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Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science

versão impressa ISSN 1413-9596versão On-line ISSN 1678-4456

Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. v.35 n.5 São Paulo  1998

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-95961998000500008 

Contribuição ao estudo do puerpério de vacas leiteiras através de acompanhamento clínico-reprodutivo e determinação de progesterona pelo radioimunoensaio

A field study of postpartum period of dairy cows by rectal palpation and progesterone profiles in the milk by radioimmunoassay

 

Luiz Ernandes KOZICKI1; Luis Carlos WOELLNER2; Flávia Kazumi SHIBATA2; Marcelo Alves da SILVA1

 

Correspondência para:
Luiz Ernandes Kozicki
Departamento de Medicina Veterinária
Setor de Ciências Agrárias
Universidade Federal do Paraná
Caixa Postal 2959
Rua Jaime Balão, 575 – Bairro Hugo Longe
80040-340 – Curitiba – PR
e-mail: lkozicki@agrarias.ufpr.br

 

 

RESUMO

O trabalho foi desenvolvido utilizando-se 18 vacas leiteiras recém-paridas, da bacia leiteira de Curitiba (PR). Os animais eram semanalmente examinados por palpação retal e aspectos de involução uterina e atividade ovariana eram verificados. O início dos exames ocorreu em torno do 7º dia pós-parto (p.p.) e estendeu-se até o 49º. Concomitantemente foram colhidas dos animais amostras de leite da ordenha matinal a cada quatro dias, para posterior determinação de progesterona, iniciando-se no 9º dia p.p. e estendendo-se até a 7ª semana. As dosagens da progesterona (P4) no leite magro foram realizadas pelo radioimunoensaio (RIA) em fase sólida. Os achados da pesquisa revelaram que a menor concentração de P4 detectada no leite foi de 0,01 ng/ml e a maior de 3,64 ng/ml, o 1º estro p.p. ocorreu no 28,5º dia e a detecção do 1º corpo lúteo (CL) teve lugar no 34,5º dia, o intervalo entre o estro e a 1ª elevação de P4 luteal foi em média de 5,5 dias, o intervalo parto/involução uterina deu-se no 24,1º dia, o 1º corpo lúteo p.p. gerou período da dominância de P4 de apenas 11,5 dias e a concentração média de P4 do 1º CL p.p. foi de 1,9 ng/ml, o 1º estro p.p. foi silencioso em 61,1% dos casos e o percentual de anestro dos animais durante o período da pesquisa foi de 33,3%.

UNITERMOS: Puerpério; Progesterona; Radioimunoensaio; Vacas.

 

 

INTRODUÇÃO

Existem vários aspectos importantes de ordem prática que ocorrem no período do pós-parto. Dentre essas figuras a involução uterina, que deverá completar-se em torno de 20 a 25 dias e o restabelecimento da ciclicidade estral após o parto11. A atividade ovariana pós-parto passou a ser melhor entendida a partir do desenvolvimento das técnicas de determinações hormonais, realçando-se nesse contexto o radioimunoensaio (RIA) por seu elevado grau de sensibilidade e precisão.

A partir daí diversos pesquisadores passaram a investigar o puerpério dos bovinos utilizando somente o RIA ou concomitantemente exames ginecológicos de palpação retal. Assim, na literatura podem-se encontrar relatos referentes ao intervalo parto-involução uterina, situando-se na faixa de 20 a 25 dias11, 22,5 dias13, 28 dias18, 34,8 dias8, ao intervalo parto-1ª ovulação ocorrendo no 19,8º dia22, 28,3º dia27, 30,3º dia26, 34º dia4, 36,4º dia13, 46º dia25, ao percentual de estros silenciosos após o parto variando de 17,8%16 a 83,2%21, ao 1º estro visível observado no 22,9º dia por Mahaputra et al.16, ao 30,6º, 46º, 49,2º, 50,4º dia relatado por Enbergs; Killewald5, Sharpe; King22; Jana; Mishra8 e Thompson et al.26 respectivamente, ao percentual de aciclia de 12%9, 16%1, 18%20, 28,5%21, ao percentual de cistos ovarianos de 7,1%21, 12%13, 18%9. Além desses aspectos, foi determinado o comprimento do primeiro ciclo estral após o parto. Para essa característica Eldon2 relatou 10,7 dias; Kozicki13, 11,9; Medvedev et al.17, 12,4; e Mahaputra et al.16, 18,4 dias.

O objetivo do presente experimento foi o de estudar o decurso do puerpério de vacas leiteiras, observando-se a atividade ovariana através dos perfis de progesterona no leite mediante o RIA, a partir da 1ª semana pós-parto e concomitantemente acompanhando a involução uterina, mediante exames clínicos semanais de palpação retal.

