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Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science

Print version ISSN 1413-9596

Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. vol.35 n.6 São Paulo  1998

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-95961998000600008 

Polimorfismo da transferrina e albumina e as associações com precocidade sexual em bovinos da raça Nelore doadores de sêmen

Transferrin and albumin polimorphism and its correlation with sexual maturity in bulls

 

Erika da Silva Carvalho MORANI1; Marcelo RONCOLETTA1; Paulo Henrique FRANSCESCHINI1; Vera Fernanda Martins Hossepian de LIMA1; Lúcia Helena RODRIGUES2; Marcelo Almeida OLIVEIRA2; Carlos da SILVA2

 

Correspondência para:
Paulo Henrique Fransceschini
Departamento de Reprodução Animal
Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da UNESP
Campus de Jaboticabal
Rodovia Carlos Tonanni, km 5
14870-000 – Jaboticabal – SP
e-mail: roncolet@convex.com.br

 

 

RESUMO

O presente estudo utilizou 16 animais Bos taurus indicus da raça Nelore doadores de sêmen. Estes animais foram divididos em grupos de acordo com a idade em que o sêmen congelou pela primeira vez. O grupo I, considerado precoce, apresentou animais com sêmen passível de congelação com idade inferior a 20 meses. O grupo II, composto por animais que tiveram o sêmen congelado com idade entre 21 e 26 meses. E o grupo III, tido como tardio, composto por animais com sêmen congelável com idade superior a 27 meses. Para análise dos padrões eletroforéticos da transferrina e albumina, amostras de sangue foram colhidas em tubos heparinizados e submetidos a centrifugação de 2.500 G por 15 minutos para separação do plasma sangüíneo. As amostras de plasma sangüíneo foram processadas para que a corrida eletroforética em gel de poliacrilamida pudesse ser realizada. Para a coloração do gel, usou-se Coomasie Brilliant Blue. Após análise dos padrões eletroforéticos da transferrina e albumina, observou-se que não houve relação detectável entre os fenótipos da albumina e precocidade sexual de touros doadores. Entretanto, em relação à transferrina, foi possível sugerir uma associação entre o alelo TfD com touros portadores de sêmen congelável precocemente ou medianamente em termos de idade à congelação.

UNITERMOS: Transferrina; Albumina; Maturidade sexual; Sêmen; Congelabilidade.

 

 

INTRODUÇÃO

Eletroforese é uma técnica que proporciona a visualização e identificação dos componentes protéicos dos líquidos orgânicos. A análise e a interpretação visando estabelecer as possíveis variações existentes podem viabilizar a detecção de sistemas polimórficos associando-os a características de interesse econômico.

Identificar os animais que sejam comprovadamente superiores geneticamente para características economicamente viáveis é de grande valia, já que acelera o processo de seleção. Buscar touros doadores de sêmen que sejam precoces sexualmente, ou seja, que venham a apresentar sêmen congelável com pouca idade, além de ser de grande interesse econômico para os centros de inseminação artificial, proporciona um importante passo para o desenvolvimento do Melhoramento Genético Animal.

A associação de características desejáveis com os diversos sistemas polimórficos que constituem o sangue possibilita a detecção de marcadores bioquímicos e/ou moleculares. A transferrina e a albumina são dois entre estes diversos sistemas polimórficos. Na tentativa de correlacionar a transferrina com potencial gametogênico dos testículos e número de Células de Sertoli, Bernadtson et al.8 demonstraram haver relação positiva entre os níveis de transferrina e a produção espermática.

Analisando outras características, como peso ao nascer e produção à primeira lactação de animais mestiços, Mandal; Dattagupta14 notaram que, para o fenótipo da albumina, vacas portando o fenótipo Alb AA (Alb FF) tiveram maior peso ao nascer e maior produção de leite à primeira lactação quando comparadas às vacas com fenótipo Alb BB (Alb SS).

Dentro do contexto abordado, o presente trabalho objetivou relacionar o polimorfismo da transferrina e albumina com a idade à primeira congelação do sêmen de touros da raça Nelore.

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram utilizados 16 animais Bos taurus indicus da raça Nelore doadores de sêmen, mantidos sob as mesmas condições de manejo e nutrição, numa Central de Inseminação Artificial. Estes animais foram divididos em 3 grupos, de acordo com a idade em que o sêmen congelou pela primeira vez. O grupo I, considerado precoce, apresentou animais com sêmen passível de congelação com idade inferior a 20 meses. O grupo II foi composto por animais que tiveram o sêmen congelável com idade que variou entre 21 e 26 meses. E o grupo III, tido como tardio, foi composto por animais que tiveram o sêmen congelado com idade superior a 27 meses.

