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Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental

On-line version ISSN 1807-1929

Rev. bras. eng. agríc. ambient. vol.14 no.3 Campina Grande Mar. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662010000300005 

MANEJO DE SOLO, ÁGUA E PLANTA

 

Estimativa do potencial de perda de fósforo através da metodologia "P Index"

 

Estimating P loss potencial by P Index

 

 

Mariana F. M. de OliveiraI; Nerilde FavarettoII; Glaucio RoloffII & Cristóvão V. S. FernandesIII

IEngenheira Agrônoma, Mestre em Ciência do Solo. Rua Cap. João Ribas de Oliveira, 415. CEP 81510-350, Curitiba, PR. Fone: (41) 3027-2806. E-mail: marianafiorin@gmail.com
IIDSEA/UFPR, Rua dos Funcionários 1540, Cabral, CEP 80035-050, Curitiba, PR. Fone: (41) 33505-638. E-mail: nfavaretto@ufpr.br; groloff@ufpr.br
IIIDHS/UFPR, Centro Politécnico s/n, Bloco V, Jardim das Américas, CEP 81530-900, Curitiba, PR. E-mail: cris.dhs@ufpr.br

 

 


RESUMO

O fósforo (P) é considerado o elemento limitante da eutrofização, cuja perda, via escoamento superficial, pode comprometer a qualidade da água. O objetivo deste trabalho foi estimar o potencial de perda de P do solo para a água, por meio da metodologia "P index" (Índice de P - IP) utilizando-se dados experimentais brasileiros e comparar os dados estimados com os valores de P solúvel, P particulado e P total, determinados analiticamente. O IP foi desenvolvido nos Estados Unidos da América, em 1993, e tem sido amplamente utilizado em várias versões. Neste artigo se analisaram quatro versões da metodologia IP, utilizando-se dados de publicações científicas desenvolvidas no sul do Brasil, a partir das quais o valor do IP foi obtido e correlacionado com os dados de concentração e perda de P no escoamento superficial. Além da análise de correlação utilizou-se, também, a regressão "stepwise" para avaliar a influência de diferentes componentes do IP na concentração e perda de P. A versão do IP Original mostrou as melhores correlações considerando-se a concentração de P no escoamento superficial; já as análises de regressão indicaram que o fator erosão do solo não influenciou na concentração nem na perda de P do solo para a água.

Palavras-chave: índice de fósforo, conservação do solo e água, eutrofização


ABSTRACT

Phosphorus (P) is the limiting element of eutrophication. The P losses by runoff can affect water quality. The objective of this study was to estimate the P loss from soil to water through the P Index method with Brazilian experimental data and to compare this estimated data with the analytically determined soluble P, particulate P and total P. The P Index was developed in the United States of America, in 1993, and has been widely used in several versions. In this study, four P Index versions were analysed using experiments from southern Brazil. The estimated P Indices were compared with the P concentration and loss in runoff. Besides the correlation analysis, the stepwise regression was used to analyze the influence of different components of the PI in P concentration and loss in the water. The Original P Index version was more significant with P concentration in runoff. The regression analyses indicated that the soil erosion factor did not influence P loss from soil to water.

Key words: P index, soil and water conservation, eutrofication


 

 

INTRODUÇÃO

O nitrogênio (N) e o fósforo (P) são os principais nutrientes responsáveis pela eutrofização das águas, mas em função da fixação do N atmosférico pelas cianobactérias o P passa a ser o elemento limitante, razão pela qual seu controle é fundamental para proteger e melhorar a qualidade das águas superficiais (Shigaki et al., 2006; Sharpley et al., 2001; Sharpley & Halvorson, 1994; Sharpley & Menzel, 1987).

No Brasil, a preocupação com o movimento de nutrientes do solo para a água tem sido enfatizada considerando-se a aplicação de dejeto de animais no solo (Mori et al., 2009; Peles, 2007; Shigaki et al., 2006; Bertol, 2005) além de sistemas de preparo e manejo do solo (Bertol et al., 2004b; Leite et al., 2004; Cassol et al., 1999; 2002); no entanto, torna-se necessário, dentre outras demandas, buscar ferramentas de auxílio no planejamento de bacias hidrográficas em relação à poluição das águas por nutrientes, especialmente do P.