 

MATERIAL E MÉTODO

No experimento foram utilizadas 18 vacas leiteiras recém-paridas, sendo 16 da raça Holandesa Preta e Branca e 2 da raça Jersey. Nas propriedades houve efetivo controle leiteiro, reprodutivo e alimentar dos animais. A alimentação era constituída de silagem de milho, feno, forrageiras de verão e de inverno cultivadas em sistema de piquetes para essa finalidade e ofertadas ad libitum. Como suplementação, houve o fornecimento de concentrado (17% de proteína) aos animais de acordo com a produção e estágio da lactação. A produção leiteira média dos animais foi de 25 litros/dia e a idade de 61 meses.

Os animais recém-paridos foram palpados semanalmente para verificação dos aspectos da involução uterina e achados ovarianos, segundo Grunert; Berchtold6, e posteriormente comparados com os dados laboratoriais obtidos pelo radioimunoensaio. O início das palpações retais ocorreu a partir do 9º dia pós-parto (p.p.) estendendo-se até o 49º.

As amostras de leite foram colhidas na ordenha matinal nos dias: 9, 13, 17, 21, 25, 29, 33, 37, 41, 45 e 49 após o parto, diretamente das tetas craniais, empregando-se frascos plásticos novos com rosca, para 20 ml de leite, adicionando-se uma pastilha de dicromato de potássio em cada amostra como agente conservante. Após a colheita do leite, as amostras eram agitadas para a dissolução do conservante e refrigeradas a 4ºC. Uma vez trazidas das fazendas, as amostras foram mantidas a –15ºC, até serem analisadas. O conjunto de reagente comercial para determinação da progesterona foi o do laboratório (DPC - Diagnostic Products Corporation, Los Angeles, CA, USA) em fase sólida. Valores de progesterona que se situassem ³ que 1,0 ng/ml de leite indicaram a presença de função luteal nos ovários.

Como tratamento estatístico foram empregados a média, o desvio padrão e a percentagem.

 

RESULTADOS

As observações reprodutivas obtidas estão inseridas na Tab. 1, calculados os valores da média, desvio padrão e porcentagem. Os valores máximos e mínimos da concentração de progesterona foram mencionados para demonstrar a variação de concentração que a progesterona pode apresentar e que é detectada pelo método. A detecção do 1º estro pós-parto foi feita visualizando-se os sinais nos animais ou verificando-se a saída de muco característico por ocasião do exame de palpação retal. A duração da dominância de progesterona luteal foi mensurada quando houve a 1ª elevação do hormônio no puerpério.

 

Tabela 1

Parâmetros reprodutivos observados em vacas leiteiras, através de exames de palpação retal e determinação de progesterona no leite pelo radioimunoensaio. Curitiba (PR), 1997 (n = 18).

P4 = progesterona;
pp = pós-parto.

 

DISCUSSÃO

Diversos pesquisadores relatam trabalhos a respeito do acompanhamento clínico do sistema genital feminino de vacas leiteiras no puerpério paralelamente às determinações hormonais de progesterona7,9,13. Os conhecimentos sobre o transcurso do puerpério bovino aprofundaram-se, persistindo contudo pontos discordantes.

De significativa importância aos bovinos leiteiros, observou-se nessa pesquisa o primeiro estro p.p. incidindo no 28,5º dia (Tab. 1), concordando com dados de Vesanen et al.27; Enbergs; Killewald5 e Slama et al.23, os quais igualmente o detectaram entre a 4ª e a 5ª semana após o parto. Discordantes são contudo os relatos de Jana; Mishra8 e Thompson et al.26 ao observarem essa característica somente na 7ª semana após o parto.

A presença do primeiro corpo lúteo (CL) p.p. na superfície ovariana, bem como folículos, sinaliza que o lado endócrino reprodutivo do animal está retornando gradativamente aos padrões fisiológicos, muito embora o período de duração da dominância da progesterona nesse tempo seja mais curto que os seguintes2,24. Essa característica foi observada nesse trabalho com a formação do 1º CL na 5ª semana p.p., corroborando achados de Eldon et al.4; Kozicki13 e Lubbadeh15. Melhor performance nesse aspecto foi obtida por Kang et al.10 e Smolders et al.24 ao detectarem a formação luteal e elevação da progesterona já na 4ª semana pós-parto. A significativa elevação da progesterona lútea no presente trabalho ocorreu em média no 5,5º dia após o estro (Tab. 1), sendo esse achado confirmado por Karg12 e Eldon2, os quais enfocaram o aumento significativo do hormônio em torno do 5º dia após a ovulação.

