soros submetidos à Reação de Imunofluorescência Indireta2 (RIFI) para pesquisa de anticorpos IgG anti-T. gondii.

Foram inoculados 2 coelhos para cada amostra, fêmeas, com cerca de 90 dias de idade, provenientes de uma granja da região de Maringá, PR, sorologicamente negativos para toxoplasmose. Os coelhos receberam, via intraperitoneal, inóculo de 106 taquizoítas vivos. Quando apareceram os sintomas da infecção, os animais foram tratados com sulfametoxazol (15 mg/kg) e trimetropim (3 mg/kg) durante 10 dias. As amostras que levaram os 2 coelhos a óbito foram inoculadas novamente em coelho com 105 taquizoítas vivos. Quarenta e cinco dias após a inoculação, os animais foram sangrados através da punção cardíaca e o soro armazenado a -20°C até o momento do uso.

 

RESULTADOS

A mortalidade de camundongos e a DL50 das amostras de T. gondii são apresentadas na Tab. 1. Todas as amostras mataram os 5 camundongos inoculados com 104 taquizoítas, num período que variou, em média, de 6,0 dias para a LIV V e 7,8 dias para a RH. Nas demais concentrações de taquizoítas, os resultados variaram de amostra para amostra. A DL50 variou de 3.160 taquizoítas para a amostra RH até 7 taquizoítas para a amostra LIV V.

 

Tabela 1

DL50 e mortalidade de camundongos suíços albinos que recebaram inóculo de diferentes amostras de Toxoplasma gondii, Londrina PR, 1994.

* = cinco camundongos foram inoculados, intraperitonealmente, para cada concentração de taquizoítas;
d = média do dia da morte;
m/s = camundongos mortos/sobreviventes.

 

Não foram observados cistos nos cérebros dos animais que sobreviveram à fase aguda da doença, nem mesmo foi possível a detecção de anticorpos anti-T. gondii pela RIFI nos soros desses camundongos.

Os coelhos que receberam inóculo de 106 taquizoítas vivos adoeceram dois a quatro dias após a inoculação, apresentando hipertermia, corrimento nasal, tosse, diarréia, conjuntivite, palidez de mucosas, anorexia e apatia, sintomas estes compatíveis com a toxoplasmose. Todos os animais foram tratados, mesmo assim os inoculados com as amostras RH, LIV IV, LIV V e VPS foram a óbito. Estas amostras que levaram os dois coelhos a óbito foram reinoculadas, na dose de 105 taquizoítas por animal, utilizando-se um coelho por amostra. Nesta dose, apenas a amostra LIV V levou o animal a óbito, sendo novamente inoculada em mais um coelho, que por sua vez sobreviveu. Nas demais amostras (S11, HV III, CN e AS 28) dos dois coelhos inoculados por amostra, um foi a óbito e o outro sobreviveu.

 

DISCUSSÃO E CONCLUSÕES

Diferenças na virulência de amostras de T. gondii têm sido relatadas em vários estudos, através da inoculação em animais de laboratório. Os resultados obtidos no presente estudo demonstram a alta virulência das amostras analisadas, tanto em camundongos suíços albinos quanto em coelhos.

A inoculação de 104 taquizoítas, em camundongos, foi letal para todos os animais inoculados entre 6,0 e 7,8, em média, após inoculação. As amostras mais virulentas foram LIV V, HV III e AS 28, que apresentaram DL50 inferior a 50 taquizoítas, seguidas da LIV IV, S 11, VPS, sendo que as amostras CN e RH foram as menos virulentas, com DL50 superior a 2 x 103 taquizoítas (Tab. 1).