O método "P index" (Índice de Fósforo - IP) foi desenvolvido nos Estados Unidos para determinar o risco de perda de P por escoamento superficial e auxiliar no planejamento de bacias hidrográficas. O IP foi proposto, de início, por Lemunyon & Gilbert (1993) e, desde então, diversas versões deste índice foram desenvolvidas com base nas condições locais e outros fatores de influência no movimento de fósforo do solo para a água (Sharpley et al., 2001). De modo geral, a maioria das versões do IP considera a erosão do solo, o escoamento superficial, o teor de P no solo e o método e a quantidade de P aplicado, como sendo os principais fatores para a estimativa de perda de P. As principais diferenças entre as versões são: a forma de se calcular o IP e a inclusão de outros fatores que também influenciam na perda de P do solo para a água. Vários estados norte-americanos possuem versões do IP adaptadas às suas condições locais (Sharpley et al., 2003). O IP Original (Lemunyon & Gilbert, 1993) apresenta uma estrutura de cálculo aditiva visto que os fatores de influência e seus respectivos pesos são somados para chegar ao índice final. Modificações foram feitas no IP original incluindo-se outros fatores e pesos ainda dentro da estrutura de cálculo aditiva (NRCS, 2001; Flynn et al., 2000). Modificações na estrutura de cálculo também foram efetuadas gerando versões multiplicativas, ou seja, para chegar ao índice final se multiplicam os valores dos fatores com seus pesos (Weld et al., 2003).

Em trabalho recente desenvolvido no Brasil, Lopes et al. (2007) utilizaram o IP conduzido por Lemunyon & Gilbert (1993) com o objetivo de identificar áreas de risco de contaminação de fósforo em bacia hidrográfica porém não existem trabalhos, no País, comparando os índices de P obtidos através da metodologia IP com os dados analiticamente determinados de P no escoamento superficial. Desta forma se propôs, com o presente estudo: 1) estimar o IP obtido de dados contidos em publicações científicas brasileiras, por meio de quatro versões; 2) comparar os dados de IP estimado com os de concentração e perda de P determinados analiticamente e 3) avaliar a influência de diferentes fatores na concentração e perda de P total, solúvel e particulado do escoamento superficial através de dados de publicações científicas brasileiras.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Quatro versões do IP foram utilizadas e desenvolvidas nos Estados Unidos da América, em que as escolhidas, foram: o IP Original (Lemunyon & Gilbert, 1993) (versão aditiva, Tabela 1), a do estado do Alabama (NRCS, 2001) (versão aditiva, Tabela 2), a do Novo México (Flynn et al., 2000) (versão aditiva, Tabela 3) e a da Pensilvânia (Weld et al., 2003) (versão multiplicativa, Tabela 4); sua escolha se deve principalmente por apresentarem informações completas sobre suas estruturas, com fatores e pesos bem definidos, possibilitando a obtenção do IP a partir dos dados experimentais; além disso se observaram as diferentes formas de calcular o IP (aditiva ou multiplicativa); no entanto foi possível, neste trabalho, selecionar somente uma versão multiplicativa; as demais versões multiplicativas existentes não possibilitavam o cálculo com as informações disponíveis nas publicações brasileiras. Na forma aditiva os valores obtidos em cada fator são somados enquanto na forma multiplicativa tais valores são multiplicados entre si e, portanto, a interpretação do valor de IP deve considerar a respectiva versão.

Para comparação dos dados de estimativa de perda de P obtidos por essas versões de IP buscaram-se, na literatura, todas as publicações científicas brasileiras com dados analíticos de diferentes formas de P na água (concentração e perda de P nas formas total, solúvel e particulado). Além das determinações analíticas, os trabalhos deveriam conter os seguintes itens para o cálculo do IP: erosão do solo, escoamento superficial, teor de P no solo, taxas e métodos de aplicação de P orgânico e/ou mineral; a partir desses dados se obtiveram os valores de IP pelas diferentes versões possibilitando, assim, a correlação entre os valores de IP obtidos pelas diferentes versões e os resultados de concentração e perda de P. A partir desta seleção foi possível utilizar somente dados de experimentos da região sul do Brasil, contidos nas seguintes publicações: 1) Bertol (2005); 2) Bertol et al. (2004b) e Leite et al. (2004); 3) Badelucci (1997), Cassol et al. (1999) e Cassol et al. (2002); 4) Bertol et al. (2004a) e Guadagnin (2003); 5) Peles (2007) e 6) Bertol et al. (2003), Mello (2002) e Mello et al. (2003).