Objetivando analisar o perfil eletroforético das proteínas plasmáticas, albumina e transferrina, o sangue dos animais foi coletado em tubos heparinizados e posteriormente centrifugados a 2.500 G por 15 minutos para separação do plasma sangüíneo. O sangue foi processado segundo a metodologia descrita a seguir:

1- TRANSFERRINAS:

Das amostras analisadas, separaram-se 200 ml de plasma sangüíneo e adicionaram-se 800 ml de Solução de Rivanol a 0,04% (2-ethoxy-2,9-diamino-acridinlactato), a fim de se ter melhor definição das bandas de transferrinas conforme citação de Klister et al.12. Posteriormente, foram submetidas a repouso por aproximadamente dezoito horas a uma temperatura de 4ºC, e subseqüentemente feita a centrifugação a 2.500 G por quinze minutos para obtenção do sobrenadante. Deste, tomou-se 1,0 ml, ao qual foi adicionado 0,5 g de Dextrose para prevenir a suspensão da amostra no tampão eletrodo. Foram aplicados 20 ml da amostra em gel de poliacrilamida à concentração de 7,5%.

2- ALBUMINA:

Separaram-se 10 ml de plasma sangüíneo e adicionaram-se 490 ml de uma solução de Dextrose a 40%. Aplicaram-se 4 ml da amostra em gel de poliacrilamida a 10%.

O procedimento visando a determinação dos padrões eletroforéticos das proteínas sangüíneas realizou-se pelo método vertical, tendo o gel de poliacrilamida como meio suporte em concentração de 7,5% para a transferrina e 10% para a albumina. Durante a corrida, a constante de 25 mA foi fixada.

A coloração do gel foi feita com Coomassie Brilliant Blue 250-R (MERCK) a 5%. Após evidenciar as bandas, estas foram analisadas e interpretadas de acordo com os dados obtidos na literatura.

 

RESULTADOS

Através da utilização da técnica de eletroforese, foi possível observar o polimorfismo das duas proteínas estudadas, a albumina e a transferrina.

Após análise dos padrões eletroforéticos das transferrinas, notou-se a presença de três fenótipos Tf DD, Tf DE e Tf EE (Fig. 1 e 2), resultantes da combinação de dois alelos codominantes, Tf D e TfE.

Avaliando os padrões eletroforéticos da albumina, evidenciou-se a presença de apenas dois fenótipos Alb AB e Alb BB (Fig. 3 e 4), determinados pela combinação de dois alelos codominantes, AlbA (AlbF) e AlbB (AlbS). Os resultados estão dispostos na Tab. 1.

 

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Figura 1

Eletroferograma das transferrinas do sangue proveniente de touros Bos taurus indicus, doadores de sêmen, fracionadas por eletroforese vertical, tendo como meio suporte o gel de poliacrilamida a 7,5%. Classificando em termos de idade à congelação, os animais 1 e 2 são considerados tardios; animais 3, 4, 5 e 6 são medianos; e animais 7, 8 e 9 são precoces.

 

 

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Figura 2

Eletroferograma das transferrinas do sangue proveniente de touros Bos taurus indicus, doadores de sêmen, fracionadas por eletroforese vertical, tendo como meio suporte o gel de poliacrilamida a 7,5%. Classificados em termos de idade à congelação, os animais 10, 11, 13, 14 e 16 são medianos e os animais 12 e 15 são precoces.

 

 

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Figura 3

Eletroferograma das albuminas do sangue proveniente de touros Bos taurus indicus, doadores de sêmen, fracionadas por eletroforese vertical, tendo como meio suporte o gel de poliacrilamida a 10%. Classificados em termos de idade à congelação, os animais 1, 2 e 3 são considerados precoces; os animais 4, 5, 6 e 7 são medianos; e os animais 8 e 9 são tardios.

 

 

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Figura 4

Eletroferograma das albuminas do sangue proveniente de touros Bos taurus indicus, doadores de sêmen, fracionadas por eletroforese vertical, tendo como meio suporte o gel de poliacrilamida a 10%. Classificando em termos de idade à congelação, os animais 10, 12, 13, 15 e 16 são medianos e os animais 11 e 14 são precoces.

 

 

Tabela 1

Classificação dos touros quanto à idade à primeira congelação de sêmen relacionando-os ao fenótipo transferrina e albumina. Jaboticabal, 1996.

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DISCUSSÃO

A partir da descoberta do polimorfismo das transferrinas nos bovinos feita por Ashton3 e por Hickman; Smithies10, este sistema tem sido intensamente estudado. Em decorrência do polimorfismo, diversos autores estudaram e descobriram os alelos presentes neste sistema: TfA, TfD e TfE (Ashton3 e Hickman; Smithies10); TfB e TfF (Ashton4); TfG (Osterhoff; Van Heerden15); TfD1 e TFD2 (Ashton; Lampkin7) e (Kristjansson; Hickman13); TfH (Sartore; Bernoco17); TFN (Braend; Khanna9); TfX (Abe et al.1); TfI (Soos et al.20); e TfJ (Tsuji et al.22).