Resultados variáveis são observados na literatura a respeito da característica intervalo parto/involução uterina. Esse período de tempo, conforme alguns pesquisadores, pode variar de 20-25 dias11 a 358, uma vez que há vários aspectos que influenciariam essa característica, como o número e o decurso de partos, estado corporal do animal ao parir, dentre outros. Conforme orientação proposta por Grunert; Berchtold6, obteve-se na presente pesquisa valor médio de 24,1 dias, enquadrando-se dentro do perfil supracitado.

O radioimunoensaio, sendo um método confiável, sensível e de fácil aplicabilidade, tornou possível o avanço nos conhecimentos dos primeiros ciclos ovarianos após o parto. Pesquisadores são unânimes ao relatar que a duração do 1º período luteal após o parto é mais curta que a do 2º e 3º3,14,17,24. Essa menor duração da dominância progesterônica (de 9,2 a 12,4 dias, respectivamente de acordo com Kozicki; Shibata14 e Medvedev et al.17, poderia estar respaldada no fato de que os sistemas genital e endócrino reprodutivo do animal acham-se em processo de restabelecimento após o período da gestação e dos eventos peripartais11. Além do fato de ser o 1º período luteal p.p. mais curto que os seguintes, Eldon3 relatou que a concentração de progesterona produzida pelo 1º CL p.p. é menor (2,5 ng/ml) que a do 2º e 3º (3,4 ng/ml), permanecendo contudo levemente superior à média observada nesse trabalho (1,9 ng/ml) (Tab. 1).

Algumas anormalidades reprodutivas foram levantadas no decurso da pesquisa, enfatizando o percentual de estro silencioso (61,1%), anestro (33,3%) e endometrite (27,7%) (Tab. 2). Pirchner et al.19 relataram que há elevada freqüência de estro silencioso na primeira ovulação. Os percentuais discrepantes são significativos entre os autores, variando de 17,8%16 a 90,7% de acordo com Kang et al.10. Conforme Grunert; Berchtold6, alguns fatores poderiam constituir as causas dessas fortes diferenças incluindo-se temperatura e umidade elevada, hereditariedade, processos dolorosos, manejo deficiente e excesso de proteínas na alimentação dentre outros. O anestro p.p. deve ser igualmente considerado, levando-se em conta que 11,0% a 31,0%1,9,16,21,24,25 dos animais permaneceram em estado de aciclia. Nossos achados de anestro poderiam ser explicados ao se levar em conta que a incidência de afecções como loquiometra (16,6%) e endometrite (27,7%) acarretaram atrasos consideráveis ao retorno fisiológico da atividade ovariana pós-parto conforme já relatara Kozicki13.

 

Tabela 2

Alterações reprodutivas patológicas em vacas leiteiras, observadas através de exames de palpação retal e determinação de progesterona no leite pelo radioimunoensaio. Curitiba (PR), 1997 (n = 18).

 

CONCLUSÕES

Além das considerações realizadas, desse trabalho podem-se levantar as seguintes conclusões:

- o 1º ciclo estral pós-parto apresentou menor duração de tempo quando comparado com os que ocorrem posteriormente;

- a concentração de progesterona do 1º corpo lúteo p.p. foi inferior aos seguintes, tendo como base dados da literatura;

- o 1º estro p.p apresentou-se silencioso em elevado percentual.

 

 

SUMMARY

This study was carried out on 18 calved dairy cows, near the town of Curitiba -PR- Brazil. The animals were submitted weekly to a rectal palpation of the genital tract and the uterine involution and ovarian activity were considered. The rectal palpations began from the 7th day postpartum till the 49th day. At the same time milk samples from the first morning milk were taken on the 9th day till the 7th week. The progesterone (P4) level determination of the milk was established by radioimmunassay. The findings of the research showed: the first postpartum oestrus was observed at the 28.5th day and the corpus luteum (CL) was detected on the 34.5th day. The period from oestrus to the first high progesterone level post partum was 5.5 days. The uterine involution period was carried on the 24.1th day. The progesterone dominant period was shorter and had duration of 11.5 days on the first oestrus cycle post partum. The progesterone concentration from the 1st Corpus luteum post partum was low (1.9 ng/ml milk). The anoestrus rate until the 49th day postpartum was 33.3% and the silent heat rate reached 61.1%.

UNITERMS: Puerperium; Progesterone; Radioimmunoassay; Cows.

 

 

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Recebido para publicação: 10/07/1997
Aprovado para publicação: 19/12/1997

 

 

1 Departamento de Medicina Veterinária do Setor de Ciências Agrárias da UFPR, Curitiba - PR
2 Centro de Medicina Nuclear da UFPR, Curitiba - PR

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