No experimento 1 (Bertol, 2005), realizado a campo em sistema de plantio direto, sob chuva simulada logo após a aplicação de adubo mineral e orgânico (dejeto líquido de suíno). Os experimentos 2 (Bertol et al., 2004b e Leite et al., 2004) e 4 (Bertol et al., 2004a e Guadagnin, 2003) foram realizados com diferentes métodos de preparo e manejo do solo, sob chuva natural; já o experimento 3 (Badelucci, 1997; Cassol et al., 1999; e, Cassol et al., 2002) foi realizado sob diferentes métodos de preparo do solo, também sob chuva natural, enquanto o experimento 5 (Peles, 2007) foi realizado em laboratório sob chuva simulada logo após a adubação mineral e orgânica (dejeto líquido de suíno). O experimento 6 (Bertol et al., 2003; Mello, 2002 e Mello et al., 2003) foi realizado a campo, sob chuva simulada, com diferentes métodos de manejo do solo.

A partir das informações obtidas das publicações acima mencionadas, estimou-se o IP nas quatro versões utilizadas (IP Original, IP Alabama, IP Novo México e IP Pensilvânia. Para estimar o IP, o peso de cada fator foi multiplicado pelo valor do fator e, então, somado ou multiplicado, de acordo com a estrutura de cálculo de cada versão (Tabelas 1, 2, 3 e 4). A interpretação do IP foi feita de acordo com cada versão (Tabela 5); apresenta-se, a seguir, um exemplo de cálculo do IP Original (versão aditiva) para um tratamento do experimento de Bertol (2005):

IP = Σ[(erosão x peso) + (escoamento superficial x peso) + (teor P solo x peso) + (taxa aplicação P mineral x peso) + (método aplicação P mineral x peso) + (taxa aplicação P orgânico x peso) + (método aplicação P orgânico x peso)]
Erosão do solo: 0,126 t ha-1; classificação do fator = 1,0; peso do fator = 1,5
Escoamento superficial: classificação do fator = 2,0; peso do fator = 0,5
Teor de P no solo: 65,3 mg kg-1; classificação do fator = 8,0; peso do fator = 1,0
Taxa de aplicação P mineral: 0 kg ha-1; classificação do fator = 0; peso fator = 0,75
Método de aplicação P mineral: 0; classificação do fator = 0; peso do fator = 0,5
Taxa de aplicação P orgânico: 16,77 kg ha-1; classificação do fator = 2,0; peso do fator = 1,0
Método de aplicação P orgânico: classificação do fator = 8,0; peso do fator = 1,0
IP = [(1x1,5) + (2x0,5) + (8x1,0) + (0x0,75) + (0x0,5) + (2x1,0) + (8x1,0)] = 20,5

 

 

Realizou-se a análise estatística de Correlação de Pearson utilizando-se o "software SPSS versão 11.0 for Windows"; esta análise de correlação foi feita entre os dados de IP e os dados de concentração e perda de P total, solúvel e particulado do escoamento superficial, obtidos dos trabalhos científicos. Na análise de correlação se incluíram todos os dados dos experimentos em conjunto, considerando-se as repetições para os tratamentos; realizou-se, posteriormente, a análise de Regressão Múltipla Linear, pela técnica "stepwise" através do "software R" (R Development Core Team, 2006) para verificar o grau de dependência entre a perda de P por escoamento superficial e os fatores de fonte e transporte de P do solo para a água. Realizou-se esta análise considerando-se os diferentes fatores do IP (teor de P no solo, erosão do solo, escoamento superficial e taxa e método de aplicação de P mineral e orgânico (Tabela 1), que influenciam na concentração e perda de P total, solúvel e particulado no escoamento superficial. Da mesma forma que a correlação, a regressão foi realizada considerando-se os dados de todos os experimentos. Os fatores considerados nesta análise de regressão foram os seguintes: a = Teor de P no solo (mg kg-1); b = Taxa de aplicação de P mineral (kg ha-1); c = Método de aplicação de P mineral (0 = não aplicado, 1 = aplicado incorporado, 2 = aplicado superficialmente); d = Taxa de aplicação de P orgânico (kg ha-1); e = Método de aplicação de P orgânico (0 = não aplicado, 1 = aplicado incorporado, 2 = aplicado superficialmente); f = Erosão do solo (kg ha-1); e g = Escoamento superficial (mm).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O IP Original foi o que apresentou as melhores correlações para as concentrações de P solúvel, total e particulado no escoamento superficial (Tabela 6); as demais versões não indicaram correlações significativas, com exceção do IP Novo México. Apesar do teste de correlação ser, de modo geral, significativo, os coeficientes de correlação foram muito baixos, variando de 0,31 a 0,48 (Tabela 6). As baixas correlações são explicadas pela grande variabilidade dos dados analisados os quais envolveram experimentos com chuva natural e simulada, adubação mineral e orgânica bem como métodos de preparo e manejo do solo (Eghball & Gilley, 2001).