Com a identificação dos padrões eletroforéticos das transferrinas (Fig. 1 e 2), correlacionados com a característica precocidade sexual de touros doadores de sêmen, foi possível a associação de que o alelo TfD pode estar relacionado com a provável possibilidade de que touros portadores deste alelo possam vir a ser touros precoces sexualmente ou medianamente, já que houve maior incidência deste alelo TfD nos animais destas categorias. Verificando o padrão eletroforético das transferrinas em touros considerados tardios em relação à idade de congelação do sêmen, o alelo TfD não esteve presente em animais assim considerados. Osterhoff; Neethling16 relataram que animais homozigotos para o alelo TfD não eram resistentes ao estresse climático como indivíduos homozigotos para TFE. Alicerçando-se nos achados do presente trabalho e nas observações feitas por Osterhoff; Neethling16, animais homozigotos Tf EE são mais resistentes ao estresse térmico porém mais tardios em relação à congelação de sêmen. Estes achados podem ser considerados, de certa forma, paradoxais, uma vez que animais mais bem adaptados às condições de meio ambiente apresentam melhor performance reprodutiva. Assim, outros estudos deverão ser feitos nesta área para que se possa comprovar esta hipótese.

Autores como Arochi et al.2 determinaram o polimorfismo bioquímico das transferrinas de animais Zebu (Bos indicus) e verificaram a presença dos fenótipos AD, AE, DD e DE. A freqüência do alelo TfA foi 0,18, para o alelo TfD 0,46 e o alelo TfE 0,36. Jain et al.11, ao estudar bovinos da raça Jersey, verificaram a superioridade do alelo TFD em relação ao alelo TFA para produção de leite. Saveli18 analisou o polimorfismo bioquímico das transferrinas em touros da raça Estonian Black Pied e Estonian Red e detectou que a taxa de concepção à primeira inseminação foi mais elevada em touros que apresentavam o alelo TfD. Deste modo, comprova-se a necessidade de estudar e associar o polimorfismo destas proteínas com determinadas características, uma vez que diversos autores já demonstraram as prováveis relações existentes.

O polimorfismo da albumina em bovinos, de diversas raças, foi demonstrado por autores como Ashton et al.5; Ashton; Lampkin6; Sartore; Bernoco17; Spooner; Oliver21. Na análise dos padrões eletroforéticos da albumina (Fig. 3 e 4), correlacionados com a característica precocidade sexual, não foi possível estabelecer relação entre as características estudadas, já que os quatro animais heterozigotos estavam compreendidos nas três categorias, precoce, mediano e tardio em relação à idade em que o sêmen foi passível de congelação.

Senapati et al.19 demonstraram que animais mestiços de Hariana, portadores do fenótipo Alb AA, são economicamente superiores em determinadas características reprodutivas, tais como número de serviços por concepção, intervalos entre partos e produção de leite. Sugerem ainda a possibilidade de um marcador bioquímico para produção de leite de vacas mestiças baseado, também, no fenótipo da albumina.

Outros estudos com enfoque no tema ora apresentado, envolvendo maior número de animais, são fundamentais para se estabelecer a relação entre os sistemas polimórficos e a característica precocidade para congelação de sêmen. Em se confirmando tal relação, esta avaliação poderá ser utilizada como ferramenta auxiliar na seleção de touros doadores de sêmen.

 

CONCLUSÃO

Foi possível concluir que não houve relação entre o estudo dos padrões eletroforéticos da proteína albumina e a característica precocidade sexual de touros doadores de sêmen. Entretanto, estabeleceu-se uma relação entre os padrões eletroforéticos da transferrina e a congelação do sêmen, sugerindo que o alelo TfD possa estar associado a touros que venham apresentar sêmen congelável precocemente ou mesmo medianamente em termos de idade à congelação.

 

 

SUMMARY

The association between biochemical polymorphic systems and early sexual maturity was assessed subjecting 16 animals (from 17 to 36 months old) to eletrophoretic studies, searching for transferrin and albumin polymorphisms. Two albumin alleles, AlbA (AlbF) and AlbB (AlbS), but only either as AlbB homozigotes or AlbAB heterozigotes were observed. There were no AlbA homozigotes. It was not possible to detect relationships between albumin genotypes and early sexual maturity. Regarding transferrin, it was possible to detect two alleles (TfD and TfE). When trying to establish a relationship between transferrin electrophoretic pattern and the desirable economic trait (early sexual maturity) it is suggested that the TfD allele could be associated with bulls that probably will provide freezable semen at an early age.

UNITERMS: Transferrin; Albumin; Sexual maturityl; Semen; Freezability.

 

 

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Recebido para publicação: 30/04/1997
Aprovado para publicação: 21/05/1998

 

 

1 Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da UNESP, Jaboticabal - SP
2 Lagoa da Serra Inseminação Artificial, Sertãozinho - SP