A amostra RH é a mais comumente utilizada em vários laboratórios de pesquisa no mundo. Esta amostra é conhecida pela sua alta virulência14,19 e incapacidade de produzir cistos e oocistos10. No presente trabalho, a amostra RH não matou os camundongos em doses inferiores a 104 taquizoítas (DL50 3160). Enquanto De La Cruz et al.7 determinaram a DL50 para camundongos CF1 e Balbc de 18 e 32 taquizoítas respectivamente, Darde et al.4 observaram que a inoculação de apenas 10 taquizoítas levou a óbito camundongos suíços fêmeas em 8,9 dias em média. Derouin; Garin8 observaram que 104 taquizoítas levaram à morte camundongos suíços entre 6 e 8 dias, enquanto com 102 as mortes ocorreram entre 7 e 9 dias. Essas diferenças provavelmente se devem a variações intrínsecas na relação parasita-hospedeiro, entre as diversas linhagens dos hospedeiros utilizados nos diferentes experimentos5. Recentemente foi demonstrado o controle genético da indução de encefalite toxoplásmica pela ativação de cistos, por Brown; McLeod1, provavelmente essa regulação localiza-se na região H-2D do gene do Complexo de Histocompatibilidade (MHC) classe I20. Este controle genético poderia explicar as diferenças encontradas entre os diversos estudos.

Nos camundongos sobreviventes não foram encontrados cistos cerebrais 50 dias após a inoculação, embora algumas das amostras tenham sido isoladas a partir de cistos em tecidos de suínos, como a LIV IV, LIV V e S 11. Isto poderia ser explicado devido à perda da cistogenicidade, que se deve à prolongada passagem em camundongos12, uma característica conhecida da amostra RH. No entanto, os animais que sobreviveram não produziram níveis de anticorpos detectáveis através da RIFI, indicando que talvez o número de taquizoítas inoculados não tenha sido suficiente para causar a infecção.

Em coelhos, a concentração de 106 taquizoítas foi capaz de levar a óbito alguns dos animais mesmo com a administração de quimioterápicos. Aparentemente a amostra LIV V também foi a mais virulenta para coelhos, como observado em camundongos, o que poderá ser confirmado com estudos posteriores com maior número de animais.

Atualmente, estão sendo utilizadas técnicas de biologia molecular para a caracterização de amostras. Cristina et al.3, analisando seqüências de DNA de várias amostras de T. gondii, confirmaram a existência de variação genética, a qual parece não estar associada com a patogenicidade.

Nas condições que os experimentos foram realizados e com base nos resultados, pode-se concluir que: 1) Utilizando-se como critério de virulência a capacidade de matar os hospedeiros, as 8 amostras de T. gondii inoculadas intraperitonealmente mostraram-se igualmente virulentas para o inóculo de 104 taquizoítas. 2) A inoculação em camundongos mostrou que as amostras isoladas mais recentemente, como a LIV V e HV III (DL50 de 7 e 15 taquizoítas respectivamente), foram mais virulentas do que aquelas isoladas há mais tempo. 3) Em coelhos a amostra LIV V também mostrou-se mais virulenta.

 

 

SUMMARY

In order to evaluate the virulence and pathogenicity of tachyzoites, eight Toxoplasma gondii strains isolated from different animal species and humans - LIV IV, LIV V e S 11 isolated from swine, RH e VPS from humans, AS 28 from mice, HV III from dog and CN from cat - were inoculated in mice and rabbits. All the strains were strongly virulent for mice. Groups of mice inoculated, intraperitonially, with 104 tachyzoites died in an average of 6.0 to 7.8 days, after inoculation. The strains isolated more recently, LIV V and HV III (LD50 of 7 and 15 tachyzoites, respectively) were the most virulent. The RH strain showed the lowest virulence, with LD50 of 3160 tachyzoites. The LIV V strain also seems to be most virulent to rabbits.

UNITERMS: Toxoplasma gondii; Pathogenicity; Laboratory animals.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação: 26/06/1995
Aprovado para publicação: 25/06/1997

 

 

* Trabalho financiado pelo CNPq e CPG/UEL.
1 Universidade de Marília - SP
2 Universidade Estadual de Maringá - PR
3 Universidade Estadual de Londrina - PR

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