 

 

Os fatores do IP Original que possuem maior peso são a erosão do solo, o teor de P no solo e a taxa e o método de aplicação de P orgânico (Tabela 1); esses fatores, com exceção da erosão do solo, foram os mesmos indicados nas análises de regressão como os de maior influência no movimento de P do solo para a água (Tabela 7); pode-se considerar, portanto, que o IP Original apresentou resultados que mais se aproximaram da condição desses experimentos analisados conjuntamente.

 

 

O teor de P no solo, o método de aplicação de P mineral, a taxa e o método de aplicação de P orgânico e o escoamento superficial, são os fatores que explicam a concentração e perda de P solúvel (Tabela 7); pode-se considerar, portanto, que a versão do IP que indicaria maior proximidade da perda real de P, seria aquela em que os pesos para tais fatores fossem maiores.

Nos resultados de P particulado, cujos dados se referem apenas aos experimentos com adubação orgânica, nota-se diferença entre concentração (mg L-1) e perda de P (g ha-1). Observa-se que o teor de P no solo e o método de aplicação de P orgânico são os principais fatores que influenciam na concentração de P particulado no escoamento superficial enquanto a taxa de aplicação de P orgânico e o escoamento superficial explicam 63% da perda de P particulado (Tabela 7). Desta forma se considera que, para trabalhos nos quais são utilizadas adubações orgânicas com chuva imediatamente após a adição do dejeto, se deve escolher um IP com pesos maiores para os fatores taxa e método de aplicação de P orgânico; já no estudo de Eghball & Gilley (2001), as taxas de aplicação de P orgânico não influenciaram significativamente na perda de P particulado, apesar das taxas de aplicação terem sido maiores que as recomendadas para a área.

Diferentemente do estudo de Eghball & Gilley (2001), cujo teor de P no solo contribuiu com apenas 1% da perda de P total, no presente estudo o teor de P no solo foi um dos principais fatores que contribuíram tanto para a perda quanto para a concentração de P (g ha-1 e mg L-1) (Tabela 7). Além deste fator, a taxa de aplicação de P mineral e o método de aplicação de P mineral e de P orgânico também influenciaram na perda de P total; portanto, quando se está considerando a perda de P total pode-se utilizar um IP no qual esses fatores possuam maiores pesos.

O teor de P no solo contribuiu com 23, 50 e 22% da concentração de P solúvel, particulado e total, respectivamente (Tabela 7). O fator método de aplicação de P mineral afetou, de forma mínima (menos que 9%) na concentração e perda de P do solo para a água. O fator método de aplicação de P orgânico contribuiu com 19 e 21% na concentração de P particulado e total, respectivamente. A taxa de aplicação de P orgânico contribuiu com 18 e 33% na perda de P solúvel e particulado, respectivamente.

No estudo de Eghball & Gilley (2001), a erosão do solo foi o fator que mais contribuiu para as perdas de P total e particulado, ao contrário do observado neste estudo, em que referido fator não apresentou influência significativa nas perdas de P devido, possivelmente, aos baixos valores de perda de solo na maioria dos tratamentos utilizados.

Sugere-se, a partir desses resultados, a continuidade desta pesquisa, através de experimentos aplicados em campo e se utilizando as características brasileiras e os fatores do IP, para sua posterior aplicação; além disso, torna-se necessário desenvolver um IP brasileiro para que seja possível estimar a perda de P do solo para a água, de forma mais precisa e significativa, de acordo com as características específicas existentes no sul do Brasil.

 

CONCLUSÕES

1. A versão do IP Original apresentou as melhores correlações, apesar dos baixos valores, indicando ser esta a melhor versão para estimar o potencial de perda de P.

2. O teor de P no solo e o método de aplicação de P orgânico foram os principais fatores que influenciaram na concentração de P no escoamento superficial.

3. A quantidade perdida de P via escoamento superficial foi influenciada pela taxa de aplicação de P orgânico e mineral e o escoamento superficial.

 

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Protocolo 200.07 - 11/12/2007 - Aprovado em 19/08/2009

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